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Ofício da Câmara Temática de Bicicleta (CTB) para a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) a respeito da requalificação da ciclofaixa das ruas Madre Cabrini / Coronel Lisboa / Alameda dos Boninas

São Paulo, 03 de janeiro de 2020.

Ofício da Câmara Temática de Bicicleta (CTB) para a
Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) a respeito da requalificação da ciclofaixa das ruas Madre Cabrini / Coronel Lisboa / Alameda dos Boninas

Segundo a reunião com a Prefeitura no dia 02/12/2019 a requalificação foi iniciada em dezembro de 2019 e deve ser concluída em janeiro. Aproveitando, a Câmara Temática de Bicicleta (CTB) solicita que a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) realize melhorias descritas abaixo na ciclofaixa que percorre as ruas Madre Cabrini, Coronel Lisboa, Primeiro de Janeiro e Alameda dos Boninas. No final do documento também foi incluída a lista de endereços onde as sarjetas devem ser refeitas.

  1. Implantar a conexão entre a ciclofaixa existente na Rua Madre Cabrini e a ciclofaixa da Rua Vergueiro, conforme mapa:
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https://goo.gl/maps/cc7yh9YiAx5x5gKY8 

 

2. Solicitamos que sejam instalados segregadores, prismas de concreto (‘super tachões’) ou algum outro elemento segregador resistente na esquina da Rua Madre Cabrini com a Rua Domingos de Morais (destacado em verde), pois muitos motoristas invadem a ciclofaixa para embarcar ou desembarcar passageiros fora da área designada.

 

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https://goo.gl/maps/fGfJ6DTvtYTotnE56

3. Solicitamos que as sarjetas da Rua Madre Cabrini sejam refeitas em todo trecho entre a Rua Domingos de Morais e a Rua Coronel Lisboa, conforme mapa abaixo:

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https://goo.gl/maps/NKbauWKy5AZtqxKQ6

As fotos abaixo demonstram a necessidade da reforma das sarjetas no trecho:

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4. Solicitamos que o buraco existente na altura do número 308 seja reparado e recapeado novamente.

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5. Solicitamos que seja feita alguma obra de acalmamento de tráfego na esquina da Rua Madre Cabrini com a Praça da Bíblia e no cruzamento da Rua Madre Cabrini com a Rua Coronel Lisboa, assim como também sejam instaladas placas de “Na conversão dê prioridade para pedestres e ciclistas” (exemplo abaixo). Também solicitamos que sejam instalados segregadores, prismas de concreto ou algum outro elemento segregador a partir do número 400 da Rua Madre Cabrini até a esquina com a Rua Sena Madureira (trechos críticos em verde), pois motoristas invadem a ciclofaixa nesses locais para fazer conversões ou retornos proibidos. 

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http://cetspeducacao.blogspot.com/2014/12/pedestres-e-ciclistas-sao-prioridade.htmlhttps://goo.gl/maps/ub2gvL3RG3Bj2j9e6
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https://goo.gl/maps/ub2gvL3RG3Bj2j9e6

6. Solicitamos que seja feita alguma obra de acalmamento de tráfego e que sejam instalados segregadores, prismas de concreto ou algum outro elemento segregador no trecho entre a Rua Coronel Lisboa e a a Rua Sena Madureira (em verde), em ambos lados do cruzamento.

 

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https://goo.gl/maps/Jy1nMtMNLU6PpQkN6

 

7. Solicitamos que a sarjeta da Rua Coronel Lisboa seja refeita entre a Rua Madre Cabrini e a Rua Sena Madureira (altura do número 323). 

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8. Solicitamos que o guardrail seja retirado e seja feito o rebaixamento da guia e ampliação da calçada compartilhada no canteiro central da Rua Sena Madureira, o que trará melhorias para pedestres e ciclistas.

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https://goo.gl/maps/9UvLX1usTgzZTWKx5

 

9. Solicitamos que seja feita alguma obra de acalmamento de tráfego na esquina da Rua Coronel Lisboa com a Rua Estado de Israel, assim como também sejam instaladas placas de “Na conversão dê prioridade para pedestres e ciclistas”. Também solicitamos que sejam refeitas a sinalização de solo de “Pare” e as faixas de pedestres.

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10. Solicitamos que as sarjetas da Rua Coronel Lisboa sejam refeitas no trecho entre a Rua Sena Madureira e a Rua Pedro de Toledo, conforme mapa:

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https://goo.gl/maps/yQEoA15iC1rNbyHs9

As fotos abaixo demonstram a necessidade da reforma das sarjetas:

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11. Solicitamos que a placa de estacionamento que está na Rua Coronel Lisboa, altura do número 548 seja substituída por uma placa de “Proibido parar e estacionar” (R-6c).

 

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Agora vai poder estacionar na ciclofaixa?

 

 

11. Solicitamos que as sarjetas feitas recentemente entre a Rua Loefgren e Avenida Altino Arantes sejam refeitas, pois apresentam vários problemas, especialmente a grade do bueiro pode resultar no “encaixe” da roda de bicicleta e provocar quedas, conforme as fotos abaixo:

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12. Solicitamos que as sarjetas da Rua Primeiro de Janeiro e Alameda dos Boninas sejam refeitas no trecho entre a Rua Loefgren e Avenida Jabaquara, conforme mapa abaixo.

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Ihttps://goo.gl/maps/SCm8cS9SbUaGChSe7

As fotos demonstram a necessidade da reforma das sarjetas no trecho:

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Deixei o celular no chão para tirar as fotos, olha o desnível da sarjeta para o asfalto!

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13. Solicitamos que sejam instalados segregadores, prismas de concreto (‘super tachões’) ou algum outro elemento segregador resistente nos trechos entre a Rua dos Íris e a Avenida Jabaquara (destacados em verde), assim como também sejam instaladas placas de “Na conversão dê prioridade para pedestres e ciclistas” (exemplo abaixo).  pois muitos motoristas invadem a ciclofaixa nesses trechos para realizar ultrapassagens.

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https://goo.gl/maps/6rZS5Uhgqn1VksA79
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http://cetspeducacao.blogspot.com/2014/12/pedestres-e-ciclistas-sao-prioridade.html

 

Cruzamento da Alameda dos Boninas com a Av. Senador Casemiro da Rocha:

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No cruzamento da Alameda dos Boninas com a Avenida Jabaquara é necessário consertar o semáforo de ciclistas, que está apagado há anos:

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15. Também solicitamos que as sarjetas abaixo sejam refeitas:

Via Numerações aproximadas onde a sarjeta deve ser refeita
Rua Madre Cabrini 578*, 564*, 550*, 546*, 542*, 528*, 496* (*toda quadra entre a Rua Domingos de Morais e Rua Coronel Lisboa), 400, 384, 332, 326, 314, 294, 214, 200, 108, 38.
Rua Coronel Lisboa 1000, 958, 928, 900, 840, 818, 810, 804, 752, 736, 690, 578, 674, 662, 652, 646, 620, 618, 588, 548, 524, 518, 514, 512, 508, 504, 476, 472, 460, 454, 434, 432, 412, 394, 386, 327, 309, 295, 279
Rua Primeiro de Janeiro 396, 370, 306, 294, 286, 276, 258, 248, 234, 186*, 182*, 180*, 170*, 168*, 160*, 150*, 142*, 134*, 120*, 108*, 72*, 20* (*toda quadra entre as ruas 11 de Junho e Loefgren) 
Alameda dos Boninas 35, 61, 99, 111, 147, 165, 171, 181, 253, 269, 341, 411 

 

Imagens do Google Maps registradas em fevereiro/2018, fotografias registradas em 04/janeiro e 09/janeiro/2020.

 

Atenciosamente, 

Câmara Temática da Bicicleta  

do Conselho Municipal de Trânsito e Transportes  

da Prefeitura Municipal de São Paulo   

Ofício da Câmara Temática de Bicicleta (CTB) para a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) a respeito da requalificação da ciclofaixa da Av. Bosque da Saúde

São Paulo, 17 de dezembro de 2019.

Ofício da Câmara Temática de Bicicleta (CTB) para a
Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) a respeito da requalificação da ciclofaixa da Av. Bosque da Saúde

A Câmara Temática de Bicicleta (CTB) solicita que a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) realize melhorias nos seguintes pontos na ciclofaixa da Avenida Bosque da Saúde, cuja requalificação foi dada como finalizada no dia 02 de dezembro de 2019.

  1. Implantar a conexão entre a ciclofaixa existente na Av. Bosque da Saúde e a ciclofaixa da Av. Jabaquara, conforme mapa e link abaixo: https://goo.gl/maps/sQjT3TK8Vw8H1Yn99 

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2. A sinalização de solo começa/termina na altura do número 189, porém há uma placa de “Término” na altura do número 209. Solicitamos que essa placa seja retirada pois a ciclofaixa da Avenida Bosque da Saúde deve ser conectada à ciclofaixa da Avenida Jabaquara.

Também na altura do número 189 faltam tachões nas linhas brancas (marcas de canalização) e no início da ciclofaixa.

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3. Na altura do número 245 há uma rua (entrada de vila), porém a ciclofaixa não foi pintada como área de travessia/conflito. Solicitamos que a pintura de solo seja feita em vermelho conforme Norma da CET (http://www.cetsp.com.br/media/945252/34g-revitalizacao-de-sinalizacao-para-espacos-cicloviarios-revd.pdf) que prevê que a sinalização de solo deve ser vermelha 10 metros antes, na área da travessia e 10 metros após a travessia.

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4. Na altura do número 257 a sarjeta não foi refeita e ainda está trincada e afundada. Solicitamos que seja refeita.

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5. Na altura do número 275 há outra rua (entrada de vila), onde a ciclofaixa não foi pintada como área de travessia/conflito. Solicitamos que a pintura de solo seja feita em vermelho conforme Norma da CET (http://www.cetsp.com.br/media/945252/34g-revitalizacao-de-sinalizacao-para-espacos-cicloviarios-revd.pdf) que prev6e que a sinalização de solo deve ser vermelha 10 metros antes, na área da travessia e 10 metros após a travessia.

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6. Na altura do número 375 também não foi sinalizada pintura de área de travessia/conflito como era antes da requalificação. Solicitamos que a pintura de solo seja feita em vermelho conforme Norma da CET (http://www.cetsp.com.br/media/945252/34g-revitalizacao-de-sinalizacao-para-espacos-cicloviarios-revd.pdf) que prevê que a sinalização de solo deve ser vermelha 10 metros antes, na área da travessia e 10 metros após a travessia.

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7. Na rotatória da Av. Bosque da Saúde com as ruas Bertioga e Juá, é necessário realizar melhorias de acalmamento de tráfego para garantir a segurança de pedestres e ciclistas (croqui abaixo).

7A. Instalar um semáforo com dois focos para ciclistas em frente ao número 519/543 (um sentido Praça da Árvore e outro sentido Av. Professor Abraão de Morais), com tempo específico para ciclistas; O farol atual cria conflitos entre ciclistas na ciclofaixa e carros subindo a Bosque.

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7B. Construir 3 ilhas para pedestres;

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7C. Transformar a rotatória em calçada para proteger pedestres (atualmente é asfalto com prismas);

7D. Implantar 7 novas travessias de pedestres;

7E. Ampliar a calçada na esquina da Rua Juá com a Av.Bosque da Saúde.

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Croqui para a rotatória da Av. Bosque da Saúde X Rua Bertioga X Rua Juá, na região da Praça da Árvore.

8. Na altura do número 547, entre o ponto de ônibus e a garagem do prédio foram instaladas tachas, quando deveriam ser instalados tachões.

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Na altura do número 547, em frente à garagem do prédio da foto acima, é necessário refazer as sarjetas.

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Na altura do número 551 o asfalto novo já está trincado e afundado, sugiro que seja refeito.

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No cruzamento da Avenida Bosque da Saúde com a Rua Guairá é necessário fazer alguma obra de acalmamento de tráfego (como ampliar as calçadas nas esquinas ou criar ilhas de espera para ciclistas e pedestres. A maioria dos motoristas para em cima da ciclofaixa e da faixa de pedestres para ver a movimentação e atravessar, o que é um risco para pedestres e ciclistas. 

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Na altura do número 701/707 há um remendo que não está nivelado e pode causar quedas.

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Na altura do número 757 a sarjeta não foi refeita e está desnivelada, o que pode causar quedas.

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Olhem o motorista estacionando na ciclofaixa ao fundo…

No ponto de ônibus próximo à esquina com a Rua Itaboraí não há área para os ciclistas esperarem enquanto o ônibus está no ponto, o que é perigoso pois deixa os ciclistas expostos no cruzamento. Na antiga sinalização havia uma área para ciclistas esperarem, como é possível ver embaixo da bicicleta.

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Uma solução é ampliar as calçadas perto do cruzamento, criando uma área segura para ciclistas esperarem e encurtando a travessia de pedestres.

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Na altura do número 919 é necessário refazer e nivelar as sarjetas.

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Na altura do número 957 é necessário refazer e nivelar as sarjetas.

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Na altura do 959 há uma curva perigosa pois muitos veículos invadem a ciclofaixa. Sugiro que o trecho entre o 951 até a esquina da Rua Ibirarema seja pintado inteiramente de vermelho e que sejam implantados segregadores, prismas de concreto ou algum outro segregador de tráfego.Na foto abaixo é possível perceber que tachões já foram arrancados devido às invasões.

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Repare que um dos tachões já foi arrancado por carros ou ônibus.

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No cruzamento da Av. Bosque da Saúde com a Rua Ibirarema é necessário instalar semáforos para ciclistas pois se o ciclista seguir os semáforos da Av. Bosque da Saúde para carros, ele vai colidir com os demais veículos. Também é necessário fazer acalmamento de tráfego pois os motoristas viram em alta velocidade, ampliar as calçadas para diminuir a distância da travessia dos pedestres pode ajudar.

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Na altura do número 1039 as placas do ponto de ônibus estão no local errado.

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No final da ciclofaixa, próximo à esquina da Av. Professor Abraão de Morais a ciclofaixa acaba antes da faixa de pedestres. Sugiro sinalizar a ciclofaixa até a faixa de pedestres, onde o ciclista que desce poderá desmontar e atravessar. Também seria bom retirar a placa de “Término” já que há a previsão da implantação de ciclovia na Av. Professor Abraão de Morais/RIcardo Jafet no Plano Cicloviário divulgado pela Prefeitura/CET.

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Não foi feita nenhuma melhoria no final da ciclofaixa, apenas colocaram uma placa de “Término”.

Imagens do Google Maps registradas em fevereiro/2018, fotografias registradas em 07/dezembro/2019.

 

Atenciosamente, 

Câmara Temática da Bicicleta  

do Conselho Municipal de Trânsito e Transportes  

da Prefeitura Municipal de São Paulo   

Ata da Reunião Técnica da CTB com a CET – 05/11/2019

Câmara Temática de Bicicleta
REUNIÃO TÉCNICA CET 5/11/2019

5 DE NOVEMBRO DE 2019 / 15h / Rua Barão de Itapetininga, 18

Membros CTB presentes: Sasha, Lucian, Bacalá, Leandro.

PAUTAS PRÉ-ESTABELECIDAS
● Plano Cicloviário
● BikeSP
● Informes (Saída associações e eleições)

PLANO CICLOVIÁRIO
Reunião começa às 15:03.
Sasha abre a reunião recapitulando as pautas sugeridas.
Elisabete diz que o anúncio do Plano Cicloviário depende do Prefeito e
recapitula as metas de 2019 que são
38km de novas conexões
175km de requalificações
Assegura que a prefeitura vai conseguir cumprir as metas estipuladas ainda pra
2019.
Michael faz uma apresentação e abre uma lista com as obras 100% completas.
A CTB questiona um pouco o critério, pois eles se referem às “obras” em separado
de “sinalização”. As obras apontadas como concluídas são apenas as que tiveram
fresa e recapeamento concluídos, não a sinalização.

Explicam que as obras feitas até agora se referem a 2 empresas cuja ata de
preços a CET aderiu
39km FBS/Soebe e 1,1km Fremix, totalizando 40km de ciclovias já
requalificadas com obras 100% prontas (usando o critério só de recapeamento).

Apresentam um 2o grupo de ciclovias com obras em andamento
3o grupo com as obras de início iminente.

Os membros da CTB elogiam alguns aspectos das requalificações e do trabalho da
CET, em particular a mudança do texto nas faixas vinílicas indicativas de obra,
a nova distância dos tachões de 1m.
Reclamam que há um descompasso entre a fresa e recapeamento e a nova
sinalização, principalmente da pintura da faixa de segregação. Ainda que os
tachões e a pintura completa demorem a serem executadas, a faixa de segregação é
muito importante para evitar que o espaço volte a ser invadido por carros.
A CET explica que devido ao pedido da CTB e aos riscos da rua da Consolação,
adotou um procedimento especial de fazer a pintura da sinalização da faixa de
bordo antes de terem terminado a fresa e recape, praticando as intervenções por
trechos. A CTB elogia esse procedimento e pede que algo similar seja aplicado
nas outras vias.
Pedem principalmente que as ciclofaixas de mão dupla recebam cuidado redobrado
com o cronograma das atividades, pois são particularmente perigosas para os
ciclistas na mão contrária aos carros utilizando o espaço sem a demarcação.
Bacalá fala sobre a implementação do projeto de ciclovia da
Consolação/Roosevelt, que originalmente foi implantado um projeto que não era a
versão final do traçado, que havia sido estudada uma versão superior e mais
retilínea que não envolvia passar por cima do canteiro central em pedra
portuguesa.
Sugestão de encaminhamento: conversar diretamente com o João Previs sobre o
projeto específico do final da ciclofaixa da Consolação / Praça Roosevelt
Elisabete anuncia que estão com 2 contratos para fechar (adesão de atas) na Zona
Leste.
Devem ser assinados antes do dia 20, data que as atas expiram.
A CET está finalizando os projetos dos 38km de novas conexões.
Quase 100% dos projetos das requalificações estão prontos.
A meta da CET é terminar os projetos de todos os 38km de requalificações até o
dia 20 de novembro para poder contratar os serviços por ata de preços, e

executar tudo até o final do ano. Estão preparando os contratos e até o dia 20
será apenas questão de anexar os projetos prontos e assinar a contratação.
Os km de conexões que iam ser feitos por PPPs serão feitos em 2020, mas os 38km
da meta de 2019 serão aqueles feitos por ata de preços.

Questionada pelos membros da CTB sobre o Plano Cicloviário, Elisabete afirmou
que não está prevista nenhuma retirada. Há algumas propostas de remanejamento,
mas estão todas sob análise, nenhuma definida.
Questionamos se esses 38km da meta para 2019 serão executados mesmo sem o
anúncio/publicação do Plano Cicloviário, e Elisabete garantiu que sim, da mesma
forma que as requalificações, as novas conexões vão avançando mesmo sem o plano
publicado.

PROGRAMA BIKE SP
Questionamos o BikeSP que estava em pauta. A Bete reportou que não tiveram
nenhum avanço nessa pauta, e que ficou atrasado mesmo. Estavam com o texto da
minuta original de regulamentação ainda, sem alterações. Disse que iam falar com
o Caram para ver se outra pessoa dentro do SMT pode assumir essa discussão.
Depois falaram que os novos contratos de ônibus remuneram as empresas pela
prestação de serviços, não por catracada, o que significa que a forma como
estava previsto o subsídio não funcionaria mais (?). E que teriam que pensar em
toda uma nova maneira de fazer essa remuneração. Vão retomar as conversas com o
vereador Police Neto.
CTB entrega recente abaixo-assinado com quase 1500 assinaturas pedindo que a
regulamentação seja feita logo.

INFORMES, SAÍDA ASSOCIAÇÕES E ELEIÇÕES
Elisabete informa que as entidades já haviam enviado uma carta questionando a
legitimidade da CTB e anunciando a sua saída. A carta foi mostrada para a CTB,
que desconhecia o seu conteúdo. CET/SMT enviaram para seu departamento jurídico
analisar como fica a CTB com a saída das associações. A primeira vista, em se

tratando de um conselho consultivo, e não deliberativo, enxergam que os
trabalhos podem continuar sendo feitos.
Pela prefeitura o assunto vai sendo tocado e os trabalhos continuando.
Foi feita uma conversa e foi sugerido que a CTB, com os membros que optaram por
continuar as atividades, poderiam encaminhar uma carta para a CET com seu
entendimento jurídico de como devem proceder, quem deve poder continuar atuando,
e o que propõe para dar continuidade. Foi explicado que a CTB não recebeu esta
carta e qual foi o procedimento de eleições internas adotado ao longo dos dois
últimos anos para todos que foram indicados, que nunca houve número de
participantes maior do que vagas disponíveis, etc. Quem pode dar uma resposta
final deve ser o presidente do CMTT (ao qual a CTB é vinculada) após se
consultar com o departamento jurídico da STM.
Encaminhamento: a CTB ficou de enviar as atas com as eleições internas dos
membros, bem como o documento de consolidação das regras internas. CTB vai
avaliar se dá uma resposta às cartas das associações. Procurará nos registros
das atas anteriores todos os registros de votações de aprovação dos membros. A
Prefeitura ficou de compartilhar a avaliação do departamento jurídico da STM e
eventual resposta do presidente do CMTT.

Sugestões de Pautas da CET para a última reunião do ano: Elisabete fala de
convidar os pesquisadores do IME para falar sobre o uso de dados da pesquisa
Origem e Destino para políticas para bicicleta e apresentar junto o trabalho do
Lucian/Juliana do Metrô sobre as distâncias percorridas pelas viagens de
automóveis
Elisabete fala de trazer os funcionários da SPTrans para falar sobre o conflito
de bicicletas embarcando nos ônibus
Encaminhamento: a CTB concordou e vai encaminhar uma lista de terminais urbanos
prioritários para a instalação de bicicletários públicos.

REUNIÃO ENCERRADA 16:50

Ofício da Câmara Temática de Bicicleta ao prefeito Bruno Covas – 16/10/2019

A Câmara Temática de Bicicleta (CTB), conselho técnico consultivo, integrante do
Conselho Municipal de Trânsito e Transportes e ligado à Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes, vem, por este ofício, solicitar urgência ao prefeito Bruno Covas para:

  1. Apresentar e executar o Plano Cicloviário baseado nas prioridades já amplamente discutidas com a CTB e a sociedade;
  2. Regulamentar a Lei Bike SP;
  3. Vetar o trecho do Substitutivo ao Projeto de Lei 513/2019 que altera o inciso II do artigo 340 do Plano Diretor Estratégico que desvirtua o uso do Fundurb para a mobilidade sustentável.

A falta destas ações atrasa o Plano de Mobilidade(1) da cidade, provoca insegurança quanto ao processo participativo e causa prejuízos para as pessoas. Destacamos ainda que, infelizmente, as mortes de ciclistas triplicaram no primeiro semestre de 2019(2). A situação provavelmente seria bem diferente se não tivesse acontecido a interrupção de implantação de ciclovias/ciclofaixas, que ocorre desde o final de 2016, e mortes poderiam ter sido evitadas. Atualmente a malha cicloviária, que notoriamente protege vidas de todos os modais(3), ainda representa menos de 3% do total de vias da Cidade de São Paulo.

A CTB tem como o objetivo geral: “Construir uma política cicloviária para a cidade de São Paulo a partir do diálogo entre representações de ciclistas e o poder público municipal(4). Fica ainda a dúvida se o diálogo será ignorado na prática.

As conselheiras e conselheiros voluntários da CTB participaram de cerca de 34 reuniões com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) desde a última eleição municipal, sendo 14 após o primeiro anúncio de um novo Plano Cicloviário realizado no dia 03/08/2018. Após tal anúncio, a Câmara Temática de Bicicleta, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e a Iniciativa Bloomberg para Segurança Global no Trânsito (BIGRS) organizaram de forma conjunta a realização de 11 oficinas com a sociedade civil sobre os dados e todos os estudos da CET que pudessem ajudar a fundamentar o Plano Cicloviário. Em cada um dos workshops compareceram moradores, comerciantes, ciclistas, associações e outras entidades, que debateram os detalhes do Plano Cicloviário para cada uma das 32 subprefeituras da cidade de São Paulo. Durante esse processo foram sugeridas várias vias para implantação de novas estruturas e a conexão das existentes, sobretudo na periferia, mas nunca foi mencionada nenhuma remoção. Inclusive, todos os estudos apresentados pela própria CET enfatizavam a necessidade da implantação de novas estruturas visando preservar vidas(5).

Após esse processo, que durou cerca de 10 meses entre Agosto de 2018 e Maio de 2019, a CET organizou 10 audiências públicas para apresentar o Plano Cicloviário em todas regiões da cidade, que ocorreram entre os meses de maio e junho de 2019(6). Durante estas 10 audiências (bem como nas outras 6 audiências públicas sobre infraestruturas cicloviárias, organizadas pela CET em 2017 e 2018), quase sempre a totalidade das pessoas se manifestaram a favor da implantação de novas estruturas cicloviárias e, em nenhuma delas, foram mencionadas remoções ou retiradas.

Em nenhuma destas reuniões, oficinas ou audiências o prefeito Bruno Covas compareceu, mas o seu pedido para que as informações fossem amplamente e calmamente discutidas foi atendido. A sociedade participou e cobrou a expansão da malha cicloviária. Ela também pediu melhorias das ciclovias/ciclofaixas existentes, obras de acalmamento de tráfego, a intensificação da fiscalização e novas políticas cicloviárias
positivas.

A regulamentação da Lei Bike SP (que estava no Plano de Metas original desta Gestão) geraria um importante incentivo para a mobilidade sustentável e reequilíbrio das contas. A lei foi aprovada em 21 de setembro de 2016, já tendo esperado 3 anos sem regulamentação. A principal explicação da Prefeitura para não regulamentar o programa vinha sendo imbróglio jurídico que acompanhava o sistema de ônibus da capital, que vinha operando por contratos emergenciais. Acontece que essa questão já foi resolvida, a nova licitação foi bem sucedida e os contratos já foram assinados(7). Não resta mais empecilho, o programa BikeSP já pode ser regulamentado e os munícipes poderiam ser beneficiados ainda este ano(8).

Por fim a Câmara Temática de Bicicleta solicita que o prefeito VETE o trecho do Substitutivo ao Projeto de Lei 513/2019 que altera o inciso II do artigo 340 do Plano Diretor Estratégico desvirtua o uso do Fundurb e vai na contramão da mobilidade sustentável. A alteração, que foi incluída por substitutivo horas antes da aprovação do PL, é uma alteração extremamente significativa a um dos principais instrumentos do Plano Diretor Estratégico e não passou por nenhuma audiência pública ou debate com a sociedade(9). A mudança no texto desvirtua a parcela do Fundurb voltada para avanços na mobilidade ao permitir que estes recursos sejam usados para obras que favorecem essencialmente os carros. Essa mudança também contraria a Política Nacional de Mobilidade Urbana(10), que estabeleceu em suas diretrizes a prioridade da mobilidade ativa sobre a motorizada, e dos serviços de transporte público coletivo sobre o transporte individual motorizado, diretrizes estas reproduzidas e reforçadas a nível municipal com o Plano de Mobilidade de São Paulo. A descaracterização da reserva de um fundo para mobilidade, ao permitir que seja utilizada em benefício do transporte individual motorizado e em ações de zeladoria, vai diretamente contrária às duas leis citadas, sendo necessário, portanto, que o prefeito vete a alteração posta na lei 513/2019.

Sendo assim, solicitamos ao prefeito Bruno Covas que atenda urgentemente as três solicitações mencionadas acima, que certamente contribuirá para uma Cidade melhor para todas as pessoas.

Atenciosamente,

Câmara Temática da Bicicleta
do Conselho Municipal de Trânsito e Transportes
da Prefeitura Municipal de São Paulo

REFERÊNCIAS:

  1. https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/chamadas/planmobsp_v072__1455546429.pdf
  2. https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2019/04/24/triplica-o-numero-de-mortes-de-ciclistas-no-1o-trimestre-de-2019-em-sao-paulo-diz-infosiga.ghtml
  3. https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2019/06/03/acidentes-de-transito-caem-38percent-por-ano-onde-foram-implantadas-ciclovias-na-zona-oeste-de-sp.ghtml
  4. http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/chamadas/regimento_interno_ciclistas_4_1435946756.pdf
  5. http://vadebike.org/2015/10/queda-mortes-ciclistas-transito-estatistica-cet-sao-paulo/
  6. https://participe.gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/plano-cicloviario
  7. http://www.capital.sp.gov.br/noticia/prefeitura-assina-contratos-da-licitacao-do-transporte-publico-por-onibus
  8. https://bikezonasul.org/2019/09/30/bike-sp-e-o-cartao-ciclista-o-que-e-quando-vai-chegar-em-sao-paulo/
  9. https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2019/10/vereadores-alteram-regra-que-garantia-verba-para-pedestres-ciclistas-e-onibus-em-sp.shtml?fbclid=IwAR3sJWe3yHOANkK66M150h18ZXu3kGZFGjnJoFUyH
    eklXjxRNxm8SVmOPZc
  10. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12587.htm

Leia mais sobre a Câmara Temática de Bicicleta e suas ações aqui!

[Texto elaborado e aprovado pelos membros da Câmara Temática de Bicicleta do Conselho Municipal de Trânsito e Transportes da Prefeitura Municipal de São Paulo]

(Equipe Bike Zona Sul: Kristoffer Willy, Lucian de Paula, Paulo Alves e Thomas Wang)

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Avaliamos o bicicletário do IME USP!

Ser aluno da Universidade de São Paulo (USP) não é fácil devido ao árduo concurso de entrada, mas mais difícil que a FUVEST é se deslocar para/do/dentro dos campus. Estou iniciando um artigo sobre se deslocar para/dentro da/saindo da Cidade Universitária Armando Salles de Oliveira (CUASO), o campus que fica na região do Butantã, Zona Oeste de São Paulo.

Enquanto esse post não sai, vou avaliar os bicicletários de diferentes institutos da Cidade Universitária, hoje é a vez do Instituto de Matemática e Estatística, o IME!

 

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Parte do bicicletário do IME, com suportes U invertido. (Thomas Wang/BZS)

O IME possui um bicicletário ao lado do Bloco B, logo depois da porta de entrada principal. Ele está meio escondido, sinalizamos em vermelho o local e as rotas de acesso. Veja no mapa:

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Localização do bicicletário do IME USP. (Adaptado do Google Maps)

 

 

Avaliação Geral

Acessibilidade: 5/10
– O bicicletário está escondido e não há rota sinalizada até ele.
– O bicicletário está perto da entrada de ambos prédios da faculdade, então o ciclista não tem que andar muito após trancar a bike.

Segurança: 6/10
– Há paraciclos do tipo U invertido, mas também há paraciclos ‘entorta roda’.
– Não tem seguranças ou controle de acesso.

Praticidade: 7/10
– O acesso é ruim e o bicicletário está escondido.
– O bicicletário está perto da entrada de ambos prédios da faculdade, então o ciclista não tem que andar muito após trancar a bike.

Conforto: 6/10
– Possui bancos no local.
– Não possui banheiros e bebedouro no local, é preciso entrar nos prédios – os mais próximos estão no Bloco B.

Avaliação final: 6,00/10,00

IME USP
R. do Matão, 1010 – Cidade Universitária, Butantã – São Paulo
(11) 3091-6101

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Paraciclos U invertido. (Thomas Wang/BZS)
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Paraciclos ‘entorta roda’ cheios no lado esquerdo, mostrando que faltam vagas no bicicletário. (Thomas Wang/BZS)

 

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)

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Plano Cicloviário: como o atraso pode provocar mortes

No dia 03 de setembro fui atingido e derrubado por um motorista na Rua Domingos de Morais, que já deveria ter ciclovia há mais de 1 ano!

Eu estava voltando de uma reunião com a CET – Companhia de Engenharia de Tráfego na qual entreguei o documento “Ações Emergenciais para Segurança Viária de Ciclistas“. São sugestões da Câmara Temática de Bicicleta para proteger as vidas de ciclistas e pedestres. No meu caminho usual, um motorista trocou de faixa sem dar seta, me acertou e me derrubou.

A ciclovia da Rua Domingos de Morais foi aprovada em audiência pública em 13 de março de 2018, mas até agora as obras não começaram! Um detalhe: a ciclovia não vai custar nada para a Prefeitura, pois será construída pelo Colégio Marista Arquiodicesano como contrapartida de uma obra já que o Colégio é um polo gerador de tráfego na região.

Em São Paulo não é implantada nenhuma ciclovia desde 2016, quando a implantação da ciclovia da Av. Ricardo Jafet foi cancelada pelo ex-prefeito João Doria, que abandonou a Prefeitura para se tornar governador. O atual prefeito Bruno Covas não implantou nenhuma ciclovia, mesmo com as mortes de ciclistas triplicando em 2019. 

Bruno Covas defende a “Visão Zero” e o Plano de Segurança Viária e se orgulha da parceria com a Bloomberg Philanthropies, organização fundada pelo ex-prefeito de Nova York (EUA), Michael Bloomberg. Enquanto Nova York (EUA) libera verba emergencial para a construção de ciclovias após a morte de 17 ciclistas em um ano, São Paulo continua sem novas ciclovias pois o prefeito Bruno Covas não anuncia o Plano Cicloviário!

O mesmo Plano Cicloviário construído com a população através de 11 workshops e 10 audiências públicas e auxílio da Bloomberg Philanthropies, que ainda está parado no gabinete do prefeito! Segundo a Secretaria de Mobilidade e Transportes, o prefeito não encontrou tempo na sua agenda para fazer o anúncio do Plano Cicloviário… Ou será que o Covas está mais preocupado com as alianças políticas com vereadores?

Leia mais sobre os workshops audiências públicas aquiaquiaqui!

Eu quase morri em 2013, quando fui atropelado por uma motorista que desrespeitou o farol. Rolei por cima do carro dela, ela tentou fugir e testemunhas pararam ela. Ela foi declarada culpada nos processos criminal e civil, enquanto eu recebi uma indenização por causa dos gastos médicos e da bicicleta, que foi destruída na colisão. Mesmo assim, nenhum dinheiro vale os 8 meses sem poder por o pé no chão. Na Domingos de Morais, mais uma vez Deus me protegeu da imprudência alheia. Se eu tivesse morrido na Domingos de Morais, de quem seria a culpa? Do prefeito Bruno Covas, da CET ou do Colégio Marista Arquidiocesano?

CET e Arqui, cadê a ciclovia da Rua Domingos de Morais? Vocês precisam que alguém morra ali para começar a obra?

Prefeito Bruno Covas, quando você vai apresentar o Plano Cicloviário? As pessoas estão morrendo nas nossas ruas, não podemos deixar isso acontecer!

Me ajude a cobrar o prefeito Bruno Covas, a CET e o Arqui, clique aqui para assinar a petição!

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)

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Sem ciclofaixa de lazer e sem ciclovia na Rua Domingos de Morais

Mesmo sem a operação da Ciclofaixa de Lazer prometida pela Prefeitura de São Paulo, ciclistas utilizam a faixa que deveria estar segregada por cones que geralmente funcionava aos domingos e feriados.

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Ciclistas na Rua Domingos de Morais, com a Igreja de Nossa Senhora da Saúde ao fundo. (Paulo Alves/Bike Zona Sul)

A operação foi interrompida após término do contrato com a Bradesco Seguros. A Prefeitura disse que assumiria as Ciclofaixas de Lazer até a contratação de uma nova empresa mas, no entanto, descumpriu a promessa.

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Ciclistas na Rua Domingos de Morais, na altura do Shopping Metrô Santa Cruz. (Paulo Alves/Bike Zona Sul)

No mesmo local, também já deveria estar implantada a ciclovia da Rua Domingos de Morais, já aprovada por unanimidade em audiências públicas, mas até o momento sem nenhum sinal de implantação.

Esperamos que o prefeito Bruno Covas, a CET e o Colégio Marista Arquiodicesano iniciem as obras da ciclovia da Rua Domingos de Morais o quanto antes! Não queremos que mais pessoas sejam atropeladas nessa rua!

Vamos cobrar o Bruno Covas, a CET e o Arquiodicesano, assine a petição clicando aqui!

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Ciclistas na Rua Domingos de Morais, na altura da Rua Luis Góis. (Paulo Alves/Bike Zona Sul)

(Equipe Bike Zona Sul: Paulo Alves e Thomas Wang)

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Bike SP e o Cartão Ciclista: O que é? Quando vai chegar em São Paulo?

Quem nunca experimentou, provavelmente tem uma certa preguiça de ir para o trabalho de bicicleta. Muitas vezes por nunca ter pensado na possibilidade ou simplesmente acreditar que o trajeto seja inviável. Mas quem faz seus deslocamentos para o trabalho de bicicleta geralmente começou com o apoio de outros ciclistas. É uma transição bem intimidante de se fazer sem nenhum incentivo.

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Bicicletário de funcionários na Reitoria da Universidade Federal de São Paulo. (Lucian De Paula/Bike Zona Sul)

Como forma de estimular o uso da bicicleta como meio de transporte, em setembro de 2016, a gestão Haddad aprovou a Lei Nº 16.547/16 de autoria do vereador José Police Neto, que institui o . Um programa que nasce integrado ao Plano Municipal de Mobilidade Urbana e que se propõe a pagar trabalhadores da cidade para que utilizem a bicicleta em parte ou em todo o trajeto até o trabalho.

Mas será que importa mesmo para as políticas públicas se o cidadão vai para o trabalho de carro ou de bicicleta? A resposta correta é sim.

O modo como nos deslocamos é uma decisão individual, porém essa escolha implica em externalidades (efeitos externos, que afetam outros que não tem nada a ver com nossa decisão) que impactam diretamente a cidade e a qualidade de vida. Quando alguém opta por utilizar o carro, por exemplo, ocupa muito espaço no viário (88% do espaço, apesar de carros transportarem apenas 30% dos usuários da via), ocupa espaço de solo para estacionamento, polui emitindo fuligem e gases de efeito estufa, e, considerando que 66% das mortes no trânsito são colisões ou atropelamentos, o dano à saúde pública não pode ficar fora da conta.

Essas são as externalidades negativas que uma decisão individual pode impactar na vida coletiva. Quando alguém opta por utilizar o ônibus, está utilizando o espaço nas ruas de maneira mais racional do que se estivesse de carro. Um ônibus polui na ordem de 10 vezes menos do que o automóvel particular por passageiro transportado (algo bom), porém o passageiro adicional está contribuindo para a lotação do transporte coletivo e gerando um gasto para a prefeitura, já que a passagem é subsidiada (algo ruim). Quando alguém opta pela mobilidade ativa (andar a pé, de bicicleta ou outro veículo de propulsão humana) está ocupando um espaço mínimo no viário, deixando folga para o fluxo de outras pessoas, não polui e está ficando mais saudável. Isso significa menos doenças crônicas ligadas ao sedentarismo e poluição, e menos gastos públicos com o sistema de saúde. Só externalidades positivas.

Sendo uma decisão individual, não se pode obrigar alguém a utilizar um modal de transporte, mas certamente se pode incentivar. Quando o poder público faz uma faixa exclusiva de ônibus, quando constrói uma ciclovia, quando subsidia o bilhete do sistema de trilhos, quando duplica pistas da Marginal, quando reforma uma calçada, todos estes são incentivos para que se utilize determinado modal. Para vencer a inércia mencionada no início do texto e provocar as pessoas para que experimentem uma nova forma de deslocamento, adotou-se o mais simples dos incentivos: pagar pela viagem.

Esta decisão não é sem precedentes. Já existem iniciativas nesse sentido em outros paísesbeneficiando os trabalhadores ou até mesmo as crianças que escolherem se deslocar de bicicleta. Inclusive, no Brasil, há a experiência pioneira do Ministério Público Federal de Pernambuco onde, para cada 15 dias que o servidor for trabalhar de bicicleta, ganha o direito de abonar 1 dia de trabalho. A estratégia é positiva não só pelo ponto de vista do município, mas do trabalhador e do seu empregador. Pessoas menos sedentárias passam menos dias doentes, trabalham com maior disposição, rendem mais e são mais felizes.

O Bike SP paulistano propõe remunerar as pessoas que optem por utilizar a bicicleta ao invés do veículo automotor individual ou o transporte coletivo. Uma ideia com muito potencial: apesar de uma certa ilusão do senso comum de que a cidade é inviável para o uso da bicicleta, ou que as distâncias a serem percorridas são muito grandes, os dados mostram que 60% dos deslocamentos de automóvel na capital são trajetos curtos, de até 5 km. O Bike SP também não exige que o trajeto seja inteiramente feito de bicicleta, e a intermodalidade também será remunerada. Um trabalhador que substitua um ônibus até uma estação de metrô pela bicicleta mais o deslocamento pelos trilhos, também será contemplado com os créditos do programa, e de quebra ainda economiza uma condução.

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Bicicletário e paraciclos da estação Hospital São Paulo da Linha 5-Lilás (Capão Redondo-Chácara Klabin) onde é possível deixar a bicicleta e embarcar nos trens rumo ao destino final. (Lucian De Paula/Bike Zona Sul)

Para a prefeitura o projeto é duplamente vantajoso, pois além de favorecer a mobilidade, gera economia para o erário. Cada viagem de ônibus que alguém faz na cidade, mesmo as integrações, custa algo entre 2 e 6 reais em subsídios, dependendo da área de concessão e perfil do usuário. Assim, através do pagamento para o ciclista, a prefeitura embolsa a diferença dos subsídios, ao mesmo tempo em que reduz a lotação dos ônibus, e todos saem ganhando.

O programa deve avaliar a concessão de créditos pensando em critérios como local e horário (horários e linhas mais lotadas se beneficiam mais se um dos usuários optar pela bicicleta) bem como gratuidades e descontos. Desta forma, se um estudante que possui passe livre e tem a tarifa inteiramente subsidiada aderir ao programa, a economia para a prefeitura é maior, e ela pode remunerar mais generosamente o este usuário. Da mesma forma o trabalhador que realiza 3 baldeações gratuitas com o Bilhete Único gera uma economia maior para a prefeitura quanto mais ele estiver disposto a pedalar e, portanto, deve ter uma contrapartida de créditos maior.

Se a lei que criou o Bike SP já foi aprovada, por que o paulistano não consegue ser remunerado para ir trabalhar ou estudar de bicicleta?

Um dos motivos é que a prefeitura não se decidiu como fazer o controle do programa. A Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes está encarregada desde setembro de 2016 de desenvolver o texto da regulamentação do programa e definir precisamente quanto pagar, de que forma o usuário deve se inscrever e, principalmente, como fiscalizar e garantir que o trabalhador está indo para o trabalho de bicicleta. As discussões internas originalmente sugeriam um controle por aplicativo de celular. Assim como os aplicativos de treino, ele marcaria o trajeto e a distância percorrida por bicicleta utilizando o GPS e plano de dados do celular. Empacou aí. Acharam uma solução precisa, tecnológica e… um tanto restritiva. Segundo a Pesquisa de Mobilidade 2012 Mini-OD da Companhia do Metropolitano de São Paulo, 64% dos ciclistas paulistanos ganham até 4 salários mínimos. Um perfil bastante diferente do retrato de quem possui smartphone com aplicativos e plano de dados ilimitados para registrar trajetos diários por satélite.

Pior, quando João Dória foi eleito, em 2017, a regulamentação e implementação do Bike SP constava no Plano de Metas da gestão. Mas após a sua renúncia para assumir o governo do estado, o vice-prefeito Bruno Covas iniciou um processo de revisão do Plano de Metas para o biênio 2019–2020, e nesta versão mais recente o Programa Bike SP simplesmente 

Enquanto a SMT (Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes) tenta bolar uma maneira offline de fiscalizar a implantação do seu projeto e garantir que ele seja acessível por toda a população, à sociedade civil cabe pressionar para que uma solução, mesmo que imperfeita, seja implantada o mais rápido possível. Está mais do que na hora de mudarmos a forma que encaramos a jornada casa-trabalho. Insensato como é hoje, já pagamos muito caro por isso.

Para isso, criamos uma petição para cobrar o prefeito Bruno Covas, clique aqui para assinar!

(Equipe Bike Zona Sul: Lucian De Paula)

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Pedalamos no Hopi Hari!

Tivemos a oportunidade de fazer parte de uma equipe incrível durante o passeio ciclístico Hopi Bike, no parque de diversões Hopi Hari! O pedal foi organizado organizado pelo Vá de Bike com apoio da Tembici / Itaú, além de outras empresas.

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Foto: Bike Zona Sul / Paulo Alves

O passeio ciclístico buscou promover o uso da bicicleta no parque, durante o Dia Mundial Sem Carro (22/09)! Essa ação foi inovadora pois, pela primeira vez, pessoas puderam pedalar na interna do parque temático poucas horas antes de sua abertura! Além disso, os participantes puderam conhecer toda a infraestrutura do local por meio de um tour guiado de bicicleta.

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Foto: Bike Zona Sul / Paulo Alves

A experiência foi simplesmente fantástica, é uma ideia muito criativa e inovadora! Através da nossa percepção como guias do passeio e pelo feedback dos participantes, a ação foi bastante positiva. Muitos participantes perguntaram quando será outra edição. Parabéns, Vá de Bike! Parabéns, Hopi Hari!

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Foto: Bike Zona Sul / Paulo Alves

Obrigado pelo convite e oportunidade participar desse momento.

(Equipe Bike Zona Sul: Paulo Alves e Thomas Wang / Em parceria com Vá de Bike)

 

#HopiBike #HopiHari #VádeBike #Bicicleta #Diversão #Lazer #DiaMundialSemCarro

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Estapar começa a cobrar pelo uso de bicicletário

38 anos focados em inovação e mobilidade urbana.

Esse é o lema da Estapar Estacionamentos, mas será que é verdade?

Um usuário de um bicicletário administrado pela Estapar no Conjunto Comercial Brascan Open Mall no Itaim Bibi enviou uma mensagem para o Bike Zona Sul e informou que a Estapar decidiu cobrar pelo acesso de bicicletas e patinetes. Segundo a empresa, a cobrança é pelo uso do espaço e seus custos de manutenção.

Nós, do Bike Zona Sul, nos posicionamos contra essa atitude, a qual consideramos retrógrada e contraditória. Atualmente a maioria das empresas que investem em um bicicletário fazem isso de forma gratuita devidos aos benefícios do modal de bicicleta. Muitas dessas empresas também afirmam que instalar bicicletários é uma forma de promover a sustentabilidade e/ou uma contra-partida aos impactos causados pelos veículos automotores.

Com essa atitude a Estapar está indo na contramão do Mundo, que investe na implantação de espaços dedicados aos ciclistas. Cada vez mais é possível ver espaços melhores, mais práticos e modernos, sendo sempre gratuitos para os usuários. Na maioria das vezes, os custos dos bicicletários são pagos através dos altos valores advindos do sistema rodoviário.

A Holanda, por exemplo, está construindo enormes bicicletários, a maioria gratuita para os ciclistas. Não é à toa que eles construíram o maior o bicicletário do mundo, que é totalmente gratuito (vejam aqui!).

Não estamos defendendo que alguns ciclistas não possam pagar pelo valor cobrado pela Estapar, mas falando em sustentabilidade, é totalmente questionável uma empresa que diz ser “focada em mobilidade urbana” cobrar pelo estacionamento de bicicletas.  

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As condições do bicicletário não justificam a cobrança. (Luis Felipe Bruin)
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A área do bicicletário é pequena, as vagas são apertadas, o suporte é inadequado e não há nenhuma estrutura. (Luis Bruin)

Como é possível ver nas fotos enviadas pelo Luis Bruin, as condições do bicicletário não justificam a cobrança: os suportes são inadequados e podem danificar as bicicletas (entorta roda), o espaço entre as bicicletas não é suficiente (os guidões das bicicletas estacionadas lado a lado batem nas bikes próximas), não há vestiários, armários ou bebedouro. 

Se a administração da Estapar deseja cobrar pelo uso do bicicletário, que seja um bicicletário perfeito em termos de acesso, segurança e recursos. Locais como o Shopping Paulista reformaram seus bicicletários seguindo dicas de ciclistas (leia aqui!) e mesmo assim não cobram pelo uso dos espaços.

Desde 01 de setembro , o uso do bicicletário custa R$ 55,00 para mensalistas e R$ 4,00 para o período de 12 horas.

Vale lembrar que pelas leis municipais bicicletários são obrigatórios em locais de grande fluxo de pessoas, como é o caso do condomínio Brascan Open Mall. Veja algumas das leis que regulam sobre a instalação de bicicletários:

Lei nº 13.995, de 10 de junho de 2005

Art. 1º Fica estabelecida a obrigatoriedade de criação de estacionamentos para bicicletas em locais de grande afluxo de público, em todo Município de São Paulo.

Art. 2º Para fins desta lei entende-se como locais públicos de grande afluxo os seguinte estabelecimentos:

a) órgãos públicos municipais;
b) parques;
c) shopping centers;
d) supermercados;
e) instituições de ensinos públicos e privados;
f) agências bancárias;
g) igrejas e locais de cultos religiosos;
h) hospitais;
i) instalações desportivas;
j) museus e outros equipamentos de natureza culturais (teatro, cinemas, casas de cultura, etc.); e
k) indústrias.

Lei nº 14.266, de 6 de fevereiro de 2007

Art. 8º Os terminais e estações de transferência do SITP, os edifícios públicos, as indústrias, escolas, centros de compras, condomínios, parques e outros locais de grande afluxo de pessoas deverão possuir locais para estacionamento de bicicletas, bicicletários e paraciclos como parte da infra-estrutura de apoio a esse modal de transporte.

O que você acha dessa atitude? Vamos pedir explicações para a Estapar: ou eles não cobram pelo uso do bicicletário ou que façam melhorias que justifiquem essa cobrança!

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Aviso da Estapar anunciando a cobrança pelo uso do bicicletário. (Luis Felipe Bruin)

 

(Equipe Bike Zona Sul: Paulo Alves e Thomas Wang / Colaborou Luis Felipe Bruin)

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