Bike Zona Sul, Bike Zona Oeste e Câmara Temática de Bicicleta no aparecem no G1!

Ontem o Bike Zona Sul e o Bike Zona Oeste foram citados na matéria do G1 – O Portal de Notícias da Globo! Todas as imagens utilizadas pela Globo foram enviadas por ciclistas para o BZS ou para o BZO, que publicaram nas suas redes sociais e as encaminharam para a Câmara Temática de Bicicleta (CTB).

Com as fotos, a Câmara pode se posicionar e publicar uma Carta Aberta direcionada ao prefeito Bruno Covas, à Imprensa e à Sociedade Civil, que você pode ler clicando aqui!

Além disso, com as fotos também foi possível cobrar a CET quanto às ciclofaixas removidas, que enviou uma lista de ciclofaixas sob “requalificação”. Na Zona Sul temos:

Nas outras regiões da cidade temos:

  • Ciclofaixa Afonso Lopes Vieira, Subprefeitura Casa Verde/Cachoeirinha
  • Ciclofaixa da Av. dos Direitos Humanos, Subprefeitura Casa Verde/Cachoeirinha
  • Ciclofaixa Gabriel Migliori, Subprefeitura Casa Verde/Cachoeirinha
  • Ciclofaixa Mandaqui, Subprefeitura Casa Verde/Cachoeirinha
  • Ciclofaixa Orlando Garcia da Silveira, Subprefeitura Frequesia do Ó/Brasilândia
  • Ciclofaixa José da Natividade Saldanha, Subprefeitura Frequesia do Ó/Brasilândia
  • Ciclofaixa Ananias Holanda de Oliveira, Subprefeitura Vila Maria/Vila Guilherme
  • Ciclofaixa Parque Novo Mundo, Subprefeitura Vila Maria/Vila Guilherme
  • Ciclofaixa Corifeu de Azevedo Marques, Subprefeitura Butantã
  • Ciclofaixa Jaguaré, Subprefeitura Butantã

Vamos ficar de olhos para que todas essas ciclofaixas sejam sinalizadas novamente! E que o recapeamento e sinalização venham com melhorias!

Caso você encontre ciclofaixas sendo removidas ou em obras, mande para nós! Assim poderemos cobrar a Prefeitura para que as obras sejam entregues no prazo e as ciclofaixas sejam melhoradas!

Para ler a reportagem do G1 clique aqui!

(Equipe Bike Zona Sul: Paulo Alves, Lucian De Paula e Thomas Wang)

Carta Aberta ao prefeito Bruno Covas, à Imprensa e à Sociedade Civil de São Paulo sobre o novo Plano Cicloviário e a eventual Remoção de Ciclovias

São Paulo, 28 de agosto de 2019.

Carta Aberta ao prefeito Bruno Covas, à Imprensa e à Sociedade Civil de
São Paulo sobre o novo Plano Cicloviário e a eventual Remoção de Ciclovias

O objetivo desta Carta Aberta é informar que a Câmara Temática de Bicicleta (CTB) – espaço vinculado ao Conselho Municipal de Transportes e Trânsito (CMTT) – tomou conhecimento dos comentários feito pelo prefeito Bruno Covas no dia 27/08/2019 à Rádio CBN(1), incluindo no qual o prefeito afirma que ciclovias serão removidas de acordo com “estudos da CET”.

Conforme o Programa de Metas da Prefeitura de São Paulo, publicado em 08/04/2019 pela Secretaria Especial de Comunicação(2), para o biênio 2019-2020 a Prefeitura tem como meta implantar 173,35 quilômetros de ciclovias/ciclofaixas e requalificar 310,6 quilômetros da malha atual (através de obras a implantação de melhorias e manutenção) até o final de 2020(3). Atualmente esta malha (teoricamente) tem 473,3  quilômetros e está presente em menos de 3% do total de vias da Cidade de São Paulo.

Sob o ponto de vista de custos financeiro e temporal, não faz sentido considerar a remoção de estruturas já existentes, dado que todo o trabalho para a elaboração do Plano Cicloviário foi justamente no sentido de conectar estruturas isoladas à malha cicloviária existente. Qualquer remoção ou retirada resultaria em atrasos no cronograma de obras, gasto do dinheiro dos contribuintes e risco para as pessoas que utilizam a estrutura em questão.

Segundo a Lei nº 16.885 de 16 de Abril de 2018 (“Lei SICLOS”), todas alterações de infraestruturas existentes ou novas (isso inclui a implantação, remanejamento ou remoção de ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas) só podem ser realizadas após planejamento da CET e debates com a sociedade civil através de audiências públicas.

 Considerando a Lei SICLOS e, seguindo o regimento da Câmara Temática da Bicicleta (CTB)(4), que tem como objetivo geral é: “Construir uma política cicloviária para a cidade de São Paulo a partir do diálogo entre representações de ciclistas e o poder público municipal”. Além disso, o regimento dessa Câmara também indica objetivos específicos para a CTB, incluindo:

  1. Mediar a relação entre grupos locais de ciclistas com a gestão.
  2. Contribuir na mediação da relação entre o poder público e a sociedade civil.
  3. Produzir documentos.
  4. Fiscalizar as implementações.

Dado o regimento dessa Câmara, seus membros participaram de cerca de 32 reuniões com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) desde a última eleição municipal, sendo 12 após o primeiro anúncio de um novo Plano Cicloviário realizado no dia 03/08/2018. Após tal anúncio, a Câmara Temática de Bicicleta, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e a Iniciativa Bloomberg para Segurança Global no Trânsito (BIGRS) organizaram de forma conjunta a realização de 11 oficinas com a sociedade civil sobre os dados e todos os estudos da CET que pudessem ajudar a fundamentar o Plano Cicloviário. Em cada um dos workshops compareceram moradores, comerciantes, ciclistas, associações e outras entidades,  que debateram os detalhes do Plano Cicloviário para cada uma das 32 subprefeituras da cidade de São Paulo. Durante esse processo, foram sugeridas várias vias para implantação de novas estruturas e a conexão das existentes, sobretudo na periferia, mas nunca foi mencionada nenhuma remoção. Inclusive, todos estudos apresentados pela CET, pela Iniciativa Bloomberg e demais participantes enfatizavam a necessidade da implantação de novas estruturas visando preservar vidas(5).

Após esse processo, que durou cerca de 10 meses entre agosto de 2018 e maio de 2019, a CET organizou 10 audiências públicas para apresentar o Plano Cicloviário em todas regiões da cidade, que ocorreram entre os meses de maio e junho de 2019(6). Durante as audiências, quase sempre a totalidade das pessoas se manifestaram a favor da implantação de novas estruturas cicloviárias e, em nenhuma delas, foram mencionadas remoções ou retiradas.  A sociedade  cobrou a expansão da malha cicloviária, sua, manutenção e a realização de melhorias das ciclovias/ciclofaixas existentes, tais como manutenção da pintura e placas, iluminação, obras de acalmamento de tráfego, duplicações e a intensificação da fiscalização.

Dado esse breve histórico e o intenso diálogo construído ao longo de um ano envolvendo a Câmara Temática de Bicicleta (CTB), a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), a Iniciativa Bloomberg para Segurança Global no Trânsito (BIGRS), diversas entidades civis, moradores, comerciantes e  ciclistas, esperamos que o prefeito Bruno Covas respeitará a Lei nº 16.885, e o esforço de inúmeros cidadãos e organizações que participaram deste processo (longo, democrático e técnico) que foi o desenvolvimento do Plano Cicloviário. Esperamos que ele implante as  novas estruturas cicloviárias planejadas pela CET em conjunto com a CTB e a população, sobretudo porque essas ciclovias e ciclofaixas irão melhorar a segurança de ciclistas e de demais modais, além de gerar benefícios para a economia e para a saúde da população(7).

Ainda é válido ressaltar que a utilização de operações de recapeamento de vias para o desmonte da estrutura cicloviária caracteriza um desvio do ato administrativo, podendo, inclusive, gerar eventuais ações com base na Lei 4.717/65 e responsabilidade do administrador, com base no Art. 11 e seguintes da Lei 8.429/92.

Lembramos também que, infelizmente, as mortes de ciclistas triplicaram no primeiro semestre de 2019(8). Isso provavelmente acontece, inclusive, devido à interrupção da implantação de ciclovias/ciclofaixas desde 2016, apesar do contínuo aumento da quantidade de pessoas utilizando a bicicleta como meio de transporte(9). A retomada da implantação de novas estruturas cicloviárias deve ser iniciada o quanto antes pois poderá evitar que mais pessoas sejam vitimadas e percam suas vidas no trânsito(10)(11).

Por fim, reafirmamos a nossa disposição em trabalhar em prol de uma cidade mais segura para todos, promovendo o diálogo construtivo, democrático e baseado em dados. Também nos colocamos a disposição para reuniões e esclarecimentos, assim como auxiliar a todos que desejem melhorar a qualidade de vida na Cidade de São Paulo e dos seus cidadãos.

 

Atenciosamente,

Câmara Temática da Bicicleta 

do Conselho Municipal de Trânsito e Transportes 

da Prefeitura Municipal de São Paulo  

 

 

 REFERÊNCIAS:

  1. http://cbn.globoradio.globo.com/media/audio/272456/covas-admite-que-ciclovias-podem-estar-sendo-apaga.htm
  2. http://www.capital.sp.gov.br/noticia/prefeitura-anuncia-programa-de-metas-para-o-bienio-2019-2020
  3. http://planejasampa.prefeitura.sp.gov.br/assets/up/An%C3%A1lise%20da%20Revis%C3%A3o%20Program%C3%A1tica.pdf
  4. http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/chamadas/regimento_interno_ciclistas_4_1435946756.pdf
  5. https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/transportes/participacao_social/conselhos_e_orgaos_colegiados/conselho_1/index.php?p=215736
  6. http://www.cetsp.com.br/consultas/bicicleta.aspx
  7. https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2214140518301488
  8. https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2019/04/24/triplica-o-numero-de-mortes-de-ciclistas-no-1o-trimestre-de-2019-em-sao-paulo-diz-infosiga.ghtml
  9. https://exame.abril.com.br/brasil/uso-de-bicicletas-aumenta-24-em-sp-puxado-por-ciclovias-na-zona-oeste/
  10. http://vadebike.org/2015/05/aumento-mortes-ciclistas-34-2014-sao-paulo-ciclovias/
  11. http://vadebike.org/2015/10/queda-mortes-ciclistas-transito-estatistica-cet-sao-paulo/

 


 

Carta Aberta da Câmara Temática de Bicicleta ao prefeito Bruno Covas, à Imprensa e à Sociedade Civil de São Paulo sobre o novo Plano Cicloviário e a eventual Remoção de Ciclovias.

(Equipe Bike Zona Sul: Paulo Alves, Lucian De Paula e Thomas Wang)

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Ciclofaixa da Av.Aratãs começa a ser sinalizada após recapeamento!

Ontem postamos sobre a requalificação das ciclofaixas da Av. Bosque da Saúde, Av. Aratãs, Alameda dos Guatás, Av. Eng. George Corbisier e Av. Corifeu de Azevedo Marques.

Ainda ontem soubemos que a ciclofaixa da Av. Aratãs está sendo sinalizada novamente, veja as fotos:

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Av. Aratãs, no Planalto Paulista. (Foto: Estevão Laurito)
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Av. Aratãs, no Planalto Paulista. (Foto: Estevão Laurito)

Na foto acima é possível perceber a antiga pintura da ciclofaixa da Av. Aratãs e, perto do logo do BZS, é possível ver parte do desenho (pictograma) de bicicleta na sarjeta. Isso mostra que o recapeamento não foi feito na sarjeta, então desníveis existentes nas sarjetas continuam ali, o que deixa essa parte irregular. Na ciclofaixa da Av. Aratãs não há muitos buracos, mas em outras vias isso permanecerá sendo um problema.

Além disso, alguns trechos da Av. Aratãs não foram requalificados, na foto abaixo é possível ver que uma parte da ciclofaixa ainda está com o asfalto e a sinalização antigas, por que não requalificaram a ciclofaixa toda?

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Por que um trecho da ciclofaixa não foi recapeado mas foi sinalizado? (Foto: Estevão Laurito)

Segundo Estevão Laurito, que circula pelas ciclofaixas da Alameda dos Guatás e Av. Aratãs, a qualidade da tinta utilizada na requalificação da ciclofaixa da Av. Aratãs é bastante similar à antiga. Não sabemos se a nova sinalização foi somente pintada ou se foi feita utilizando fresa quente (quando a tinta é colada ao chão usando um tipo de maçarico). Esperamos que as novas ciclofaixas sejam feitas com a fresa quente, que é mais segura por ser menos escorregadia. 

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Av. Aratãs, no Planalto Paulista. (Foto: Estevão Laurito)

A foto acima mostra que os cruzamentos da Av. Aratãs não foram sinalizados, então os ciclistas continuam em risco quando se aproximam dos cruzamentos.

Esperávamos um padrão de qualidade maior por parte da CET durante o processo de “requalificação“, como o recape completo da ciclofaixa (incluindo sarjetas) e melhorias nos cruzamentos. A maioria das ruas precisa de medidas de acalmamento de tráfego (como a implantação de lombadas e a ampliação de calçadas em cruzamentos) e a instalação de placas indicando a preferência de ciclistas e pedestres sobre os carros e demais veículos motorizados.

 

Na foto da esquerda acima vemos que o recape não foi feito em toda ciclofaixa, a sarjeta permanece a mesma, ocupando 1/3 da ciclofaixa. Por que não reformaram a sarjeta para deixá-la em melhores condições? Além disso, o cruzamento ainda possui a sinalização antiga apesar do recape. Por que os cruzamentos não foram completamente recapeados e sinalizados? 

Levaremos essas perguntas para a CET na próxima reunião da Câmara Temática de Bicicleta, cobrando que as requalificações sejam feitas com o melhor material e da forma mais completa! Além disso, cobraremos o cronograma das obras de requalificação e a implantação das conexões que precisamos!

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang / Colaborou Estevão Laurito)

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Ciclovias começam a ser requalificadas na Saúde e Jabaquara!

No dia 18 de agosto recebemos fotos denunciando a remoção de ciclofaixas na Avenida Bosque da Saúde, Alameda dos Guatás (Saúde) e Avenida Aratãs (Planalto Paulista). No dia 19/08 tentamos entrar em contato com a CET e a Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes (SMT), que não souberam informar sobre as obras.

 

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Ciclofaixa removida na Alameda dos Guatás, Planalto Paulista (Foto: Estevão Laurito)

Questionamos se as ciclovias seriam removidas ou se eram reformas, mas nenhum dos atendentes tinha informações a respeito. Na tarde do dia 19/08, a Subprefeitura da Vila Mariana comentou no nosso post:

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No dia 20/08 informamos a Subprefeitura da Vila Mariana e a CET que é necessário colocar sinalização e infraestrutura temporárias durante as obras para que os ciclistas não corram o risco de serem atropelados.

Vale lembrar que Código de Trânsito Brasileiro (Lei Federal 9.503/97) diz que a circulação não pode ser liberada em nenhuma via antes dela estar sinalizada, conforme abaixo:

Art. 88. Nenhuma via pavimentada poderá ser entregue após sua construção, ou reaberta ao trânsito após a realização de obras ou de manutenção, enquanto não estiver devidamente sinalizada, vertical e horizontalmente, de forma a garantir as condições adequadas de segurança na circulação.

Parágrafo único. Nas vias ou trechos de vias em obras deverá ser afixada sinalização específica e adequada.

Enquanto isso, o Bike Zona Sul recebeu fotos da remoção da ciclofaixa da Av. Engenheiro George Corbisier, no Jabaquara. Aparentemente, a ciclofaixa da Corbisier também foi removida para recape, mas novamente a CET e a SMT não colocaram sinalização temporária para proteger os ciclistas que trafegam por essa avenida.

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Av. Engenheiro George Corbisier, Jabaquara (Foto: Leo Alves)
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Av. Engenheiro George Corbisier, Jabaquara (Foto: Leo Alves)

O mesmo problema acontece na Zona Oeste, conforme o Bike Zona Oeste compartilhou, a ciclofaixa da Avenida Corifeu de Azevedo também foi removida para recapeamento e está sem sinalização temporária, o que coloca os ciclistas em risco.

A Prefeitura informou, através da Câmara Temática de Bicicleta que não são remoções definitivas, mas o início das obras de requalificação de algumas infraestruturas cicloviárias. Na mesma Câmara, os representantes dos ciclistas já cobraram da CET que sejam colocadas sinalizações e estruturas temporárias durante as obras. Uma solução muito simples seria a colocação de cones onde as ciclofaixas estavam antes do recapeamento, igual é feito na Ciclofaixa de Lazer aos domingos e feriados (foto abaixo).

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Outro ponto importante é mudar a comunicação que é feita pela CET, que pede ao ciclista que “utilize rotas alternativas“. Qual é a rota alternativa que o ciclista deve utilizar quando a única ciclofaixa da região está em obras? Se não há outra ciclovia ou ciclofaixa em uma rua paralela, não existe alternativa segura para os ciclistas! Por isso é necessário que sejam colocadas estruturas temporárias durante as obras. Não queremos que ciclistas sejam atropelados por causa de obras em ciclofaixas como já aconteceu durante o programa Asfalto Novo, na ciclofaixa da Rua Vergueiro.

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Qual é a rota alternativa que a CET sugere se a única ciclofaixa da região está em obras? (Foto: Estevão Laurito)

Pelo menos parece que a requalificação está sendo feita com materiais melhores. Segundo Estevão Laurito, que circula pelas ciclofaixas da Alameda dos Guatás e Av. Aratãs: “A qualidade da tinta me parece idêntica à anterior (…) não alteraram nada quanto aos cruzamentos.” 

Esperamos que durante a “requalificação” a CET realize melhorias como acalmamento de tráfego (especialmente em cruzamentos) e a instalação de placas indicando a preferência de ciclistas e pedestres sobre os carros e demais veículos motorizados. Já que as ciclofaixas serão “revitalizadas“, por que não aproveitar que a sinalização será refeita e instalar placas educativas para motoristas?

(Equipe Bike Zona Sul: Carla Moraes, Lucian De Paula, Paulo Alves e Thomas Wang / Colaboraram Estevão Laurito e Leo Alves)

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