Reunião com a CET do dia 24/11

No dia 24 de outubro ocorreu a última reunião do ano entre a CET e os ciclistas da Zona Sul.

O encontro fez parte de uma série realizada com ciclistas de outras partes da cidade, visando apresentar as ciclovias que serão feitas até o término de 2016 e buscando estabelecer prioridades para a próxima gestão.

Estiveram presentes os membros da Bike Zona Sul, técnicos da CET e a coordenação do projeto cicloviário da cidade. Durante a conversa, tentou-se avaliar quais trechos nas periferias das 3 grandes subdivisões da Zona Sul (Sudeste, Sudoeste e Extremo Sul) poderiam ser priorizados.

As conclusões foram:

  • Sudeste:
    • Prioridade: interligação das ciclovias da Av.Eng.George Corbisier até a ciclovia da Av.Jabaquara. Já reinvindicada pelo Bike Zona Sul através deste abaixo-assinado, citada em outro post nosso[foto abaixo, parte de baixo, em rosa]
    • Outras ligações importantes:
      • Ligação da ciclovia da R.Vergueiro até a Av.Jabaquara (trecho da R.Domingos de Morais). Já reinvindicada pelo Bike Zona Sul em outro post e em abaixo-assinado). [foto abaixo, no centro, em amarelo]
      • Ligação da ciclovia da Rua Calixto da Mota com a ciclovia da Rua Vergueiro (via Rua Dr.Neto de Araújo). Caminho já utilizado por ciclistas em ambas as direções, mesmo a Dr.Neto de Araújo sendo mão única. [foto abaixo, parte de cima, em amarelo]
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Trechos priorizados no Sudeste: Av.Dr.Hugo Beolchi, Rua Domingos de Morais e Rua Dr.Neto de Araújo. (Thomas Wang/BZS)
  • Sudoeste:
    • Prioridade: ciclovia na Av. Carlos Caldeira Filho, ligando a estação Capão Redondo até o Terminal João Dias, o que no futuro permitirá ligações com o Morumbi, Ponte Laguna (que já conta com ciclovia, veja aqui) e o a rede cicloviária na região de Santo Amaro. Veja o trecho neste mapa. [foto abaixo, indo da esqueda para o centro, em rosa]
    • Outra ligação importante: ciclovia na  Av.Guido Caloi, ligando a ciclovia da Av.Luiz Gushiken até a estação Santo Amaro (linhas 5 do Metro e 9 da CPTM), permitindo o transporte intermodal bike+trens, além do acesso à Ciclovia Rio Pinheiros. [foto abaixo]
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Trechos priorizados no Sudoeste: Av.Carlos Caldeira Filho, Av.Guido Caloi. Trechos priorizados no Extremo Sul: Av.Atlantica e Ponte do Socorro. (Thomas Wang/BZS)
  • Extremo Sul:
    • Ponte do Socorro: criação de ciclopassarela (passarela para ciclistas e pedestres) no trecho percorrido para atual Ponte do Socorro, com ligações aos dois lados da Ciclovia Rio Pinheiros. Conforme já foi constatado em contagens (veja aqui e aqui), cerca de 1000 ciclistas passam pela ponte diariamente. [foto cima, lado direito, no centro, em rosa]
    • Continuação da ciclovia da Av.Atlantica até Ponte do Socorro e acesso à Ciclovia Rio Pinheiros. [foto acima, lado direito, parte de baixo, em rosa]
    • Ligação da ciclovia da Av. Senador Teotônio Vilela (veja aqui) até ciclovia Av. Atlântica. Veja o trecho neste mapa. [foto abaixo, no centro]
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Trechos priorizados no Extremo Sul: ligação entre as ciclovias da Av.Sen.Teotonio Vilela e Av.Atlantiva, pela Av.Sen.Teotonio Vilela e Av.Robert Kennedy. (Thomas Wang/BZS)

Após a reunião, foi definido que a CET enviará à Bike Zona Sul a projeção de como tais ciclovias poderão ser feitas, bem como outras que também são pertinentes para a Zona Sul. Assim que recebermos esse documento divulgaremos na fanpage e tentaremos publicá-lo aqui no nosso site.

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Foto: Thomas Wang/BZS
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Foto: Thomas Wang/BZS

Consulte o mapa da infraestrutura cicloviária da cidade de São Paulo clicando aqui.

Veja o mapa de prioridades cicloviárias para a Zona Sul na foto abaixo:

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Mapa de prioridades cicloviárias na Zona Sul. (Thomas Wang/BZS)

(Equipe Bike Zona Sul: Alex Gomes, Diego Brea, Paulo Alves e Thomas Wang)

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Como as ciclovias tem afetado o comércio?

Como as ciclovias tem afetado o comércio?

 

Bike Zona Sul
Tati, que instalou um paraciclo na frente do Clemente Café, com Carla Moraes. (Foto: Carla Moraes/BZS)

Quando uma ciclovia é implantada é comum ouvir reclamações como “vai tirar vagas dos carros”, “vai atrapalhar o transito”, “São Paulo não é lugar pra andar de bicicleta”… Neste post, vamos falar de uma dessas críticas, mais especificamente, sobre o comércio.

Como já foi comprovado por pesquisas (veja aqui, aqui, aqui e aqui) o número de ciclistas aumenta muito além da malha cicloviária, mas como isso tem afetado o comércio? Será que a crítica “ciclovia atrapalha o comércio” é real ou é só um preconceito?

Com a palavra, os comerciantes!

Ana, 24, dona de lanchonete (no Paraíso, na frente da ciclovia da R.Dr.Rafael de Barros): “No começo achei um absurdo a prefeitura vir pintar uma ciclofaixa na frente da minha lanchonete sem avisar ninguém, ainda mais porque eu estacionava aqui na frente. Quando pintaram passava pouca gente de bicicleta, agora passa bastante. Além disso, agora tem alguns grupos de pedal que comem aqui, então melhorou o movimento à noite.

Bianca, 34, gerente de loja de roupas (na região da Praça da Árvore, perto da ciclovia da Av.Jabaquara): Achei que ia ser ruim porque ia piorar o transito, mas parece que o movimento aumentou, talvez tenha melhorado porque mais pessoas conseguem ver a loja. Tem gente que deixa a bicicleta no poste na frente da loja e entra pra ver as mercadorias.

Carlos, 52, funcionário de estacionamento:Menino, vou te falar uma coisa, essa ciclofaixa é uma benção! O estacionamento sempre teve movimento, mas agora vive cheio porque tem menos vagas de Zona Azul e algumas lojas fizeram convenio com a gente.

Daniela, 22, caixa de supermercado (em Mirandópolis, perto da ciclovia da Rua Coronel Lisboa/Primeiro de Janeiro): “Trabalho aqui fazem uns dois anos, depois que fizeram a ciclofaixa começou a ter mais gente vindo de bicicleta pro supermercado, então acho que o dono deve estar ganhando mais… Pra mim não faz tanta diferença, mas ficou mais fácil pros meninos que fazem as entregas, eles gostam.

Diego, 24, garçom do Sukiya da Rua Vergueiro (na frente da Ciclovia da Rua Vergueiro/Avenida Liberdade): Todo final de semana aparecem vários ciclistas aqui, principalmente na hora do almoço, em especial no domingo. Durante a semana também aparecem alguns clientes de bicicleta, mas acho que menos do que no domingo, porque tem Ciclofaixa de passeio [lazer].”

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Bicicletas amarradas na grade do Sukiya da Rua Vergueiro. (Foto: Thomas Wang/Bike Zona Sul)

Marcos, 56, atendente do Starbucks (Avenida Paulista, na frente da ciclovia da Avenida Paulista): Desde que trabalho aqui tinha cliente que vinha de bicicleta, depois que inauguraram a ciclovia tem ainda mais. Eles falam que podem parar a bicicleta na entrada da loja, trancar em poste, entrar, comprar o café e sair. É bem mais fácil do que o pessoal que vem de carro, que tem que ficar procurando vaga, pagar estacionamento… E aqui estacionamento é uma fortuna!

Rogério, 46, dono de bar/lanchonete (na frente da ciclovia da R.Artur de Azevedo): “Antes eu só vendia para os pedestres e pessoal que trabalha aqui perto, achei que ia ser ruim porque não ia ter mais vagas na frente do bar, mas agora é bem melhor, dá pra ver o movimento da rua e o pessoal que anda de bicicleta pára aqui para comprar água, suco, café, Gatorade… Até melhorou o movimento do bar já que tem um pessoal que pedala a noite e para aqui pra comer.”

Tatiana, 29, dona do Clemente Café (na frente da ciclovia da Rua Coronel Lisboa/Primeiro de Janeiro): Aqui na rua passa um número considerável de bikes, às vezes até na calçada. A ciclovia possibilita que as pessoas que nem moram tão perto e usam a bike como meio de transporte (mais do que lazer, pelo menos na semana) tenham contato com café especial.

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Na falta de paraciclo, fica no poste. Se os comerciantes instalassem paraciclos iam faturar bem mais com clientes que pedalam… (Foto: Thomas Wang/BZS)

Para entender mais sobre a relação entre ciclovias e o comércio, veja nestes links:
Bicicleta faz bem ao Comércio – Ciclocidade

Com ciclovias, faturamento do comércio aumenta

Ruas abertas com pedestres e ciclistas aumentam faturamento de lojistas

(Equipe Bike Zona Sul: Carla Moraes e Thomas Wang)

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Ciclovia da Av.Lourenço Cabreira

A importância da ciclovia da Av.Lourenço Cabreira

Assine a petição aqui: www.change.org/CicloviaNaLourencoCabreira .

Atualmente já sabemos que ciclovias trazem benefícios para os locais em que são instaladas: protegem pessoas, aumentam o faturamento de comerciantes (veja aqui) e reduzem  congestionamentos.

Com o tempo, as ciclovias tendem a se tornar mais movimentadas, assim como uma ponte recém-construída, que tem pouco movimento quando é inaugurada mas se torna congestionada depois. É só ver os exemplos de várias ciclovias de São Paulo, como a da Avenida Paulista, usada por mais de 2 mil pessoas por dia (veja aqui) e a da Faria Lima  (veja aqui). Temos também o aumento de circulação na ciclovia da Teotônio Vilela, inaugurada há alguns meses (veja aqui).

As várias contagens que já foram feitas apenas demonstram como há pessoas usando as ciclovias e como precisamos de mais para garantir a segurança de todos!

Porém, em outras partes da cidade ainda há grupos se posicionando contra as ciclovias, mesmo quando elas não tiram espaço dos outros modais. Um exemplo claro é a da Avenida Lourenço Cabreira, na Zona Sul. Políticos como o deputado Goulart (pai) quanto o vereador Goulart (filho) tem atacado a ciclovia de várias formas (veja aqui e aqui). O Bike Zona Sul já analisou a ciclovia da Lourenço Cabreira e verificou que ela foi bem feita, é bem sinalizada, sendo tecnicamente muito boa.

Os dois políticos da família Goulart acusam a ciclovia de causar transito na região, porém não falam sobre os carros estacionados em locais proibidos, que atrapalham a vida de todos, como podemos ver neste vídeo:

A ciclovia da Lourenço Cabreira é importante pois faz parte da ligação do extremo sul com centro, junto com as ciclovias da Av.Pedro Roschel Gottzfritz, Jair RibeiroJangadeiro/Justino Nigro, Rio Pinheiros, entre outras da região. Por enquanto essas ciclovias estão desconectadas, porém quando forem ligadas vão permitir que um ciclista de Interlagos vá até o Parque Villa-Lobos, ou Parque do Ibirapuera. Também será possível acessar o Centro e a Zona Leste diretamente por ciclovias, por isso é de extrema importância que essa ciclovia seja mantida e ampliada!

Para ter uma visão mais geral e entender as ciclovias que citamos acima e como elas se ligam, clique aqui para ver o mapa da infraestrutura cicloviária de São Paulo.

A ciclovia da Lourenço Cabreira tem um grande potencial de ajudar os ciclistas de bairros como Jardim Guanhembu, Parque América, Jardim Edith, Cocaia e Vila Rubi, áreas que chegam a ter mais de 2 mil viagens por dia, conforme dados da Pesquisa de Origem e Destino do Metrô de 2007.

Vamos defender essa ciclovia, ela é a única opção segura na região, por isso precisamos dela! Não queremos que ninguém morra ali!

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(Equipe Bike Zona Sul: Alex Gomes, Paulo Alves e Thomas Wang)


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Ciclovias protegem pessoas, sejam pedestres ou ciclistas

Ciclovias protegem pessoas, sejam pedestres ou ciclistas.

Qualquer ciclista sabe como a nossa segurança melhorou com a implantação de ciclovias, mas e para os pedestres?

Recentemente conversei com algumas pessoas e resolvi escrever um pouco do que elas disseram, dando destaque aos que não pedalam nas ciclovias, mas usam elas 🙂

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Um cadeirante e sua acompanhante em segurança na ciclovia da Rua Coronel Lisboa, na Vila Clementino. (Foto: Thomas Wang/BZS)

Camila, 22, estudante da UNIFESP: “Acho meio louca essa história de andar de bicicleta em São Paulo, o transito tem muito maluco, sabe? Pra quem pedala com certeza melhorou, meu namorado fala bastante já que vai pra faculdade e pro estágio de bicicleta, de terno e tudo. Como eu tenho medo e não tem ciclovia de casa até aqui na faculdade, continuo vindo de Metro e andando. Pra mim melhorou, quando tem carro estacionado na calçada dá pra andar na ciclovia… Assim como dá pra passar o pessoal que anda mais devagar quando to com pressa.

Lucas, 16, estudante do Colégio Madre Cabrini (que se posicionou contra a ciclovia, leia mais clicando aqui): “Antes a gente tinha que se espremer na calçada, era muito ruim porque não tinha espaço para todo mundo que ia e vinha, quando não cabia na calçada a gente tinha que se arriscar andando entre os carros manobrando. Agora quando tem muita gente podemos caminhar pela ciclovia, é só tomar cuidado com as bicicletas.”

Lucas se refere ao trecho da ciclovia da Rua Madre Cabrini, próximo da estação Vila Mariana, que se conecta com as ciclovias da Avenida Jabaquara e Rua Vergueiro. Entenda mais sobre o trecho da Madre Cabrini clicando aqui.

Maíra, 34, técnica de enfermagem: “No começo achei que [a ciclovia] ia atrapalhar bastante porque o transito desse pedaço (região da Vila Clementino), mas reparei que não fez diferença no transito, mas deve ajudar bastante quem anda de bicicleta. Ela [a ciclovia] ajuda bastante quando quero atravessar a rua, porque dá pra ver melhor os carros vindo.

Pedro, 26, auxiliar administrativo e cadeirante: “Pra vc que pedala com certeza melhorou bastante, né? Pra mim também! Antes eu tinha que me virar com esse monte de degraus na calçada (aponta para degraus na calçada), dependia de rampas de acessibilidade e de garagem, que nem sempre são boas, tinha que passar entre carros estacionados e na rua quando tinha degrau na calçada… Era perigoso, a maioria dos motoristas não respeita a gente. Agora que tem a ciclofaixa posso ir por ela, o que é bem mais fácil e seguro!” 

Camila, Maíra e Pedro trabalham na Vila Clementino, perto da ciclovia das ruas Coronel Lisboa/Primeiro de Janeiro, veja o trajeto dessa ciclovia aqui.

Osias, 45, motorista de ônibus: “No começo não gostei, achei que ia ser gasto de dinheiro à toa, mas pra mim melhorou porque agora não tem mais ‘bicicleteiro’ na faixa de onibus, só um ou outro… Pra a gente que dirige ônibus é bem melhor, né? Agora o que atrapalha a gente é só táxi, que fica cortando entre a faixa de ônibus e a outra.

Osias dirige em duas linhas diferentes, uma que passa pela Rua Vergueiro/Avenida Paulista e outra que passa na Avenida Jabaquara e região de Interlagos.

Renata, 37, enfermeira: “Cuido de idosos que precisam de atenção especial há anos, sempre foi difícil sair com eles, levar pra passear, sabe? A cidade é ruim pra eles, tem degrau na calçada, carro que buzina quando a gente atravessa, é perigoso pra mim e pra quem eu cuido. O seu Antonio (senhor de quem ela cuida, que estava conosco) nunca gostou de sair de casa porque o bairro tem muita ladeira, então pra ele é difícil andar com tanto degrau na calçada… Hoje ele sai mais, sempre vou junto porque é meu trabalho acompanhar, mas ficou bem melhor com a ciclofaixa, porque ele não precisa ficar fazendo esforço pra passar em degrau na calçada e pode atravessar a rua com mais calma, já que a pista onde o pessoal estacionava virou ciclofaixa e ciclistas tem mais paciencia pra esperar ele atravessar a rua…

Renata é enfermeira e cuida de seu Antonio, que usa ciclovias para caminhar e se sente mais seguro para atravessar a rua já que a ciclovia ‘diminuiu’ o espaço em que os carros esperam o semáforo abrir… E ciclistas respeitam idosos em ciclovias 🙂

‘Seu’ Antonio, 78, aposentado: “Quando começaram a pintar a faixa de bicicleta aqui no bairro eu não gostei, mas agora gosto porque dá pra caminhar nela, que é melhor que a calçada já que não tem degraus. Na hora de atravessar também ajuda, porque como tem esses pauzinhos amarelos (balizadores) nas esquinas os carros fazem a curva mais longe, então protege a gente.

Entenda porque ciclovias são benéficas para pedestres nesse vídeo gravado pelo nosso amigo Diego Brea, do BZS.

Leia mais sobre como as ciclovias protegem pedestres nesta matéria do Vá de Bike.

Veja o mapa da infraestrutura cicloviária da cidade de São Paulo clicando aqui.

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(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)


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Vc conhece o SAC da Prefeitura de São Paulo?

Você sabia que a Prefeitura de São Paulo possui um SAC?

Pouca gente sabe mas por lei os serviços públicos devem fornecer diferentes maneiras de os cidadãos registrarem solicitações. A Prefeitura da cidade de São Paulo possui inúmeros canais, como o telefone geral (156), telefones específicos (como o da SPTrans ou CET, por exemplo) e também pela internet, através do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC).

Através do SAC qualquer cidadão pode solicitar diversos serviços, como o plantio ou poda de árvores, a manutenção da sinalização de tráfego, fiscalização de tráfego, ônibus e táxis, animais, iluminação, vistorias (de acessibilidade, da lei antifumo, mesas em calçadas, etc), Nota Fiscal Paulistana, buracos nas calçadas, consulta de dívidas, Guarda Civil Metropolitana, CET, entre outros vários assuntos que são de responsabilidade municipal.

É possível registrar as solicitações de forma anonima (como denúncia) ou de forma registrada, o que torna possível o contato entre o poder público e o cidadão. Nós do Bike Zona Sul usamos o SAC com frequência, sempre de forma registrada porque esperamos o posicionamento da Prefeitura sobre as sugestões e problemas que levantamos.

Até agora nossa equipe já registrou mais de 250 solicitações enviadas, a maioria não sendo respondida, mas algumas sendo incrivelmente eficientes em termos de resposta e ações tomadas pela Prefeitura. Um dos casos em que registramos a ocorrência e a Prefeitura respondeu foi uma reclamação sobre lixo na calçada. A Prefeitura e a empresa responsável pela coleta de lixo entraram em contato conosco, pediram mais informações sobre o local e depois autuaram o condomínio responsável.

Vc provavelmente tem várias observações sobre as ruas que vc passa e o seu bairro… Como sugestões de locais onde é possível plantar árvores (ou podá-las), queixas sobre lixo ou buracos nas calçadas,  sobre locais onde é necessário implantar faixas de pedestres, lombadas ou radares… Envie todas suas observações pelo SAC!

É fácil e rápido, o link está logo aqui embaixo!

https://sp156.prefeitura.sp.gov.br/portal/

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)


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Obras da Ciclovia na Av. Luiz Gushiken

Av. Luiz Gushiken Bike Zona Sul
Ciclista utilizando a Ciclovia da Av. Luiz Gushiken

A ciclovia da Av. Luiz Gushiken está aos poucos avançando, rumo à periferia. A ciclovia é uma importante ligação, servindo de opção à M’boi Mirim aos ciclistas que vêm da Ciclovia Rio Pinheiros, ainda que não conectada à essa estrutura.

Recentemente, ela ganhou o concreto pigmentado, igual às ciclovias da região oeste da cidade, tornando a ciclovia quase um tapete, faltando ainda tampar alguns buracos das obras que estão sendo realizadas na via.

Av. Luiz Gushiken Bike Zona Sul
Estrutura cicloviária na Av. Luiz Gushiken

Porém, notamos que as obras precisam de adequações, pois em muitas esquinas por onde passa a ciclovia, existem problemas como desníveis muito altos. Além disso, há desvios que fazem o ciclista dar voltas priorizando os carros, ao invés das bicicletas.

Precisamos que a construtora reavalie e consulte os ciclistas para tornar a ciclovia mais funcional e segura.

Av. Luiz Gushiken Bike Zona Sul
Início do trecho bidirecional na Av. Luiz Gushiken

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