E as obras da ciclovia da Av.Chucri Zaidan?

As fotos acima deveriam mostrar as obras da ciclovia da Av. Dr. Chucri Zaidan. Como é possível perceber, há postes no meio do caminho! Como a Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes pretende que os ciclistas trafeguem em segurança dessa forma?

 
Postes com placas de sinalização estão sendo colocados sobre o que deveria ser uma continuação da estrutura cicloviária no novo trecho da Av. Dr. Chucri Zaidan, algo que impossibilita o seu uso pela população.
 
Segundo o projeto original, que está sendo executado pela SPObras, o local deveria se tornar uma ciclovia, sendo que já recebeu alguns trechos rebaixados para acessibilidade das bicicletas.
 
No entanto, postes estão tomando conta do espaço de boa parte da futura Av. Cecília Lottenberg, que ainda não possui estrutura cicloviária.
 
Vale lembrar que a lei municipal nº 10.907 obriga a Prefeitura de São Paulo a implantar ciclovias em todas as novas avenidas da cidade! E, mais uma vez, isso está sendo descumprido pela gestão de João Doria.

 

(Equipe Bike Zona Sul: Paulo Alves e Thomas Wang / Fotos: Eduardo Raimond)

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Como conectar as ciclovias de Moema

Como conectar as ciclovias de Moema

Observação: o post contém vários links embutidos, pode clicar que eles vão abrir em novas guias do seu navegador, assim vc não perde esse post 😉

Observação 2: para não complicar vamos chamar todas as vias de ‘rua’, independente de serem avenidas, alamedas, ruas, etc…

Moema é um bairro quase perfeito para o ciclismo: plano, ruas largas, residências e comércios bem misturados. Mesmo assim,  a região é problemática para os ciclistas. Por quê? Porque o trânsito da região é carregado e o bairro possui poucas ciclovias/ciclofaixas.

A infraestrutura cicloviária atual

Segundo o mapa da infraestrutura cicloviária de São Paulo (disponível no site da CET e também abaixo), o bairro possui a seguinte estrutura cicloviária (em vermelho):

  1. Ciclofaixa das ruas Iraí/Pavão e Rouxinol/Aratãs: duas ciclofaixas unidirecionais que formam um retângulo incompleto na parte central do bairro.
  2. Ciclofaixa das alamedas dos Jurupis/Açocê: trecho bidirecional que liga a parte superior do bairro (mais próxima do Corredor Norte-Sul, com nomes indígenas) com o trecho 3.
  3. Ciclofaixa das ruas Nhambiquaras, Professor Ascendino Reis (monodirecionais) e Dr.Haberbeck Brandão (bidirecional): trecho que liga Moema à Vila Clementino.
  4. Ciclovia das avenidas Hélio Pellegrino e República do Líbano: feitas em canteiro central, ligam o Parque do Ibirapuera às ciclovias da Av. Luis Carlos Berrini e Av. Faria Lima, as duas que ‘escapam’ do mapa abaixo do logo da CET.
  5. Ciclorrotas das ruas Inhambu/Canário (parte inferior do bairro, de nomes de aves) e ciclorrotas das ruas Anapurus/Aratãs (parte superior, nomes indígenas). Não oferecem nenhuma segurança aos ciclistas, pois a única sinalização existente são placas de “rota de bicicleta” em algumas quadras.
    1
    A infraestrutura cicloviária atual. (fonte: CET)

    Ainda perto de Moema, temos algumas outras estruturas:

  6. Ciclofaixa das ruas Aratãs e Guatás: bidirecionais passando pelo Planalto Paulista e Saúde, indo até a 7.
  7. Ciclofaixa da Av.Jabaquara: unidirecional no canteiro central, vai de São Judas até o trecho 8.
  8. Ciclofaixa da Alameda dos Boninas/R.Coronel Lisboa/R.Madre Cabrini: bidirecional, vai até a ciclofaixa da Rua Vergueiro, na altura do Terminal Vila Mariana.
  9. Ciclofaixa da Av.Bosque da Saúde: bidirecional, vai até a Av.Ricardo Jafet, onde a Prefeitura parou a instalação da ciclofaixa no começo de 2017 e até agora não se posicionou a respeito. O Bike Zona Sul e a Ciclocidade fizeram uma contagem de ciclistas para provar a necessidade de uma ciclofaixa no trecho, veja os resultados aqui.

Se todas essas estruturas estão tão próximas, por que elas não estão conectadas? Quais seriam as melhores soluções para conectá-las? Já que conheço o bairro pois pedalo por ele para ir/vir para o trabalho, fiz algumas sugestões de conexões (em verde). Aqui elas foram organizadas na ordem que julguei o melhor custo/benefício da obra, colocando como critérios as ligações que elas fariam e o impacto que elas trariam. Veja no mapa abaixo:

As conexões essenciais

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As conexões essenciais.
  1. Av.República do Líbano: é uma rota muito utilizada por ciclistas pois é plana e reta, sendo uma continuação natural de quem vem do Parque do Ibirapuera para Moema. O tráfego de carros muito pesado e a maior parte dela possui um canteiro central largo o suficiente para uma ciclovia. Poderia seguir o padrão do trecho Hélio Pellegrino-Pq.Ibirapuera ou ser feito monodirecional junto ao canteiro central, como na Av. Jabaquara.
  2. Av.dos Aratãs/Alam.Anapurus: a Aratãs já é conhecida dos ciclistas pois possui ciclofaixas em dois trechos, então só seria necessário instalar uma ciclofaixa bidirecional entre as ciclofaixas existentes. Para conectar as monodirecionais existentes, a Anapurus poderia ganhar uma bidirecional com uma quadra.
  3. Ruas Rouxinol, Casa do Ator e Nova Cidade: com muitos carros e um cruzamento perigoso com a Av.Santo Amaro, uma ciclofaixa bidirecional seria extremamente útil para ligar Moema com as ciclovias das avenidas Hélio Pellegrino, Berrini e Faria Lima.
  4. Rua Inhambu: já é uma ciclorrota, por que não instalar uma ciclofaixa bidirecional e dar segurança aos ciclistas? Ela seria uma ligação importante dentro do bairro e também conectaria o bairro às ciclovias das avenidas Hélio Pellegrino-República do Líbano no trecho mais próximo do Parque do Ibirapuera.
  5. Av.Indianópolis: é uma rota muito utilizada pois é reta, poderia ter uma ciclofaixa junto ao canteiro central igual à da Av.Jabaquara. Ligaria Moema ao Metrô São Judas, passando pela ciclofaixa da Alameda dos Guatás.
  6. Av.José Maria Whitaker/R.Luis Góis: aproveitaria um pequeno trecho existente na Rua Guapiaçú e ligaria as ciclofaixas da Nhambiquaras-Prof.Ascendino-Haberbeck Brandão às da R.Coronel Lisboa/Alam.dos Boninas. O único problema é o trecho por baixo do viaduto da Av.Rubem Berta, que poderia ser bidirecional por baixo do viaduto, se tornando monodirecional e junto ao canteiro central na Whitaker. Na Luis Góis, uma ciclofaixa bidirecional seria o ideal.
  7. Av.Bosque da Saúde: um pequeno bônus seria completar a ciclofaixa já existente, pois falta uma quadra para ela se conectar com a da Av.Jabaquara.

Além dessas sugestões, também conversei com moradores da região e ciclistas que encontrei no caminho. Baseado nessas conversas, reuni outras sugestões que foram feitas.

Outras ciclofaixas que seriam úteis

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Sugestões feitas por moradores e ciclistas.
  1. Av.Ibirapuera: sonho da maioria dos ciclistas, uma avenida reta e plana, mas que é muito perigosa por conta dos carros e ônibus. Não sei como poderia ser feita, talvez canteiro central como na Berrini, mas acho que ele é estreito demais. Outra opção é fazer monodirecionais do lado direito, como na Rua da Consolação.
  2. Alam.dos Nhambiquaras: muito usada por ciclistas pois vem direto do Campo Belo e é plana. Poderia ter uma ciclofaixa bidirecional do lado esquerdo, já que no direito tem a faixa de ônibus.
  3. Alam.dos Maracatins: mesmo caso da Nhambiquaras, mas vai para o Campo Belo. Se a Nhambiquaras tiver uma bidirecional, talvez não seja necessário instalar uma na Maracatins, pois também temos a da Jurupis.
  4. Av.Juriti/Moema: rota muito usada para ciclistas que querem evitar a República do Líbano-Indianópolis. O trânsito vive parado, o que cria a possibilidade de ciclistas andarem ‘no corredor’ entre os carros. Poderia ter uma ciclofaixa bidirecional em qualquer um dos lados. Ligaria a ciclofaixa da Jurupis com a ciclovia da Hélio Pellegrino.
  5. Alam.dos Arapanés: muito usada por ciclistas que se deslocam no sentido Santo Amaro e tem medo do trânsito caótico da Av.Ibirapuera. Poderia ter uma ciclofaixa bidirecional como alternativa à Ibirapuera.
  6. R.Canário: seria uma opção segura na parte ‘baixa’ de Moema, que não possui nenhuma estrutura cicloviária.
  7. Av.Imarés/João Castaldi: usada para ciclistas que querem fugir da Av.dos Bandeirantes e seu tráfego pesado. Poderia ter uma ciclofaixa bidirecional da Av.Santo Amaro até o Corredor Norte-Sul.
  8. R.Araguari/Bertram/Visc.de Cachoeira/Diogo Jácome: seria uma ligação entre as ciclofaixas da Rouxinol/Pavão com a ciclovia da Hélio Pellegrino e outras que poderiam conectar essa parte do bairro. A Rua Bertram é ‘sem saída’ para carros, mas para pedestres e ciclistas chega na Hélio Pellegrino.
  9. Av.Santo Amaro: a Prefeitura tem um plano de requalificação da avenida toda, mas o plano não inclui ciclovia (entenda aqui). Temos que pressionar a Prefeitura se queremos uma ciclovia nela… Ajude clicando aqui!
  10. Av.Lavandisca/Jamaris: seria uma importante ligação no centro do bairro, dando opção às pessoas que se deslocam entre o Planalto Paulista e a Hélio Pellegrino.
  11. Alam.dos Tupiniquins: ligaria a ciclovia da Avenida Indianópolis com as suas paralelas dentro do bairro, tornaria o caminho de quem vem por ela mais curto, pois eles poderiam acessar o bairro antes dela ‘se afastar’ dele.

No terceiro mapa é possível perceber como Moema seria um ótimo bairro para ciclistas se todas essas estruturas fossem construídas. Mesmo que não sejam implantadas agora, vale a pena deixarmos nossas sugestões para o futuro… Lembrando que vamos continuar lutando para construir uma cidade segura para as pessoas, em especial pedestres e ciclistas 🙂

Bônus: conheça a ciclovia da Avenida Aratãs neste post: A ligação entre Indianópolis e Moema está quase completa!

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)

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Como conectar as ciclovias pela Vila Clementino

Como conectar as ciclovias pela Vila Clementino

Observação: o post contém links embutidos, pode clicar que eles vão abrir em novas guias do seu navegador, assim vc não perde esse post 😉

Observação 2: para não complicar vamos chamar todas as vias de ‘rua’, independente de serem avenidas, alamedas, ruas, etc…

Moema é um bairro quase perfeito para o ciclismo: plano, ruas largas, residências e comércios bem misturados. Mesmo assim,  a região é problemática para os ciclistas. Por quê? Porque o trânsito da região é carregado e o bairro possui poucas ciclovias/ciclofaixas.

A infraestrutura cicloviária atual

Segundo o mapa da infraestrutura cicloviária de São Paulo (disponível no site da CET e também abaixo), o bairro possui a seguinte estrutura cicloviária (em vermelho):

  1. Ciclofaixa das ruas Madre Cabrini-Coronel Lisboa-Primeiro de Janeiro-Boninas: bidirecional e muito utilizada pois passa no centro da Vila Clementino e a conecta aos bairros da Vila Mariana e Saúde.
  2. Ciclofaixa da Rua Vergueiro: monodirecional de canteiro central, liga a Vila Mariana às ciclovias da Paulista e Liberdade.
  3.  Ciclofaixa da R.França Pinto: bidirecional, liga o Parque do Ibirapuera à ciclofaixa da Rua Vergueiro e oferece uma rota segura pelo centro da Vila Mariana.
  4. Ciclofaixa da Av.Jabaquara: monodirecional de canteiro central, liga a Vila Clementino à Moema e Saúde, indo até a região de São Judas.
  5. Ciclofaixa da Av.Bosque da Saúde: única ciclofaixa que liga a ciclofaixa da Av.Jabaquara com a Av.Ricardo Jafet/Prof.Abraão de Morais.
  6. Ciclofaixa das ruas Aratãs e Guatás: bidirecionais, ligam Moema à saúde passando pelo Planalto Paulista.
  7. Ciclofaixa ruas Calixto da Mota-Dionísio Vieira-Rodrigo Vieira: bidirecional, liga a Av.Ricardo Jafet com a da R.Vergueiro, protegendo os ciclistas nas ladeiras da Vila Mariana/Chácara Klabin.
  8. Ciclofaixa R.Guapiaçú: bidirecional, é parte da ligação entre o trecho Haberbeck Brandão-Jurupis e a Coronel Lisboa/Primeiro de Janeiro.
  9. Ciclofaixa das ruas Nhambiquaras, Professor Ascendino Reis (monodirecionais) e Dr.Haberbeck Brandão (bidirecional): trecho que liga Moema à Vila Clementino.
  10. Ciclofaixa R.Santa Cruz: bidirecional, faltando pouco para se conectar com a 11.
  11. Ciclofaixa R.Dona Leopoldina (monodirecional no canteiro central)/Av.Nazaré (bidirecional): conectam os bairros da Aclimação e Vila Gumercindo passando pelo Ipiranga, também se ligando ao trecho 12.
  12. Ciclofaixa ruas Patriotas/Montalverme: bidirecionais, conectam a ciclofaixa da Av.Nazaré à Avenida do Estado e Av.Ricardo Jafet.
  13. Ciclorrotas da Vila Mariana: não oferecem nenhuma segurança aos ciclistas pois a única sinalização existente são placas de “rota de bicicleta” em alguns locais.

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    Infraestrutura atual na Vila Clementino e região. (CET)

Como é possível perceber, existem várias estruturas próximas, mas desconectadas. Sendo morador da região, conheço diversos caminhos e sei quais são mais utilizados, assim como também sei quais são os mais perigosos. Baseado nisso, criei os mapas abaixo: o primeiro com conexões essenciais em verde e o segundo com ligações complementares em azul.

O critério para a numeração é bem simples: indiquei primeiro as mais importantes para conectar a rede, trazendo mais segurança para quem pedala. Veja no mapa abaixo:

As conexões essenciais

2.png
As conexões essenciais.
  1. Rua Domingos de Morais: ligação óbvia entre as ciclofaixas da Avenida Jabaquara e Rua Vergueiro, foi prometida após o término das obras do Metrô na estação Santa Cruz. Atualmente o Metrô está em fase final e o secretário Sergio Avelleda já reforçou que será entregue. É uma antiga demanda dos ciclistas (veja aqui e aqui), temos pressionado a Prefeitura através de um abaixo-assinado. Assine aqui! 
  2. Av. Ricardo Jafet: as obras foram interrompidas pela Prefeitura no começo de 2017, veja no aqui e no aqui. Segundo projeto, seria no canteiro central, ou seja, protegeria os ciclistas sem tirar espaço dos demais veículos. É importante para interligar as ciclofaixas do Ipiranga, Vila Mariana, R.Santa Cruz e Av.Bosque da Saúde.
  3. Rua Dr.Neto de Araújo: poderia ser feita de forma bidirecional e sem retirar vagas de estacionamento já que a rua é larga. Conectaria a ciclofaixa da Vila Mariana ao eixo das ciclofaixas da Vergueiro-Jabaquara.
  4. Av. José Maria Whitaker: esse trecho é muito importante para conectar a ciclofaixa que vem da Alam. dos Nhambiquaras/Moema com a Vila Clementino e o eixo Vergueiro-Jabaquara.
  5. R.Santa Cruz-Av. Dr.Gentil Moura: ligaria a ciclofaixa da Rua Santa Cruz com o as ciclofaixas do Ipiranga, fornecendo segurança numa região na qual não há opções.
  6. R.Luis Góis: ligaria a ciclofaixa de Moema/Guapiaçú com a das ruas Coronel Lisboa/Primeiro de Janeiro e a da Av.Ricardo Jafet.
  7. / 8. Av. República do Líbano/Indianópolis: ligaria a ciclovia da Hélio Pellegrino com as ciclofaixas Nhambiquaras/Moema, Alam. dos Guatás e Av. Jabaquara.

Outras ciclofaixas que seriam úteis

Além dessas conexões essenciais, que são as básicas para interligar a rede e trazer o mínimo de segurança, também conversei com vizinhos e outros ciclistas que encontrei. Com essas conversas, criei o mapa abaixo, com outras sugestões que foram feitas, em azul.

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Sugestões feitas por moradores e ciclistas.
  1. Ruas Santa Cruz-Borges Lagoa: ligaria o trecho existente na Rua Santa Cruz às ciclovias das ruas Domingos de Morais, Coronel Lisboa/Primeiro de Janeiro, ao sistema 2 e ao Parque do Ibirapuera (3).
  2. Vila Clementino (ruas Borges Lagoa, dos Otonis, Leandro Dupret e Ascendino Reis): ligaria as ciclovias das ruas Domingos de Morais, Coronel Lisboa/Primeiro de Janeiro, Nhambiquaras/Moema, Vila Mariana e Parque do Ibirapuera. Esse sistema criaria uma rede interna no bairro, o que poderia diminuir o trânsito pois incentivaria pequenos deslocamentos.
  3. Av. Quarto Centenário: ligaria Vila Clementino, Nhambiquaras/Moema às ciclovias existentes na Hélio Pellegrino/República do Líbano e também ao Parque do Ibirapuera.
  4. R. Dr.Pinto Ferraz: ligaria a ciclofaixa Calixto da Mota-Dionísio da Costa-Rodrigo Vieira às ciclofaixas da Rua Vergueiro e Avenida Jabaquara.
  5. Vila Mariana/Ibirapuera (ruas Tutoia, Humberto I, Conselheiro Rodrigues Alves e José Antônio Coelho):conectaria as ciclofaixas da Rua França Pinto, Rua Vergueiro-Av. Jabaquara, R.Dr Rafael da Nóbrega, Parque do Ibirapuera e Vila Clementino.
  6. Indianópolis (Av. José Maria Whitaker, alamedas dos Araés e Auetis): ligariam as ciclofaixas Nhambiquaras/Moema, Av. Indianópolis, Guatás e Guapiaçu.
  7. R.Jureia: conectaria as ciclofaixas da Rua Santa Cruz e Rua Luis Góis, sendo uma opção para os moradores da região se deslocarem internamente, sem ter que subir até a Rua Domingos de Morais ou descer até a Av. Ricardo Jafet para ter segurança.

No terceiro mapa se torna visível como algumas ciclofaixas/ciclovias podem tornar o bairro melhor, diminuindo o trânsito e trazendo segurança para os moradores. Se todas essas estruturas citadas fossem construídas, teríamos um bairro bem mais seguro, o que incentivaria pedestres e ciclistas em uma região na qual o trânsito já é complicado.

Mesmo que por enquanto essas sugestões  não sejam implantadas agora, já registramos para o futuro…  Vamos continuar defendendo uma cidade que seja pensada para as pessoas, ou seja, pedestres e ciclistas 🙂

Bônus: entenda porque a Vila Clementino é importante para os ciclistas do Sudeste de SP clicando aqui!

Fique ligado: entenda a ligação da Vila Clementino com Moema semana que vem!

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)

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Bike Zona Sul

Dicas para pedalar no frio

Algumas dicas da equipe Bike Zona Sul para pedalar no frio!

1) Vista-se de forma adequada. Use abrigos como moletons para proteger o peito, costas, o tronco de forma geral. Isso é importante para se prevenir contra resfriados. Use casacos ‘corta vento’, eles são eficientes para armazenar o calor sem que te façam suar demais.

2) Cubra a cabeça. Use uma bandana, boné ou lenço por baixo do capacete, para proteger-se do frio. Além disso, use algo para cobrir o nariz e a boca quando necessário, para evitar que o ar gelado penetre diretamente nas vias respiratórias. Para os olhos, vale o uso de óculos de ciclismo.

3) Use luvas. Além de esquentar, elas melhoram a circulação sanguínea evitando que suas mãos ‘tremam’ por causa do frio, o que dá mais firmeza para segura o guidão.

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(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)


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Porque precisamos de uma ciclovia da Rua Domingos de Morais

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Ciclistas na R.Domingos de Morais, altura da estação Santa Cruz. (Foto: Thomas Wang/BZS)

A Rua Domingos de Morais liga o Jabaquara ao Centro de São Paulo. De extrema importância para a cidade, essa avenida liga o Centro, a região da Vila Santa Catarina e também a Av.Cupecê, indo em direção ao município de Diadema.

No sentido bairro, esse eixo começa nas avenidas Engenheiro Armando de Arruda Pereira e Engenheiro George Corbisier, que se encontram a poucos metros da estação Conceição. Após passar pela Conceição, as duas avenidas ‘se tornam’ a Av.Doutor Hugo Beolchi, que passa por cima da Av.dos Bandeirantes através de um largo viaduto (por onde também passa a Linha 1-Azul do Metrô). Após o viaduto ela se torna a Av.Jabaquara, mudando para Rua Domingos de Morais (entre a Rua Luís Góis e a estação Vila Mariana). A partir desse ponto ela é conhecida por Rua Vergueiro. Se vc não entendeu ou não conhece a região, olhe no nosso mapa: https://goo.gl/maps/eWp1JFHSQs92 🙂

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Ciclistas aguardam semáforo no cruzamento da Rua Domingos de Morais com a Rua Luis Góis. (Foto: Thomas Wang/BZS)

Por ser uma via que conecta de forma direta o Centro e o Sudeste, a Domingos de Morais é uma rota usual de ciclistas, mas ainda não conta com ciclovia! É por isso que o Bike Zona Sul criou um abaixo-assinado pressionando a Prefeitura de São Paulo a implantar uma ciclovia nesse trecho.

Assine a petição através do link: www.change.org/CicloviaNaDomingos !
Compartilhe no Facebook e outras redes sociais, quanto mais assinaturas, maior a pressão!

A Ciclovia Da Vergueiro precisa ser conectada com a Ciclovia Avenida Jabaquara, os ciclistas não podem correr perigo! Precisamos de uma ciclovia para nos separar de ônibus, carros, motos e caminhões!

A atual alternativa construída pela CET passa pelas ruas Madre Cabrini, Primeiro de Janeiro e Coronel Lisboa, paralelas à Domingos de Morais. Ela é muito boa para moradores e frequentadores da Vila Clementino, porém não faz sentido para ciclistas que fazem o caminho do Jabaquara ao Centro. Ela é um desvio grande e difícil, com cruzamentos demorados (pois os semáforos priorizam os carros) e possui ladeiras. Ciclovias em ladeiras são necessárias para proteger ciclistas e pedestres de motoristas imprudentes, mas obrigar o ciclista que já faz um caminho plano (como a Domingos) a desviar por uma rota mais longa, mais difícil e mais demorada não faz sentido nenhum!

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Casal pedala junto ao canteiro central da R.Domingos de Morais, seguindo a sinalização da Ciclofaxa de Lazer apesar de ser um dia útil. (Foto: Thomas Wang/BZS)

As fotos desse post ilustram a grande quantidade de ciclistas que usa o eixo Vergueiro-Domingos de Morais-Jabaquara, o que só reforça a necessidade de uma ciclovia na Rua Domingo de Morais!

Além de proteger quem já pedala nessa rota, uma ciclovia nela estimularia ciclistas ocasionais. Como exemplo cito meu pai e minha irmã, que tem medo de pedalar por causa dos motoristas irresponsáveis, estejam em carros, ônibus, caminhões ou motos.

É necessário garantir a segurança e o espaço de todo tipo de ciclista, o que só é possível com a construção de ciclovias e ciclofaixas. Por isso nós do Bike Zona Sul defendemos a criação de mais ciclovias e ciclofaixas.

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Ciclistas na Rua Domingos de Morais, altura da estação Santa Cruz. (Foto: Thomas Wang/BZS)

A ciclovia da Rua Domingos de Morais pode seguir o padrão das ciclovias da Rua Vergueiro e da Avenida Jabaquara, sendo unidirecional no canteiro central. Para isso basta demarcar a ciclovia no centro da avenida e ressinalizar as faixas de rolamento. É uma operação simples, barata e rápida!

Também é necessário conectar a ciclovia da Av.Jabaquara às demais do Sudeste, como a da Av. Eng.George Corbisier e da Av.Eng.Armando de Arruda Pereira (sobre essas duas, clique aqui). Criar uma rota segura entre essas duas ciclovias e a da Av.Jabaquara-Rua Vergueiro é fundamental para que os ciclistas da Zona Sul possam se deslocar em segurança! Quando essas conexões forem completadas, boa parte do Sudeste paulistano estará conectado à malha cicloviária de São Paulo, trazendo segurança à milhares de pessoas!

Sobre esse trecho, o Bike Zona Sul criou outro abaixo-assinado: www.change.org/InterligarAsCiclovias . Assine e compartilhe!

 

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Ciclista voltando para a casa por volta das 23h de uma quinta, na Rua Domingos de Morais. (Foto: Thomas Wang/BZS)

Para manter vivas as nossas demandas para a Prefeitura (seja nessa gestão ou na próxima), a equipe do Bike Zona Sul criou dois abaixo-assinados, os links estão abaixo, assinem e compartilhem!

Assine e compartilhe os links:

www.change.org/InterligarAsCiclovias

Vamos pressionar o poder público e tornar São Paulo melhor para todos!

Entenda mais sobre as ligações cicloviárias do Sudeste de São Paulo aqui.

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)

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Novo bicicletário na Av.Sen.Teotônio Vilela!

Fomos conferir o bicicletário do novo McDonald’s do Posto Antônio Paes na Av. Senador Teotônio Vilela!

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Bicicletário do MC Donald’s da Av.Senador Teotônio Vilela. (Foto: Paulo Alves/BZS)

O local possui 5 paraciclos com vagas para 10 bicicletas. O modelo utilizado está bem fixado e é o mais indicado e seguro, pois permite trancar a bicicleta através do quadro, e não pela roda, como muitos estabelecimentos têm errado ao implantar um bicicletário aos seus clientes. Os paraciclos também ficam em uma posição onde é possível observar as bicicletas pela vitrine de dentro da loja.

No entanto, notificamos o restaurante sobre algumas observações:

  • Não existem placas identificando que o local é um estacionamento de bicicletas. É importante haver placas informando isso;
  • Os paraciclos não estão na cor padrão amarela, que também identificam que o local é exclusivo para bikes;
  • O local não é coberto, o que pode ser um incômodo na hora de trancar a bike na chuva ou deixá-la muito tempo exposta ao sol.

Consideramos que é uma boa atitude a implantação de um bicicletário nessa nova filial, pois isso é um diferencial competitivo entre os restaurantes fast-food da região, estimula o uso da bicicleta como meio de transporte e ao menos demonstra uma preocupação com a sustentabilidade, porém ainda é necessário que toda a rede do McDonald’s contem com paraciclos para que seus clientes possam ir ao local utilizando a bicicleta.

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Marivaldo do BZS e o gerente do MC Donald’s. (Foto: Paulo Alves/BZS)

(Equipe Bike Zona Sul: Paulo Alves, Marivaldo Lopes e Thomas Wang)

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Priorização dos pedestres no Ibirapuera!

Priorização dos pedestres no Ibirapuera!

AVISO: podem clicar nos links embutidos, eles vão abrir em novas guias e ajudam vc a entender o nosso post 😉 

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Nova faixa de pedestres ligando o Parque e o Obelisco. (Foto: Thomas Wang/BZS)

Recentemente uma nova faixa de pedestres surgiu em um dos locais mais inacessíveis aos pedestres, no Obelisco do Parque do Ibirapuera!

É uma atitude louvável, considerando que o Obelisco compõe o Parque e possui uma área com mais de 5 mil metros quadrados. No entorno dele não há nenhuma faixa de pedestres e muitos trechos de calçada são estreitos, assim como em quase todo entorno do Parque do Ibirapuera.

A faixa de contenção (aquela que sinaliza que os veículos devem parar) e a faixa de pedestres (as listras) já foram pintadas, porém o semáforo ainda está inoperante.

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Faixas de contenção e de pedestres ligando o Parque e o Obelisco do Ibirapuera. (Foto: Thomas Wang/BZS)

Na foto acima é possível ver que as faixas estão perfeitamente visíveis aos condutores. Apesar de na foto acima os semáforos estarem atrás das placas pois ainda estão desligados/ Passamos lá na última quinta e as placas já haviam sido retiradas, mas o semáforo ainda estava inoperante.

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Na semana passada os semáforos ainda estavam desligados e atrás das placas, que foram retiradas recentemente. (Foto: Thomas Wang/BZS)

O local escolhido para a travessia de pedestres não é o ideal pois fica longe da entrada do Parque e do Obelisco, veja aproximadamente nesse mapa. O pedestre que estiver no Parque do Ibirapuera e quiser ir para o OBelisco do Ibirapuera terá que andar 200 metros, sendo que os portões do Parque e do Obelisco ficam um de frente para o outro!

É um ótimo começo da retomada de espaços públicos que se tornaram desabitados devido à priorização dos automóveis, mas é só um começo e ainda temos muito a reconquistar!

Como já foi noticiado pelo Bike É Legal, existem inúmeras áreas verdes em São Paulo que são subutilizadas por causa da priorização dos veículos motorizados individuais. Essa priorização dos carros inutiliza e desumaniza o espaço público, tornando-o ocioso.

Esperamos que além da faixa que fica em frente à entrada do Obelisco, outras sejam instaladas no seu entorno, que é extremamente perigoso para pedestres e ciclistas.

Deixamos aqui alguns links que marcam pontos no entorno do Obelisco do Ibirapuera que precisam de faixas de pedestres, pois não há nenhuma indicação para a travessia. Na maioria dos casos um semáforo seria o ideal, mas caso não seja possível, travessias elevadas (conhecidas como “lombofaixas”) também serviriam para proteger as pessoas.

Travessias sugeridas no entorno do Obelisco do Ibirapuera:

  • Entre o Viaduto General Marcondes Salgado e a Av.Dr. Dante Pazzanese (atravessando a Av.Pedro Álvares Cabral antes e depois do farol, atravessando a Av.Dr.Dante Pazzanese) – mapa
  • Entre o Viaduto General Euclides Figueiredo e o Hospital Dante Pazzanese (atravessando o viaduto e a Av.Pedro Álvares Cabral) – mapa
  • Entre o Obelisco e a Praça Eisnhower/Cachorródromo do Ibirapuera (atravessando a Av.Pedro Álvares Cabral e a alça de acesso à ela) – mapa
  • Entre o Obelisco e a Rua Mal.Mauricio Cardoso (atravessando a Av.Pedro Álvares Cabral e a R.Mal.Mauricio Cardoso) – mapa
  • Entre o Obelisco e o Parque do Ibirapuera (atravessando a Av.Pedro Álvares Cabral) – mapa

Veja o vídeo do Bike É Legal sobre áreas públicas ociosas devido à inexistência de acessos:

Veja mais sobre a priorização dos pedestres nestes posts:

Faixas de pedestres na diagonal… (X e Y)

Priorização dos pedestres em Los Angeles, EUA

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)

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Encontro dos ciclistas com Sérgio Avelleda, futuro secretário

PRIMEIRO ENCONTRO DOS CICLISTAS COM O FUTURO SECRETÁRIO SÉRGIO AVELLEDA

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Foto: Paulo Alves/BZS.

Na terça feira, dia 6, ocorreu o primeiro encontro entre o futuro Secretário de Transportes e Mobilidade Urbana, Sérgio Avelleda, e entidades de ciclistas da cidade. A Bike Zona Sul esteve representada por Paulo Alves e Alex Gomes.

Foi o primeiro debate do futuro secretário com um segmento ligado a mobilidade urbana da cidade.

A reunião teve um caráter informal, em que os grupos apresentaram à Avelleda considerações sobre as políticas de mobilidade urbana feitas na cidade nos últimos anos e as expectativas para a próxima gestão. A BZS comentou as experiências que teve junto a CET, em que participou de reuniões com os técnicos e foram feitas visitas técnicas na Zona Sul para estudar a implantação de ciclovias. Também mencionamos as prioridades elencadas para o próximo ano colhidas com ciclistas da Zona Sul, que seriam a continuação das ciclovias da Teotônio Vilela, Eng.George Corbisier e Carlos Caldeira.

Avelleda se mostrou bem receptivo às solicitações dos ciclistas e deixou como compromisso sempre consultar os grupos e entidades, por meio da Câmara Temática, antes de quaisquer mudanças nas ciclovias da cidade. O futuro secretário também expôs que pretende expandir a estrutura cicloviária, continuando a construção de ciclovias e bicicletários.

O encontro abordou também a situação do Programa Ruas Abertas. Avelleda explicou que tanto ele como o futuro prefeito João Dória pretendem manter o programa.

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Foto: Paulo Alves/BZS.

A Bike Zona Sul considerou o encontro bastante positivo. Avelleda demonstrou estar sensível às angústias dos ciclistas sobre o futuro da bicicleta na cidade, o que nos faz ter esperança de continuar o processo de incentivo ao uso da bicicleta, como aconteceu na gestão Fernando Haddad.

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Foto: Paulo Alves/BZS.

 

(Equipe Bike Zona Sul: Alex Gomes e Paulo Alves)

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Reunião com a CET do dia 24/11

No dia 24 de outubro ocorreu a última reunião do ano entre a CET e os ciclistas da Zona Sul.

O encontro fez parte de uma série realizada com ciclistas de outras partes da cidade, visando apresentar as ciclovias que serão feitas até o término de 2016 e buscando estabelecer prioridades para a próxima gestão.

Estiveram presentes os membros da Bike Zona Sul, técnicos da CET e a coordenação do projeto cicloviário da cidade. Durante a conversa, tentou-se avaliar quais trechos nas periferias das 3 grandes subdivisões da Zona Sul (Sudeste, Sudoeste e Extremo Sul) poderiam ser priorizados.

As conclusões foram:

  • Sudeste:
    • Prioridade: interligação das ciclovias da Av.Eng.George Corbisier até a ciclovia da Av.Jabaquara. Já reinvindicada pelo Bike Zona Sul através deste abaixo-assinado, citada em outro post nosso[foto abaixo, parte de baixo, em rosa]
    • Outras ligações importantes:
      • Ligação da ciclovia da R.Vergueiro até a Av.Jabaquara (trecho da R.Domingos de Morais). Já reinvindicada pelo Bike Zona Sul em outro post e em abaixo-assinado). [foto abaixo, no centro, em amarelo]
      • Ligação da ciclovia da Rua Calixto da Mota com a ciclovia da Rua Vergueiro (via Rua Dr.Neto de Araújo). Caminho já utilizado por ciclistas em ambas as direções, mesmo a Dr.Neto de Araújo sendo mão única. [foto abaixo, parte de cima, em amarelo]
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Trechos priorizados no Sudeste: Av.Dr.Hugo Beolchi, Rua Domingos de Morais e Rua Dr.Neto de Araújo. (Thomas Wang/BZS)
  • Sudoeste:
    • Prioridade: ciclovia na Av. Carlos Caldeira Filho, ligando a estação Capão Redondo até o Terminal João Dias, o que no futuro permitirá ligações com o Morumbi, Ponte Laguna (que já conta com ciclovia, veja aqui) e o a rede cicloviária na região de Santo Amaro. Veja o trecho neste mapa. [foto abaixo, indo da esqueda para o centro, em rosa]
    • Outra ligação importante: ciclovia na  Av.Guido Caloi, ligando a ciclovia da Av.Luiz Gushiken até a estação Santo Amaro (linhas 5 do Metro e 9 da CPTM), permitindo o transporte intermodal bike+trens, além do acesso à Ciclovia Rio Pinheiros. [foto abaixo]
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Trechos priorizados no Sudoeste: Av.Carlos Caldeira Filho, Av.Guido Caloi. Trechos priorizados no Extremo Sul: Av.Atlantica e Ponte do Socorro. (Thomas Wang/BZS)
  • Extremo Sul:
    • Ponte do Socorro: criação de ciclopassarela (passarela para ciclistas e pedestres) no trecho percorrido para atual Ponte do Socorro, com ligações aos dois lados da Ciclovia Rio Pinheiros. Conforme já foi constatado em contagens (veja aqui e aqui), cerca de 1000 ciclistas passam pela ponte diariamente. [foto cima, lado direito, no centro, em rosa]
    • Continuação da ciclovia da Av.Atlantica até Ponte do Socorro e acesso à Ciclovia Rio Pinheiros. [foto acima, lado direito, parte de baixo, em rosa]
    • Ligação da ciclovia da Av. Senador Teotônio Vilela (veja aqui) até ciclovia Av. Atlântica. Veja o trecho neste mapa. [foto abaixo, no centro]
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Trechos priorizados no Extremo Sul: ligação entre as ciclovias da Av.Sen.Teotonio Vilela e Av.Atlantiva, pela Av.Sen.Teotonio Vilela e Av.Robert Kennedy. (Thomas Wang/BZS)

Após a reunião, foi definido que a CET enviará à Bike Zona Sul a projeção de como tais ciclovias poderão ser feitas, bem como outras que também são pertinentes para a Zona Sul. Assim que recebermos esse documento divulgaremos na fanpage e tentaremos publicá-lo aqui no nosso site.

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Foto: Thomas Wang/BZS
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Foto: Thomas Wang/BZS

Consulte o mapa da infraestrutura cicloviária da cidade de São Paulo clicando aqui.

Veja o mapa de prioridades cicloviárias para a Zona Sul na foto abaixo:

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Mapa de prioridades cicloviárias na Zona Sul. (Thomas Wang/BZS)

(Equipe Bike Zona Sul: Alex Gomes, Diego Brea, Paulo Alves e Thomas Wang)

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Como as ciclovias tem afetado o comércio?

Como as ciclovias tem afetado o comércio?

 

Bike Zona Sul
Tati, que instalou um paraciclo na frente do Clemente Café, com Carla Moraes. (Foto: Carla Moraes/BZS)

Quando uma ciclovia é implantada é comum ouvir reclamações como “vai tirar vagas dos carros”, “vai atrapalhar o transito”, “São Paulo não é lugar pra andar de bicicleta”… Neste post, vamos falar de uma dessas críticas, mais especificamente, sobre o comércio.

Como já foi comprovado por pesquisas (veja aqui, aqui, aqui e aqui) o número de ciclistas aumenta muito além da malha cicloviária, mas como isso tem afetado o comércio? Será que a crítica “ciclovia atrapalha o comércio” é real ou é só um preconceito?

Com a palavra, os comerciantes!

Ana, 24, dona de lanchonete (no Paraíso, na frente da ciclovia da R.Dr.Rafael de Barros): “No começo achei um absurdo a prefeitura vir pintar uma ciclofaixa na frente da minha lanchonete sem avisar ninguém, ainda mais porque eu estacionava aqui na frente. Quando pintaram passava pouca gente de bicicleta, agora passa bastante. Além disso, agora tem alguns grupos de pedal que comem aqui, então melhorou o movimento à noite.

Bianca, 34, gerente de loja de roupas (na região da Praça da Árvore, perto da ciclovia da Av.Jabaquara): Achei que ia ser ruim porque ia piorar o transito, mas parece que o movimento aumentou, talvez tenha melhorado porque mais pessoas conseguem ver a loja. Tem gente que deixa a bicicleta no poste na frente da loja e entra pra ver as mercadorias.

Carlos, 52, funcionário de estacionamento:Menino, vou te falar uma coisa, essa ciclofaixa é uma benção! O estacionamento sempre teve movimento, mas agora vive cheio porque tem menos vagas de Zona Azul e algumas lojas fizeram convenio com a gente.

Daniela, 22, caixa de supermercado (em Mirandópolis, perto da ciclovia da Rua Coronel Lisboa/Primeiro de Janeiro): “Trabalho aqui fazem uns dois anos, depois que fizeram a ciclofaixa começou a ter mais gente vindo de bicicleta pro supermercado, então acho que o dono deve estar ganhando mais… Pra mim não faz tanta diferença, mas ficou mais fácil pros meninos que fazem as entregas, eles gostam.

Diego, 24, garçom do Sukiya da Rua Vergueiro (na frente da Ciclovia da Rua Vergueiro/Avenida Liberdade): Todo final de semana aparecem vários ciclistas aqui, principalmente na hora do almoço, em especial no domingo. Durante a semana também aparecem alguns clientes de bicicleta, mas acho que menos do que no domingo, porque tem Ciclofaixa de passeio [lazer].”

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Bicicletas amarradas na grade do Sukiya da Rua Vergueiro. (Foto: Thomas Wang/Bike Zona Sul)

Marcos, 56, atendente do Starbucks (Avenida Paulista, na frente da ciclovia da Avenida Paulista): Desde que trabalho aqui tinha cliente que vinha de bicicleta, depois que inauguraram a ciclovia tem ainda mais. Eles falam que podem parar a bicicleta na entrada da loja, trancar em poste, entrar, comprar o café e sair. É bem mais fácil do que o pessoal que vem de carro, que tem que ficar procurando vaga, pagar estacionamento… E aqui estacionamento é uma fortuna!

Rogério, 46, dono de bar/lanchonete (na frente da ciclovia da R.Artur de Azevedo): “Antes eu só vendia para os pedestres e pessoal que trabalha aqui perto, achei que ia ser ruim porque não ia ter mais vagas na frente do bar, mas agora é bem melhor, dá pra ver o movimento da rua e o pessoal que anda de bicicleta pára aqui para comprar água, suco, café, Gatorade… Até melhorou o movimento do bar já que tem um pessoal que pedala a noite e para aqui pra comer.”

Tatiana, 29, dona do Clemente Café (na frente da ciclovia da Rua Coronel Lisboa/Primeiro de Janeiro): Aqui na rua passa um número considerável de bikes, às vezes até na calçada. A ciclovia possibilita que as pessoas que nem moram tão perto e usam a bike como meio de transporte (mais do que lazer, pelo menos na semana) tenham contato com café especial.

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Na falta de paraciclo, fica no poste. Se os comerciantes instalassem paraciclos iam faturar bem mais com clientes que pedalam… (Foto: Thomas Wang/BZS)

Para entender mais sobre a relação entre ciclovias e o comércio, veja nestes links:
Bicicleta faz bem ao Comércio – Ciclocidade

Com ciclovias, faturamento do comércio aumenta

Ruas abertas com pedestres e ciclistas aumentam faturamento de lojistas

(Equipe Bike Zona Sul: Carla Moraes e Thomas Wang)

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