Bike Zona Sul

Dicas para pedalar no frio

Algumas dicas da equipe Bike Zona Sul para pedalar no frio!

1) Vista-se de forma adequada. Use abrigos como moletons para proteger o peito, costas, o tronco de forma geral. Isso é importante para se prevenir contra resfriados. Use casacos ‘corta vento’, eles são eficientes para armazenar o calor sem que te façam suar demais.

2) Cubra a cabeça. Use uma bandana, boné ou lenço por baixo do capacete, para proteger-se do frio. Além disso, use algo para cobrir o nariz e a boca quando necessário, para evitar que o ar gelado penetre diretamente nas vias respiratórias. Para os olhos, vale o uso de óculos de ciclismo.

3) Use luvas. Além de esquentar, elas melhoram a circulação sanguínea evitando que suas mãos ‘tremam’ por causa do frio, o que dá mais firmeza para segura o guidão.

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(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)


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Porque precisamos de uma ciclovia da Rua Domingos de Morais

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Ciclistas na R.Domingos de Morais, altura da estação Santa Cruz. (Foto: Thomas Wang/BZS)

A Rua Domingos de Morais liga o Jabaquara ao Centro de São Paulo. De extrema importância para a cidade, essa avenida liga o Centro, a região da Vila Santa Catarina e também a Av.Cupecê, indo em direção ao município de Diadema.

No sentido bairro, esse eixo começa nas avenidas Engenheiro Armando de Arruda Pereira e Engenheiro George Corbisier, que se encontram a poucos metros da estação Conceição. Após passar pela Conceição, as duas avenidas ‘se tornam’ a Av.Doutor Hugo Beolchi, que passa por cima da Av.dos Bandeirantes através de um largo viaduto (por onde também passa a Linha 1-Azul do Metrô). Após o viaduto ela se torna a Av.Jabaquara, mudando para Rua Domingos de Morais (entre a Rua Luís Góis e a estação Vila Mariana). A partir desse ponto ela é conhecida por Rua Vergueiro. Se vc não entendeu ou não conhece a região, olhe no nosso mapa: https://goo.gl/maps/eWp1JFHSQs92 🙂

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Ciclistas aguardam semáforo no cruzamento da Rua Domingos de Morais com a Rua Luis Góis. (Foto: Thomas Wang/BZS)

Por ser uma via que conecta de forma direta o Centro e o Sudeste, a Domingos de Morais é uma rota usual de ciclistas, mas ainda não conta com ciclovia! É por isso que o Bike Zona Sul criou um abaixo-assinado pressionando a Prefeitura de São Paulo a implantar uma ciclovia nesse trecho.

Assine a petição através do link: www.change.org/CicloviaNaDomingos !
Compartilhe no Facebook e outras redes sociais, quanto mais assinaturas, maior a pressão!

A Ciclovia Da Vergueiro precisa ser conectada com a Ciclovia Avenida Jabaquara, os ciclistas não podem correr perigo! Precisamos de uma ciclovia para nos separar de ônibus, carros, motos e caminhões!

A atual alternativa construída pela CET passa pelas ruas Madre Cabrini, Primeiro de Janeiro e Coronel Lisboa, paralelas à Domingos de Morais. Ela é muito boa para moradores e frequentadores da Vila Clementino, porém não faz sentido para ciclistas que fazem o caminho do Jabaquara ao Centro. Ela é um desvio grande e difícil, com cruzamentos demorados (pois os semáforos priorizam os carros) e possui ladeiras. Ciclovias em ladeiras são necessárias para proteger ciclistas e pedestres de motoristas imprudentes, mas obrigar o ciclista que já faz um caminho plano (como a Domingos) a desviar por uma rota mais longa, mais difícil e mais demorada não faz sentido nenhum!

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Casal pedala junto ao canteiro central da R.Domingos de Morais, seguindo a sinalização da Ciclofaxa de Lazer apesar de ser um dia útil. (Foto: Thomas Wang/BZS)

As fotos desse post ilustram a grande quantidade de ciclistas que usa o eixo Vergueiro-Domingos de Morais-Jabaquara, o que só reforça a necessidade de uma ciclovia na Rua Domingo de Morais!

Além de proteger quem já pedala nessa rota, uma ciclovia nela estimularia ciclistas ocasionais. Como exemplo cito meu pai e minha irmã, que tem medo de pedalar por causa dos motoristas irresponsáveis, estejam em carros, ônibus, caminhões ou motos.

É necessário garantir a segurança e o espaço de todo tipo de ciclista, o que só é possível com a construção de ciclovias e ciclofaixas. Por isso nós do Bike Zona Sul defendemos a criação de mais ciclovias e ciclofaixas.

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Ciclistas na Rua Domingos de Morais, altura da estação Santa Cruz. (Foto: Thomas Wang/BZS)

A ciclovia da Rua Domingos de Morais pode seguir o padrão das ciclovias da Rua Vergueiro e da Avenida Jabaquara, sendo unidirecional no canteiro central. Para isso basta demarcar a ciclovia no centro da avenida e ressinalizar as faixas de rolamento. É uma operação simples, barata e rápida!

Também é necessário conectar a ciclovia da Av.Jabaquara às demais do Sudeste, como a da Av. Eng.George Corbisier e da Av.Eng.Armando de Arruda Pereira (sobre essas duas, clique aqui). Criar uma rota segura entre essas duas ciclovias e a da Av.Jabaquara-Rua Vergueiro é fundamental para que os ciclistas da Zona Sul possam se deslocar em segurança! Quando essas conexões forem completadas, boa parte do Sudeste paulistano estará conectado à malha cicloviária de São Paulo, trazendo segurança à milhares de pessoas!

Sobre esse trecho, o Bike Zona Sul criou outro abaixo-assinado: www.change.org/InterligarAsCiclovias . Assine e compartilhe!

 

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Ciclista voltando para a casa por volta das 23h de uma quinta, na Rua Domingos de Morais. (Foto: Thomas Wang/BZS)

Para manter vivas as nossas demandas para a Prefeitura (seja nessa gestão ou na próxima), a equipe do Bike Zona Sul criou dois abaixo-assinados, os links estão abaixo, assinem e compartilhem!

Assine e compartilhe os links:

www.change.org/InterligarAsCiclovias

Vamos pressionar o poder público e tornar São Paulo melhor para todos!

Entenda mais sobre as ligações cicloviárias do Sudeste de São Paulo aqui.

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)

#BikeZonaSul #CicloviasSalvamVidas #VaiTerCiclovia

#PrioridadeParaOsPedestres #CidadesParaPessoas #CitiesForPeople

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Novo bicicletário na Av.Sen.Teotônio Vilela!

Fomos conferir o bicicletário do novo McDonald’s do Posto Antônio Paes na Av. Senador Teotônio Vilela!

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Bicicletário do MC Donald’s da Av.Senador Teotônio Vilela. (Foto: Paulo Alves/BZS)

O local possui 5 paraciclos com vagas para 10 bicicletas. O modelo utilizado está bem fixado e é o mais indicado e seguro, pois permite trancar a bicicleta através do quadro, e não pela roda, como muitos estabelecimentos têm errado ao implantar um bicicletário aos seus clientes. Os paraciclos também ficam em uma posição onde é possível observar as bicicletas pela vitrine de dentro da loja.

No entanto, notificamos o restaurante sobre algumas observações:

  • Não existem placas identificando que o local é um estacionamento de bicicletas. É importante haver placas informando isso;
  • Os paraciclos não estão na cor padrão amarela, que também identificam que o local é exclusivo para bikes;
  • O local não é coberto, o que pode ser um incômodo na hora de trancar a bike na chuva ou deixá-la muito tempo exposta ao sol.

Consideramos que é uma boa atitude a implantação de um bicicletário nessa nova filial, pois isso é um diferencial competitivo entre os restaurantes fast-food da região, estimula o uso da bicicleta como meio de transporte e ao menos demonstra uma preocupação com a sustentabilidade, porém ainda é necessário que toda a rede do McDonald’s contem com paraciclos para que seus clientes possam ir ao local utilizando a bicicleta.

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Marivaldo do BZS e o gerente do MC Donald’s. (Foto: Paulo Alves/BZS)

(Equipe Bike Zona Sul: Paulo Alves, Marivaldo Lopes e Thomas Wang)

 #BikeZonaSul #AnálisedeBicicletário #Paraciclo #MobilidadeUrbana

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Priorização dos pedestres no Ibirapuera!

Priorização dos pedestres no Ibirapuera!

AVISO: podem clicar nos links embutidos, eles vão abrir em novas guias e ajudam vc a entender o nosso post 😉 

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Nova faixa de pedestres ligando o Parque e o Obelisco. (Foto: Thomas Wang/BZS)

Recentemente uma nova faixa de pedestres surgiu em um dos locais mais inacessíveis aos pedestres, no Obelisco do Parque do Ibirapuera!

É uma atitude louvável, considerando que o Obelisco compõe o Parque e possui uma área com mais de 5 mil metros quadrados. No entorno dele não há nenhuma faixa de pedestres e muitos trechos de calçada são estreitos, assim como em quase todo entorno do Parque do Ibirapuera.

A faixa de contenção (aquela que sinaliza que os veículos devem parar) e a faixa de pedestres (as listras) já foram pintadas, porém o semáforo ainda está inoperante.

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Faixas de contenção e de pedestres ligando o Parque e o Obelisco do Ibirapuera. (Foto: Thomas Wang/BZS)

Na foto acima é possível ver que as faixas estão perfeitamente visíveis aos condutores. Apesar de na foto acima os semáforos estarem atrás das placas pois ainda estão desligados/ Passamos lá na última quinta e as placas já haviam sido retiradas, mas o semáforo ainda estava inoperante.

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Na semana passada os semáforos ainda estavam desligados e atrás das placas, que foram retiradas recentemente. (Foto: Thomas Wang/BZS)

O local escolhido para a travessia de pedestres não é o ideal pois fica longe da entrada do Parque e do Obelisco, veja aproximadamente nesse mapa. O pedestre que estiver no Parque do Ibirapuera e quiser ir para o OBelisco do Ibirapuera terá que andar 200 metros, sendo que os portões do Parque e do Obelisco ficam um de frente para o outro!

É um ótimo começo da retomada de espaços públicos que se tornaram desabitados devido à priorização dos automóveis, mas é só um começo e ainda temos muito a reconquistar!

Como já foi noticiado pelo Bike É Legal, existem inúmeras áreas verdes em São Paulo que são subutilizadas por causa da priorização dos veículos motorizados individuais. Essa priorização dos carros inutiliza e desumaniza o espaço público, tornando-o ocioso.

Esperamos que além da faixa que fica em frente à entrada do Obelisco, outras sejam instaladas no seu entorno, que é extremamente perigoso para pedestres e ciclistas.

Deixamos aqui alguns links que marcam pontos no entorno do Obelisco do Ibirapuera que precisam de faixas de pedestres, pois não há nenhuma indicação para a travessia. Na maioria dos casos um semáforo seria o ideal, mas caso não seja possível, travessias elevadas (conhecidas como “lombofaixas”) também serviriam para proteger as pessoas.

Travessias sugeridas no entorno do Obelisco do Ibirapuera:

  • Entre o Viaduto General Marcondes Salgado e a Av.Dr. Dante Pazzanese (atravessando a Av.Pedro Álvares Cabral antes e depois do farol, atravessando a Av.Dr.Dante Pazzanese) – mapa
  • Entre o Viaduto General Euclides Figueiredo e o Hospital Dante Pazzanese (atravessando o viaduto e a Av.Pedro Álvares Cabral) – mapa
  • Entre o Obelisco e a Praça Eisnhower/Cachorródromo do Ibirapuera (atravessando a Av.Pedro Álvares Cabral e a alça de acesso à ela) – mapa
  • Entre o Obelisco e a Rua Mal.Mauricio Cardoso (atravessando a Av.Pedro Álvares Cabral e a R.Mal.Mauricio Cardoso) – mapa
  • Entre o Obelisco e o Parque do Ibirapuera (atravessando a Av.Pedro Álvares Cabral) – mapa

Veja o vídeo do Bike É Legal sobre áreas públicas ociosas devido à inexistência de acessos:

Veja mais sobre a priorização dos pedestres nestes posts:

Faixas de pedestres na diagonal… (X e Y)

Priorização dos pedestres em Los Angeles, EUA

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)

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Encontro dos ciclistas com Sérgio Avelleda, futuro secretário

PRIMEIRO ENCONTRO DOS CICLISTAS COM O FUTURO SECRETÁRIO SÉRGIO AVELLEDA

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Foto: Paulo Alves/BZS.

Na terça feira, dia 6, ocorreu o primeiro encontro entre o futuro Secretário de Transportes e Mobilidade Urbana, Sérgio Avelleda, e entidades de ciclistas da cidade. A Bike Zona Sul esteve representada por Paulo Alves e Alex Gomes.

Foi o primeiro debate do futuro secretário com um segmento ligado a mobilidade urbana da cidade.

A reunião teve um caráter informal, em que os grupos apresentaram à Avelleda considerações sobre as políticas de mobilidade urbana feitas na cidade nos últimos anos e as expectativas para a próxima gestão. A BZS comentou as experiências que teve junto a CET, em que participou de reuniões com os técnicos e foram feitas visitas técnicas na Zona Sul para estudar a implantação de ciclovias. Também mencionamos as prioridades elencadas para o próximo ano colhidas com ciclistas da Zona Sul, que seriam a continuação das ciclovias da Teotônio Vilela, Eng.George Corbisier e Carlos Caldeira.

Avelleda se mostrou bem receptivo às solicitações dos ciclistas e deixou como compromisso sempre consultar os grupos e entidades, por meio da Câmara Temática, antes de quaisquer mudanças nas ciclovias da cidade. O futuro secretário também expôs que pretende expandir a estrutura cicloviária, continuando a construção de ciclovias e bicicletários.

O encontro abordou também a situação do Programa Ruas Abertas. Avelleda explicou que tanto ele como o futuro prefeito João Dória pretendem manter o programa.

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Foto: Paulo Alves/BZS.

A Bike Zona Sul considerou o encontro bastante positivo. Avelleda demonstrou estar sensível às angústias dos ciclistas sobre o futuro da bicicleta na cidade, o que nos faz ter esperança de continuar o processo de incentivo ao uso da bicicleta, como aconteceu na gestão Fernando Haddad.

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Foto: Paulo Alves/BZS.

 

(Equipe Bike Zona Sul: Alex Gomes e Paulo Alves)

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Reunião com a CET do dia 24/11

No dia 24 de outubro ocorreu a última reunião do ano entre a CET e os ciclistas da Zona Sul.

O encontro fez parte de uma série realizada com ciclistas de outras partes da cidade, visando apresentar as ciclovias que serão feitas até o término de 2016 e buscando estabelecer prioridades para a próxima gestão.

Estiveram presentes os membros da Bike Zona Sul, técnicos da CET e a coordenação do projeto cicloviário da cidade. Durante a conversa, tentou-se avaliar quais trechos nas periferias das 3 grandes subdivisões da Zona Sul (Sudeste, Sudoeste e Extremo Sul) poderiam ser priorizados.

As conclusões foram:

  • Sudeste:
    • Prioridade: interligação das ciclovias da Av.Eng.George Corbisier até a ciclovia da Av.Jabaquara. Já reinvindicada pelo Bike Zona Sul através deste abaixo-assinado, citada em outro post nosso[foto abaixo, parte de baixo, em rosa]
    • Outras ligações importantes:
      • Ligação da ciclovia da R.Vergueiro até a Av.Jabaquara (trecho da R.Domingos de Morais). Já reinvindicada pelo Bike Zona Sul em outro post e em abaixo-assinado). [foto abaixo, no centro, em amarelo]
      • Ligação da ciclovia da Rua Calixto da Mota com a ciclovia da Rua Vergueiro (via Rua Dr.Neto de Araújo). Caminho já utilizado por ciclistas em ambas as direções, mesmo a Dr.Neto de Araújo sendo mão única. [foto abaixo, parte de cima, em amarelo]
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Trechos priorizados no Sudeste: Av.Dr.Hugo Beolchi, Rua Domingos de Morais e Rua Dr.Neto de Araújo. (Thomas Wang/BZS)
  • Sudoeste:
    • Prioridade: ciclovia na Av. Carlos Caldeira Filho, ligando a estação Capão Redondo até o Terminal João Dias, o que no futuro permitirá ligações com o Morumbi, Ponte Laguna (que já conta com ciclovia, veja aqui) e o a rede cicloviária na região de Santo Amaro. Veja o trecho neste mapa. [foto abaixo, indo da esqueda para o centro, em rosa]
    • Outra ligação importante: ciclovia na  Av.Guido Caloi, ligando a ciclovia da Av.Luiz Gushiken até a estação Santo Amaro (linhas 5 do Metro e 9 da CPTM), permitindo o transporte intermodal bike+trens, além do acesso à Ciclovia Rio Pinheiros. [foto abaixo]
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Trechos priorizados no Sudoeste: Av.Carlos Caldeira Filho, Av.Guido Caloi. Trechos priorizados no Extremo Sul: Av.Atlantica e Ponte do Socorro. (Thomas Wang/BZS)
  • Extremo Sul:
    • Ponte do Socorro: criação de ciclopassarela (passarela para ciclistas e pedestres) no trecho percorrido para atual Ponte do Socorro, com ligações aos dois lados da Ciclovia Rio Pinheiros. Conforme já foi constatado em contagens (veja aqui e aqui), cerca de 1000 ciclistas passam pela ponte diariamente. [foto cima, lado direito, no centro, em rosa]
    • Continuação da ciclovia da Av.Atlantica até Ponte do Socorro e acesso à Ciclovia Rio Pinheiros. [foto acima, lado direito, parte de baixo, em rosa]
    • Ligação da ciclovia da Av. Senador Teotônio Vilela (veja aqui) até ciclovia Av. Atlântica. Veja o trecho neste mapa. [foto abaixo, no centro]
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Trechos priorizados no Extremo Sul: ligação entre as ciclovias da Av.Sen.Teotonio Vilela e Av.Atlantiva, pela Av.Sen.Teotonio Vilela e Av.Robert Kennedy. (Thomas Wang/BZS)

Após a reunião, foi definido que a CET enviará à Bike Zona Sul a projeção de como tais ciclovias poderão ser feitas, bem como outras que também são pertinentes para a Zona Sul. Assim que recebermos esse documento divulgaremos na fanpage e tentaremos publicá-lo aqui no nosso site.

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Foto: Thomas Wang/BZS
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Foto: Thomas Wang/BZS

Consulte o mapa da infraestrutura cicloviária da cidade de São Paulo clicando aqui.

Veja o mapa de prioridades cicloviárias para a Zona Sul na foto abaixo:

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Mapa de prioridades cicloviárias na Zona Sul. (Thomas Wang/BZS)

(Equipe Bike Zona Sul: Alex Gomes, Diego Brea, Paulo Alves e Thomas Wang)

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Como as ciclovias tem afetado o comércio?

Como as ciclovias tem afetado o comércio?

 

Bike Zona Sul
Tati, que instalou um paraciclo na frente do Clemente Café, com Carla Moraes. (Foto: Carla Moraes/BZS)

Quando uma ciclovia é implantada é comum ouvir reclamações como “vai tirar vagas dos carros”, “vai atrapalhar o transito”, “São Paulo não é lugar pra andar de bicicleta”… Neste post, vamos falar de uma dessas críticas, mais especificamente, sobre o comércio.

Como já foi comprovado por pesquisas (veja aqui, aqui, aqui e aqui) o número de ciclistas aumenta muito além da malha cicloviária, mas como isso tem afetado o comércio? Será que a crítica “ciclovia atrapalha o comércio” é real ou é só um preconceito?

Com a palavra, os comerciantes!

Ana, 24, dona de lanchonete (no Paraíso, na frente da ciclovia da R.Dr.Rafael de Barros): “No começo achei um absurdo a prefeitura vir pintar uma ciclofaixa na frente da minha lanchonete sem avisar ninguém, ainda mais porque eu estacionava aqui na frente. Quando pintaram passava pouca gente de bicicleta, agora passa bastante. Além disso, agora tem alguns grupos de pedal que comem aqui, então melhorou o movimento à noite.

Bianca, 34, gerente de loja de roupas (na região da Praça da Árvore, perto da ciclovia da Av.Jabaquara): Achei que ia ser ruim porque ia piorar o transito, mas parece que o movimento aumentou, talvez tenha melhorado porque mais pessoas conseguem ver a loja. Tem gente que deixa a bicicleta no poste na frente da loja e entra pra ver as mercadorias.

Carlos, 52, funcionário de estacionamento:Menino, vou te falar uma coisa, essa ciclofaixa é uma benção! O estacionamento sempre teve movimento, mas agora vive cheio porque tem menos vagas de Zona Azul e algumas lojas fizeram convenio com a gente.

Daniela, 22, caixa de supermercado (em Mirandópolis, perto da ciclovia da Rua Coronel Lisboa/Primeiro de Janeiro): “Trabalho aqui fazem uns dois anos, depois que fizeram a ciclofaixa começou a ter mais gente vindo de bicicleta pro supermercado, então acho que o dono deve estar ganhando mais… Pra mim não faz tanta diferença, mas ficou mais fácil pros meninos que fazem as entregas, eles gostam.

Diego, 24, garçom do Sukiya da Rua Vergueiro (na frente da Ciclovia da Rua Vergueiro/Avenida Liberdade): Todo final de semana aparecem vários ciclistas aqui, principalmente na hora do almoço, em especial no domingo. Durante a semana também aparecem alguns clientes de bicicleta, mas acho que menos do que no domingo, porque tem Ciclofaixa de passeio [lazer].”

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Bicicletas amarradas na grade do Sukiya da Rua Vergueiro. (Foto: Thomas Wang/Bike Zona Sul)

Marcos, 56, atendente do Starbucks (Avenida Paulista, na frente da ciclovia da Avenida Paulista): Desde que trabalho aqui tinha cliente que vinha de bicicleta, depois que inauguraram a ciclovia tem ainda mais. Eles falam que podem parar a bicicleta na entrada da loja, trancar em poste, entrar, comprar o café e sair. É bem mais fácil do que o pessoal que vem de carro, que tem que ficar procurando vaga, pagar estacionamento… E aqui estacionamento é uma fortuna!

Rogério, 46, dono de bar/lanchonete (na frente da ciclovia da R.Artur de Azevedo): “Antes eu só vendia para os pedestres e pessoal que trabalha aqui perto, achei que ia ser ruim porque não ia ter mais vagas na frente do bar, mas agora é bem melhor, dá pra ver o movimento da rua e o pessoal que anda de bicicleta pára aqui para comprar água, suco, café, Gatorade… Até melhorou o movimento do bar já que tem um pessoal que pedala a noite e para aqui pra comer.”

Tatiana, 29, dona do Clemente Café (na frente da ciclovia da Rua Coronel Lisboa/Primeiro de Janeiro): Aqui na rua passa um número considerável de bikes, às vezes até na calçada. A ciclovia possibilita que as pessoas que nem moram tão perto e usam a bike como meio de transporte (mais do que lazer, pelo menos na semana) tenham contato com café especial.

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Na falta de paraciclo, fica no poste. Se os comerciantes instalassem paraciclos iam faturar bem mais com clientes que pedalam… (Foto: Thomas Wang/BZS)

Para entender mais sobre a relação entre ciclovias e o comércio, veja nestes links:
Bicicleta faz bem ao Comércio – Ciclocidade

Com ciclovias, faturamento do comércio aumenta

Ruas abertas com pedestres e ciclistas aumentam faturamento de lojistas

(Equipe Bike Zona Sul: Carla Moraes e Thomas Wang)

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Ciclovia da Av.Lourenço Cabreira

A importância da ciclovia da Av.Lourenço Cabreira

Assine a petição aqui: www.change.org/CicloviaNaLourencoCabreira .

Atualmente já sabemos que ciclovias trazem benefícios para os locais em que são instaladas: protegem pessoas, aumentam o faturamento de comerciantes (veja aqui) e reduzem  congestionamentos.

Com o tempo, as ciclovias tendem a se tornar mais movimentadas, assim como uma ponte recém-construída, que tem pouco movimento quando é inaugurada mas se torna congestionada depois. É só ver os exemplos de várias ciclovias de São Paulo, como a da Avenida Paulista, usada por mais de 2 mil pessoas por dia (veja aqui) e a da Faria Lima  (veja aqui). Temos também o aumento de circulação na ciclovia da Teotônio Vilela, inaugurada há alguns meses (veja aqui).

As várias contagens que já foram feitas apenas demonstram como há pessoas usando as ciclovias e como precisamos de mais para garantir a segurança de todos!

Porém, em outras partes da cidade ainda há grupos se posicionando contra as ciclovias, mesmo quando elas não tiram espaço dos outros modais. Um exemplo claro é a da Avenida Lourenço Cabreira, na Zona Sul. Políticos como o deputado Goulart (pai) quanto o vereador Goulart (filho) tem atacado a ciclovia de várias formas (veja aqui e aqui). O Bike Zona Sul já analisou a ciclovia da Lourenço Cabreira e verificou que ela foi bem feita, é bem sinalizada, sendo tecnicamente muito boa.

Os dois políticos da família Goulart acusam a ciclovia de causar transito na região, porém não falam sobre os carros estacionados em locais proibidos, que atrapalham a vida de todos, como podemos ver neste vídeo:

A ciclovia da Lourenço Cabreira é importante pois faz parte da ligação do extremo sul com centro, junto com as ciclovias da Av.Pedro Roschel Gottzfritz, Jair RibeiroJangadeiro/Justino Nigro, Rio Pinheiros, entre outras da região. Por enquanto essas ciclovias estão desconectadas, porém quando forem ligadas vão permitir que um ciclista de Interlagos vá até o Parque Villa-Lobos, ou Parque do Ibirapuera. Também será possível acessar o Centro e a Zona Leste diretamente por ciclovias, por isso é de extrema importância que essa ciclovia seja mantida e ampliada!

Para ter uma visão mais geral e entender as ciclovias que citamos acima e como elas se ligam, clique aqui para ver o mapa da infraestrutura cicloviária de São Paulo.

A ciclovia da Lourenço Cabreira tem um grande potencial de ajudar os ciclistas de bairros como Jardim Guanhembu, Parque América, Jardim Edith, Cocaia e Vila Rubi, áreas que chegam a ter mais de 2 mil viagens por dia, conforme dados da Pesquisa de Origem e Destino do Metrô de 2007.

Vamos defender essa ciclovia, ela é a única opção segura na região, por isso precisamos dela! Não queremos que ninguém morra ali!

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Ciclovias protegem pessoas, sejam pedestres ou ciclistas

Ciclovias protegem pessoas, sejam pedestres ou ciclistas.

Qualquer ciclista sabe como a nossa segurança melhorou com a implantação de ciclovias, mas e para os pedestres?

Recentemente conversei com algumas pessoas e resolvi escrever um pouco do que elas disseram, dando destaque aos que não pedalam nas ciclovias, mas usam elas 🙂

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Um cadeirante e sua acompanhante em segurança na ciclovia da Rua Coronel Lisboa, na Vila Clementino. (Foto: Thomas Wang/BZS)

Camila, 22, estudante da UNIFESP: “Acho meio louca essa história de andar de bicicleta em São Paulo, o transito tem muito maluco, sabe? Pra quem pedala com certeza melhorou, meu namorado fala bastante já que vai pra faculdade e pro estágio de bicicleta, de terno e tudo. Como eu tenho medo e não tem ciclovia de casa até aqui na faculdade, continuo vindo de Metro e andando. Pra mim melhorou, quando tem carro estacionado na calçada dá pra andar na ciclovia… Assim como dá pra passar o pessoal que anda mais devagar quando to com pressa.

Lucas, 16, estudante do Colégio Madre Cabrini (que se posicionou contra a ciclovia, leia mais clicando aqui): “Antes a gente tinha que se espremer na calçada, era muito ruim porque não tinha espaço para todo mundo que ia e vinha, quando não cabia na calçada a gente tinha que se arriscar andando entre os carros manobrando. Agora quando tem muita gente podemos caminhar pela ciclovia, é só tomar cuidado com as bicicletas.”

Lucas se refere ao trecho da ciclovia da Rua Madre Cabrini, próximo da estação Vila Mariana, que se conecta com as ciclovias da Avenida Jabaquara e Rua Vergueiro. Entenda mais sobre o trecho da Madre Cabrini clicando aqui.

Maíra, 34, técnica de enfermagem: “No começo achei que [a ciclovia] ia atrapalhar bastante porque o transito desse pedaço (região da Vila Clementino), mas reparei que não fez diferença no transito, mas deve ajudar bastante quem anda de bicicleta. Ela [a ciclovia] ajuda bastante quando quero atravessar a rua, porque dá pra ver melhor os carros vindo.

Pedro, 26, auxiliar administrativo e cadeirante: “Pra vc que pedala com certeza melhorou bastante, né? Pra mim também! Antes eu tinha que me virar com esse monte de degraus na calçada (aponta para degraus na calçada), dependia de rampas de acessibilidade e de garagem, que nem sempre são boas, tinha que passar entre carros estacionados e na rua quando tinha degrau na calçada… Era perigoso, a maioria dos motoristas não respeita a gente. Agora que tem a ciclofaixa posso ir por ela, o que é bem mais fácil e seguro!” 

Camila, Maíra e Pedro trabalham na Vila Clementino, perto da ciclovia das ruas Coronel Lisboa/Primeiro de Janeiro, veja o trajeto dessa ciclovia aqui.

Osias, 45, motorista de ônibus: “No começo não gostei, achei que ia ser gasto de dinheiro à toa, mas pra mim melhorou porque agora não tem mais ‘bicicleteiro’ na faixa de onibus, só um ou outro… Pra a gente que dirige ônibus é bem melhor, né? Agora o que atrapalha a gente é só táxi, que fica cortando entre a faixa de ônibus e a outra.

Osias dirige em duas linhas diferentes, uma que passa pela Rua Vergueiro/Avenida Paulista e outra que passa na Avenida Jabaquara e região de Interlagos.

Renata, 37, enfermeira: “Cuido de idosos que precisam de atenção especial há anos, sempre foi difícil sair com eles, levar pra passear, sabe? A cidade é ruim pra eles, tem degrau na calçada, carro que buzina quando a gente atravessa, é perigoso pra mim e pra quem eu cuido. O seu Antonio (senhor de quem ela cuida, que estava conosco) nunca gostou de sair de casa porque o bairro tem muita ladeira, então pra ele é difícil andar com tanto degrau na calçada… Hoje ele sai mais, sempre vou junto porque é meu trabalho acompanhar, mas ficou bem melhor com a ciclofaixa, porque ele não precisa ficar fazendo esforço pra passar em degrau na calçada e pode atravessar a rua com mais calma, já que a pista onde o pessoal estacionava virou ciclofaixa e ciclistas tem mais paciencia pra esperar ele atravessar a rua…

Renata é enfermeira e cuida de seu Antonio, que usa ciclovias para caminhar e se sente mais seguro para atravessar a rua já que a ciclovia ‘diminuiu’ o espaço em que os carros esperam o semáforo abrir… E ciclistas respeitam idosos em ciclovias 🙂

‘Seu’ Antonio, 78, aposentado: “Quando começaram a pintar a faixa de bicicleta aqui no bairro eu não gostei, mas agora gosto porque dá pra caminhar nela, que é melhor que a calçada já que não tem degraus. Na hora de atravessar também ajuda, porque como tem esses pauzinhos amarelos (balizadores) nas esquinas os carros fazem a curva mais longe, então protege a gente.

Entenda porque ciclovias são benéficas para pedestres nesse vídeo gravado pelo nosso amigo Diego Brea, do BZS.

Leia mais sobre como as ciclovias protegem pedestres nesta matéria do Vá de Bike.

Veja o mapa da infraestrutura cicloviária da cidade de São Paulo clicando aqui.

#BikeZonaSul #CicloviasSalvamVidas #VaiTerCiclovia

#PrioridadeParaOsPedestres #CidadesParaPessoas #CitiesForPeople

#SãoPauloPrasPessoas

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)


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Vc conhece o SAC da Prefeitura de São Paulo?

Você sabia que a Prefeitura de São Paulo possui um SAC?

Pouca gente sabe mas por lei os serviços públicos devem fornecer diferentes maneiras de os cidadãos registrarem solicitações. A Prefeitura da cidade de São Paulo possui inúmeros canais, como o telefone geral (156), telefones específicos (como o da SPTrans ou CET, por exemplo) e também pela internet, através do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC).

Através do SAC qualquer cidadão pode solicitar diversos serviços, como o plantio ou poda de árvores, a manutenção da sinalização de tráfego, fiscalização de tráfego, ônibus e táxis, animais, iluminação, vistorias (de acessibilidade, da lei antifumo, mesas em calçadas, etc), Nota Fiscal Paulistana, buracos nas calçadas, consulta de dívidas, Guarda Civil Metropolitana, CET, entre outros vários assuntos que são de responsabilidade municipal.

É possível registrar as solicitações de forma anonima (como denúncia) ou de forma registrada, o que torna possível o contato entre o poder público e o cidadão. Nós do Bike Zona Sul usamos o SAC com frequência, sempre de forma registrada porque esperamos o posicionamento da Prefeitura sobre as sugestões e problemas que levantamos.

Até agora nossa equipe já registrou mais de 250 solicitações enviadas, a maioria não sendo respondida, mas algumas sendo incrivelmente eficientes em termos de resposta e ações tomadas pela Prefeitura. Um dos casos em que registramos a ocorrência e a Prefeitura respondeu foi uma reclamação sobre lixo na calçada. A Prefeitura e a empresa responsável pela coleta de lixo entraram em contato conosco, pediram mais informações sobre o local e depois autuaram o condomínio responsável.

Vc provavelmente tem várias observações sobre as ruas que vc passa e o seu bairro… Como sugestões de locais onde é possível plantar árvores (ou podá-las), queixas sobre lixo ou buracos nas calçadas,  sobre locais onde é necessário implantar faixas de pedestres, lombadas ou radares… Envie todas suas observações pelo SAC!

É fácil e rápido, o link está logo aqui embaixo!

https://sp156.prefeitura.sp.gov.br/portal/

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)


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