Bike Zona Sul

Dicas para pedalar no frio

Algumas dicas da equipe Bike Zona Sul para pedalar no frio!

1) Vista-se de forma adequada. Use abrigos como moletons para proteger o peito, costas, o tronco de forma geral. Isso é importante para se prevenir contra resfriados. Use casacos ‘corta vento’, eles são eficientes para armazenar o calor sem que te façam suar demais.

2) Cubra a cabeça. Use uma bandana, boné ou lenço por baixo do capacete, para proteger-se do frio. Além disso, use algo para cobrir o nariz e a boca quando necessário, para evitar que o ar gelado penetre diretamente nas vias respiratórias. Para os olhos, vale o uso de óculos de ciclismo.

3) Use luvas. Além de esquentar, elas melhoram a circulação sanguínea evitando que suas mãos ‘tremam’ por causa do frio, o que dá mais firmeza para segura o guidão.

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(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)


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Obras da Ciclovia na Av. Luiz Gushiken

Av. Luiz Gushiken Bike Zona Sul
Ciclista utilizando a Ciclovia da Av. Luiz Gushiken

A ciclovia da Av. Luiz Gushiken está aos poucos avançando, rumo à periferia. A ciclovia é uma importante ligação, servindo de opção à M’boi Mirim aos ciclistas que vêm da Ciclovia Rio Pinheiros, ainda que não conectada à essa estrutura.

Recentemente, ela ganhou o concreto pigmentado, igual às ciclovias da região oeste da cidade, tornando a ciclovia quase um tapete, faltando ainda tampar alguns buracos das obras que estão sendo realizadas na via.

Av. Luiz Gushiken Bike Zona Sul
Estrutura cicloviária na Av. Luiz Gushiken

Porém, notamos que as obras precisam de adequações, pois em muitas esquinas por onde passa a ciclovia, existem problemas como desníveis muito altos. Além disso, há desvios que fazem o ciclista dar voltas priorizando os carros, ao invés das bicicletas.

Precisamos que a construtora reavalie e consulte os ciclistas para tornar a ciclovia mais funcional e segura.

Av. Luiz Gushiken Bike Zona Sul
Início do trecho bidirecional na Av. Luiz Gushiken

#BikeZonaSul #AvaliaçãodasCiclovias #Compartilhe

A ligação entre Indianópolis e Moema está quase completa!

Após muito diálogo com a CET, finalmente está saindo a ligação entre Saúde, Indianópolis e Moema! A foto abaixo foi tirada na Avenida Aratãs, ao lado do Hospital da Cruz Vermelha de São Paulo!

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Ciclovia da Av.Aratãs (foto: Thomas Wang/Bike Zona Sul)

Essa ciclovia fica na Avenida Aratãs, ela vai da Avenida Moreira Guimarães (continuação da Av.23 de Maio/Av.Washington Luís) até a ciclovia da Alameda dos Guatás, que por sua vez vai até a ciclovia da Avenida Jabaquara. Para entender essa descrição, clique aqui. Tanto as ciclovias da Alameda dos Guatás quanto a da Avenida Aratãs são bidirecionais, o que facilita o deslocamento dos ciclistas em ambos sentidos, fornecendo segurança em alguns trechos com ladeiras da região da Saúde e Indianópolis.

Na região da Saúde e Indianópolis não há nenhuma ciclovia, exceto a da Avenida Jabaquara, que acaba em frente à Igreja de São Judas Tadeu, por isso as ciclovias da Alameda dos Guatás e da Avenida Aratãs são extremamente importantes!

A ciclovia da Avenida Aratãs ainda está incompleta, faltam algumas adaptações nos cruzamentos (nesses trechos a ciclovia e as travessias ainda não foram sinalizadas) e na sinalização (como a instalação de placas educativas para os motoristas), mas ela já está quase pronta!

Nós do Bike Zona Sul esperamos que completem a ligação entre essa ciclovia na Avenida Aratãs com as de Moema logo, afinal são só 4 quadras entre elas! Para entender essa ligação, clique aqui.

Você já viu como está o mapa da infraestrutura cicloviária de São Paulo? Clique aqui para ver! Focando na região de Moema, é possível ver várias ligações que são intuitivas, como essa (que falamos acima) na Aratãs, entre Moema e Indianópolis. Além dessa, também temos outras como essa (entre a Rua Dr.Habberbeck Brandão e a Rua Guapiaçu, que podem levar o ciclista até a Vila Clementino) e essa (entre a a Alameda dos Nhambiquaras e a Av.Hélio Pellegrino, que pode levar o ciclista até o Parque do Ibirapuera).

Num próximo post vamos falar das ciclovias/ciclofaixas de Moema, que receberam novos trechos recentemente! Vamos falar de trechos da Alameda dos Jurupis, Açocê, Nhambiquaras, Prof.Ascendino Reis e Habberbeck Bradão! Mais para frente também vamos falar das possibilidades de outras ciclovias em Moema, como na Anapurus e Canário.

Em breve esperamos também tratar das ligações das ciclovias de Moema para o Itaim Bibi Brooklin (que possui somente uma ciclovia na Faria Lima/Berrini) e para o Campo Belo, que não possui nenhuma estrutura cicloviária, mas é caminho para muitas pessoas que vem da Zona Sul para o Centro!

#BikeZonaSul #CicloviasSalvamVidas #VaiTerCiclovia

#PrioridadeParaOsPedestres #CidadesParaPessoas #CitiesForPeople

#SãoPauloPrasPessoas

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)

 

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Alforje é vida

Amamos alforjes! ❤

Essencial para uso urbano, é uma bolsa para bicicletas, um acessório muito prático para levar objetos do dia a dia sem precisar amarrar vários elásticos no bagageiro e sem a necessidade de levar peso nas costas, deixando o corpo livre para sentir mais ainda o vento e a liberdade da bicicleta.

Alforje Bike Zona Sul
Alforjes nos bagageiros facilita tudo

Existem alforjes para todos os tipos, tamanhos e gostos, atendendo desde quem usa a bicicleta como meio de transporte ou até para quem deseja viajar de bike mundo afora.

E aí, já pensou em utilizar um para facilitar o seu dia a dia? Alforje é vida. 😉

#bikezonasul #compartilhe

Carro-dependência tem cura

Bike Zona Sul Carro Dependência
O carro em sua própria concepção é um meio de transporte indicado para o transporte interurbano, distâncias acima de 30km ou para grandes viagens, mas no Brasil muitas pessoas ainda o utilizam de maneira desnecessária.
 
Há pessoas que usam carro para ir todos os dias ao trabalho, faculdade, shopping, supermercado e até na padaria do bairro. Muitas vezes esses trajetos não chegam a 10km de distância.
 
Precisamos mudar o modo que enxergamos nossos deslocamentos e notar que esse tipo de comportamento muitas vezes atrapalha o ir e vir de muitas outras pessoas que realmente precisam do carro. Essas pessoas são idosos, cadeirantes, feridos em ambulâncias, trabalhadores no transporte coletivo, transporte de cargas, etc.
Bike Zona Sul Espaço x mobilidade
A diferença de espaço ocupado no trânsito da cidade.
 
Lembre-se você não está no trânsito, você é o trânsito!
 
Em deslocamentos de até 10km, vá à pé. Até 20km, vá de bike. Com o tempo, você descobrirá que 30km não é tão difícil de fazer de bicicleta. Mas se você ainda não tem uma bike, vá de ônibus.
 
A cidade agrade.
Carro-dependência tem cura.
 
#BikeZonaSul

#Manutenção: corrente e lubrificação (post 2)

 

Da série Manutenção: corrente e lubrificação (post 2)

Um item importante em qualquer bicicleta, a corrente deve estar constantemente limpa e lubrificada. Se a manutenção dela não for feita de forma correta, ela prejudica o desempenho e pode ‘travar’, derrubando o ciclista.

Por ser um item básico, se a a bicicleta é usada com frequência pode ser necessário trocar a corrente por conta do desgaste. Por isso é sempre bom estar atento ao desgaste e possíveis ‘quebras’ nos elos da corrente.

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Corrente de bicicleta.


Quando for trocar a corrente deve-se verificar a quantidade de marchas da bicicleta, já que cada corrente tem seu tamanho adequado para a marcha correspondente.

Por ser algo que necessita de ‘cuidados específicos’ devido ao contato com as coroas e as marchas, é sempre bom pesquisar bem e confirmar com seu mecânico antes de mexer. Tenha sempre um mecânico especializado em que vc confie, isso é importante  😉

A lubrificação depende da frequência de uso da bicicleta, na minha bike principal tento lubrificar a corrente de 2 em 2 meses, pois pedalo quase todo dia. Para quem pedala menos (até duas vezes por semana ou menos) uma lubrificação a cada 6 meses deve ser suficiente.

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(Equipe BZS: Thomas Wang)

Sorocaba também tem bicicletas compartilhadas e ciclovias!

Sorocaba também está instalando um sistema de bicicletas compartilhadas e construindo ciclovias!

O Integra Bike Sorocaba funciona de forma similar ao Bike Sampa e o Ciclo Sampa (de São Paulo), mas a diferença é que ele é gerido pela Prefeitura de Sorocaba.

Essas fotos (imagens 1 e 2) são da estação que fica na Avenida Itavuvu (imagem abaixo), perto do Shopping Cidade De Sorocaba, na área de transferência de passageiros dos ônibus, o que facilita a intermodalidade entre esses dois meios de transporte.

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Estação do IntegraBike próximo da área de transferência de passageiros do transporte coletivo. (foto: Thomas Wang)

Também vimos divulgação do sistema sobre o sistema em escolas, pontos de ônibus, shoppings e ginásios municipais (imagem abaixo). Nas escolas, é interessante que o ‘passe escolar’ já venha integrado com o sistema de bicicletas, o que facilita a vida dos estudantes.

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Divulgação do IntegraBike Sorocaba em uma escola municipal. (foto: Thomas Wang)

Além disso, no tempo que passei lá percebi várias ciclovias surgindo, ciclovias de diversos tipos! A maioria das que pude olhar com mais calma são bidirecionais de canteiro central ou bidirecionais com calçadas compartilhadas. A maioria percorre avenidas onde há veículos em alta velocidade, o que as torna ainda mais importantes para proteção dos ciclistas.

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Totem da estação do IntegraBike. (foto: Thomas Wang)

Também pude notar falhas nas ciclovias de Sorocaba como falta de sinalização de ciclovias em alguns trechos (as bicicletinhas pintadas no solo, placas, falta de pintura de travessias). Em alguns pontos as ciclovias começam/terminam de forma abrupta, às vezes sem sinalização, obrigando o ciclista a voltar para as faixas mistas ou para a calçada, mas a convivência parece ser tranquila nesses trechos.

É incrível ver como a cultura da bicicleta está se ampliando, desde Los Angeles até Sorocaba, passando por São Paulo, Nova York e Berlim! A tendência já é clara, as ciclovias vieram para ficar e vão ajudar a melhorar a vida de todos, como já acontece em Portland, Amsterdã e Tóquio! Como está começando a acontecer em São Paulo e, logo mais, em Sorocaba!

Para mais informações, olhe nesses links:
Mapa das ciclovias, Prefeitura de Sorocaba: sobre as ciclovias de Sorocaba
Sobre as novas estações do Integra Bike:IntegraBike no G1
Sobre o sistema Integra Bike: Jornal Cruzeiro

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(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)

CET instala paraciclos na Av.Jabaquara

A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) instalou 33 paraciclos na Avenida Jabaquara!

Paraciclos são suportes para fixação de bicicletas, podendo ser instalados em áreas públicas e privadas, como consta na Política Nacional de Mobilidade Urbana. Eles são uma importante parte da política cicloviária, pois permitem aos ciclista trancar sua bicicleta de forma segura e confortável.

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Paraciclo U-invertido, o modelo ideal.

Na cidade de São Paulo os suportes são amarelos para facilitar a visualização, cor determinada pelo manual da Prefeitura: http://www.cetsp.com.br/media/404326/manualparaciclos.pdf .

Para instalar um paraciclo, basta seguir o manual (link acima), que é simples e prático. É importante deixar claro que não é necessária nenhuma autorização da Prefeitura ou qualquer órgão, não existem impostos ou multas sobre a instalação de paraciclos, desde que feita de acordo com o manual da CET.

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Paraciclo instalado no canteiro central e perto da faixa de pedestres, para que os ciclistas tranquem a bicicleta e já atravessem, indo ao seu destino.

Com os 33 novos paraciclos instalados ao longo da Av. Jabaquara, já são 748 pela cidade, o que é um bom começo.

As fotos desse post foram tiradas na altura do Metrô Praça da Árvore 🙂

E abaixo segue a lista de locais onde a CET instalou paraciclos na Av. Jabaquara.

ENDEREÇOS:
Avenida Jabaquara nº 1126
Avenida Jabaquara nº 1374
Avenida Jabaquara nº 1526
Avenida Jabaquara nº 1744
Avenida Jabaquara nº 1810
Avenida Jabaquara nº 1812
Avenida Jabaquara nº 1826
Avenida Jabaquara nº 1842
Avenida Jabaquara nº 2285
Avenida Jabaquara nº 2071 com Rua Ibiturana
Avenida Jabaquara nº 1987
Avenida Jabaquara com Rua Paracatu nº 202
Avenida Jabaquara nº 1955 com Rua Paracatu (lado ímpar)
Avenida Jabaquara nº 1729
Avenida Jabaquara com Rua Pereira Estefano
Avenida Jabaquara nº 1465
Avenida Jabaquara nº 1397
Avenida Jabaquara nº 1257
Avenida Jabaquara com Rua Carneiro da Cunha nº 69
Avenida Jabaquara com Rua Carneiro da Cunha nº 47
Avenida Jabaquara nº 981
Avenida Jabaquara nº 941
Avenida Jabaquara nº 901
Avenida Jabaquara nº 877
Avenida Jabaquara nº 853
Avenida Jabaquara nº 833
Avenida Jabaquara nº 803
Avenida Jabaquara com Rua Serra Martins nº 23
Avenida Jabaquara nº 697
Avenida Jabaquara com Rua Guarau
Avenida Jabaquara com Rua Guarau
Avenida Jabaquara nº 681

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Paraciclo instalado em frente aos Correios.

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(Equipe Bike Zona Sul: texto e fotos de Thomas Wang)

Bicicletas X Carros: qual é melhor para o comércio?

Você sabia que a infraestrutura para bicicleta atrai mais pessoas do que as construídas para carros?

Pense de forma prática, em uma vaga de carro cabem (pelo menos) seis bicicletas. Ou seja, no estacionamento de uma loja, ao invés de um potencial cliente, a loja pode ter seis.

Se um cliente de carro tiver a facilidade de parar o seu carro, ele ainda será um. Se seis clientes puderem deixar suas bicicletas em segurança, eles serão seis clientes consumindo!

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Paraciclo instalado pela Prefeitura em frente ao Panda Café, na Rua Domingos de Morais. A maioria dos frequentadores desse restaurante chega a ele a pé ou de bicicleta.


Estudos recentes provam que ciclovias, ciclofaixas, paraciclos e bicicletários são benéficos para os locais onde são instalados. Isso ocorre pois eles transformam a rua em um ambiente mais seguro e agradável, atraindo mais pessoas para ela. Mais gente na rua = mais potenciais clientes.

Construir ciclovias e paraciclos torna as ruas seguras e agradáveis para ciclistas, o que incentiva os pedestres, trazendo cada vez mais gente para a região.

Uma prova bem clara pode ser vista nesse vídeo (https://vimeo.com/83173191 ). Ele foi gravado em Nova York (EUA). Comerciantes registraram que nas ruas contempladas com ciclovias e parklets, seu faturamento aumentou no mínimo 25%, mesmo sem as vagas de estacionamento.

Por isso os comerciantes devem apoiar a construção de ciclovias, assim como devem adaptar seus estabelecimentos para clientes-ciclistas… Eles só tem a ganhar com isso 🙂

#BikeZonaSul #CicloviasSalvamVidas #VaiTerCiclovia

#CidadesParaPessoas #CitiesForPeople #SãoPauloPraPessoas

(Equipe BZS: Thomas Wang)

Novidades na Av.Jaguaré (ZO)!

Ultimamente estamos recebendo várias notícias e fotos de novas ciclovias surgindo, a maioria delas sugeridas pela população durante reuniões com o pessoal do Programa Ciclovia SP, o departamento de planejamento cicloviário da CET.

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Av.Jaguaré, obras da ciclovia no canteiro central! (foto: Felipe Mujica)

Essas fotos são da futura ciclovia da Avenida Jaguaré, na Zona Oeste de São Paulo! Alô amigos do Bike Zona Oeste (BZO), tem novidade na área de vcs!

Nosso amigo Felipe Mujica compartilhou algumas fotos pelo Facebook, que nos levam a crer que a ciclovia da Avenida Jaguaré é de concreto e ainda será pintada, como a nossa querida Teotônio Vilela (na ZS).

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(foto: Felipe Mujica)

Em geral, as histórias da Ciclovia da Teotônio Vilela e a da Ciclovia da Av.Jaguaré são bem parecidas. No início, nenhuma delas constava nos planos da CET para a construção de ciclovias, mas foram sugeridas por ciclistas da região.

Em ambos os casos as ciclovias só surgiram após a pressão popular através de abaixos-assinado feitos através do Change.org. O abaixo-assinado da  Ciclovia da Teotônio Vilela teve quase 5 mil assinaturas, enquanto o da Ciclovia da Av.Jaguaré obteve cerca de 5 mil e quinhentas assinaturas.

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Espaço das tampas de fiação que ainda precisam ser finalizados. (foto: Felipe Mujica)

Diante de tanto apoio, a CET incluiu ambas ciclovias no seu planejamento, mesmo que não exatamente como foi sugerido. No caso da Teotônio, um trecho dela ainda não será feito por causa da necessidade de uma obra maior (que não depende somente do CicloviaSP, mas também da subprefeitura e outras secretarias). No caso da Jaguaré, ainda falta a ciclovia sobre a Ponte do Jaguaré a ligação com o Parque Villa-Lobos e o eixo da Ciclovia da Pedroso. A ponte é primordial para proteger quem vem do Jaguaré, Rio Pequeno e até mesmo de Osasco. A ligação com a Ciclovia da Pedroso é importante para conectar a Jaguaré (e as regiões citadas na última frase) com o restante da malha cicloviária, em especial com as zonas Oeste e Sul.

 

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Espaço para fios telefônicos. (foto: Felipe Mujica)

É com grande alegria que nós do Bike Zona Sul podemos dizer que ajudamos nossos colegas do Bike Zona Oeste a conseguir essa conquista. Tivemos reuniões conjuntas entre membros de ambos grupos, de ciclistas da região, do pessoal da Change.org, do Ciclovia SP, das subprefeituras e Prefeitura.

Para isso pedimos que vcs continuem nos apoiando, pois mesmo que a Prefeitura já tenha feito parte dessas ciclovias, elas ainda não estão completas, por isso os ciclistas ainda não estão totalmente protegidos :/

Assinem as petições da ciclovia da Av.Senador Teotônio Vilela e da Av.Jaguaré:

Ciclovia da Teotônio Vilela – ASSINE AQUI!

Ciclovia e ponte do Jaguaré – ASSINE AQUI!

Unindo forças vamos conseguir tornar São Paulo melhor para todos 😀

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(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang/Fotos de Felipe Mujica)