Opinião: a ciclovia como pista de corrida

Recentemente estava no Facebook e me deparei com esta imagem:

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Mesmo se eu não considerar os erros de digitação (“clicovia”), ela ainda me incomoda bastante. Concordo com ciclistas que dizem que ciclovias e ciclofaixas não são pistas de cooper/corrida, mas como já falamos antes, muitas vezes elas são usadas como calçada.

Além do respeito entre ciclistas e pedestres também é necessária educação entre ciclistas experientes e iniciantes, como também já comentamos.

Apesar disso, é comum encontrar pessoas caminhando ou correndo nas ciclofaixas. Isso acontece pois nossa cidade tem poucas áreas adequadas para a prática de esportes (como parques, por exemplo). Entretanto, é preciso lembrar que alguém que caminhe/corra nas ciclovias ainda é um pedestre. E o lugar de pedestres é na calçada, já que ciclovias/ciclofaixas são espaços dedicados para ciclistas, como diz o Código de Trânsito Brasileiro (CTB):

  • Ciclovia: pista destinada à circulação de ciclos, separada fisicamente do tráfego comum.
  • Ciclofaixa: parte da pista de rolamento (faixas comuns) destinada à circulação exclusiva de ciclos, delimitada por sinalização específica.
  • Ciclo-rota (“rota de bicicleta”): rota sugerida para circulação de ciclos, reforçada por sinalização específica.
  • Ciclo: veículo de pelo menos duas rodas a propulsão humana.

É possível conviver com corredores, desde que todos se respeitem. Como se trata de um espaço dos ciclistas, a preferência deve ser deles. Conversamos com alguns ciclistas e corredores para listar algumas atitudes positivas e negativas, veja abaixo!

Para pedestres, corredores e corredoras

Atitudes recomendáveis para quem anda/caminha/corre nas ciclovias:

  • Andar/correr na contramão: permite que pedestres vejam os ciclistas se aproximando
  • Andar/correr no canto da ciclovia/ciclofaixa: permite que os ciclistas ultrapassem com segurança para ambos
  • Não usar fones de ouvido: permite que ciclistas avisem que estão passando através das ‘campainhas’ e falas/gritos
  • Não andar ‘lado a lado’: permite que os ciclistas ultrapassem os pedestres
  • Liberar a passagem: permite que os ciclistas ultrapassem os pedestres

Agora algumas das atitudes que mais irritam os ciclistas:

  • Andar/correr de costas: pode causar acidentes já que o esportistas não vê o ciclista se aproximando
  • Andar/correr no mesmo sentido dos ciclistas: pode causar acidentes já que o esportistas não vê o ciclista se aproximando
  • Andar/correr no centro da ciclovia/ciclofaixa: pode causar acidentes já que o ciclista não sabe por onde ultrapassar… Ele deve tentar pela esquerda ou pela direita?
  • Andar ‘lado a lado’ e obstruir a ciclovia: não dá espaço para os ciclistas ultrapassarem os pedestres
  • Usar fones de ouvido: impede que ciclistas avisem que estão passando através das ‘campainhas’ e falas/gritos
  • Não liberar a passagem: a ciclovia/ciclofaixa é um espaço para ciclistas, então a preferência deve ser deles, dê passagem

Para ciclistas

Atitudes recomendáveis que você deve ter quando encontrar pedestres nas ciclovias:

  • Avise que está passando: uma buzinada de leve ou fala “olha a bike” já são suficientes
  • Avise por onde vai passar (“bike na direita”, “bike passando na esquerda”)
  • Pedir licença: o espaço é nosso, mas não custa ser simpático (“bike querendo passar”)

Atitudes que não recomendamos pois podem causar acidentes:

  • Gritar/campainhas muito altas: assustam os pedestres e também outros ciclistas
  • Realizar ultrapassagens sem avisar: o pedestre não tem como adivinhar que tem um ciclista tentando ultrapassá-lo
  • Realizar ultrapassagens perigosas: colocam os dois em risco – Se o ciclista não gosta das ‘finas’ que os carros tiram dele, por que tirar ‘finas’ dos pedestres?

 

Independente de sermos ciclistas, todos somos pedestres e devemos respeitá-los. Mesmo se estiverem no nosso espaço. Pedestres, ciclistas e motociclistas são os que mais sofrem no trânsito, se nós não nos respeitarmos, como vamos sobreviver? Precisamos nos respeitar e nos unir para buscar melhorias como mais calçadas e mais ciclovias, assim como melhorias nas calçadas e ciclovias que existem.

 

Leia mais sobre a convivência em ciclovias nestes posts:

Por que pedestres andam nas ciclovias?

A relação entre ciclistas iniciantes e experientes

O bom senso nas ciclovias e ciclofaixas

 


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Foram mortes em vão?

[o início do post foi publicado originalmente em 2013]

Dia 01 de março homenageamos a Julie. Uma colega de pedal que foi atropelada na Avenida Paulista um ano atrás. Um motorista avançou nela. Para não ser atropelada mudou bruscamente para a pista de ônibus, passou num buraco, caiu e foi atropelada pelo ônibus que vinha atrás dela. Nunca pegaram o motorista que avançou nela. O motorista do ônibus a conhecia, depois que viu quem tinha atropelado, sentou no asfalto e chorou, em estado de choque.

Uma ghost bike está onde a atropelaram. A uma outra quadra de outra ghost bike, a da Márcia Prado. Duas mortes que teriam sido evitadas se a Prefeitura de São Paulo tivesse implantado o plano cicloviário da cidade, que previa uma ciclovia na Paulista.
O plano é de 2008 e nada foi feito até hoje, a despeito das duas mortes que já ocorreram. E agora um outro ciclista perde o braço por causa de um motorista embriagado? Mal as chamas de duas mortes começam a se apagar, outro acidente ocorre. Será que Márcia e Julie serão esquecidas? Foram suas mortes em vão?

[o trecho abaixo foi escrito dia 05/06]

Hoje temos a ciclovia da Avenida Paulista, dando segurança aos que se deslocam de bicicleta, patins, skate, pedestres e cadeirantes. As duas ghost bikes permanecem nos mesmos locais onde Márcia e Julie morreram. Como tantas outras ghost bikes por São Paulo.

De lá para cá conseguimos inúmeros progressos, cerca de 400 quilômetros de ciclovias e ciclofaixas. Pode parecer muito, mas é pouco comparado aos 17000 (17 mil!) quilômetros de vias (ruas/avenidas/pontes/túneis/etc) que temos na cidade de São Paulo. Ou seja, temos segurança para pedalar apenas em 400 de 17000 quilômetros de ruas. Isso é equivalente a menos de 0,03% das ruas da nossa cidade.

Mesmo esse espaço sendo tão pequeno diante da dimensão da cidade, a Prefeitura de São Paulo está removendo as ciclofaixas que nos protegemNa Chácara Santo Antônio a Prefeitura/CET removeram a ciclofaixa da Rua José Vicente Cavalheiro sem comunicar o Conselho Municipal de Transportes e Trânsito (CMTT), sem dialogar com os ciclistas e seus representantes (como o Bike Zona Sul e a Câmara Temática de Bicicleta) e nem avisar aos ciclistas/moradores da região.

Nesse trecho, a ciclofaixa deveria migrar da Rua Fernandes Moreira para a Rua Alexandre Dumas. Entretanto, a Prefeitura removeu a ciclofaixa sem debate ou aviso. Essa remoção coloca ciclistas em risco e também demonstra como falta transparência por parte do Executivo Municipal com a sociedade. Ela também reforça como a gestão Dória-Covas tem tratado os ciclistas e seus representantes.

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A ciclofaixa da Rua José Vicente Cavalheiro foi removida e substituída por uma ciclo-rota sem diálogo, debate ou aviso. (Foto: Paulo Alves/BZS)

 

Mesmo diante da falta de respeito às leis e da falta de diálogo da atual gestão da Prefeitura (Dória-Covas), nós do Bike Zona Sul vamos continuar lutando por uma cidade mais segura e mais humana. Faremos isso pois ainda precisamos garantir a segurança de todos, precisamos de mais ciclovias, pela cidade toda. Em todas ruas onde haja uma faixa de ônibus. Em todas avenidas, pontes e viadutos.

Não queremos e não podemos perder mais amigos. Precisamos de ciclovias para proteger as pessoas. E vamos continuar defendendo os mais fracos no trânsito. Vamos continuar defendendo que São Paulo seja focada nas pessoas. Não vamos deixar que as mortes de amigas como a Julie tenham sido em vão.

Homenagem à Julie que fiz quando soube que ela tinha sido atropelada.

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang e Paulo Alves)

#BikeZonaSul  #VaiTerCiclovia #CicloviasSalvamVidas

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Opinião: O bom senso nas ciclovias e ciclofaixas

De vez em quando saio com meu pai e minha irmã para pedalar na Ciclofaixa de Lazer, que é montada aos domingos e feriados em algumas avenidas de São Paulo. Geralmente eu vou na frente, minha irmã no meio e meu pai no final da fila. Fazemos isso pois eu que penso na rota, enquanto meu pai protege minha irmã, que é menor e menos experiente. Por ser a Ciclofaixa de Lazer, geralmente ficamos à esquerda para liberar a passagem pelo lado direito, que é mais próximo dos cones e demais veículos. Isso permite que um ciclista mais veloz saia da Ciclofaixa e utilize a pista da esquerda para nos ultrapassar.

Quando estávamos na Avenida Paulista, um ciclista de speed tentou ultrapassar minha irmã pela esquerda, entre ela e a guia. Como o espaço não era suficiente, ela se assustou quando ele forçou a ultrapassagem e a ‘jogou’ para a direita da faixa. Eu, que já tenho o hábito de olhar para trás para me precaver, percebi a imprudência. Estava no meio da faixa, mas fiz questão emparelhar com o ciclista que estava na minha frente e ocupar o lado esquerdo da faixa, obrigando o imprudente a diminuir. Ele tentou forçar a passagem, então freei de leve e a roda da frente dele pegou na minha traseira. Ele reclamou e eu respondi dizendo que ele deveria ter mais cuidado. Ele ficou irritado e me xingou, eu falei que a Ciclofaixa de Lazer não era um velódromo. Meu pai chegou alguns segundos após ele me xingar, tentou acalmar os ânimos e conversar com ele.

Durante a discussão, explicamos os fatores que me fizeram obrigá-lo a parar:

  • Ele fez uma ultrapassagem sem sinalizar ao ciclista que ele ia ultrapassar – e a bike dele não possuía campainha/apito para avisar que ia realizar a ultrapassagem
  • Ele forçou uma ultrapassagem quando não havia espaço suficiente, colocando o outro ciclista (minha irmã) em risco – ele podia ter derrubado ela no susto ou com um esbarrão
  • Ele não diminuiu quando sinalizei que ia parar – e bateu na minha traseira
  • Ele bateu na minha bicicleta – e ainda reclamou

Mesmo após explicar o risco que ele causou, em especial para minha irmã, ele continuava achando que estava correto. Quando foi embora, me xingou ao passar. Essa atitude mostra que ele ainda não sabe conviver. Não sabe respeitar os demais ciclistas, nem mesmo os mais frágeis.

O Bike Zona Sul já escreveu sobre convivência nas ciclovias e ciclofaixas em diversos posts, desde 2015 (neste post) até alguns mais recentes, como este, que trata da relação entre ciclistas iniciantes e experientes.

Na lógica daquele ciclista, como ele era mais rápido ele podia ultrapassar minha irmã da forma que ele quisesse, independente do risco que isso tivesse para ela. Essa é a mesma lógica usada por motoristas que desrespeitam o Artigo 201 do Código de Trânsito Brasileiro e tiram ‘finas’ dos ciclistas. É a mesma lógica que coloca todos pedestres e ciclistas em risco.

A bicicleta deve ser uma ferramenta de convivência e humanização do espaço público. Ela tem o poder de tornar todos semelhantes, de mudar a nossa percepção de espaço e ocupação da cidade. Ela deve ser usada com respeito e cuidado, em especial aos mais frágeis. Não existe argumento nem ‘desculpa’ que justifique colocar as pessoas em risco, em especial aqueles que estão mais expostos à violência do trânsito, como pedestres e ciclistas.

Estar em uma bicicleta não te faz melhor que ninguém, mas pode te tornar um elemento de mudança para as pessoas que convivem com você. Tanto nas suas relações pessoais quanto no trânsito. Somente com bom senso e respeito vamos construir uma cidade mais humana e focada nas pessoas. É preciso que cada ciclista assuma esse compromisso e aprenda a conviver com os mais frágeis, assim como esperamos que os motoristas nos respeitem quando estamos nas ruas.

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)

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Por que pedestres andam nas ciclovias?

É uma cena muito comum em São Paulo: pedestres andando nas ciclovias e ciclofaixas. Sabemos que não é o correto, afinal ciclovias e ciclofaixas são “parte da pista de rolamento destinada à circulação exclusiva de ciclos, delimitada por sinalização específica“, segundo o Código de Trânsito Brasileiro. Entretanto, antes de acusar os pedestres ou reclamar, devemos entender porque eles andam nas ciclovias.

As fotos abaixo mostram porque tantas pessoas andam nas ciclofaixas e nas faixas de rolamento (faixas/pistas comuns). Elas foram tiradas pelo Otávio do Pedal Cotidiano.

 

 

Acontece é que a maioria das calçadas de São Paulo é ruim. Elas não possuem largura e piso adequados, além de serem mal conservadas. Assim como os ciclistas, os pedestres sofrem com a falta de espaço adequado nas ruas, sua má conservação e o descaso do poder público.  Existem leis a respeito das dimensões, tipos de piso e desníveis em calçadas, elas podem ser consultadas no site da Prefeitura. Entretanto, como publicado pelo Estadão, a Prefeitura não faz a fiscalização. Dessa forma, quem sofre são os cidadãos.

Saiba como solicitar a construção/reforma ou a fiscalização de calçadas neste post!

É por isso que muitos pedestres preferem andar nas ciclovias/ciclofaixas ou até mesmo nas pistas de rolamento normais. Vale explicar que ‘pista de rolamento’ são as faixas normais das ruas, nas quais podem trafegar bicicletas, motos, carros, ônibus e caminhões. Também vale lembrar que a preferência é sempre dos mais fracos, então o pedestre tem preferência sobre o ciclista, o ciclista sobre o motociclista, o motociclista sobre os motoristas.

Por isso, colega ciclista, tenha paciência com os pedestres que andam nas ciclofaixas. Eles sofrem com a falta de espaço adequado para eles, assim como nós. Afinal, somos todos pedestres e, mais que isso, pessoas. A bicicleta é mais que um meio de transporte e lazer, ela também é um elemento de transformação urbana. Com ela, podemos tornar nossa cidade mais humana e pessoal, mas só vamos conseguir melhorar nossa cidade se nos comportarmos como pessoas. E isso requer paciência e amor.

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang / Parceria: Otávio do Pedal Cotidiano)

Portal SP 156

Você conhece o Portal SP156? Ele é um portal da Prefeitura de São Paulo no qual os cidadãos podem registrar suas solicitações pela internet. Apesar de uma apresentação bem feita e um site simples de navegar, o portal ainda é burocrático pois é organizado de forma confusa e possui itens duplicados.

Apesar disso, o uso é simples e o cidadão pode solicitar diversos serviços em poucos cliques. Por exemplo, a solicitação de fiscalização de uma calçada em más condições pode ser feita em menos de 2 minutos. Basta acessar o ícone de “Rua e bairro” e clicar nas opções que aparecem no menu central, conforme abaixo:

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As opções de solicitação aparecem no menu central. No exemplo acima, solicitação de fiscalização de uma calçada danificada.

Ao clicar em “Selecionar“, o cidadão é direcionado para uma página com informações sobre a solicitação. No final da página, aparece o botão “Entrar e solicitar“. Nesse momento, é necessário fazer um cadastro com informações como nome, e-mail e endereço. Depois do cadastro é possível salvar o usuário/senha para que o site não peça novamente (como salvar o login de Facebook, por exemplo).

Após preencher o cadastro, aparece a página abaixo. Nela o solicitante preenche um resumo e a localização do problema, com rua e número. Também é possível marcar o local no mapa do Google Maps.

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Nessa etapa é necessário descrever o problema e sua localização.

Depois de resumir o problema e indicar sua localização, se quiser, o cidadão pode fazer upload de fotos do local. Caso não deseje fazer o upload, pode clicar em “Finalizar“. Geralmente, após finalizar a solicitação, aparece uma pesquisa de feedback sobre o portal SP156, no qual o cidadão coloca de 1 a 5 estrelas e preenche seu e-mail para receber a resposta da Prefeitura sobre a solicitação.

É importante que os cidadão utilizem o portal SP 156 para cobrar a Prefeitura. Ele é muito útil para solicitar fiscalização de calçadas, a criação de ciclovias, reclamar da lotação e estado de conservação de ônibus, plantio de árvores e outras funções que são de obrigação da Prefeitura.

Para nós, ciclistas, é muito importante solicitar a implantação de novas ciclovias. Como já disseram o antigo secretário de Mobilidade e Transportes, Sérgio Avelleda, e o atual, João Otaviano, a Prefeitura e a Secretaria de Mobilidade e Transportes estão usando os dados do Strava e do Portal SP156 para mapear a demanda por novas ciclovias.

Para solicitar novas ciclovias, siga o passo a passo abaixo!

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1. No menu lateral, selecione “Transporte” ou “Trânsito
2. Em “Assunto“, selecione a penúltima opção “Proposta para implantação de ciclovias, ciclofaixas ou ciclorrotas
3. Clique no botão “Selecionar
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4. Desça a página de informações e clique em “Entrar e solicitar
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5. Conte a situação dos ciclistas na via, informe que eles têm dificuldades e forneça o endereço do local onde você deseja que a ciclovia seja implantada.
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6. Se tiver fotos do local, faça upload. Se não tiver, clique em “Não sou um robô” e depois em “Finalizar
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7. Responda a pesquisa do portal e cadastre seu e-mail para receber a resposta da Prefeitura.

Cadastre sua solicitação no portal SP 156 da Prefeitura de São Paulo, apenas cobrando e fazendo a nossa parte que vamos tornar São Paulo melhor!


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A relação entre ciclistas experientes e iniciantes

Com a popularização da bicicleta se torna cada vez mais comum termos ciclistas iniciantes nas ruas. É um raciocínio simples: mais ciclovias/ciclofaixas trazem mais segurança e, dessa forma, mais pessoas passam a utilizar a bicicleta como meio de transporte.

Assim como todos um dia já tivemos medo de cair da bicicleta, se é que alguma hora esse medo deixa de existir, muitos ciclistas iniciantes tem medo. E os ciclistas mais experientes devem zelar pela segurança dos menos experientes, da mesma forma que esperamos que os motoristas zelem pela nossa segurança ao nos ultrapassar.

Temos como dever cuidar dos iniciantes, desde tirar dúvidas em relação à compra da bike, explicar as leis e auxiliar caso alguém no nosso caminho tenha problemas mecânicos. Devemos ser pacientes, mostrar que ciclistas são mais amigáveis que motoristas. Por isso, o Bike Zona Sul listou algumas atitudes boas e algumas ruins que vimos por aí. Essas dicas valem dentro e fora das nossas ciclovias e ciclofaixas, use sempre com uma pitada de bom senso!

Atitudes legais 🙂

  • Cumprimente os outros ciclistas: um leve aceno ou um “oi” já servem
  • Sinalize suas ações: braço esticado para a direito quando for virar à direita, para esquerda quando for virar à esquerda, mão aberta para baixo quando for parar… (Veja mais aqui)
  • Sinalize buracos e outros obstáculos para os ciclistas que estiverem atrás de você, não queremos que ninguém se machuque!
  • Pedale sem correr! Especialmente dentro de parques e em ciclofaixas de lazer, muitos ciclistas novos começam nelas
  • Pedale em linha reta: mesmo que às vezes seja necessário desviar de buracos/carros, evite fazer ‘zigue-zague’
  • Seja iluminado: instale luzes na frente e atrás da bike, para todos (pedestres, ciclistas, motociclistas e motoristas) poderem te ver!
  • Viu alguém com problemas? Ofereça ajuda! Mesmo que você não possa consertar a bike dos outros, indique a bicicletaria/oficina mais próxima!

Atitudes ruins 😦

  • Assustar o outro ciclista com buzinas fortes, gritos, finas, etc
  • Pedalar ‘grudado’ na traseira da bike da frente
  • Esbarrar/derrubar outro ciclista
  • Fazer ultrapassagens desnecessárias
  • Ultrapassar sem avisar
  • Ultrapassar quando não há espaço / Tirar fina ao ultrapassar

Quando estivermos pedalando, não podemos agir como motoristas irresponsáveis. Afinal, somos ciclistas conscientes e, mais que isso, somos todos humanos. Por isso,vá com calma e ajude o próximo! A bicicleta é mais que um meio de transporte, é um elemento de humanização da cidade 🙂 #MaisAmorPorFavor .

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(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)

Como foi a audiência pública das ciclovias em Pinheiros

No dia 18 de abril de 2018 o Bike Zona Sul participou da audiência pública sobre as ciclovias na região de Pinheiros. Estavam presentes moradores, comerciantes e ciclistas dos bairros de Pinheiros, Butantã, Itaim Bibi e de Osasco. Também estavam presentes representantes da Prefeitura Regional de Pinheiros, Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes (SMT), da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), da Câmara Temática de Bicicleta (CTB)  além de outras entidades a favor da mobilidade ativa como o Bike Zona Oeste, Vá de Bike, Ciclocidade e CicloBR . Também participaram ciclistas da região que não são afiliados a nenhuma entidade, inclusive ciclistas que são comerciantes. Mais de 4 mil pessoas acompanharam a audiência através das filmagens online do  Vá de Bike e CicloBR.

Na mesa estava o secretário da SMT, João Otaviano que pediu para a Nancy Ribeiro, também da SMT, apresentar os projetos das ciclovias das pontes Eusébio Matoso/Bernardo Goldfarb, Cidade Universitária e Jaguaré, assim como a Rua Costa Carvalho.  Todos eles, assim como uma ciclovia na Rua Butantã e interligação da ligação com a Estação Butantã, já foram aprovados e tem recursos reservados pelo Grupo Gestor da Operação Urbana Faria Lima. Nancy e Otaviano disseram desconhecer os cronogramas de execução destas obras, apesar do site da Operação Urbana Faria Lima ter os prazos e orçamentos. Segundo o site da Operação Urbana, tais ciclovias estão previstas para novembro de 2020, o penúltimo mês dessa gestão!

 

João Otaviano também reforçou que a Prefeitura tem utilizado o portal SP156 e recebido pedidos de retiradas de ciclovias, por isso, é importante que os ciclistas solicitem novas ciclovias através do SP156. Em seguida, foi apresentado o projeto da ciclovia, que será feita em 4 trechos distintos, conforme abaixo:

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Mapa das ciclovias que serão implantadas. (Foto: Thomas Wang / BZS)
  • Rua Costa Carvalho: será implantada uma ciclofaixa bidirecional (mão dupla). Essa ciclofaixa é importante para conectar a ciclovia da Av.Faria Lima/Pedroso de Morais com o Terminal Pinheiros e a futura ciclopassarela da Eusébio Matoso/Bernardo Goldfarb.
  • Ponte Eusébio Matoso/Bernardo Goldfarb: será construída uma ciclopassarela para pedestres e ciclistas. Essa é uma reivindicação antiga, pois atualmente milhares de ciclistas passam pela Ponte Eusébio Matoso. São ciclistas do Butantã, Vila Sônia, Rio Pequeno e USP, além de Osasco, que se dirigem à Faria Lima, Berrini e Centro.
  • Ponte Cidade Universitária: será implantada uma ciclofaixa, mas não foram fornecidos detalhes. Uma importante ligação entre os bairros do Butantã, USP e Rio Pequeno com o Sumaré e Pinheiros. Centenas de estudantes pedalam por ela todos os dias.
  • Ponte do Jaguaré: será implantada uma ciclovia no canteiro central, a continuação da existente em parte Av.Jaguaré. Mais que necessária, é o que falta para conectar as ciclovias da Av. Escola Politécnica, região do Rio Pequeno/Jaguaré às ciclovias da Vila Leopoldina/Lapa e sistema Faria Lima.
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Detalhe da ciclovia da Ponte do Jaguaré. (Foto: Thomas Wang/BZS)

Todas obras serão feitas e pagas pela Operação Urbana Faria Lima (entenda aqui ,aqui e aqui), por isso devemos ficar atentos. Como é de praxe, a maioria das operações urbanas deixam ciclovias como uma das últimas prioridades e só as implantam após MUITA cobrança.  Por isso é importante que os ciclistas e entidades cobrem a Secretária de Mobilidade e Transportes, a SP Obras (que está devendo ciclovias, veja aqui) e o Conselho Gestor da Operação Urbana Faria Lima (os responsáveis estão aqui).

Todos os presentes se posicionaram a favor estas conexões cicloviárias e reforçram que elas devem ser implantadas o quanto antes. Ciclistas deixaram clara a necessidade das ciclovias citadas, mencionando ciclistas que morreram na região, como o Gilberto, homenageado com uma ghost bike em 2014. Na audiência ficou claro o apoio popular às ciclovias, assim como também foram cobrados prazos.

Além disso, Sasha, representante da Zona Oeste na Câmara Temática de Bicicleta (CTB), entregou ao secretário João Otaviano um dossiê elaborado pela Câmara Temática que inclui informações sobre mortes de ciclistas na cidade de São Paulo, a Operação Urbana, contagem de ciclistas, abaixos-assinados, exigências legais, e o orçamento/planejamento/aprovações dos projetos de cada uma das ciclovias citadas, que já foram publicados no Diário Oficial do Município.

O secretário João Otaviano se comprometeu a defender a retomada da instalação de ciclovias  e marcar reuniões sobre essas ciclovias com o secretário de Finanças e a SP Obras. Ele também prometeu informar a Câmara Temática de Bicicleta e demais entidades civis sobre tais reuniões, os assuntos debatidos e o que for estabelecido.

Leia aqui: Porque precisamos de ciclovias para proteger as pessoas.

João Otaviano também reforçou que a Prefeitura tem utilizado o portal SP156 e recebido pedidos de retiradas de ciclovias, por isso, é importante que os ciclistas solicitem novas ciclovias através do SP156. 

O resultado é meio vago, mas podemos cobrar o secretário de Mobilidade e Transportes por esses compromissos.  Precisamos continuar pressionando a Prefeitura até as ciclovias serem concluídas! Vamos manter o assunto na agenda da SMT, assine e compartilhe a petição: www.change.org/CicloviaNaEusebioMatoso .

Veja parte da audiência aqui!

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang / Colaboraram: Bike Zona Oeste e Sasha, da Câmara Temática de Bicicleta)


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HOJE: Audiência pública sobre a Ciclopassarela da Ponte Eusébio Matoso

Hoje, 18/04, ocorrerá a audiência sobre a ciclopassarela da Ponte Eusébio Matoso!
Será na Prefeitura Regional de Pinheiros (Av. Nações Unidas, 7123), às 18h.

A Prefeitura Regional de Pinheiros fica bem próxima da estação-terminal Pinheiros, sendo de fácil acesso a partir do Metrô/CPTM.

A ciclopassarela trará segurança para pedestres e ciclistas que atravessam a Ponte Eusébio Matoso todos os dias! Atualmente ambos enfrentam grandes dificuldades devido à falta de estruturas seguras, como a ciclovia, calçadas e travessias adequadas.
Um destaque: a obra já tem projeto e financiamento, que será pago por empresas que fazem parte da Operação Urbana Faria Lima. As ciclovias das pontes Eusébio Matoso, Cidade Universitária e Jaguaré serão financiadas através desses recursos.
É importante que muitos ciclistas compareçam, em especial os da região. Precisamos demonstrar que estamos unidos e que continuamos lutando por nossa segurança! Ciclovias não são orégano, elas são o primeiro passo para tornar o trânsito mais seguro para quem pedala!
Assine a petição e vamos pressionar o poder público!
www.change.org/CicloviaNaEusebioMatosoVeja o evento clicando aqui!

 

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)

#BikeZonaSul #CicloviasSalvamVidas #VaiTerCiclovia

#PrioridadeParaOsPedestres #SãoPauloPrasPessoas


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Opinião: buzinar não é ‘ajudar’ o ciclista

Recentemente um motorista grudou em minha traseira buzinando freneticamente. Quando paramos no farol, encostei do lado dele e perguntei porque ele estava buzinando. Ele disse que buzinou várias vezes para me ‘ajudar’. Perguntei como ele esperava me ajudar buzinando. Segundo ele, isso era para eu sair da pista e ir para calçada, o que me protegeria.

Citei o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que diz:
Art. 58. Nas vias urbanas e nas rurais de pista dupla, a circulação de bicicletas deverá ocorrer, quando não houver ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, ou quando não for possível a utilização destes, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulação regulamentado para a via, com preferência sobre os veículos automotores.

A lei diz que o ciclista deve andar ‘na rua’, nas faixas comuns, assim como os demais veículos. A calçada é dos pedestres, exceto em casos específicos:
Art. 59. Desde que autorizado e devidamente sinalizado pelo órgão ou entidade com circunscrição sobre a via, será permitida a circulação de bicicletas nos passeios.

O motorista em questão continuava insistindo que não existe lei e que lugar de bicicleta é na calçada, provando sua ignorância mesmo com alguém citando a lei para ele. Como ele não queria aceitar a lei, encerrei a discussão falando para ele procurar conhecer as leis e que ele poderia pesquisar no Google para se informar. Quando comecei a ir embora ele me xingou e me mandou ‘para aquele lugar‘,  sorri e retribui falando: “Mesmo que você queira ir pra lá, ainda vou chegar antes de você”. Um motociclista que tinha acompanhado a discussão se divertiu com a minha resposta.

O problema não é desconhecer a lei, mas insistir na ignorância. Ainda mais quando alguém está tentando te explicar algo numa boa. Nessa situação, o que aquele motorista queria é que eu saísse da frente dele, mesmo com a preferência sendo minha (conforme abaixo):
Art. 29. O trânsito de veículos nas vias terrestres abertas à circulação obedecerá às seguintes normas:
(…)
§ 2º Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.

Ele não estava disposto a ter um ciclista na frente dele, mesmo com o trânsito parado (tanto que paramos no farol e eu fui falar com ele). Ele não aceitava o fato de uma bicicleta estar indo na mesma velocidade que ele. Buzinar foi a ‘solução’ encontrada por ele, usando como justificativa (ou desculpa esfarrapada) que ele queria me ajudar. Buzinar não é ajudar o ciclista, é tentar assustar ele. Assustá-lo para que ele dê passagem aos carros, o que ele não é obrigado a fazer. Pelo Código de Trânsito, os motoristas devem esperar e dar preferência para quem pedala.

Então, quando estiver dirigindo, deixe os ciclistas em paz. No máximo dê uma buzinada leve caso vá ultrapassar uma pessoa pedalando. E sempre respeite a distância mínima de 1,5 metro, conforme abaixo:
Art. 201. Deixar de guardar a distância lateral de um metro e cinqüenta centímetros ao passar ou ultrapassar bicicleta:
Infração – média;
Penalidade – multa.

E, ciclistas, não tenham medo. Percebam a situação, caso haja segurança, converse com o motorista e explique as leis. A maioria não as conhece e não sabe como suas ações nos colocam em risco. Tenha paciência, relembre que todos somos humanos e aprendemos com os nossos erros. Só com muita paciência, educação, fiscalização e estrutura teremos uma cidade mais segura e mais humana.

 

Conheça mais sobre o Código de Trânsito Brasileiro neste post do Vá de Bike.

Sugestão de leitura: Furar o farol não é ‘acidente’

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)

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Como tornar o Parque do Ibirapuera mais acessível para pedestres

Um dos marcos da cidade de São Paulo é o Parque do Ibirapuera, terceiro maior parque da cidade, atrás dos parques do Carmo e Anhanguera. Localizado entre as zonas Sul, Oeste e o Centro, ele é parada obrigatória para turistas e um dos oásis dos paulistanos.

Apesar de ser um oásis para a maioria dos frequentadores, muitos sofrem para chegar ao parque. Isso acontece pois não há estação de Metrô/CPTM próxima, as linhas de ônibus são cheias e não há calçadas nem ciclovias suficientes no entorno do parque.

 

Todos esses fatores tornam o parque menos atrativo para os paulistanos, morem perto do parque ou não. É comum moradores da Vila Mariana, bairro adjacente ao parque, irem de carro devido à falta de transporte público, calçadas e ciclovias. Neste post vamos apontar locais que podem receber faixas de pedestres no entorno parque. Num próximo post falaremos de melhorias para ciclistas.

Mesmo o parque recebendo milhares de visitantes todos os dias, a vizinhança não é amigável para pedestres. O entorno conta com poucas faixas de pedestres, a começar pela Avenida Quarto Centenário (imagem 1). Nela, já é possível perceber que não existem travessias em todos cruzamentos, o que coloca as pessoas em risco.

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Imagem 1: Av. Quarto Centenário (Google Maps alterado)

 

 

Já na Avenida República do Líbano quase não existem travessias. Existem apenas 3 ao longo de toda avenida: no cruzamento com a Av. Quarto Centenário, no Portão 7 e no Portão 8 (imagem 2, logo abaixo). Um detalhe importante: esse trecho possui várias clínicas médicas e residências, com muito potencial para pedestres.

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Imagem 2: Av. República do Líbano (Google Maps alterado)

O trecho da Avenida Pedro Álvares Cabral, que compreende da Avenida Brigadeiro Luís Antônio até a Av. 23 de Maio, também possui travessias insuficientes (imagem 3). Na maioria dos casos, o pedestre é obrigado a percorrer distâncias maiores que uma travessia direta. Isso acontece pois não há sinalização em todos cruzamentos. No Monumento Às Bandeiras, por exemplo, o pedestre precisa fazer uma travessia de quatro fases para andar uma quadra. Por que não implantar outras faixas e aumentar o tempo dos semáforos de pedestres?

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Imagem 3: Av. Pedro Álvares Cabral (Google Maps alterado)

Por fim, temos o trecho da Av. 23 de Maio. Por se tratar de uma via expressa, a instalação de faixas de pedestres requer mais cuidado. Considerando a região, sugeri apenas travessias fora da expressa. Elas ficam todas em trechos nos quais é possível instalar a sinalização adequada sem nenhuma obra.

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Imagem 4: Av. 23 de Maio (Google Maps alterado)

De forma bastante simples, esse post busca demonstrar como é possível melhorar a região do Parque do Ibirapuera. Queremos construir uma cidade mais segura e mais humana, que tal se começarmos facilitando a vida dos pedestres? Ainda mais no parque mais famoso de São Paulo, onde passam milhares de pessoas 🙂

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)

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