Novidades em Moema e ligação com a Vila Clementino!

Novidades em Moema e ligação com a Vila Clementino!

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Uma das travessias da ciclovia da Alameda dos Jurupis. (Foto: Paulo Alves/BZS)

Moema é um bairro que possui alguma infraestrutura cicloviária, mesmo que deficiente em muitos pontos. As ‘ciclofaixas permanentes’, criadas em 2011, pelo prefeito Gilberto Kassab geraram muita discussão, mas foram mantidas, criando um pequeno oásis de segurança para os ciclistas da região (veja o trecho das ciclofaixas de Moema clicando aqui).

Agora o bairro ganhou mais uma ciclovia, na Alameda dos Jurupis. Ela é bidirecional e vai da Av. dos Imarés até a Av. Açocê (veja as fotos acima e abaixo). O asfalto dela é liso, quase perfeito, exceto por alguns bueiros da SABESP e outras concessionárias e está bem sinalizada, tanto no solo (com pintura) como verticalmente (placas de ciclovia e proibido parar e estacionar).

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Trecho da nova ciclovia na Alameda dos Jurupis, que é toda bidirecional. (Foto: Paulo Alves/BZS)

A ciclovia da Alameda dos Anapurus faz uma curva na Av.Açocê, onde se liga com dois trechos unidirecionais (clique aqui para ver no mapa), na Alam. dos Maracatins/R.Prof.Ascendino Reis e Alam. dos Nhambiquaras. Esses trechos vão da até a Rua Doutor Habberbeck Brandão, onde ela vira bidirecional novamente (veja no mapa).

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Trecho unidirecional na Av.Prof. Ascendino Reis, sentido Moema. (Foto: Paulo Alves/BZS)

Como é possível perceber na foto acima, o trecho unidirecional na Av.Prof.Ascendino Reis possui marcas de canalização (faixas zebradas) para garantir a segurança do ciclista na curva. Já nos trechos unidirecionais da Av. Açocê, Alam.dos Maracatins e Alam.dos Nhambiquaras não possuem marcas de canalização, sendo parecidos com as ciclofaixas implantadas em 2011. A grande vantagem é que elas são mais largas, o que dá ainda mais segurança aos ciclistas.

Esse trecho composto pela Prof.Ascendino/Nhambiquaras, Açocê, Maracatins e Habberbeck Brandão são uma rota já conhecida pelos ciclistas que se deslocam entre Moema e a Vila Clementino. Esperamos que em breve eles sejam conectados com a ciclovia da Rua Coronel Lisboa, na Vila Clementino, o que criará uma ligação entre a rede cicloviária de São Paulo e a infraestrutura existente em Moema. Existem várias rotas para que essa ligação seja feita, aqui deixamos algumas que membros do Bike Zona Sul usam: pela Rua Doutor Altino Arantes e pela ruas Guapiaçú/Luis Góis (todo o trecho da ladeira da Guapiaçú tem ciclovia 🙂 ).

Entenda mais sobre as ciclovias de Moema em outro post nosso, basta clicar aqui.

Para entender mais sobre o que estamos falando: veja o mapa da infraestrutura cicloviária da cidade de São Paulo clicando aqui.

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(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)


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BZS nas eleições 2016: Haddad no SPTV (22/09)

BZS nas eleições 2016: Haddad no SPTV (22/09)

O atual prefeito e candidato à reeleição Fernando Haddad (PT) participou do SPTV e nós do Bike Zona Sul destacamos alguns trechos relacionados à mobilidade urbana para comentar neste post.

César Tralli: “Tem uma reclamação por toda cidade de que faltaram critérios e estudos técnicos na implantação, o senhor não deveria ter ouvido mais a população?”

Fernando Haddad: “O Ministério Público entrou com uma ação judicial contra a Prefeitura para suspender o plano cicloviário alegando falta de planejamento. O Ministério Público perdeu essa ação. Ou seja, o próprio Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo reconheceu que a CET fez o planejamento. Se tem problemas no seu bairro, a CET tem feito reparos, tem feito ajustes. Fez na Praça Vilaboim, fez na Bento Guelf, fez em diferentes locais da cidade e continua aberta a isso. O que nós não podemos abrir mão é que o número de ciclistas na cidade de São Paulo dobrou e o número de mortes de ciclistas caiu 34%. Ciclovias são para salvar vidas. Ciclovias, as pessoas tem que entender, nós temos que salvar vidas. Esta carnificina que é o transito de São Paulo tem que acabar. Os meus adversários querem fazer o contrário do que recomendam as principais agencias internacionais de segurança no transito, não abra mão da vida.”

Tralli: “Ciclovia é pra ciclista, óbvio, a questão é a seguinte, a gente mostra com muita frequência no SPTV ciclovia cheia de buraco, mal sinalizada, mal pintada, que tem poste no meio, criticada até pelos cicloativistas, falta de segurança, por falta de utilidade real (O Tralli nunca ouviu falar de demanda reprimida? Leia mais clicando aqui). Quero saber do senhor, se reeleito o senhor vai rever trajetos de ciclovia.”

Haddad: “Isso é da rotina da cidade de São Paulo, rever posições, por causa do investimento que é feito em ciclovia, é um investimento muito barato, uma vida salva, quanto custa? Foram 34% de redução de mortes de ciclistas. A Rede Globo anunciava, é um quinto do preço que custou a ciclovia do Governo do Estado e você sabe disso, foi anunciado inclusive na Rede Globo. O que eu quero dizer pra vocês é: não vamos abrir mão e um programa de segurança no transito. Se há ajustes há serem feitos, que se façam. Mas não podemos abrir mão da vida. Há mais de 300 vidas salvas.”

Bike Zona Sul: Se o César Tralli realmente se importasse com a segurança dos ciclistas ele saberia que a pior ciclovia é melhor do que nenhuma. Como em qualquer via, existem problemas como buracos  (que tem origem por causa de obras da SABESP e outras concessionárias), plantas (vegetação), iluminação e sinalização. Porém nenhum desses problemas coloca o ciclista em risco como a imprudência dos condutores de outros veículos (carros, motos, ônibus e caminhões). Quando não há ciclovia, a chance de um ciclista morrer é infinitamente maior do que em qualquer ciclovia, por pior que seja. 

 

Veja o vídeo completo: Haddad no SPTV (22/09).

 

(Equipe Bike Zona Sul: Alex Gomes, Alexandre Liodoro, Carla Moraes, Diego Brea, Ianca Loureiro, Marivaldo Lopes, Paulo Alves e Thomas Wang)

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Algumas razões para reduzir a velocidade máxima das vias

Algumas razões para reduzir a velocidade máxima das vias

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Fonte: The City Fix.

1) Mais de 45 mil pessoas morrem por ano em acidentes de trânsito no Brasil. (Fonte: ONU)

2) O Brasil está em 4º lugar no mundo entre os países com mais mortes no trânsito (Fonte: Justiça Federal)

3) Nosso país gasta cerca de R$ 40 bilhões por ano com acidentes de trânsito. (Fonte: G1/Bom Dia Brasil)

4) redução de 5% na velocidade máxima das vias reduz em 30% a chance de morte em caso de atropelamentos! (Fonte: The City Fix)

5) Risco de acidentes de trânsito a 40 km/h é a metade do que a 50 km/h. (Fonte: UOL)

6) Quanto mais carros, mais antissociais ficamos. (Fonte: The City Fix)

7) Menor velocidade máxima aumenta a fluidez no trânsito e reduz congestionamentos. (Fonte: WSDOT – Departamento de Transportes de Washington, EUA)

8) Diversas cidades no Mundo tem reduzido a velocidade máximas das suas vias, como Londres e Paris. (Fonte: Jornal Hoje)

9) Nova York reduziu a velocidade de suas vias para 40 km/h para zerar as mortes no transito. (Fonte: Jornal Nacional e Vá de Bike)

10) Em São Paulo a redução da velocidade máxima nas vias as mortes já diminuíru mais de 20%. (Fonte: Cidadeapé – Associação pela Mobilidade a Pé em SP)

 

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BZS nas eleições 2016: João Dória (PSDB)

No começo do ano o EL PAÍS Brasil entrevistou o (então) pré-candidato João Dória do PSDB. Baseado nessa entrevista, o Bike Zona Sul fez uma análise da entrevista!

Na nossa análise, alguns trechos foram selecionados e comentados, leia abaixo! Ah, nosso post tem vários links embutidos, pode clicar que eles vão abrir em uma nova aba para vc não perder essa página!

El País Brasil: “Uma das bandeira dele foram as ciclovias. Como você avalia essa política pública de mobilidade?”
João Dória: “É uma política acertada, eu vou defender a manutenção das ciclovias.”
Bike Zona Sul: Ele disse que vai “defender a manutenção”, ou seja, vai cuidar das existentes, mas não necessariamente expandi-las como precisamos!

JD: “O que eu tenho como crítica é que houve uma implantação acelerada, houve um açodamento nessa implantação com o objetivo de alcançar metas de quilometragem de ciclovias, e nisso vários equívocos acabaram sendo cometidos. Primeiro teve um efeito no custo, o mau planejamento sempre estabelece custos mais elevados.”
BZS: Segundo a lei municipal (http://www.nossasaopaulo.org.br/portal/emenda ), todo candidato tem que estabelecer metas ao ser eleito, para que a população tenha parâmetros para avaliar a gestão. Por isso a meta existe, o fato de ela ter um prazo obrigou o pode público e a sociedade a se mobilizarem pela causa, o que resultou nas novas ciclovias. Além disso, os erros iniciais ou pontuais são corrigidos assim que são notados. Um programa que planeja ciclovias numa cidade de mais de 12 milhões de habitantes possui falhas, como qualquer um dessa magnitude, mas isso não desqualifica o programa. Quanto aos valores, o candidato precisa se informar melhor, nós sugerimos que leia esta matéria do Vá de Bike.

JD: “Depois, ciclovia e ciclofaixas colocadas em áreas onde não há ciclistas ou áreas de risco para ciclistas, pedestres, transeuntes e até usuários de outros veículos. Imaginar que em várias áreas da cidade as ciclofaixas estão pintadas em cima de calçadas… ”
BZS: Ciclovias e ciclofaixas em áreas onde não há ciclistas estimulam novos ciclistas, como a pesquisa da Ciclocidade mostrou: na ciclovia da Avenida Faria Lima passam 1941 pessoas por dia, onde antes não passava nenhum ciclista, isso é equivalente a 139 ciclistas por hora. Como disse Ray Liotta no filme Field of Dreams (“O Campo dos Sonhos”, 1989): “Construa e eles virão”.

JD: “Talvez nem ele saiba, porque como ele não frequenta a periferia, ele talvez não saiba que vários quilômetros de calçadas foram pintadas como ciclofaixas.”
BZS: A maioria das ciclofaixas feitas sobre calçadas só foi feita após a expansão das calçadas e possui toda sinalização de ciclofaixa E calçada ou de calçada compartilhada, como exige o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), vide fotos da Ponte das Bandeiras e Jardim Helena, por exemplo.

JD: “Mas o programa é bom, é uma boa iniciativa e será mantida.”
BZS: O candidato diz que vai manter o programa, mas não fala em expandí-lo. Caso ele se torne o candidato do PSDB devemos cobrá-lo sobre a expansão e novas metas para o Ciclovia SP.

El País Brasil: “Caso eleito, qual será sua primeira medida como prefeito?”
João Dória: “Voltar a velocidade normal nas marginais, para dar uma declaração clara do absurdo que foi feito, da falta de consciência e de planejamento. Isso vai ser uma demonstração clara de mudança e transformação. Nas marginais, as velocidades vão voltar ao que eram antes.”
Bike Zona Sul: Assim que ele fizer isso as colisões e mortes vão aumentar de novo. Um dos grandes feitos da última gestão foi a redução das velocidades máximas, o que evitou mortes e melhorou a fluidez do trânsito, as próprias Marginais mostram isso (vejam no link: http://g1.globo.com/…/lentidao-nas-marginais-caiu-10-com-re… ). Um exemplo prático de como a redução da velocidade máxima melhora na fluidez pode ser visto nesse vídeo do Departamento de Transportes de Washington (https://www.youtube.com/watch?v=8G7ViTTuwno ).

EP: “De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), após a implantação da medida as mortes no trânsito caíram 18,5% no primeiro semestre de 2015…”
JD: “A razão não foi essa. A queda ocorreu fundamentalmente devido à redução sensível do número de veículos transitando nas marginais. A volta da velocidade normal será uma demonstração clara da busca da eficiência de colocar São Paulo na dimensão de uma megametrópole.”
BZS: Várias pessoas usam esse argumento, mas ele não tem nenhuma base já que não existem dados precisos sobre a quantidade de veículos. Porém a lógica explica que dirigindo a uma velocidade menor o condutor tem mais tempo para raciocinar ao ver um problema como uma batida a sua frente, por isso as colisões e mortes diminuíram com a redução da velocidade máxima.

Veja a entrevista completa aqui.

#BikeZonaSul #CicloviasSalvamVidas #VaiTerCiclovia

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(Equipe Bike Zona Sul: Alex Gomes, Alexandre Liodoro, Carla Moraes, Diego Brea, Ianca Loureiro, Marivaldo Lopes, Paulo Alves e Thomas Wang)

CET instala paraciclos na Av.Jabaquara

A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) instalou 33 paraciclos na Avenida Jabaquara!

Paraciclos são suportes para fixação de bicicletas, podendo ser instalados em áreas públicas e privadas, como consta na Política Nacional de Mobilidade Urbana. Eles são uma importante parte da política cicloviária, pois permitem aos ciclista trancar sua bicicleta de forma segura e confortável.

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Paraciclo U-invertido, o modelo ideal.

Na cidade de São Paulo os suportes são amarelos para facilitar a visualização, cor determinada pelo manual da Prefeitura: http://www.cetsp.com.br/media/404326/manualparaciclos.pdf .

Para instalar um paraciclo, basta seguir o manual (link acima), que é simples e prático. É importante deixar claro que não é necessária nenhuma autorização da Prefeitura ou qualquer órgão, não existem impostos ou multas sobre a instalação de paraciclos, desde que feita de acordo com o manual da CET.

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Paraciclo instalado no canteiro central e perto da faixa de pedestres, para que os ciclistas tranquem a bicicleta e já atravessem, indo ao seu destino.

Com os 33 novos paraciclos instalados ao longo da Av. Jabaquara, já são 748 pela cidade, o que é um bom começo.

As fotos desse post foram tiradas na altura do Metrô Praça da Árvore 🙂

E abaixo segue a lista de locais onde a CET instalou paraciclos na Av. Jabaquara.

ENDEREÇOS:
Avenida Jabaquara nº 1126
Avenida Jabaquara nº 1374
Avenida Jabaquara nº 1526
Avenida Jabaquara nº 1744
Avenida Jabaquara nº 1810
Avenida Jabaquara nº 1812
Avenida Jabaquara nº 1826
Avenida Jabaquara nº 1842
Avenida Jabaquara nº 2285
Avenida Jabaquara nº 2071 com Rua Ibiturana
Avenida Jabaquara nº 1987
Avenida Jabaquara com Rua Paracatu nº 202
Avenida Jabaquara nº 1955 com Rua Paracatu (lado ímpar)
Avenida Jabaquara nº 1729
Avenida Jabaquara com Rua Pereira Estefano
Avenida Jabaquara nº 1465
Avenida Jabaquara nº 1397
Avenida Jabaquara nº 1257
Avenida Jabaquara com Rua Carneiro da Cunha nº 69
Avenida Jabaquara com Rua Carneiro da Cunha nº 47
Avenida Jabaquara nº 981
Avenida Jabaquara nº 941
Avenida Jabaquara nº 901
Avenida Jabaquara nº 877
Avenida Jabaquara nº 853
Avenida Jabaquara nº 833
Avenida Jabaquara nº 803
Avenida Jabaquara com Rua Serra Martins nº 23
Avenida Jabaquara nº 697
Avenida Jabaquara com Rua Guarau
Avenida Jabaquara com Rua Guarau
Avenida Jabaquara nº 681

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Paraciclo instalado em frente aos Correios.

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(Equipe Bike Zona Sul: texto e fotos de Thomas Wang)

Faixas de pedestres na diagonal… (X e Y)

Apesar de muito repudiadas no período de instalação em São Paulo, as faixas de pedestres em diagonal instaladas em São Paulo são usadas por milhares de pessoas todos os dias.

A imagem abaixo mostra uma das primeiras travessias diagonais de São Paulo, instalada entre o Viaduto do Chá e o Teatro Municipal, no Centro da cidade.

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Faixa de pedestres diagonal em São Paulo, Brasil. (foto: Prefeitura de São Paulo)

Nesta breve seleção de imagens, trouxemos faixas de pedestres de Los Angeles (Estados Unidos), São Paulo (Brasil), Shibuya (Japão) e Londres (Inglaterra). Todas essas cidades são conhecidas por seu trânsito caótico, por isso necessitam de mudanças na gestão do tráfego para que se tornem mais seguras para seus habitantes.

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Faixa de pedestres diagonal (X) em Los Angeles, Estados Unidos. (foto: LADOT)

Através das imagens pode-se perceber que a Prefeitura de São Paulo tem tentado trazer experiências positivas que já são conhecidas no exterior para nossa cidade, com o objetivo de torná-la melhor para todos os cidadãos…

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Faixa de pedestres diagonal (X) em Londres, na Inglaterra. (foto: Barry Phillips)


Como é possível perceber nas imagens, a pr
iorização de pedestres e ciclistas é uma tendência Mundo afora… Por que? Porque ao priorizarmos os mais frágeis nós tornamos o trânsito mais calmo e seguro para todos 🙂

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Faixa de pedestres diagonal (Y) em Shibuya, Japão. (foto: Getty Images)


Esperamos ver mais dessas faixas pela cidade, pois todos conhecemos vários cruzamentos que necessitam delas…

Nos quais muitas vezes os pedestres se arriscam correndo na diagonal, por isso tais faixas seriam muito úteis para protegê-los…

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)

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Ligações no Sudeste: R.Domingos de Morais e região do Jabaquara

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Rua Domingos de Morais, altura da Rua.Dr.Altino Arantes (foto do Vá de Bike)

Um dos caminhos mais conhecidos para a Zona Sul, a Rua Domingos de Morais é a via central do eixo que liga o Jabaquara ao Centro. Essa rota forma um Y ligando o Centro, a região da Vila Santa Catarina e também a Av.Cupecê, indo em direção à Diadema.

Esse eixo começa quando as avenidas Engenheiro Armando de Arruda Pereira e Engenheiro George Corbisier se encontram com na altura do metrô Conceição, formando o centro do nosso Y. Juntas elas ‘se tornam’ a Av.Doutor Hugo Beolchi, que passa por cima da Av.dos Bandeirantes. Após o viaduto ela se torna a Av.Jabaquara, mudando para Rua Domingos de Morais (entre a Rua Luís Góis e o metrô Vila Mariana), de onde passa a se chamar Rua Vergueiro, conforme nosso mapa:

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O grande eixo cicloviário do Sudeste de São Paulo em azul claro.

É por isso que uma ciclovia na Rua Domingos de Morais é fundamental para conectar a Zona Sul ao Centro da cidade, ela é uma rota já usada por centenas de ciclistas todos os dias, inclusive vários membros do Bike Zona Sul.

A Ciclovia Da Vergueiro precisa ser conectada com a Ciclovia Avenida Jabaquara para que os ciclistas não fiquem expostos ao intenso tráfego do trecho da Domingos de Morais, que tem ônibus, carros, motos e caminhões…

A atual alternativa construída pela CET passa pelas ruas Madre Cabrini, Primeiro de Janeiro e Coronel Lisboa, paralelas à Domingos de Morais. Ela é ótima para quem se desloca pela Vila Clementino ou a partir desse bairro, mas é um desvio grande e desnecessário para quem segue na direção do Jabaquara, outros bairros do Sudeste e Diadema.

Todos sabemos da grande quantidade de ciclistas que usa o eixo Vergueiro-Domingos de Morais-Jabaquara, por isso precisamos de uma ciclovia na Rua Domingo de Morais! Além de proteger quem já pedala nessa rota, uma ciclovia nela estimularia ciclistas ocasionais, como meu pai e minha irmã.

A maioria dos ciclistas ocasionais não se sente segura ao compartilhar a rua com carros, ônibus, motos e caminhões. É necessário garantir a segurança e o espaço deles, o que só é possível com a construção de ciclovias e ciclofaixas. Por isso defendemos a criação de mais ciclovias e ciclofaixas.

A ciclovia da Rua Domingos de Morais pode seguir o modelo das ciclovias da Rua Vergueiro e da Avenida Jabaquara, sendo monodirecional no canteiro central. Para isso basta demarcar a ciclovia no centro da avenida e ressinalizar as faixas de rolamento. É algo simples e que não precisa demorar!

Além disso, é necessário conectar a ciclovia da Av.Jabaquara às demais do Sudeste, como a da Av. Eng.George Corbisier e da Av.Eng.Armando de Arruda Pereira (sobre essas duas, clique aqui). Uma ligação segura entre essas duas ciclovias e a da Av.Jabaquara-Rua Vergueiro é fundamental para que os ciclistas possam se deslocar em segurança. Quando essas conexões forem completadas, boa parte do Sudeste paulistano estará conectado à malha cicloviária da cidade.

Para manter vivas as nossas demandas para a Prefeitura (seja nessa gestão ou na próxima), a equipe do Bike Zona Sul criou dois abaixo-assinados, por favor assinem e compartilhem!

Assine e compartilhe os links:

www.change.org/InterligarAsCiclovias

Vamos pressionar o poder público e tornar São Paulo melhor para todos!

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)

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