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Bike Zona Sul, Bike Zona Oeste e Câmara Temática de Bicicleta no aparecem no G1!

Ontem o Bike Zona Sul e o Bike Zona Oeste foram citados na matéria do G1 – O Portal de Notícias da Globo! Todas as imagens utilizadas pela Globo foram enviadas por ciclistas para o BZS ou para o BZO, que publicaram nas suas redes sociais e as encaminharam para a Câmara Temática de Bicicleta (CTB).

Com as fotos, a Câmara pode se posicionar e publicar uma Carta Aberta direcionada ao prefeito Bruno Covas, à Imprensa e à Sociedade Civil, que você pode ler clicando aqui!

Além disso, com as fotos também foi possível cobrar a CET quanto às ciclofaixas removidas, que enviou uma lista de ciclofaixas sob “requalificação”. Na Zona Sul temos:

Nas outras regiões da cidade temos:

  • Ciclofaixa Afonso Lopes Vieira, Subprefeitura Casa Verde/Cachoeirinha
  • Ciclofaixa da Av. dos Direitos Humanos, Subprefeitura Casa Verde/Cachoeirinha
  • Ciclofaixa Gabriel Migliori, Subprefeitura Casa Verde/Cachoeirinha
  • Ciclofaixa Mandaqui, Subprefeitura Casa Verde/Cachoeirinha
  • Ciclofaixa Orlando Garcia da Silveira, Subprefeitura Frequesia do Ó/Brasilândia
  • Ciclofaixa José da Natividade Saldanha, Subprefeitura Frequesia do Ó/Brasilândia
  • Ciclofaixa Ananias Holanda de Oliveira, Subprefeitura Vila Maria/Vila Guilherme
  • Ciclofaixa Parque Novo Mundo, Subprefeitura Vila Maria/Vila Guilherme
  • Ciclofaixa Corifeu de Azevedo Marques, Subprefeitura Butantã
  • Ciclofaixa Jaguaré, Subprefeitura Butantã

Vamos ficar de olhos para que todas essas ciclofaixas sejam sinalizadas novamente! E que o recapeamento e sinalização venham com melhorias!

Caso você encontre ciclofaixas sendo removidas ou em obras, mande para nós! Assim poderemos cobrar a Prefeitura para que as obras sejam entregues no prazo e as ciclofaixas sejam melhoradas!

Para ler a reportagem do G1 clique aqui!

(Equipe Bike Zona Sul: Paulo Alves, Lucian De Paula e Thomas Wang)

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Carta Aberta ao prefeito Bruno Covas, à Imprensa e à Sociedade Civil de São Paulo sobre o novo Plano Cicloviário e a eventual Remoção de Ciclovias

São Paulo, 28 de agosto de 2019.

Carta Aberta ao prefeito Bruno Covas, à Imprensa e à Sociedade Civil de
São Paulo sobre o novo Plano Cicloviário e a eventual Remoção de Ciclovias

O objetivo desta Carta Aberta é informar que a Câmara Temática de Bicicleta (CTB) – espaço vinculado ao Conselho Municipal de Transportes e Trânsito (CMTT) – tomou conhecimento dos comentários feito pelo prefeito Bruno Covas no dia 27/08/2019 à Rádio CBN(1), incluindo no qual o prefeito afirma que ciclovias serão removidas de acordo com “estudos da CET”.

Conforme o Programa de Metas da Prefeitura de São Paulo, publicado em 08/04/2019 pela Secretaria Especial de Comunicação(2), para o biênio 2019-2020 a Prefeitura tem como meta implantar 173,35 quilômetros de ciclovias/ciclofaixas e requalificar 310,6 quilômetros da malha atual (através de obras a implantação de melhorias e manutenção) até o final de 2020(3). Atualmente esta malha (teoricamente) tem 473,3  quilômetros e está presente em menos de 3% do total de vias da Cidade de São Paulo.

Sob o ponto de vista de custos financeiro e temporal, não faz sentido considerar a remoção de estruturas já existentes, dado que todo o trabalho para a elaboração do Plano Cicloviário foi justamente no sentido de conectar estruturas isoladas à malha cicloviária existente. Qualquer remoção ou retirada resultaria em atrasos no cronograma de obras, gasto do dinheiro dos contribuintes e risco para as pessoas que utilizam a estrutura em questão.

Segundo a Lei nº 16.885 de 16 de Abril de 2018 (“Lei SICLOS”), todas alterações de infraestruturas existentes ou novas (isso inclui a implantação, remanejamento ou remoção de ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas) só podem ser realizadas após planejamento da CET e debates com a sociedade civil através de audiências públicas.

 Considerando a Lei SICLOS e, seguindo o regimento da Câmara Temática da Bicicleta (CTB)(4), que tem como objetivo geral é: “Construir uma política cicloviária para a cidade de São Paulo a partir do diálogo entre representações de ciclistas e o poder público municipal”. Além disso, o regimento dessa Câmara também indica objetivos específicos para a CTB, incluindo:

  1. Mediar a relação entre grupos locais de ciclistas com a gestão.
  2. Contribuir na mediação da relação entre o poder público e a sociedade civil.
  3. Produzir documentos.
  4. Fiscalizar as implementações.

Dado o regimento dessa Câmara, seus membros participaram de cerca de 32 reuniões com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) desde a última eleição municipal, sendo 12 após o primeiro anúncio de um novo Plano Cicloviário realizado no dia 03/08/2018. Após tal anúncio, a Câmara Temática de Bicicleta, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e a Iniciativa Bloomberg para Segurança Global no Trânsito (BIGRS) organizaram de forma conjunta a realização de 11 oficinas com a sociedade civil sobre os dados e todos os estudos da CET que pudessem ajudar a fundamentar o Plano Cicloviário. Em cada um dos workshops compareceram moradores, comerciantes, ciclistas, associações e outras entidades,  que debateram os detalhes do Plano Cicloviário para cada uma das 32 subprefeituras da cidade de São Paulo. Durante esse processo, foram sugeridas várias vias para implantação de novas estruturas e a conexão das existentes, sobretudo na periferia, mas nunca foi mencionada nenhuma remoção. Inclusive, todos estudos apresentados pela CET, pela Iniciativa Bloomberg e demais participantes enfatizavam a necessidade da implantação de novas estruturas visando preservar vidas(5).

Após esse processo, que durou cerca de 10 meses entre agosto de 2018 e maio de 2019, a CET organizou 10 audiências públicas para apresentar o Plano Cicloviário em todas regiões da cidade, que ocorreram entre os meses de maio e junho de 2019(6). Durante as audiências, quase sempre a totalidade das pessoas se manifestaram a favor da implantação de novas estruturas cicloviárias e, em nenhuma delas, foram mencionadas remoções ou retiradas.  A sociedade  cobrou a expansão da malha cicloviária, sua, manutenção e a realização de melhorias das ciclovias/ciclofaixas existentes, tais como manutenção da pintura e placas, iluminação, obras de acalmamento de tráfego, duplicações e a intensificação da fiscalização.

Dado esse breve histórico e o intenso diálogo construído ao longo de um ano envolvendo a Câmara Temática de Bicicleta (CTB), a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), a Iniciativa Bloomberg para Segurança Global no Trânsito (BIGRS), diversas entidades civis, moradores, comerciantes e  ciclistas, esperamos que o prefeito Bruno Covas respeitará a Lei nº 16.885, e o esforço de inúmeros cidadãos e organizações que participaram deste processo (longo, democrático e técnico) que foi o desenvolvimento do Plano Cicloviário. Esperamos que ele implante as  novas estruturas cicloviárias planejadas pela CET em conjunto com a CTB e a população, sobretudo porque essas ciclovias e ciclofaixas irão melhorar a segurança de ciclistas e de demais modais, além de gerar benefícios para a economia e para a saúde da população(7).

Ainda é válido ressaltar que a utilização de operações de recapeamento de vias para o desmonte da estrutura cicloviária caracteriza um desvio do ato administrativo, podendo, inclusive, gerar eventuais ações com base na Lei 4.717/65 e responsabilidade do administrador, com base no Art. 11 e seguintes da Lei 8.429/92.

Lembramos também que, infelizmente, as mortes de ciclistas triplicaram no primeiro semestre de 2019(8). Isso provavelmente acontece, inclusive, devido à interrupção da implantação de ciclovias/ciclofaixas desde 2016, apesar do contínuo aumento da quantidade de pessoas utilizando a bicicleta como meio de transporte(9). A retomada da implantação de novas estruturas cicloviárias deve ser iniciada o quanto antes pois poderá evitar que mais pessoas sejam vitimadas e percam suas vidas no trânsito(10)(11).

Por fim, reafirmamos a nossa disposição em trabalhar em prol de uma cidade mais segura para todos, promovendo o diálogo construtivo, democrático e baseado em dados. Também nos colocamos a disposição para reuniões e esclarecimentos, assim como auxiliar a todos que desejem melhorar a qualidade de vida na Cidade de São Paulo e dos seus cidadãos.

 

Atenciosamente,

Câmara Temática da Bicicleta 

do Conselho Municipal de Trânsito e Transportes 

da Prefeitura Municipal de São Paulo  

 

 

 REFERÊNCIAS:

  1. http://cbn.globoradio.globo.com/media/audio/272456/covas-admite-que-ciclovias-podem-estar-sendo-apaga.htm
  2. http://www.capital.sp.gov.br/noticia/prefeitura-anuncia-programa-de-metas-para-o-bienio-2019-2020
  3. http://planejasampa.prefeitura.sp.gov.br/assets/up/An%C3%A1lise%20da%20Revis%C3%A3o%20Program%C3%A1tica.pdf
  4. http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/chamadas/regimento_interno_ciclistas_4_1435946756.pdf
  5. https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/transportes/participacao_social/conselhos_e_orgaos_colegiados/conselho_1/index.php?p=215736
  6. http://www.cetsp.com.br/consultas/bicicleta.aspx
  7. https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2214140518301488
  8. https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2019/04/24/triplica-o-numero-de-mortes-de-ciclistas-no-1o-trimestre-de-2019-em-sao-paulo-diz-infosiga.ghtml
  9. https://exame.abril.com.br/brasil/uso-de-bicicletas-aumenta-24-em-sp-puxado-por-ciclovias-na-zona-oeste/
  10. http://vadebike.org/2015/05/aumento-mortes-ciclistas-34-2014-sao-paulo-ciclovias/
  11. http://vadebike.org/2015/10/queda-mortes-ciclistas-transito-estatistica-cet-sao-paulo/

 


 

Carta Aberta da Câmara Temática de Bicicleta ao prefeito Bruno Covas, à Imprensa e à Sociedade Civil de São Paulo sobre o novo Plano Cicloviário e a eventual Remoção de Ciclovias.

(Equipe Bike Zona Sul: Paulo Alves, Lucian De Paula e Thomas Wang)

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Ciclofaixa da Av.Aratãs começa a ser sinalizada após recapeamento!

Ontem postamos sobre a requalificação das ciclofaixas da Av. Bosque da Saúde, Av. Aratãs, Alameda dos Guatás, Av. Eng. George Corbisier e Av. Corifeu de Azevedo Marques.

Ainda ontem soubemos que a ciclofaixa da Av. Aratãs está sendo sinalizada novamente, veja as fotos:

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Av. Aratãs, no Planalto Paulista. (Foto: Estevão Laurito)
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Av. Aratãs, no Planalto Paulista. (Foto: Estevão Laurito)

Na foto acima é possível perceber a antiga pintura da ciclofaixa da Av. Aratãs e, perto do logo do BZS, é possível ver parte do desenho (pictograma) de bicicleta na sarjeta. Isso mostra que o recapeamento não foi feito na sarjeta, então desníveis existentes nas sarjetas continuam ali, o que deixa essa parte irregular. Na ciclofaixa da Av. Aratãs não há muitos buracos, mas em outras vias isso permanecerá sendo um problema.

Além disso, alguns trechos da Av. Aratãs não foram requalificados, na foto abaixo é possível ver que uma parte da ciclofaixa ainda está com o asfalto e a sinalização antigas, por que não requalificaram a ciclofaixa toda?

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Por que um trecho da ciclofaixa não foi recapeado mas foi sinalizado? (Foto: Estevão Laurito)

Segundo Estevão Laurito, que circula pelas ciclofaixas da Alameda dos Guatás e Av. Aratãs, a qualidade da tinta utilizada na requalificação da ciclofaixa da Av. Aratãs é bastante similar à antiga. Não sabemos se a nova sinalização foi somente pintada ou se foi feita utilizando fresa quente (quando a tinta é colada ao chão usando um tipo de maçarico). Esperamos que as novas ciclofaixas sejam feitas com a fresa quente, que é mais segura por ser menos escorregadia. 

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Av. Aratãs, no Planalto Paulista. (Foto: Estevão Laurito)

A foto acima mostra que os cruzamentos da Av. Aratãs não foram sinalizados, então os ciclistas continuam em risco quando se aproximam dos cruzamentos.

Esperávamos um padrão de qualidade maior por parte da CET durante o processo de “requalificação“, como o recape completo da ciclofaixa (incluindo sarjetas) e melhorias nos cruzamentos. A maioria das ruas precisa de medidas de acalmamento de tráfego (como a implantação de lombadas e a ampliação de calçadas em cruzamentos) e a instalação de placas indicando a preferência de ciclistas e pedestres sobre os carros e demais veículos motorizados.

 

Na foto da esquerda acima vemos que o recape não foi feito em toda ciclofaixa, a sarjeta permanece a mesma, ocupando 1/3 da ciclofaixa. Por que não reformaram a sarjeta para deixá-la em melhores condições? Além disso, o cruzamento ainda possui a sinalização antiga apesar do recape. Por que os cruzamentos não foram completamente recapeados e sinalizados? 

Levaremos essas perguntas para a CET na próxima reunião da Câmara Temática de Bicicleta, cobrando que as requalificações sejam feitas com o melhor material e da forma mais completa! Além disso, cobraremos o cronograma das obras de requalificação e a implantação das conexões que precisamos!

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang / Colaborou Estevão Laurito)

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Ciclovias começam a ser requalificadas na Saúde e Jabaquara!

No dia 18 de agosto recebemos fotos denunciando a remoção de ciclofaixas na Avenida Bosque da Saúde, Alameda dos Guatás (Saúde) e Avenida Aratãs (Planalto Paulista). No dia 19/08 tentamos entrar em contato com a CET e a Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes (SMT), que não souberam informar sobre as obras.

 

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Ciclofaixa removida na Alameda dos Guatás, Planalto Paulista (Foto: Estevão Laurito)

Questionamos se as ciclovias seriam removidas ou se eram reformas, mas nenhum dos atendentes tinha informações a respeito. Na tarde do dia 19/08, a Subprefeitura da Vila Mariana comentou no nosso post:

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No dia 20/08 informamos a Subprefeitura da Vila Mariana e a CET que é necessário colocar sinalização e infraestrutura temporárias durante as obras para que os ciclistas não corram o risco de serem atropelados.

Vale lembrar que Código de Trânsito Brasileiro (Lei Federal 9.503/97) diz que a circulação não pode ser liberada em nenhuma via antes dela estar sinalizada, conforme abaixo:

Art. 88. Nenhuma via pavimentada poderá ser entregue após sua construção, ou reaberta ao trânsito após a realização de obras ou de manutenção, enquanto não estiver devidamente sinalizada, vertical e horizontalmente, de forma a garantir as condições adequadas de segurança na circulação.

Parágrafo único. Nas vias ou trechos de vias em obras deverá ser afixada sinalização específica e adequada.

Enquanto isso, o Bike Zona Sul recebeu fotos da remoção da ciclofaixa da Av. Engenheiro George Corbisier, no Jabaquara. Aparentemente, a ciclofaixa da Corbisier também foi removida para recape, mas novamente a CET e a SMT não colocaram sinalização temporária para proteger os ciclistas que trafegam por essa avenida.

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Av. Engenheiro George Corbisier, Jabaquara (Foto: Leo Alves)
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Av. Engenheiro George Corbisier, Jabaquara (Foto: Leo Alves)

O mesmo problema acontece na Zona Oeste, conforme o Bike Zona Oeste compartilhou, a ciclofaixa da Avenida Corifeu de Azevedo também foi removida para recapeamento e está sem sinalização temporária, o que coloca os ciclistas em risco.

A Prefeitura informou, através da Câmara Temática de Bicicleta que não são remoções definitivas, mas o início das obras de requalificação de algumas infraestruturas cicloviárias. Na mesma Câmara, os representantes dos ciclistas já cobraram da CET que sejam colocadas sinalizações e estruturas temporárias durante as obras. Uma solução muito simples seria a colocação de cones onde as ciclofaixas estavam antes do recapeamento, igual é feito na Ciclofaixa de Lazer aos domingos e feriados (foto abaixo).

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Outro ponto importante é mudar a comunicação que é feita pela CET, que pede ao ciclista que “utilize rotas alternativas“. Qual é a rota alternativa que o ciclista deve utilizar quando a única ciclofaixa da região está em obras? Se não há outra ciclovia ou ciclofaixa em uma rua paralela, não existe alternativa segura para os ciclistas! Por isso é necessário que sejam colocadas estruturas temporárias durante as obras. Não queremos que ciclistas sejam atropelados por causa de obras em ciclofaixas como já aconteceu durante o programa Asfalto Novo, na ciclofaixa da Rua Vergueiro.

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Qual é a rota alternativa que a CET sugere se a única ciclofaixa da região está em obras? (Foto: Estevão Laurito)

Pelo menos parece que a requalificação está sendo feita com materiais melhores. Segundo Estevão Laurito, que circula pelas ciclofaixas da Alameda dos Guatás e Av. Aratãs: “A qualidade da tinta me parece idêntica à anterior (…) não alteraram nada quanto aos cruzamentos.” 

Esperamos que durante a “requalificação” a CET realize melhorias como acalmamento de tráfego (especialmente em cruzamentos) e a instalação de placas indicando a preferência de ciclistas e pedestres sobre os carros e demais veículos motorizados. Já que as ciclofaixas serão “revitalizadas“, por que não aproveitar que a sinalização será refeita e instalar placas educativas para motoristas?

(Equipe Bike Zona Sul: Carla Moraes, Lucian De Paula, Paulo Alves e Thomas Wang / Colaboraram Estevão Laurito e Leo Alves)

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Ciclovia Rio Pinheiros Margem Oeste Bike Zona Sul

Obras na Ciclovia Rio Pinheiros causam transtornos e riscos aos ciclistas

Na última quarta-feira (17/07) estivemos presentes no Pomar Urbano para discutir as obras de aterramento da Rede Elétrica Piratininga na Ciclovia Rio Pinheiros, que vêm causando inúmeros transtornos nos últimos dias.

A Arcadis Brasil, empresa que está assessorando as intervenções, realizou uma apresentação atualizando os detalhes e avanços da obra, onde informaram que estão sendo feitos diversos esforços para gerir a comunicação com os ciclistas, sinalizando os locais de possíveis conflitos e buscando coibir situações de perigo, como a orientação dos motoristas e funcionários que trafegam pelo local. Também realizou uma apresentação sobre o histórico do Rio Pinheiros e possíveis perspectivas.

Ciclovia Rio Pinheiros Pomar Urbano Bike Zona Sul
Reunião discutiu obras na Ciclovia Rio Pinheiros (Margem Oeste)

Entendemos que toda obra gera transtornos, porém continuamos a ter uma grande diferença entre intervenções que impactam o viário de veículos motorizados e estruturas cicloviárias.

Assim, um dos problemas mais gritantes é a questão da acessibilidade dos ciclistas na Ciclovia da Margem Oeste, pois muitos trechos não estão adequados para a circulação segura dos ciclistas, oferecendo inúmeros riscos à integridade dos cidadãos que se locomovem com suas bicicletas pelo local.

No vídeo abaixo do Instituto CicloBR, vemos a situação atual da ciclovia:

O pavimento é a questão de maior impacto, pois trechos da ciclovia foram completamente destruídos para a realização das obras, onde foram disponibilizados desvios, porém esses são em estradas de terra e brita, algo inviável para bicicletas de pneus finos. A proposta apresentada em reuniões anteriores é que esses desvios seriam totalmente em asfalto, no entanto a Camargo Corrêa, empresa principal que está administrando as obras, não está cumprindo o acordo.

 

Ciclovia Rio Pinheiros Margem Oeste Bike Zona Sul
Trechos de terra na “ciclovia” tem causados transtornos para quem utiliza a bicicleta como meio de transporte.

Questionada especificamente sobre o trecho do Pomar Urbano e proximidades da Ponte João Dias, a Arcadis informou em nota que “devido ao caráter provisório dos desvios será evitado o asfaltamento dos mesmos, tendo em vista que tal medida implicaria inclusive em perdas ambientais (desperdício de matéria-prima, impermeabilização do solo, etc.). Assim, destaca-se que a previsão é que o traçado original seja devidamente reestabelecido até 19 de julho de 2019, sendo feito todos os esforços para que esse tempo seja antecipado. Deste modo, solicitamos a compreensão dos usuários durante esse período.”

Porém, durante a reunião foi informado que não havia prazo específico para a conclusão do trecho Pomar Urbano / João Dias, podendo ficar talvez para Agosto. O prazo final para todas as obras e devolução da ciclovia é para Novembro. Vale ressaltar que foi criado um trecho com asfalto novo entre as proximidades da Estação Santo Amaro do Metrô Linha 5 Lilás e o Pomar Urbano, que em breve será definitivo, mas já se encontra liberado aos ciclistas, algo que não condiz com a nota, sendo o ideal que todos os trechos fossem pavimentados. Também existem diversos pontos de remoção de árvores para a realização das obras, um ponto também bastante preocupante que também não condizem com a justificativa ambiental, mas segundo a Arcadis será recompensado em quantidade três vezes maior em outros locais pelo Estado de São Paulo.

Esperamos que as empresas encontrem soluções para os problemas relatados, sob a perspectiva dos ciclistas, que precisam de pavimento adequado, acessibilidade nos deslocamentos, bem como, segurança pública e viária.

IMPORTANTE: viu algo inadequado na ciclovia? Fotografe e envie para a Arcadis. Qualquer dúvida, sugestão ou reclamação, entre em contato:

Email: comunicacaopbte@arcadis.com

Telefone: 0800-729-0440

Relato da Audiência Pública sobre Ipiranga, Jabaquara e Vila Mariana

Na segunda (24/06) o Bike Zona Sul participou da primeira Audiência Pública do Plano Cicloviário na Zona Sul. Foi na Subprefeitura de Santo Amaro e foram debatidas as ciclovias nas subprefeituras de Ipiranga, Jabaquara e Vila Mariana.

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A Subprefeitura Ipiranga não possui bicicletário, então improvisamos num corrimão. (Anderson Sutherland)

Na mesa estavam Lucian de Paula (do Bike Zona Sul e representante da Zona Sul na Câmara Temática de Bicicleta), Bete França (diretora de planejamento da CET) eos subprefeitos da Vila Mariana e Ipiranga e a assessora de Comunidade do subprefeito do Jabaquara, que não compareceu. O secretário de Mobilidade e Transportes, Edson Caram, não compareceu novamente, mas enviou o mesmo assessor que estava presente na audiência anterior.

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Lucian de Paula durante sua fala de abertura. (Thomas Wang/BZS)

Em sua fala de abertura, Lucian lembrou os impactos positivos das ciclovias na saúde pública, trazendo dados do Hospital São Paulo da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Além disso, entregou um ofício da UNIFESP a favor das ciclovias e solicitando ciclovias na Rua Domingos de Morais e na Rua Pedro de Toledo (conectando a Domingos de Morais, Coronel Lisboa e o Parque do Ibirapuera – algo também solicitado por cidadãos durante o workshop do Plano Cicloviário).

Após as falas dos presentes na mesa, os cidadãos puderam se manifestar. A maioria falou a favor das ciclovias, inclusive citando dados sobre o aumento de vendas no comércio e a queda no número de mortos/feridos no trânsito da região após a implantação das ciclovias. Alguns moradores do Moinho Velho (Ipiranga) questionaram alterações viárias na Rua do Lago, ocorridas na mesma época da implantação da ciclofaixa. Moradores também cobraram melhorias na iluminação e na segurança pública da região, em especial na Saúde, Jardim da Saúde e Moinho Velho.

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Pesquisador da USP explica como ciclovias influenciam na queda de colisões/atropelamentos e melhoram a saúde pública. (Anderson Sutherland)

Outras falas interessantes trouxeram estudos da Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) sobre o impacto positivo das ciclovias na saúde pública. Segundo as informações levantadas pelos acadêmicos, ciclovias diminuem o número de colisões/atropelamentos e, como consequência, diminui a quantidade de leitos utilizados por vítimas do trânsito em hospitais. Um psicólogo também citou os benefícios que as ciclovias criam para a saúde mental através da sensação de segurança e prática de exercícios.

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Thomas Wang conta sobre seu atropelamento e pede que as ciclovias sejam implantadas o quanto antes. (Anderson Sutherland)

Por fim, vale citar que o debate entre os cidadãos foi bastante interessante. Muitas pessoas apoiaram as novas ciclovias propostas pela CET e cobraram e melhorias nas existentes.

Amanhã teremos a última Audiência Pública: Parelheiros, M’Boi Mirim e Capela do Socorro. Vai ser na Subprefeitura M’Boi Mirim – Avenida Guarapiranga, 1695.

É importante comparecermos em peso para pedir que a implantação das novas ciclovias comece o quanto antes! Nada garante que a CET vai implantar as ciclovias aprovadas, por isso precisamos cobrar que eles divulguem o cronograma de obras!

Se você não conseguiu ir nas audiências, entre no site da Prefeitura (clique aqui!) e comente é a favor da implantação de mais ciclovias! Você também pode citar avenidas e ruas da sua região nas quais você quer ciclovias!

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Propostas de ciclovias feitas pela Prefeitura (em verde escuro) e por cidadãos (em verde claro). 
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Propostas de ciclovias feitas pela Prefeitura (em verde escuro) e por cidadãos (em verde claro). 

São Paulo é a nossa cidade, todos podemos decidir sobre o futuro dela! Todos temos o dever e a responsabilidade de cobrar a Prefeitura e os vereadores! Precisamos criar uma cidade para pessoas, vamos juntos? Esperamos  vocês na audiência de amanhã! Inscreva-se e fale que você quer ciclovias!

(Equipe Bike Zona Sul: Lucian de Paulo, Paulo Alves e Thomas Wang / Colaborou: Anderson Sutherland)

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Relato da Audiência Pública sobre as ciclovias em Santo Amaro, Cidade Ademar e Campo Limpo

Na sexta passada o Bike Zona Sul participou da primeira Audiência Pública do Plano Cicloviário na Zona Sul. Foi na Subprefeitura de Santo Amaro e foram debatidas as ciclovias nas subprefeituras de Santo Amaro, Cidade Ademar e Campo Limpo.

Apesar da presença de cidadãos das três subprefeituras, nenhum dos subprefeitos participou da audiência, assim como o secretário de Mobilidade e Transportes Edson Caram também não compareceu. Na mesa estavam Paulo Alves (do Bike Zona Sul e representante da Zona Sul na Câmara Temática de Bicicleta), representantes da área técnica da CET e assessores/as dos subprefeitos e do secretário de Mobilidade e Transportes.

Durante sua fala inicial, Elisabete França (CET) comentou que a ciclovia da Chucri Zaidan/Cecilia Lottemberg não foi entregue pois a “obra não foi concluída” pela SPObras, que também não entregou a ciclovia no viaduto da Avenida Doutor Lino de Moraes Leme. Outro ponto levantado por Elisabete foi a Av. Jornalista Roberto Marinho, no qual ela lembrou que a ciclovia foi projetada e será executada pelo Metrô, junto das obras do monotrilho Linha Ouro.

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Paulo Alves, do BZS, fala durante a abertura da audiência enquanto Thomas Wang registra a fala. (Anderson Sutherland)

Durante sua fala de abertura, Paulo reforçou a necessidade de ciclovias na Zona Sul, em especial nas mais periféricas. Após a apresentação técnica da CET sobre o Plano Cicloviário e explicações gerais, foi liberado para que os cidadãos se manifestassem. Cerca de 40 pessoas se pronunciaram, sendo a maioria de moradores das subprefeituras de Santo Amaro e Campo Limpo. Todos aprovaram a lista de vias na qual a CET pretende implantar ciclovias até o final de 2020 (veja as vias no site da Prefeitura).

Os cidadãos também sugeriram mais vias para implantação de ciclovias (lista abaixo) e questionaram porque o Plano Cicloviário 2019/2020 prevê tão poucas vias na Zona Sul. Além disso, levantaram pediram que a CET realize manutenção e melhorias em diversas ciclovias, tais como a da Carlos Caldeira (no Capão Redondo) e na região da Chácara Santo Antônio.

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Alguns dos cidadãos que defenderam as ciclovias! (Bike Zona Sul)

Nas falas os cidadãos cobraram a Prefeitura, que não implantou nenhuma ciclovia desde 2016. Muitos dos presentes lembraram que ciclovias fazem bem ao comércio, dando exemplos de como eles consomem mais por estarem de bicicleta. Um dos presentes comprou até mesmo uma cama de casal em um dia que estava de bike! Também foi lembrado que ciclovias salvam vidas.  

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Equipe do Bike Zona Sul reunida após a audiência! (Anderson Sutherland) 

Nossa impressão é que a audiência foi positiva, tivemos muitos cidadãos defendendo novas ciclovias e melhorias nas existentes! Além da aprovação unânime das novas ciclovias sugeridas pela CET, também foram citadas inúmeras vias nas quais os cidadãos desejam ciclovias. Algumas das que anotamos e concordamos:

  • Avenida Santo Amaro
  • Avenida Ibirapuera / Av. Vereador José Diniz
  • Av. João Dias/Ponte João Dias
  • Av. Padre José Maria
  • Av. Nossa Senhora do Sabará
  • Av. Yervant Kissajikian
  • Av. Jornalista Roberto Marinho
  • Av. Giovani Gronchi
  • Estrada de Itapecirica

Apesar do resultado positivo dessa audiência, temos que continuar mobilizados! Nada garante que a CET vai implantar as ciclovias aprovadas, ainda mais sem cronograma e com um prazo longo (final de 2020!). Por isso temos que continuar cobrando a CET e a Secretaria de Mobilidade e Transportes quanto à implantação das ciclovias que precisamos!

Ainda teremos duas Audiências Públicas sobre o Plano Cicloviário na Zona Sul:

24/06 (segunda), 19h às 21h – Ipiranga, Jabaquara e Vila Mariana
Local: Subprefeitura Ipiranga – Rua Lino Coutinho, 444

27/06 (quinta), 19h às 21h – Parelheiros, M’Boi Mirim e Capela do Socorro
Local: Subprefeitura M’Boi Mirim – Avenida Guarapiranga, 1695

Se você não puder ir nas audiências, entre no site da Prefeitura (clique aqui!) e diga que apoia a implantação de novas ciclovias! Também é importante citar avenidas e ruas da sua região nas quais você quer ciclovias!

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Parte do grupo que foi jantar junto depois da audiência! (Marivaldo Lopes/BZS)

São Paulo é de todos nós, cabe a nós decidir sobre o futuro da nossa cidade e cobrar o poder público quanto às nossas demandas! Somente juntos vamos tornar São Paulo mais humana! Esperamos  vocês nas próximas audiências! Inscreva-se e fale onde você quer ciclovias!

(Equipe Bike Zona Sul: Lucian de Paulo, Marivaldo Lopes, Paulo Alves e Thomas Wang)

#BikeZonaSul  #VaiTerCiclovia #CicloviasSalvamVidas
#CidadesParaPessoas #SãoPauloPrasPessoas #Bicicletario #ShoppingEldorado #Mobilidade #Bicicleta #Transporte #BikeFazBemAoComércio


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As audiências públicas da Zona Sul começam essa semana!

Todos sabemos que a Prefeitura não implanta nenhuma ciclovia desde 2016. Por causa disso as mortes de ciclistas voltaram a aumentar. Só nos últimos meses tivemos dois ciclistas mortos por atropelamentos na Zona Sul. Em um dos casos, Antônio Lins Ribeiro morreu em um local indicado por ciclistas como uma das vias prioritárias para a implantação de uma estrutura cicloviária no workshop da CET promovido pela Câmara Temática de Bicicleta (CTB).

Segundo os ciclistas da região, a via é importante para ligar o Terminal Varginha com bairros como Jardim 7 de Setembro, Jardim Mirna, Jardim Três Corações, dentre outros. No entanto, a região do Grajaú continua sem nenhuma estrutura cicloviária para proteger os cidadãos que se locomovem de bicicleta.

Ciclovias salvam vidas e temos dados para provar! Por que a Prefeitura não implanta as ciclovias que precisamos?

Temos a chance de cobrar a Prefeitura: precisamos ir nas Audiências Públicas sobre o Plano Cicloviário que estão acontecendo! Este é o calendário das próximas:

12/06, 19h às 21h – Centro: Subprefeitura Sé
Local: Praça de Atendimento da Subprefeitura Sé – Rua Álvares Penteado, 53

14/06, 19h às 21h – Santo Amaro,Cidade Ademar e Campo Limpo
Local: Subprefeitura Santo Amaro – Praça Floriano Peixoto, 54

24/06, 19h às 21h – Ipiranga, Jabaquara e Vila Mariana
Local: Subprefeitura Ipiranga – Rua Lino Coutinho, 444

27/06, 19h às 21h – Parelheiros, M’Boi Mirim e Capela do Socorro
Local: Subprefeitura M’Boi Mirim – Avenida Guarapiranga, 1695

Vamos comparecer e nos inscrever para falar! É importante reforçar:

Também vale citar avenidas e ruas da sua região que a CET não tenha incluído no Plano Cicloviário, assim como comentar no site da Prefeitura sobre as vias que vocês acreditam que devem ter ciclovias!

O Bike Zona Sul é feito por todos nós, a cidade é de todos nós! Somente juntos vamos conseguir tornar São Paulo mais segura! Contamos com vocês nas audiências para defendermos uma cidade mais segura, inclusiva e humana!

(Equipe Bike Zona Sul: Paulo Alves e Thomas Wang)

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Avaliamos o bicicletário do Shopping Iguatemi!

Na semana passada eu estava passando pela ciclovia da Faria Lima quando notei uma ciclofaixa na entrada do Shopping Iguatemi. Curioso, saí da ciclovia e segui essa ciclofaixa, que me levou até o bicicletário do Shopping Iguatemi!

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Ciclofaixa na entrada do estacionamento principal do Shopping Iguatemi. (Thomas Wang/BZS)

O acesso é pela entrada na Avenida Brigadeiro Faria Lima, onde existe uma ciclofaixa no lado direito do acesso dos carros. Essa ciclofaixa é bem conservada e leva o ciclista ao bicicletário praticamente em linha reta. Ela tem dois pontos fracos: (1) existe um cruzamento com o fluxo de carros (e é preciso tomar cuidado pois os motoristas não diminuem nem dão preferência para os ciclistas) e (2) ela parece monodirecional/mão única, mas na verdade é bidirecional/mão dupla (ela é usada pelos ciclistas que entram e que saem, mas a largura só é suficiente para a passagem de um ciclista).

 

Ao chegar no bicicletário, há uma placa com as regras de uso do espaço. Logo após a placa existe uma área descoberta com cerca de 20 vagas em paraciclo do tipo U-invertido. 

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Entrada do bicicletário, com as regras. (Thomas Wang/BZS)

Assim que desci da bicicleta um segurança simpático me perguntou se eu conhecia o espaço. Ele explicou que eu precisava trazer minha corrente e precisava passar alguns dados (telefone, RG e modelo/cor da bicicleta) para poder utilizar o espaço.

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O segurança simpático conversa com um cliente que retirava sua bicicleta depois de falar comigo. (Thomas Wang/BZS)

A foto abaixo é o ‘fundo’ do bicicletário, que fica atrás do segurança que aparece na foto acima. Esta parte é coberta e possui cerca de 25 paraciclos estilo U-invertido, totalizando aproximadamente 50 vagas. Na noite que conheci o local, havia pelo menos 40 bicicletas.

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São cerca de 50 vagas cobertas em U-invertido. (Thomas Wang/BZS)

Aparentemente o espaço é muito utilizado por clientes, nos 10 minutos que conversei com o segurança pelo menos 4 clientes retiraram suas bicicletas e outros 2 chegaram. Além disso, alguns ciclo entregadores também utilizam o espaço.

Uma falha minha foi não ter perguntado se existem sanitários/vestiários, bebedouro e bomba de ar, se alguém tiver mais informações nos avise para atualizarmos a avaliação!

Pelo visto o Shopping Iguatemi percebeu que ciclistas são clientes e consomem.  Mais que isso, eles se adaptaram para oferecer um serviço de qualidade ao cliente que chega de bicicleta. Bike faz bem ao comércio, ainda mais quando há uma ciclovia super movimentada na frente do seu negócio!

 

Avaliação Geral

Acessibilidade: 9/10 (a ciclofaixa da entrada é boa, mas precisa ser alargada e o cruzamento deve priorizar os ciclistas + o bicicletário é no térreo)
Segurança: 8/10 (há um segurança e o paraciclo é U-invertido, que permite prender qualquer bike de formas diferentes)
Praticidade: 9/10 (o acesso e o tipo de paraciclo utilizado são bons, não há desníveis)
Conforto: 9/10 (possui armários e bebedouro próximos)
Avaliação final: 8,75/10,00

 

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)

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A CET aprovou o projeto da ciclovia da Domingos, e agora?

Algumas semanas atrás postamos sobre uma reportagem da Folha de São Paulo que questionava a Prefeitura, a CET e o Colégio Marista Arquidiocesano sobre a ciclovia da Rua Domingos de Morais.

Na sexta (31/05) o jornal postou uma ‘continuação’ da matéria em questão, na qual informa que a CET aprovou o projeto apresentado pelo Arqui! A matéria ainda trouxe o projeto da ciclovia em detalhes (veja aqui!).

O projeto aprovado pela CET em maio/2019  é o mesmo apresentado pelo ex-secretário Sergio Avelleda na audiência pública que aprovou a implantação da ciclovia em março/2018, então por que a CET demorou mais de um ano para aprovar o projeto?

Agora, o principal é cobrar a CET e o Arqui para que as obras comecem o quanto antes! Esperamos que as obras comecem agora o mais rápido possível e que a ciclovia seja entregue aos cidadãos muito em breve! Também esperamos que a ciclovia seja implantada no mesmo modelo utilizado nas avenidas Paulista ou Faria Lima, com concreto pigmentado vermelho, grades, placas, semáforos para ciclistas, travessias bem sinalizadas e toda sinalização!

Para ler a matéria completa, clique aqui!

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)

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