#AnáliseBZS sobre a matéria da Folha de SP

 

#AnáliseBZS sobre a matéria da

Folha de S.Paulo

Recortamos alguns trechos da matéria relacionados à mobilidade e comentamos de acordo com o nosso posicionamento. Para entender melhor nossos comentários, colocamos links com mais informações, podem clicar que eles vão abrir em outras abas do seu navegador.

CICLOVIAS
Quando começou: 2009
Como é: hoje existem 415 km; cerca de 65 deles foram feitos por gestões anteriores à de Haddad
O que fica: boa parte delas deve ser mantida
O que muda: sua manutenção será cedida à iniciativa privada em troca de publicidade; os trechos subutilizados serão removidos

Bike Zona Sul: Nenhuma ciclovia deve ser removida, elas são criadas para oferecer uma opção segura aos que já pedalam e aos que querem pedalar, mas tem medo do transito. A ampliação da malha cicloviária mostrou que existem milhares de pessoas que desejam usar a bicicleta como meio de transporte, que após a criação elas começam a ser usadas. Se chama ‘demanda reprimida’ (entenda nesse vídeo). A construção de ciclovias aumentou o número de ciclistas, pois muitas pessoas só pedalam quando se sentem seguras. Entenda aqui e aqui.

CORREDORES DE ÔNIBUS
Como é: a cidade tem mais de 500 km de pistas exclusivas
O que fica: elas não serão retiradas, mas sim reestudadas –caso da av. Giovanni Gronchi
O que muda: será implantado sistema de BRT e cobradores serão promovidos a motoristas –programa se chamará Rapidão

BZS: Todos os corredores e faixas de ônibus devem ficar como são ou ter seu horário ampliado, a prioridade deve ser do transporte público-coletivo, não dos veículos particulares. Como manda a Plano de Mobilidade Urbana. Mais informações sobre o Plano de Mobilidade Urbana aqui.

 

REDUÇÃO DA VELOCIDADE NAS MARGINAIS
Quando começou: jul.2015
Como é: nas pistas locais, limite é de 50 km/h; nas centrais, de 60km/h; e nas expressas, de 70 km/h
O que fica: nas outras vias, como a av. Rebouças (50 km/h), velocidade não será alterada
O que muda: limite será de 60 km/h nas locais, 70 km/h nas centrais e 90 km/h nas expressas, “na semana seguinte à posse”

BZS: As Marginais devem continuar com os limites de velocidade atuais, para preservar vidas e proteger as pessoas, tanto motoristas, quanto passageiros e motociclistas. A velocidade máxima de 50km/h é uma recomendação da ONU, de acordo com o programa Visão Zero, que busca tornar as cidades mais seguras para todos.

 

#BikeZonaSul #CicloviasSalvamVidas #VaiTerCiclovia

#PrioridadeParaOsPedestres #CidadesParaPessoas #CitiesForPeople

#SãoPauloPrasPessoas

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)


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#Manutenção: Selim e altura (post 3)

Da série Manutenção: selim e altura (post 3)

O ideal é que o selim seja confortável e esteja na altura correta. A maioria das bicicletas vêm equipada com selins de espuma ou borracha, sendo que geralmente é possível trocar o selim por outro mais confortável. Também é possível comprar almofadas para tornar o selim mais macio.

Sobre a altura, o ideal é que, estando de pé do lado da bicicleta, o selim esteja um pouco acima da sua cintura. Assim, quando vc pedalar o esforço será feito pelos músculos da coxa e da panturrilha, e não forçará os seus joelhos. Muitas pessoas (em especial ciclistas desavisados) acabam tendo problemas nos joelhos por deixarem o selim muito baixo e forçarem os joelhos.

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O selim deve estar  ligeiramente acima da cintura do ciclista.

Ao parar a bike, vc vai reparar que sempre terá que fazer um ângulo leve para o lado para se apoiar, o que também melhora seu desempenho ao retomar a pedalada. Mas também não exagere, colocar o selim muito alto desequilibra e também pode causar lesões nos joelhos.

Um truque interessante é ‘sentir as dores’. Se a parte de trás do joelho que dói, abaixe a altura do selim. Se a parte da frente que dói, levante o selim. Mas ao abaixar e levantar, faça isso aos poucos, levando em consideração que poucos centímetros podem fazer uma grande diferença!

‪#‎BikeZonaSul‬ ‪#‎VaiTerCiclovia‬ ‪#‎CicloviasSalvamVidas‬
‪#‎RespeiteUmCarroMenos‬ ‪#‎MaisAmorMenosMotor‬
‪#‎CidadesParaPessoas‬ ‪#‎CitiesForPeople‬ ‪#‎SãoPauloPrasPessoas‬

(Equipe BZS: Thomas Wang)

A novela da ciclovia da Rua Madre Cabrini

Todos já ouvimos falar da novela que está se desenrolando na Rua Madre Cabrini…

Nessa rua, um colégio particular tem brigado na Justiça para que a Prefeitura retire a ciclovia que passa em frente a ele… A foto abaixo mostra como está a ciclovia atualmente:

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Local onde a ciclovia é interrompida em frente ao Colégio Madre Cabrini. (Foto: Thomas Wang/BZS)

Como é possível ver na foto, a ciclovia acaba abruptamente e o ciclista dá de cara com carros parados ou estacionados. Sim, apesar de ser uma área de embarque ou desembarque, muitos motoristas estacionam ali e ficam esperando as crianças saírem das suas atividades. Isso é um problema pois obriga o ciclista que sobe a Rua Madre Cabrini a contornar os carros parados na contramão, se colocando em risco. Por se tratar de uma ladeira muitos carros/motos/ônibus descem com certa velocidade, podendo atingir os ciclistas que sobem a rua nesse trecho sem ciclovia. Com a ciclovia, o ciclista tinha sua faixa demarcada, podendo subir sem se colocar em risco. 

O Colégio Madre Cabrini que tem como missão “contribuir para a formação de cidadãos comprometidos com a promoção da vida” e é por isso que a CET tem implantado ciclovias, para proteger as pessoas mais frágeis no trânsito, que somos nós, os ciclistas.

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Vans escolares podem entrar no colégio.

Em sua visão o Colégio Madre Cabrini promete “o desenvolvimento integral do ser humano”, porém se posiciona contra o desenvolvimento da cidade, preferindo atacar políticas públicas que beneficiam o bem coletivo para que possa usar uma área pública como se fosse particular. Se as vans escolares podem acessar a área interna do colégio para fazer o embarque/desembarque de estudantes, por que os carros não podem?

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Na esquerda: carro estacionado na ciclovia, impedindo a circulação de pedestres e ciclistas. Na direita: carro estacionado em local proibido.

Como uma escola que tem como valores “Compaixão, Justiça, Solidariedade e Responsabilidade social e ambiental” pode ignorar o bem estar e a segurança de dezenas de ciclistas que passam por ali todos os dias? Sem contar as centenas de pedestres, inclusive alunos e funcionários do Madre Cabrini, que andam na ciclovia.

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O mesmo carro da foto anterior, saindo da ciclovia quando viu eu me aproximar.

A escola alega que a ciclovia coloca “as crianças” em risco, desconsiderando o fato que são os carros que causam a maior parte dos atropelamentos. O que o Colégio Madre Cabrini devia reparar é que na realidade a ciclovia protege/protegia as pessoas, sejam elas crianças ou adultos. A Rua Madre Cabrini possui duas escolas e um cursinho nesse trecho, por onde circulam milhares de pedestres. Sim, são milhares, só o Poliedro tem cerca de 3 mil alunos, sendo que a grande maioria vai de Metrô.

Na foto abaixo, tirada no horário do almoço, perceba que a ciclovia está sendo usada pelas pessoas como se fosse parte da calçada. Justamente porque elas se sentem protegidas dos carros enquanto andam na ciclovia.

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Pedestres utilizam a ciclovia já que a calçada não é suficiente.

Se a preocupação do Colégio Madre Cabrini realmente fosse a segurança das pessoas, ele não pediria a  retirada da ciclovia, ele pediria a ampliação das calçadas e a instalação de mais faixas de pedestres e mais lombadas.

Vamos demonstrar que queremos a ciclovia ali, demonstre seu apoio à ciclovia CLICANDO AQUI!

Leia mais sobre a Ciclovia da Rua Madre Cabrini nesse post do Vá de Bike.

 

 

Veja o mapa da infraestrutura cicloviária da cidade de São Paulo clicando aqui.

#BikeZonaSul #CicloviasSalvamVidas #VaiTerCiclovia

#PrioridadeParaOsPedestres #CidadesParaPessoas #CitiesForPeople

#SãoPauloPrasPessoas

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)


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