Bike Zona Sul

Dicas para pedalar no frio

Algumas dicas da equipe Bike Zona Sul para pedalar no frio!

1) Vista-se de forma adequada. Use abrigos como moletons para proteger o peito, costas, o tronco de forma geral. Isso é importante para se prevenir contra resfriados. Use casacos ‘corta vento’, eles são eficientes para armazenar o calor sem que te façam suar demais.

2) Cubra a cabeça. Use uma bandana, boné ou lenço por baixo do capacete, para proteger-se do frio. Além disso, use algo para cobrir o nariz e a boca quando necessário, para evitar que o ar gelado penetre diretamente nas vias respiratórias. Para os olhos, vale o uso de óculos de ciclismo.

3) Use luvas. Além de esquentar, elas melhoram a circulação sanguínea evitando que suas mãos ‘tremam’ por causa do frio, o que dá mais firmeza para segura o guidão.

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(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)


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Como as ciclovias tem afetado o comércio?

Como as ciclovias tem afetado o comércio?

 

Bike Zona Sul
Tati, que instalou um paraciclo na frente do Clemente Café, com Carla Moraes. (Foto: Carla Moraes/BZS)

Quando uma ciclovia é implantada é comum ouvir reclamações como “vai tirar vagas dos carros”, “vai atrapalhar o transito”, “São Paulo não é lugar pra andar de bicicleta”… Neste post, vamos falar de uma dessas críticas, mais especificamente, sobre o comércio.

Como já foi comprovado por pesquisas (veja aqui, aqui, aqui e aqui) o número de ciclistas aumenta muito além da malha cicloviária, mas como isso tem afetado o comércio? Será que a crítica “ciclovia atrapalha o comércio” é real ou é só um preconceito?

Com a palavra, os comerciantes!

Ana, 24, dona de lanchonete (no Paraíso, na frente da ciclovia da R.Dr.Rafael de Barros): “No começo achei um absurdo a prefeitura vir pintar uma ciclofaixa na frente da minha lanchonete sem avisar ninguém, ainda mais porque eu estacionava aqui na frente. Quando pintaram passava pouca gente de bicicleta, agora passa bastante. Além disso, agora tem alguns grupos de pedal que comem aqui, então melhorou o movimento à noite.

Bianca, 34, gerente de loja de roupas (na região da Praça da Árvore, perto da ciclovia da Av.Jabaquara): Achei que ia ser ruim porque ia piorar o transito, mas parece que o movimento aumentou, talvez tenha melhorado porque mais pessoas conseguem ver a loja. Tem gente que deixa a bicicleta no poste na frente da loja e entra pra ver as mercadorias.

Carlos, 52, funcionário de estacionamento:Menino, vou te falar uma coisa, essa ciclofaixa é uma benção! O estacionamento sempre teve movimento, mas agora vive cheio porque tem menos vagas de Zona Azul e algumas lojas fizeram convenio com a gente.

Daniela, 22, caixa de supermercado (em Mirandópolis, perto da ciclovia da Rua Coronel Lisboa/Primeiro de Janeiro): “Trabalho aqui fazem uns dois anos, depois que fizeram a ciclofaixa começou a ter mais gente vindo de bicicleta pro supermercado, então acho que o dono deve estar ganhando mais… Pra mim não faz tanta diferença, mas ficou mais fácil pros meninos que fazem as entregas, eles gostam.

Diego, 24, garçom do Sukiya da Rua Vergueiro (na frente da Ciclovia da Rua Vergueiro/Avenida Liberdade): Todo final de semana aparecem vários ciclistas aqui, principalmente na hora do almoço, em especial no domingo. Durante a semana também aparecem alguns clientes de bicicleta, mas acho que menos do que no domingo, porque tem Ciclofaixa de passeio [lazer].”

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Bicicletas amarradas na grade do Sukiya da Rua Vergueiro. (Foto: Thomas Wang/Bike Zona Sul)

Marcos, 56, atendente do Starbucks (Avenida Paulista, na frente da ciclovia da Avenida Paulista): Desde que trabalho aqui tinha cliente que vinha de bicicleta, depois que inauguraram a ciclovia tem ainda mais. Eles falam que podem parar a bicicleta na entrada da loja, trancar em poste, entrar, comprar o café e sair. É bem mais fácil do que o pessoal que vem de carro, que tem que ficar procurando vaga, pagar estacionamento… E aqui estacionamento é uma fortuna!

Rogério, 46, dono de bar/lanchonete (na frente da ciclovia da R.Artur de Azevedo): “Antes eu só vendia para os pedestres e pessoal que trabalha aqui perto, achei que ia ser ruim porque não ia ter mais vagas na frente do bar, mas agora é bem melhor, dá pra ver o movimento da rua e o pessoal que anda de bicicleta pára aqui para comprar água, suco, café, Gatorade… Até melhorou o movimento do bar já que tem um pessoal que pedala a noite e para aqui pra comer.”

Tatiana, 29, dona do Clemente Café (na frente da ciclovia da Rua Coronel Lisboa/Primeiro de Janeiro): Aqui na rua passa um número considerável de bikes, às vezes até na calçada. A ciclovia possibilita que as pessoas que nem moram tão perto e usam a bike como meio de transporte (mais do que lazer, pelo menos na semana) tenham contato com café especial.

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Na falta de paraciclo, fica no poste. Se os comerciantes instalassem paraciclos iam faturar bem mais com clientes que pedalam… (Foto: Thomas Wang/BZS)

Para entender mais sobre a relação entre ciclovias e o comércio, veja nestes links:
Bicicleta faz bem ao Comércio – Ciclocidade

Com ciclovias, faturamento do comércio aumenta

Ruas abertas com pedestres e ciclistas aumentam faturamento de lojistas

(Equipe Bike Zona Sul: Carla Moraes e Thomas Wang)

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Ciclovias protegem pessoas, sejam pedestres ou ciclistas

Ciclovias protegem pessoas, sejam pedestres ou ciclistas.

Qualquer ciclista sabe como a nossa segurança melhorou com a implantação de ciclovias, mas e para os pedestres?

Recentemente conversei com algumas pessoas e resolvi escrever um pouco do que elas disseram, dando destaque aos que não pedalam nas ciclovias, mas usam elas 🙂

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Um cadeirante e sua acompanhante em segurança na ciclovia da Rua Coronel Lisboa, na Vila Clementino. (Foto: Thomas Wang/BZS)

Camila, 22, estudante da UNIFESP: “Acho meio louca essa história de andar de bicicleta em São Paulo, o transito tem muito maluco, sabe? Pra quem pedala com certeza melhorou, meu namorado fala bastante já que vai pra faculdade e pro estágio de bicicleta, de terno e tudo. Como eu tenho medo e não tem ciclovia de casa até aqui na faculdade, continuo vindo de Metro e andando. Pra mim melhorou, quando tem carro estacionado na calçada dá pra andar na ciclovia… Assim como dá pra passar o pessoal que anda mais devagar quando to com pressa.

Lucas, 16, estudante do Colégio Madre Cabrini (que se posicionou contra a ciclovia, leia mais clicando aqui): “Antes a gente tinha que se espremer na calçada, era muito ruim porque não tinha espaço para todo mundo que ia e vinha, quando não cabia na calçada a gente tinha que se arriscar andando entre os carros manobrando. Agora quando tem muita gente podemos caminhar pela ciclovia, é só tomar cuidado com as bicicletas.”

Lucas se refere ao trecho da ciclovia da Rua Madre Cabrini, próximo da estação Vila Mariana, que se conecta com as ciclovias da Avenida Jabaquara e Rua Vergueiro. Entenda mais sobre o trecho da Madre Cabrini clicando aqui.

Maíra, 34, técnica de enfermagem: “No começo achei que [a ciclovia] ia atrapalhar bastante porque o transito desse pedaço (região da Vila Clementino), mas reparei que não fez diferença no transito, mas deve ajudar bastante quem anda de bicicleta. Ela [a ciclovia] ajuda bastante quando quero atravessar a rua, porque dá pra ver melhor os carros vindo.

Pedro, 26, auxiliar administrativo e cadeirante: “Pra vc que pedala com certeza melhorou bastante, né? Pra mim também! Antes eu tinha que me virar com esse monte de degraus na calçada (aponta para degraus na calçada), dependia de rampas de acessibilidade e de garagem, que nem sempre são boas, tinha que passar entre carros estacionados e na rua quando tinha degrau na calçada… Era perigoso, a maioria dos motoristas não respeita a gente. Agora que tem a ciclofaixa posso ir por ela, o que é bem mais fácil e seguro!” 

Camila, Maíra e Pedro trabalham na Vila Clementino, perto da ciclovia das ruas Coronel Lisboa/Primeiro de Janeiro, veja o trajeto dessa ciclovia aqui.

Osias, 45, motorista de ônibus: “No começo não gostei, achei que ia ser gasto de dinheiro à toa, mas pra mim melhorou porque agora não tem mais ‘bicicleteiro’ na faixa de onibus, só um ou outro… Pra a gente que dirige ônibus é bem melhor, né? Agora o que atrapalha a gente é só táxi, que fica cortando entre a faixa de ônibus e a outra.

Osias dirige em duas linhas diferentes, uma que passa pela Rua Vergueiro/Avenida Paulista e outra que passa na Avenida Jabaquara e região de Interlagos.

Renata, 37, enfermeira: “Cuido de idosos que precisam de atenção especial há anos, sempre foi difícil sair com eles, levar pra passear, sabe? A cidade é ruim pra eles, tem degrau na calçada, carro que buzina quando a gente atravessa, é perigoso pra mim e pra quem eu cuido. O seu Antonio (senhor de quem ela cuida, que estava conosco) nunca gostou de sair de casa porque o bairro tem muita ladeira, então pra ele é difícil andar com tanto degrau na calçada… Hoje ele sai mais, sempre vou junto porque é meu trabalho acompanhar, mas ficou bem melhor com a ciclofaixa, porque ele não precisa ficar fazendo esforço pra passar em degrau na calçada e pode atravessar a rua com mais calma, já que a pista onde o pessoal estacionava virou ciclofaixa e ciclistas tem mais paciencia pra esperar ele atravessar a rua…

Renata é enfermeira e cuida de seu Antonio, que usa ciclovias para caminhar e se sente mais seguro para atravessar a rua já que a ciclovia ‘diminuiu’ o espaço em que os carros esperam o semáforo abrir… E ciclistas respeitam idosos em ciclovias 🙂

‘Seu’ Antonio, 78, aposentado: “Quando começaram a pintar a faixa de bicicleta aqui no bairro eu não gostei, mas agora gosto porque dá pra caminhar nela, que é melhor que a calçada já que não tem degraus. Na hora de atravessar também ajuda, porque como tem esses pauzinhos amarelos (balizadores) nas esquinas os carros fazem a curva mais longe, então protege a gente.

Entenda porque ciclovias são benéficas para pedestres nesse vídeo gravado pelo nosso amigo Diego Brea, do BZS.

Leia mais sobre como as ciclovias protegem pedestres nesta matéria do Vá de Bike.

Veja o mapa da infraestrutura cicloviária da cidade de São Paulo clicando aqui.

#BikeZonaSul #CicloviasSalvamVidas #VaiTerCiclovia

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(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)


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Vc conhece o SAC da Prefeitura de São Paulo?

Você sabia que a Prefeitura de São Paulo possui um SAC?

Pouca gente sabe mas por lei os serviços públicos devem fornecer diferentes maneiras de os cidadãos registrarem solicitações. A Prefeitura da cidade de São Paulo possui inúmeros canais, como o telefone geral (156), telefones específicos (como o da SPTrans ou CET, por exemplo) e também pela internet, através do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC).

Através do SAC qualquer cidadão pode solicitar diversos serviços, como o plantio ou poda de árvores, a manutenção da sinalização de tráfego, fiscalização de tráfego, ônibus e táxis, animais, iluminação, vistorias (de acessibilidade, da lei antifumo, mesas em calçadas, etc), Nota Fiscal Paulistana, buracos nas calçadas, consulta de dívidas, Guarda Civil Metropolitana, CET, entre outros vários assuntos que são de responsabilidade municipal.

É possível registrar as solicitações de forma anonima (como denúncia) ou de forma registrada, o que torna possível o contato entre o poder público e o cidadão. Nós do Bike Zona Sul usamos o SAC com frequência, sempre de forma registrada porque esperamos o posicionamento da Prefeitura sobre as sugestões e problemas que levantamos.

Até agora nossa equipe já registrou mais de 250 solicitações enviadas, a maioria não sendo respondida, mas algumas sendo incrivelmente eficientes em termos de resposta e ações tomadas pela Prefeitura. Um dos casos em que registramos a ocorrência e a Prefeitura respondeu foi uma reclamação sobre lixo na calçada. A Prefeitura e a empresa responsável pela coleta de lixo entraram em contato conosco, pediram mais informações sobre o local e depois autuaram o condomínio responsável.

Vc provavelmente tem várias observações sobre as ruas que vc passa e o seu bairro… Como sugestões de locais onde é possível plantar árvores (ou podá-las), queixas sobre lixo ou buracos nas calçadas,  sobre locais onde é necessário implantar faixas de pedestres, lombadas ou radares… Envie todas suas observações pelo SAC!

É fácil e rápido, o link está logo aqui embaixo!

https://sp156.prefeitura.sp.gov.br/portal/

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)


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Obras da Ciclovia na Av. Luiz Gushiken

Av. Luiz Gushiken Bike Zona Sul
Ciclista utilizando a Ciclovia da Av. Luiz Gushiken

A ciclovia da Av. Luiz Gushiken está aos poucos avançando, rumo à periferia. A ciclovia é uma importante ligação, servindo de opção à M’boi Mirim aos ciclistas que vêm da Ciclovia Rio Pinheiros, ainda que não conectada à essa estrutura.

Recentemente, ela ganhou o concreto pigmentado, igual às ciclovias da região oeste da cidade, tornando a ciclovia quase um tapete, faltando ainda tampar alguns buracos das obras que estão sendo realizadas na via.

Av. Luiz Gushiken Bike Zona Sul
Estrutura cicloviária na Av. Luiz Gushiken

Porém, notamos que as obras precisam de adequações, pois em muitas esquinas por onde passa a ciclovia, existem problemas como desníveis muito altos. Além disso, há desvios que fazem o ciclista dar voltas priorizando os carros, ao invés das bicicletas.

Precisamos que a construtora reavalie e consulte os ciclistas para tornar a ciclovia mais funcional e segura.

Av. Luiz Gushiken Bike Zona Sul
Início do trecho bidirecional na Av. Luiz Gushiken

#BikeZonaSul #AvaliaçãodasCiclovias #Compartilhe

Novidades em Moema e ligação com a Vila Clementino!

Novidades em Moema e ligação com a Vila Clementino!

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Uma das travessias da ciclovia da Alameda dos Jurupis. (Foto: Paulo Alves/BZS)

Moema é um bairro que possui alguma infraestrutura cicloviária, mesmo que deficiente em muitos pontos. As ‘ciclofaixas permanentes’, criadas em 2011, pelo prefeito Gilberto Kassab geraram muita discussão, mas foram mantidas, criando um pequeno oásis de segurança para os ciclistas da região (veja o trecho das ciclofaixas de Moema clicando aqui).

Agora o bairro ganhou mais uma ciclovia, na Alameda dos Jurupis. Ela é bidirecional e vai da Av. dos Imarés até a Av. Açocê (veja as fotos acima e abaixo). O asfalto dela é liso, quase perfeito, exceto por alguns bueiros da SABESP e outras concessionárias e está bem sinalizada, tanto no solo (com pintura) como verticalmente (placas de ciclovia e proibido parar e estacionar).

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Trecho da nova ciclovia na Alameda dos Jurupis, que é toda bidirecional. (Foto: Paulo Alves/BZS)

A ciclovia da Alameda dos Anapurus faz uma curva na Av.Açocê, onde se liga com dois trechos unidirecionais (clique aqui para ver no mapa), na Alam. dos Maracatins/R.Prof.Ascendino Reis e Alam. dos Nhambiquaras. Esses trechos vão da até a Rua Doutor Habberbeck Brandão, onde ela vira bidirecional novamente (veja no mapa).

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Trecho unidirecional na Av.Prof. Ascendino Reis, sentido Moema. (Foto: Paulo Alves/BZS)

Como é possível perceber na foto acima, o trecho unidirecional na Av.Prof.Ascendino Reis possui marcas de canalização (faixas zebradas) para garantir a segurança do ciclista na curva. Já nos trechos unidirecionais da Av. Açocê, Alam.dos Maracatins e Alam.dos Nhambiquaras não possuem marcas de canalização, sendo parecidos com as ciclofaixas implantadas em 2011. A grande vantagem é que elas são mais largas, o que dá ainda mais segurança aos ciclistas.

Esse trecho composto pela Prof.Ascendino/Nhambiquaras, Açocê, Maracatins e Habberbeck Brandão são uma rota já conhecida pelos ciclistas que se deslocam entre Moema e a Vila Clementino. Esperamos que em breve eles sejam conectados com a ciclovia da Rua Coronel Lisboa, na Vila Clementino, o que criará uma ligação entre a rede cicloviária de São Paulo e a infraestrutura existente em Moema. Existem várias rotas para que essa ligação seja feita, aqui deixamos algumas que membros do Bike Zona Sul usam: pela Rua Doutor Altino Arantes e pela ruas Guapiaçú/Luis Góis (todo o trecho da ladeira da Guapiaçú tem ciclovia 🙂 ).

Entenda mais sobre as ciclovias de Moema em outro post nosso, basta clicar aqui.

Para entender mais sobre o que estamos falando: veja o mapa da infraestrutura cicloviária da cidade de São Paulo clicando aqui.

#BikeZonaSul #CicloviasSalvamVidas #VaiTerCiclovia

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(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)


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A ligação entre Indianópolis e Moema está quase completa!

Após muito diálogo com a CET, finalmente está saindo a ligação entre Saúde, Indianópolis e Moema! A foto abaixo foi tirada na Avenida Aratãs, ao lado do Hospital da Cruz Vermelha de São Paulo!

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Ciclovia da Av.Aratãs (foto: Thomas Wang/Bike Zona Sul)

Essa ciclovia fica na Avenida Aratãs, ela vai da Avenida Moreira Guimarães (continuação da Av.23 de Maio/Av.Washington Luís) até a ciclovia da Alameda dos Guatás, que por sua vez vai até a ciclovia da Avenida Jabaquara. Para entender essa descrição, clique aqui. Tanto as ciclovias da Alameda dos Guatás quanto a da Avenida Aratãs são bidirecionais, o que facilita o deslocamento dos ciclistas em ambos sentidos, fornecendo segurança em alguns trechos com ladeiras da região da Saúde e Indianópolis.

Na região da Saúde e Indianópolis não há nenhuma ciclovia, exceto a da Avenida Jabaquara, que acaba em frente à Igreja de São Judas Tadeu, por isso as ciclovias da Alameda dos Guatás e da Avenida Aratãs são extremamente importantes!

A ciclovia da Avenida Aratãs ainda está incompleta, faltam algumas adaptações nos cruzamentos (nesses trechos a ciclovia e as travessias ainda não foram sinalizadas) e na sinalização (como a instalação de placas educativas para os motoristas), mas ela já está quase pronta!

Nós do Bike Zona Sul esperamos que completem a ligação entre essa ciclovia na Avenida Aratãs com as de Moema logo, afinal são só 4 quadras entre elas! Para entender essa ligação, clique aqui.

Você já viu como está o mapa da infraestrutura cicloviária de São Paulo? Clique aqui para ver! Focando na região de Moema, é possível ver várias ligações que são intuitivas, como essa (que falamos acima) na Aratãs, entre Moema e Indianópolis. Além dessa, também temos outras como essa (entre a Rua Dr.Habberbeck Brandão e a Rua Guapiaçu, que podem levar o ciclista até a Vila Clementino) e essa (entre a a Alameda dos Nhambiquaras e a Av.Hélio Pellegrino, que pode levar o ciclista até o Parque do Ibirapuera).

Num próximo post vamos falar das ciclovias/ciclofaixas de Moema, que receberam novos trechos recentemente! Vamos falar de trechos da Alameda dos Jurupis, Açocê, Nhambiquaras, Prof.Ascendino Reis e Habberbeck Bradão! Mais para frente também vamos falar das possibilidades de outras ciclovias em Moema, como na Anapurus e Canário.

Em breve esperamos também tratar das ligações das ciclovias de Moema para o Itaim Bibi Brooklin (que possui somente uma ciclovia na Faria Lima/Berrini) e para o Campo Belo, que não possui nenhuma estrutura cicloviária, mas é caminho para muitas pessoas que vem da Zona Sul para o Centro!

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#AnáliseBZS sobre a matéria da Folha de SP

 

#AnáliseBZS sobre a matéria da

Folha de S.Paulo

Recortamos alguns trechos da matéria relacionados à mobilidade e comentamos de acordo com o nosso posicionamento. Para entender melhor nossos comentários, colocamos links com mais informações, podem clicar que eles vão abrir em outras abas do seu navegador.

CICLOVIAS
Quando começou: 2009
Como é: hoje existem 415 km; cerca de 65 deles foram feitos por gestões anteriores à de Haddad
O que fica: boa parte delas deve ser mantida
O que muda: sua manutenção será cedida à iniciativa privada em troca de publicidade; os trechos subutilizados serão removidos

Bike Zona Sul: Nenhuma ciclovia deve ser removida, elas são criadas para oferecer uma opção segura aos que já pedalam e aos que querem pedalar, mas tem medo do transito. A ampliação da malha cicloviária mostrou que existem milhares de pessoas que desejam usar a bicicleta como meio de transporte, que após a criação elas começam a ser usadas. Se chama ‘demanda reprimida’ (entenda nesse vídeo). A construção de ciclovias aumentou o número de ciclistas, pois muitas pessoas só pedalam quando se sentem seguras. Entenda aqui e aqui.

CORREDORES DE ÔNIBUS
Como é: a cidade tem mais de 500 km de pistas exclusivas
O que fica: elas não serão retiradas, mas sim reestudadas –caso da av. Giovanni Gronchi
O que muda: será implantado sistema de BRT e cobradores serão promovidos a motoristas –programa se chamará Rapidão

BZS: Todos os corredores e faixas de ônibus devem ficar como são ou ter seu horário ampliado, a prioridade deve ser do transporte público-coletivo, não dos veículos particulares. Como manda a Plano de Mobilidade Urbana. Mais informações sobre o Plano de Mobilidade Urbana aqui.

 

REDUÇÃO DA VELOCIDADE NAS MARGINAIS
Quando começou: jul.2015
Como é: nas pistas locais, limite é de 50 km/h; nas centrais, de 60km/h; e nas expressas, de 70 km/h
O que fica: nas outras vias, como a av. Rebouças (50 km/h), velocidade não será alterada
O que muda: limite será de 60 km/h nas locais, 70 km/h nas centrais e 90 km/h nas expressas, “na semana seguinte à posse”

BZS: As Marginais devem continuar com os limites de velocidade atuais, para preservar vidas e proteger as pessoas, tanto motoristas, quanto passageiros e motociclistas. A velocidade máxima de 50km/h é uma recomendação da ONU, de acordo com o programa Visão Zero, que busca tornar as cidades mais seguras para todos.

 

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BZS nas eleições 2016: Haddad no SPTV (22/09)

BZS nas eleições 2016: Haddad no SPTV (22/09)

O atual prefeito e candidato à reeleição Fernando Haddad (PT) participou do SPTV e nós do Bike Zona Sul destacamos alguns trechos relacionados à mobilidade urbana para comentar neste post.

César Tralli: “Tem uma reclamação por toda cidade de que faltaram critérios e estudos técnicos na implantação, o senhor não deveria ter ouvido mais a população?”

Fernando Haddad: “O Ministério Público entrou com uma ação judicial contra a Prefeitura para suspender o plano cicloviário alegando falta de planejamento. O Ministério Público perdeu essa ação. Ou seja, o próprio Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo reconheceu que a CET fez o planejamento. Se tem problemas no seu bairro, a CET tem feito reparos, tem feito ajustes. Fez na Praça Vilaboim, fez na Bento Guelf, fez em diferentes locais da cidade e continua aberta a isso. O que nós não podemos abrir mão é que o número de ciclistas na cidade de São Paulo dobrou e o número de mortes de ciclistas caiu 34%. Ciclovias são para salvar vidas. Ciclovias, as pessoas tem que entender, nós temos que salvar vidas. Esta carnificina que é o transito de São Paulo tem que acabar. Os meus adversários querem fazer o contrário do que recomendam as principais agencias internacionais de segurança no transito, não abra mão da vida.”

Tralli: “Ciclovia é pra ciclista, óbvio, a questão é a seguinte, a gente mostra com muita frequência no SPTV ciclovia cheia de buraco, mal sinalizada, mal pintada, que tem poste no meio, criticada até pelos cicloativistas, falta de segurança, por falta de utilidade real (O Tralli nunca ouviu falar de demanda reprimida? Leia mais clicando aqui). Quero saber do senhor, se reeleito o senhor vai rever trajetos de ciclovia.”

Haddad: “Isso é da rotina da cidade de São Paulo, rever posições, por causa do investimento que é feito em ciclovia, é um investimento muito barato, uma vida salva, quanto custa? Foram 34% de redução de mortes de ciclistas. A Rede Globo anunciava, é um quinto do preço que custou a ciclovia do Governo do Estado e você sabe disso, foi anunciado inclusive na Rede Globo. O que eu quero dizer pra vocês é: não vamos abrir mão e um programa de segurança no transito. Se há ajustes há serem feitos, que se façam. Mas não podemos abrir mão da vida. Há mais de 300 vidas salvas.”

Bike Zona Sul: Se o César Tralli realmente se importasse com a segurança dos ciclistas ele saberia que a pior ciclovia é melhor do que nenhuma. Como em qualquer via, existem problemas como buracos  (que tem origem por causa de obras da SABESP e outras concessionárias), plantas (vegetação), iluminação e sinalização. Porém nenhum desses problemas coloca o ciclista em risco como a imprudência dos condutores de outros veículos (carros, motos, ônibus e caminhões). Quando não há ciclovia, a chance de um ciclista morrer é infinitamente maior do que em qualquer ciclovia, por pior que seja. 

 

Veja o vídeo completo: Haddad no SPTV (22/09).

 

(Equipe Bike Zona Sul: Alex Gomes, Alexandre Liodoro, Carla Moraes, Diego Brea, Ianca Loureiro, Marivaldo Lopes, Paulo Alves e Thomas Wang)

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Alforje é vida

Amamos alforjes! ❤

Essencial para uso urbano, é uma bolsa para bicicletas, um acessório muito prático para levar objetos do dia a dia sem precisar amarrar vários elásticos no bagageiro e sem a necessidade de levar peso nas costas, deixando o corpo livre para sentir mais ainda o vento e a liberdade da bicicleta.

Alforje Bike Zona Sul
Alforjes nos bagageiros facilita tudo

Existem alforjes para todos os tipos, tamanhos e gostos, atendendo desde quem usa a bicicleta como meio de transporte ou até para quem deseja viajar de bike mundo afora.

E aí, já pensou em utilizar um para facilitar o seu dia a dia? Alforje é vida. 😉

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