Paranapiacaba

2015-01-18-09-05-24
Cicloturistas em frente à Capela de São Sebastião na Ilha do Bororé.

Uma das coisas maravilhosas da Zona Sul é a possibilidade de chegar de bicicleta à Paranapiacaba, passando por 4 regiões de Ecoturismo:

– Pólo de Ecoturismo de São Paulo, que contempla a Ilha do Bororé;

– Rota de Ecoturismo Caminhos do Capivary, em São Bernardo do Campo;

– Parque Estadual da Serra do Mar, através da Rota Cicloturística Caminho do Sal;

– Pólo de Ecoturismo de Paranapiacaba, local maravilhoso e repleto de patrimônios históricos.

Rota Cicloturística Caminho do Sal
Rota Cicloturística Caminho do Sal

Localizada no município de Santo André (SP), Paranapiacaba é uma charmosa vila de arquitetura inglesa que já se candidatou a Patrimônio Mundial da Humanidade e foi testemunha de uma importante fase de expansão da tecnologia ferroviária no Brasil na segunda metade do século XIX.

Surgiu como centro de controle operacional e residência para os funcionários da companhia inglesa de trens São Paulo Railway, companhia esta que operava a estrada de ferro que realizava o transporte de cargas e pessoas do interior paulista para o porto de Santos e vice-versa.

Vila de Paranapiacaba e suas antigas locomotivas abandonadas.
Vila de Paranapiacaba e suas antigas locomotivas abandonadas.

Esse grande pedal passa pelas 3 balsas que compreendem a região da Ilha do Bororé, Taquaquecetuba e Riacho Grande, onde parte do trajeto é feito pela Rota Cicloturística Caminho do Sal (Caminhos de Zanzalá e dos Carvoeiros) com destino à belíssima Vila de Paranapiacaba. É um passeio pra se curtir toda a beleza natural que existe no trajeto e voltar no tempo vivenciando a história de um lugar encantador.

Também existe a opção de seguir pela Rodovia Índio Tibiriçá em um trajeto completamente por asfalto, tornando o pedal mais fácil ou mais indicado para bicicletas speed, porém essa rodovia exige atenção, pois alguns trechos não possuem acostamento.

O trajeto possui cerca de 70km com NÍVEL DIFÍCIL. Passa por terrenos com asfalto, estrada de terra, além de trechos com muitas pedras grandes (necessário empurrar a bicicleta várias vezes), cascalho e lama, onde também existem praticantes de motocross e jipeiros. Portanto é bastante recomendável utilizar pneus de CRAVOS ou HÍBRIDOS. O trajeto é possível ser feito por qualquer pessoa, desde que ela já tenha o hábito de pedalar ao menos uma vez por semana em um trajeto de 50km com subidas sem se cansar.

Nos vídeos a seguir, os ciclistas começam a pedalar a partir do Caminho de Zanzalá, que começa na Rodovia Caminho do Mar e seguem até Taiaçupeba. Nesse artigo, falamos apenas do trecho até Paranapiacaba, mas nada impede de alguém prosseguir pela rota cicloturística inteira.

 

RESUMO

– Tema do pedal: aventura / cicloturismo / histórico / ambiental.

– Nível de dificuldade: difícil (para quem já pedala ao menos 50 km com subidas sem se cansar).

– Distância: 70km (somente ida / volta de trem na Estação Rio Grande da Serra).

– Ritmo recomendado: passeio (10 a 15km/h).

– Tipo de terreno: misto de asfalto, estrada de terra, areia, cascalho e pedras grandes.

– Tipo de bicicleta indicado: mountain-bike / cicloturismo.

– Confira mais fotos do trajeto: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.883269008361307.1073741868.166744686680413&type=1&l=d2b699fa6f

– Mapa do trajeto no Google Maps:

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