E as obras da ciclovia da Av.Chucri Zaidan?

As fotos acima deveriam mostrar as obras da ciclovia da Av. Dr. Chucri Zaidan. Como é possível perceber, há postes no meio do caminho! Como a Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes pretende que os ciclistas trafeguem em segurança dessa forma?

 
Postes com placas de sinalização estão sendo colocados sobre o que deveria ser uma continuação da estrutura cicloviária no novo trecho da Av. Dr. Chucri Zaidan, algo que impossibilita o seu uso pela população.
 
Segundo o projeto original, que está sendo executado pela SPObras, o local deveria se tornar uma ciclovia, sendo que já recebeu alguns trechos rebaixados para acessibilidade das bicicletas.
 
No entanto, postes estão tomando conta do espaço de boa parte da futura Av. Cecília Lottenberg, que ainda não possui estrutura cicloviária.
 
Vale lembrar que a lei municipal nº 10.907 obriga a Prefeitura de São Paulo a implantar ciclovias em todas as novas avenidas da cidade! E, mais uma vez, isso está sendo descumprido pela gestão de João Doria.

 

(Equipe Bike Zona Sul: Paulo Alves e Thomas Wang / Fotos: Eduardo Raimond)

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Como conectar as ciclovias de Moema

Como conectar as ciclovias de Moema

Observação: o post contém vários links embutidos, pode clicar que eles vão abrir em novas guias do seu navegador, assim vc não perde esse post 😉

Observação 2: para não complicar vamos chamar todas as vias de ‘rua’, independente de serem avenidas, alamedas, ruas, etc…

Moema é um bairro quase perfeito para o ciclismo: plano, ruas largas, residências e comércios bem misturados. Mesmo assim,  a região é problemática para os ciclistas. Por quê? Porque o trânsito da região é carregado e o bairro possui poucas ciclovias/ciclofaixas.

A infraestrutura cicloviária atual

Segundo o mapa da infraestrutura cicloviária de São Paulo (disponível no site da CET e também abaixo), o bairro possui a seguinte estrutura cicloviária (em vermelho):

  1. Ciclofaixa das ruas Iraí/Pavão e Rouxinol/Aratãs: duas ciclofaixas unidirecionais que formam um retângulo incompleto na parte central do bairro.
  2. Ciclofaixa das alamedas dos Jurupis/Açocê: trecho bidirecional que liga a parte superior do bairro (mais próxima do Corredor Norte-Sul, com nomes indígenas) com o trecho 3.
  3. Ciclofaixa das ruas Nhambiquaras, Professor Ascendino Reis (monodirecionais) e Dr.Haberbeck Brandão (bidirecional): trecho que liga Moema à Vila Clementino.
  4. Ciclovia das avenidas Hélio Pellegrino e República do Líbano: feitas em canteiro central, ligam o Parque do Ibirapuera às ciclovias da Av. Luis Carlos Berrini e Av. Faria Lima, as duas que ‘escapam’ do mapa abaixo do logo da CET.
  5. Ciclorrotas das ruas Inhambu/Canário (parte inferior do bairro, de nomes de aves) e ciclorrotas das ruas Anapurus/Aratãs (parte superior, nomes indígenas). Não oferecem nenhuma segurança aos ciclistas, pois a única sinalização existente são placas de “rota de bicicleta” em algumas quadras.
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    A infraestrutura cicloviária atual. (fonte: CET)

    Ainda perto de Moema, temos algumas outras estruturas:

  6. Ciclofaixa das ruas Aratãs e Guatás: bidirecionais passando pelo Planalto Paulista e Saúde, indo até a 7.
  7. Ciclofaixa da Av.Jabaquara: unidirecional no canteiro central, vai de São Judas até o trecho 8.
  8. Ciclofaixa da Alameda dos Boninas/R.Coronel Lisboa/R.Madre Cabrini: bidirecional, vai até a ciclofaixa da Rua Vergueiro, na altura do Terminal Vila Mariana.
  9. Ciclofaixa da Av.Bosque da Saúde: bidirecional, vai até a Av.Ricardo Jafet, onde a Prefeitura parou a instalação da ciclofaixa no começo de 2017 e até agora não se posicionou a respeito. O Bike Zona Sul e a Ciclocidade fizeram uma contagem de ciclistas para provar a necessidade de uma ciclofaixa no trecho, veja os resultados aqui.

Se todas essas estruturas estão tão próximas, por que elas não estão conectadas? Quais seriam as melhores soluções para conectá-las? Já que conheço o bairro pois pedalo por ele para ir/vir para o trabalho, fiz algumas sugestões de conexões (em verde). Aqui elas foram organizadas na ordem que julguei o melhor custo/benefício da obra, colocando como critérios as ligações que elas fariam e o impacto que elas trariam. Veja no mapa abaixo:

As conexões essenciais

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As conexões essenciais.
  1. Av.República do Líbano: é uma rota muito utilizada por ciclistas pois é plana e reta, sendo uma continuação natural de quem vem do Parque do Ibirapuera para Moema. O tráfego de carros muito pesado e a maior parte dela possui um canteiro central largo o suficiente para uma ciclovia. Poderia seguir o padrão do trecho Hélio Pellegrino-Pq.Ibirapuera ou ser feito monodirecional junto ao canteiro central, como na Av. Jabaquara.
  2. Av.dos Aratãs/Alam.Anapurus: a Aratãs já é conhecida dos ciclistas pois possui ciclofaixas em dois trechos, então só seria necessário instalar uma ciclofaixa bidirecional entre as ciclofaixas existentes. Para conectar as monodirecionais existentes, a Anapurus poderia ganhar uma bidirecional com uma quadra.
  3. Ruas Rouxinol, Casa do Ator e Nova Cidade: com muitos carros e um cruzamento perigoso com a Av.Santo Amaro, uma ciclofaixa bidirecional seria extremamente útil para ligar Moema com as ciclovias das avenidas Hélio Pellegrino, Berrini e Faria Lima.
  4. Rua Inhambu: já é uma ciclorrota, por que não instalar uma ciclofaixa bidirecional e dar segurança aos ciclistas? Ela seria uma ligação importante dentro do bairro e também conectaria o bairro às ciclovias das avenidas Hélio Pellegrino-República do Líbano no trecho mais próximo do Parque do Ibirapuera.
  5. Av.Indianópolis: é uma rota muito utilizada pois é reta, poderia ter uma ciclofaixa junto ao canteiro central igual à da Av.Jabaquara. Ligaria Moema ao Metrô São Judas, passando pela ciclofaixa da Alameda dos Guatás.
  6. Av.José Maria Whitaker/R.Luis Góis: aproveitaria um pequeno trecho existente na Rua Guapiaçú e ligaria as ciclofaixas da Nhambiquaras-Prof.Ascendino-Haberbeck Brandão às da R.Coronel Lisboa/Alam.dos Boninas. O único problema é o trecho por baixo do viaduto da Av.Rubem Berta, que poderia ser bidirecional por baixo do viaduto, se tornando monodirecional e junto ao canteiro central na Whitaker. Na Luis Góis, uma ciclofaixa bidirecional seria o ideal.
  7. Av.Bosque da Saúde: um pequeno bônus seria completar a ciclofaixa já existente, pois falta uma quadra para ela se conectar com a da Av.Jabaquara.

Além dessas sugestões, também conversei com moradores da região e ciclistas que encontrei no caminho. Baseado nessas conversas, reuni outras sugestões que foram feitas.

Outras ciclofaixas que seriam úteis

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Sugestões feitas por moradores e ciclistas.
  1. Av.Ibirapuera: sonho da maioria dos ciclistas, uma avenida reta e plana, mas que é muito perigosa por conta dos carros e ônibus. Não sei como poderia ser feita, talvez canteiro central como na Berrini, mas acho que ele é estreito demais. Outra opção é fazer monodirecionais do lado direito, como na Rua da Consolação.
  2. Alam.dos Nhambiquaras: muito usada por ciclistas pois vem direto do Campo Belo e é plana. Poderia ter uma ciclofaixa bidirecional do lado esquerdo, já que no direito tem a faixa de ônibus.
  3. Alam.dos Maracatins: mesmo caso da Nhambiquaras, mas vai para o Campo Belo. Se a Nhambiquaras tiver uma bidirecional, talvez não seja necessário instalar uma na Maracatins, pois também temos a da Jurupis.
  4. Av.Juriti/Moema: rota muito usada para ciclistas que querem evitar a República do Líbano-Indianópolis. O trânsito vive parado, o que cria a possibilidade de ciclistas andarem ‘no corredor’ entre os carros. Poderia ter uma ciclofaixa bidirecional em qualquer um dos lados. Ligaria a ciclofaixa da Jurupis com a ciclovia da Hélio Pellegrino.
  5. Alam.dos Arapanés: muito usada por ciclistas que se deslocam no sentido Santo Amaro e tem medo do trânsito caótico da Av.Ibirapuera. Poderia ter uma ciclofaixa bidirecional como alternativa à Ibirapuera.
  6. R.Canário: seria uma opção segura na parte ‘baixa’ de Moema, que não possui nenhuma estrutura cicloviária.
  7. Av.Imarés/João Castaldi: usada para ciclistas que querem fugir da Av.dos Bandeirantes e seu tráfego pesado. Poderia ter uma ciclofaixa bidirecional da Av.Santo Amaro até o Corredor Norte-Sul.
  8. R.Araguari/Bertram/Visc.de Cachoeira/Diogo Jácome: seria uma ligação entre as ciclofaixas da Rouxinol/Pavão com a ciclovia da Hélio Pellegrino e outras que poderiam conectar essa parte do bairro. A Rua Bertram é ‘sem saída’ para carros, mas para pedestres e ciclistas chega na Hélio Pellegrino.
  9. Av.Santo Amaro: a Prefeitura tem um plano de requalificação da avenida toda, mas o plano não inclui ciclovia (entenda aqui). Temos que pressionar a Prefeitura se queremos uma ciclovia nela… Ajude clicando aqui!
  10. Av.Lavandisca/Jamaris: seria uma importante ligação no centro do bairro, dando opção às pessoas que se deslocam entre o Planalto Paulista e a Hélio Pellegrino.
  11. Alam.dos Tupiniquins: ligaria a ciclovia da Avenida Indianópolis com as suas paralelas dentro do bairro, tornaria o caminho de quem vem por ela mais curto, pois eles poderiam acessar o bairro antes dela ‘se afastar’ dele.

No terceiro mapa é possível perceber como Moema seria um ótimo bairro para ciclistas se todas essas estruturas fossem construídas. Mesmo que não sejam implantadas agora, vale a pena deixarmos nossas sugestões para o futuro… Lembrando que vamos continuar lutando para construir uma cidade segura para as pessoas, em especial pedestres e ciclistas 🙂

Bônus: conheça a ciclovia da Avenida Aratãs neste post: A ligação entre Indianópolis e Moema está quase completa!

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)

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Como conectar as ciclovias pela Vila Clementino

Como conectar as ciclovias pela Vila Clementino

Observação: o post contém links embutidos, pode clicar que eles vão abrir em novas guias do seu navegador, assim vc não perde esse post 😉

Observação 2: para não complicar vamos chamar todas as vias de ‘rua’, independente de serem avenidas, alamedas, ruas, etc…

Moema é um bairro quase perfeito para o ciclismo: plano, ruas largas, residências e comércios bem misturados. Mesmo assim,  a região é problemática para os ciclistas. Por quê? Porque o trânsito da região é carregado e o bairro possui poucas ciclovias/ciclofaixas.

A infraestrutura cicloviária atual

Segundo o mapa da infraestrutura cicloviária de São Paulo (disponível no site da CET e também abaixo), o bairro possui a seguinte estrutura cicloviária (em vermelho):

  1. Ciclofaixa das ruas Madre Cabrini-Coronel Lisboa-Primeiro de Janeiro-Boninas: bidirecional e muito utilizada pois passa no centro da Vila Clementino e a conecta aos bairros da Vila Mariana e Saúde.
  2. Ciclofaixa da Rua Vergueiro: monodirecional de canteiro central, liga a Vila Mariana às ciclovias da Paulista e Liberdade.
  3.  Ciclofaixa da R.França Pinto: bidirecional, liga o Parque do Ibirapuera à ciclofaixa da Rua Vergueiro e oferece uma rota segura pelo centro da Vila Mariana.
  4. Ciclofaixa da Av.Jabaquara: monodirecional de canteiro central, liga a Vila Clementino à Moema e Saúde, indo até a região de São Judas.
  5. Ciclofaixa da Av.Bosque da Saúde: única ciclofaixa que liga a ciclofaixa da Av.Jabaquara com a Av.Ricardo Jafet/Prof.Abraão de Morais.
  6. Ciclofaixa das ruas Aratãs e Guatás: bidirecionais, ligam Moema à saúde passando pelo Planalto Paulista.
  7. Ciclofaixa ruas Calixto da Mota-Dionísio Vieira-Rodrigo Vieira: bidirecional, liga a Av.Ricardo Jafet com a da R.Vergueiro, protegendo os ciclistas nas ladeiras da Vila Mariana/Chácara Klabin.
  8. Ciclofaixa R.Guapiaçú: bidirecional, é parte da ligação entre o trecho Haberbeck Brandão-Jurupis e a Coronel Lisboa/Primeiro de Janeiro.
  9. Ciclofaixa das ruas Nhambiquaras, Professor Ascendino Reis (monodirecionais) e Dr.Haberbeck Brandão (bidirecional): trecho que liga Moema à Vila Clementino.
  10. Ciclofaixa R.Santa Cruz: bidirecional, faltando pouco para se conectar com a 11.
  11. Ciclofaixa R.Dona Leopoldina (monodirecional no canteiro central)/Av.Nazaré (bidirecional): conectam os bairros da Aclimação e Vila Gumercindo passando pelo Ipiranga, também se ligando ao trecho 12.
  12. Ciclofaixa ruas Patriotas/Montalverme: bidirecionais, conectam a ciclofaixa da Av.Nazaré à Avenida do Estado e Av.Ricardo Jafet.
  13. Ciclorrotas da Vila Mariana: não oferecem nenhuma segurança aos ciclistas pois a única sinalização existente são placas de “rota de bicicleta” em alguns locais.

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    Infraestrutura atual na Vila Clementino e região. (CET)

Como é possível perceber, existem várias estruturas próximas, mas desconectadas. Sendo morador da região, conheço diversos caminhos e sei quais são mais utilizados, assim como também sei quais são os mais perigosos. Baseado nisso, criei os mapas abaixo: o primeiro com conexões essenciais em verde e o segundo com ligações complementares em azul.

O critério para a numeração é bem simples: indiquei primeiro as mais importantes para conectar a rede, trazendo mais segurança para quem pedala. Veja no mapa abaixo:

As conexões essenciais

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As conexões essenciais.
  1. Rua Domingos de Morais: ligação óbvia entre as ciclofaixas da Avenida Jabaquara e Rua Vergueiro, foi prometida após o término das obras do Metrô na estação Santa Cruz. Atualmente o Metrô está em fase final e o secretário Sergio Avelleda já reforçou que será entregue. É uma antiga demanda dos ciclistas (veja aqui e aqui), temos pressionado a Prefeitura através de um abaixo-assinado. Assine aqui! 
  2. Av. Ricardo Jafet: as obras foram interrompidas pela Prefeitura no começo de 2017, veja no aqui e no aqui. Segundo projeto, seria no canteiro central, ou seja, protegeria os ciclistas sem tirar espaço dos demais veículos. É importante para interligar as ciclofaixas do Ipiranga, Vila Mariana, R.Santa Cruz e Av.Bosque da Saúde.
  3. Rua Dr.Neto de Araújo: poderia ser feita de forma bidirecional e sem retirar vagas de estacionamento já que a rua é larga. Conectaria a ciclofaixa da Vila Mariana ao eixo das ciclofaixas da Vergueiro-Jabaquara.
  4. Av. José Maria Whitaker: esse trecho é muito importante para conectar a ciclofaixa que vem da Alam. dos Nhambiquaras/Moema com a Vila Clementino e o eixo Vergueiro-Jabaquara.
  5. R.Santa Cruz-Av. Dr.Gentil Moura: ligaria a ciclofaixa da Rua Santa Cruz com o as ciclofaixas do Ipiranga, fornecendo segurança numa região na qual não há opções.
  6. R.Luis Góis: ligaria a ciclofaixa de Moema/Guapiaçú com a das ruas Coronel Lisboa/Primeiro de Janeiro e a da Av.Ricardo Jafet.
  7. / 8. Av. República do Líbano/Indianópolis: ligaria a ciclovia da Hélio Pellegrino com as ciclofaixas Nhambiquaras/Moema, Alam. dos Guatás e Av. Jabaquara.

Outras ciclofaixas que seriam úteis

Além dessas conexões essenciais, que são as básicas para interligar a rede e trazer o mínimo de segurança, também conversei com vizinhos e outros ciclistas que encontrei. Com essas conversas, criei o mapa abaixo, com outras sugestões que foram feitas, em azul.

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Sugestões feitas por moradores e ciclistas.
  1. Ruas Santa Cruz-Borges Lagoa: ligaria o trecho existente na Rua Santa Cruz às ciclovias das ruas Domingos de Morais, Coronel Lisboa/Primeiro de Janeiro, ao sistema 2 e ao Parque do Ibirapuera (3).
  2. Vila Clementino (ruas Borges Lagoa, dos Otonis, Leandro Dupret e Ascendino Reis): ligaria as ciclovias das ruas Domingos de Morais, Coronel Lisboa/Primeiro de Janeiro, Nhambiquaras/Moema, Vila Mariana e Parque do Ibirapuera. Esse sistema criaria uma rede interna no bairro, o que poderia diminuir o trânsito pois incentivaria pequenos deslocamentos.
  3. Av. Quarto Centenário: ligaria Vila Clementino, Nhambiquaras/Moema às ciclovias existentes na Hélio Pellegrino/República do Líbano e também ao Parque do Ibirapuera.
  4. R. Dr.Pinto Ferraz: ligaria a ciclofaixa Calixto da Mota-Dionísio da Costa-Rodrigo Vieira às ciclofaixas da Rua Vergueiro e Avenida Jabaquara.
  5. Vila Mariana/Ibirapuera (ruas Tutoia, Humberto I, Conselheiro Rodrigues Alves e José Antônio Coelho):conectaria as ciclofaixas da Rua França Pinto, Rua Vergueiro-Av. Jabaquara, R.Dr Rafael da Nóbrega, Parque do Ibirapuera e Vila Clementino.
  6. Indianópolis (Av. José Maria Whitaker, alamedas dos Araés e Auetis): ligariam as ciclofaixas Nhambiquaras/Moema, Av. Indianópolis, Guatás e Guapiaçu.
  7. R.Jureia: conectaria as ciclofaixas da Rua Santa Cruz e Rua Luis Góis, sendo uma opção para os moradores da região se deslocarem internamente, sem ter que subir até a Rua Domingos de Morais ou descer até a Av. Ricardo Jafet para ter segurança.

No terceiro mapa se torna visível como algumas ciclofaixas/ciclovias podem tornar o bairro melhor, diminuindo o trânsito e trazendo segurança para os moradores. Se todas essas estruturas citadas fossem construídas, teríamos um bairro bem mais seguro, o que incentivaria pedestres e ciclistas em uma região na qual o trânsito já é complicado.

Mesmo que por enquanto essas sugestões  não sejam implantadas agora, já registramos para o futuro…  Vamos continuar defendendo uma cidade que seja pensada para as pessoas, ou seja, pedestres e ciclistas 🙂

Bônus: entenda porque a Vila Clementino é importante para os ciclistas do Sudeste de SP clicando aqui!

Fique ligado: entenda a ligação da Vila Clementino com Moema semana que vem!

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)

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