Bike Zona Sul

Dicas para pedalar no frio

Algumas dicas da equipe Bike Zona Sul para pedalar no frio!

1) Vista-se de forma adequada. Use abrigos como moletons para proteger o peito, costas, o tronco de forma geral. Isso é importante para se prevenir contra resfriados. Use casacos ‘corta vento’, eles são eficientes para armazenar o calor sem que te façam suar demais.

2) Cubra a cabeça. Use uma bandana, boné ou lenço por baixo do capacete, para proteger-se do frio. Além disso, use algo para cobrir o nariz e a boca quando necessário, para evitar que o ar gelado penetre diretamente nas vias respiratórias. Para os olhos, vale o uso de óculos de ciclismo.

3) Use luvas. Além de esquentar, elas melhoram a circulação sanguínea evitando que suas mãos ‘tremam’ por causa do frio, o que dá mais firmeza para segura o guidão.

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(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)


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Ciclovias protegem pessoas, sejam pedestres ou ciclistas

Ciclovias protegem pessoas, sejam pedestres ou ciclistas.

Qualquer ciclista sabe como a nossa segurança melhorou com a implantação de ciclovias, mas e para os pedestres?

Recentemente conversei com algumas pessoas e resolvi escrever um pouco do que elas disseram, dando destaque aos que não pedalam nas ciclovias, mas usam elas 🙂

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Um cadeirante e sua acompanhante em segurança na ciclovia da Rua Coronel Lisboa, na Vila Clementino. (Foto: Thomas Wang/BZS)

Camila, 22, estudante da UNIFESP: “Acho meio louca essa história de andar de bicicleta em São Paulo, o transito tem muito maluco, sabe? Pra quem pedala com certeza melhorou, meu namorado fala bastante já que vai pra faculdade e pro estágio de bicicleta, de terno e tudo. Como eu tenho medo e não tem ciclovia de casa até aqui na faculdade, continuo vindo de Metro e andando. Pra mim melhorou, quando tem carro estacionado na calçada dá pra andar na ciclovia… Assim como dá pra passar o pessoal que anda mais devagar quando to com pressa.

Lucas, 16, estudante do Colégio Madre Cabrini (que se posicionou contra a ciclovia, leia mais clicando aqui): “Antes a gente tinha que se espremer na calçada, era muito ruim porque não tinha espaço para todo mundo que ia e vinha, quando não cabia na calçada a gente tinha que se arriscar andando entre os carros manobrando. Agora quando tem muita gente podemos caminhar pela ciclovia, é só tomar cuidado com as bicicletas.”

Lucas se refere ao trecho da ciclovia da Rua Madre Cabrini, próximo da estação Vila Mariana, que se conecta com as ciclovias da Avenida Jabaquara e Rua Vergueiro. Entenda mais sobre o trecho da Madre Cabrini clicando aqui.

Maíra, 34, técnica de enfermagem: “No começo achei que [a ciclovia] ia atrapalhar bastante porque o transito desse pedaço (região da Vila Clementino), mas reparei que não fez diferença no transito, mas deve ajudar bastante quem anda de bicicleta. Ela [a ciclovia] ajuda bastante quando quero atravessar a rua, porque dá pra ver melhor os carros vindo.

Pedro, 26, auxiliar administrativo e cadeirante: “Pra vc que pedala com certeza melhorou bastante, né? Pra mim também! Antes eu tinha que me virar com esse monte de degraus na calçada (aponta para degraus na calçada), dependia de rampas de acessibilidade e de garagem, que nem sempre são boas, tinha que passar entre carros estacionados e na rua quando tinha degrau na calçada… Era perigoso, a maioria dos motoristas não respeita a gente. Agora que tem a ciclofaixa posso ir por ela, o que é bem mais fácil e seguro!” 

Camila, Maíra e Pedro trabalham na Vila Clementino, perto da ciclovia das ruas Coronel Lisboa/Primeiro de Janeiro, veja o trajeto dessa ciclovia aqui.

Osias, 45, motorista de ônibus: “No começo não gostei, achei que ia ser gasto de dinheiro à toa, mas pra mim melhorou porque agora não tem mais ‘bicicleteiro’ na faixa de onibus, só um ou outro… Pra a gente que dirige ônibus é bem melhor, né? Agora o que atrapalha a gente é só táxi, que fica cortando entre a faixa de ônibus e a outra.

Osias dirige em duas linhas diferentes, uma que passa pela Rua Vergueiro/Avenida Paulista e outra que passa na Avenida Jabaquara e região de Interlagos.

Renata, 37, enfermeira: “Cuido de idosos que precisam de atenção especial há anos, sempre foi difícil sair com eles, levar pra passear, sabe? A cidade é ruim pra eles, tem degrau na calçada, carro que buzina quando a gente atravessa, é perigoso pra mim e pra quem eu cuido. O seu Antonio (senhor de quem ela cuida, que estava conosco) nunca gostou de sair de casa porque o bairro tem muita ladeira, então pra ele é difícil andar com tanto degrau na calçada… Hoje ele sai mais, sempre vou junto porque é meu trabalho acompanhar, mas ficou bem melhor com a ciclofaixa, porque ele não precisa ficar fazendo esforço pra passar em degrau na calçada e pode atravessar a rua com mais calma, já que a pista onde o pessoal estacionava virou ciclofaixa e ciclistas tem mais paciencia pra esperar ele atravessar a rua…

Renata é enfermeira e cuida de seu Antonio, que usa ciclovias para caminhar e se sente mais seguro para atravessar a rua já que a ciclovia ‘diminuiu’ o espaço em que os carros esperam o semáforo abrir… E ciclistas respeitam idosos em ciclovias 🙂

‘Seu’ Antonio, 78, aposentado: “Quando começaram a pintar a faixa de bicicleta aqui no bairro eu não gostei, mas agora gosto porque dá pra caminhar nela, que é melhor que a calçada já que não tem degraus. Na hora de atravessar também ajuda, porque como tem esses pauzinhos amarelos (balizadores) nas esquinas os carros fazem a curva mais longe, então protege a gente.

Entenda porque ciclovias são benéficas para pedestres nesse vídeo gravado pelo nosso amigo Diego Brea, do BZS.

Leia mais sobre como as ciclovias protegem pedestres nesta matéria do Vá de Bike.

Veja o mapa da infraestrutura cicloviária da cidade de São Paulo clicando aqui.

#BikeZonaSul #CicloviasSalvamVidas #VaiTerCiclovia

#PrioridadeParaOsPedestres #CidadesParaPessoas #CitiesForPeople

#SãoPauloPrasPessoas

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)


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Alforje é vida

Amamos alforjes! ❤

Essencial para uso urbano, é uma bolsa para bicicletas, um acessório muito prático para levar objetos do dia a dia sem precisar amarrar vários elásticos no bagageiro e sem a necessidade de levar peso nas costas, deixando o corpo livre para sentir mais ainda o vento e a liberdade da bicicleta.

Alforje Bike Zona Sul
Alforjes nos bagageiros facilita tudo

Existem alforjes para todos os tipos, tamanhos e gostos, atendendo desde quem usa a bicicleta como meio de transporte ou até para quem deseja viajar de bike mundo afora.

E aí, já pensou em utilizar um para facilitar o seu dia a dia? Alforje é vida. 😉

#bikezonasul #compartilhe

Carro-dependência tem cura

Bike Zona Sul Carro Dependência
O carro em sua própria concepção é um meio de transporte indicado para o transporte interurbano, distâncias acima de 30km ou para grandes viagens, mas no Brasil muitas pessoas ainda o utilizam de maneira desnecessária.
 
Há pessoas que usam carro para ir todos os dias ao trabalho, faculdade, shopping, supermercado e até na padaria do bairro. Muitas vezes esses trajetos não chegam a 10km de distância.
 
Precisamos mudar o modo que enxergamos nossos deslocamentos e notar que esse tipo de comportamento muitas vezes atrapalha o ir e vir de muitas outras pessoas que realmente precisam do carro. Essas pessoas são idosos, cadeirantes, feridos em ambulâncias, trabalhadores no transporte coletivo, transporte de cargas, etc.
Bike Zona Sul Espaço x mobilidade
A diferença de espaço ocupado no trânsito da cidade.
 
Lembre-se você não está no trânsito, você é o trânsito!
 
Em deslocamentos de até 10km, vá à pé. Até 20km, vá de bike. Com o tempo, você descobrirá que 30km não é tão difícil de fazer de bicicleta. Mas se você ainda não tem uma bike, vá de ônibus.
 
A cidade agrade.
Carro-dependência tem cura.
 
#BikeZonaSul

Troca de bueiros na ciclovia da R.da Consolação

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Foto: Diego Brea (Bike Zona Sul)

Está sendo feita a troca das tampas de bueiros na ciclovia da Rua da Consolação já que os antigos eram feitos de plástico, por isso eram facilmente danificados. Porém as tampas que estão sendo colocadas podem oferecer riscos dependendo do tipo do pneu da bicicleta.

Bicicletas com pneus mais finos (como speedys e fixas, por exemplo) podem ter problemas já que as grades/grelhas desse tipo de tampa podem prender o pneu da bike. Isso acontece pois as grades/grelhas dessa tampa são paralelas aos pneus, e não transversais. Ou seja, a grade e o pneu estão na mesma ‘linha’, por isso o pneu pode cair ou ficar preso nela. Se as grades fossem transversais, o pneu passaria sem problemas, como ocorre no respiradouro do Metro que fica na ciclovia da Paulista (clique aqui para ver a foto).

A sugestão do Bike Zona Sul é que as grades dos bueiros sejam trocadas por similares às usadas na ciclovia da Avenida Paulista, pois esse tipo previne quedas e também permite que a água escoe para o bueiro sem problemas 🙂

(Equipe Bike Zona Sul: foto de Diego Brea e texto de Thomas Wang)

Andar de bicicleta em São Paulo é perigoso?

Não vamos dizer que não é, mas também não vamos dizer que é.

Na realidade, andar de bicicleta em si não é algo arriscado, mas a segurança de um ciclista no tráfego depende de muitas variáveis…

Entre elas podemos citar: o trajeto, as condições das vias, as condições da bicicleta, o comportamento dos motoristas e do próprio ciclista. Por exemplo: um ciclista que use a Av. 23 de Maio passa por mais situações de risco do que um que vá pela Alameda dos Anapurus (uma paralela da 23 em Moema, abra os dois links para comparar os trajetos)…

Se o ciclista seguir as leis de trânsito como respeitar semáforos, não andar na contramão, dar a preferência para pedestres e etc, é bem mais seguro! Ele ajuda a se proteger e proteger os outros.

Uma dica válida, mas desconhecida por muitos ciclistas, é estender o braço para o lado que vai virar… É isso mesmo, basta esticar o braço para o lado apontando a direção que vc vai tomar… Claro que isso deve ser feito antes de virar, de preferência com alguma antecedência até vc de fato entrar na curva ou trocar de pista… Esse gesto indica para os motoristas suas intenções e evita acidentes já que eles sabem que vc vai diminuir para trocar de pista ou virar… Veja alguns gestos comuns na imagem abaixo:

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Uma coisa que vale a pena deixar claro é que a bicicleta tem preferência sobre outros veículos, como consta no Código de Trânsito Brasileiro, Artigo 29:
§ 2º Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.

Ou seja, a preferencia é dos pedestres, em seguida vem ciclistas, skatistas e patinadores, aí vem as motos e por fim os carros, ônibus e caminhões. Os grandes devem dar preferência e deixar os pequenos passarem primeiro.

O que vale é o bom senso e a educação, mas muitos motoristas, motociclistas, ciclistas e mesmo pedestres não tem… É necessário que todos respeitem as leis, se todos respeitarem, vai ser mais seguro e melhor para todo mundo, independente do veículo 🙂

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‪#‎RespeiteUmCarroMenos‬ ‪#‎MaisAmorMenosMotor‬
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(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)

4 estabelecimentos legais para você e sua bike

Com o crescente avanço de ciclovias aqui em São Paulo, o crescimento do número de ciclistas também aumenta cada dia. Muitos estabelecimentos começaram a se adequar para receber ciclistas, mas é sempre legal encontrar estabelecimentos específicos para ciclistas. Selecionamos quatro dos lugares que as portas estão mais que abertas para o ciclista e sua bicicleta, quase destinos obrigatórios. Olha só:

KOF

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O King Of the Fork, ou apenas KOF (sigla que se refere ao KOM, prêmio dado ao ciclista que tem melhor desempenho numa subida, por isso King Of the Mountain), é um espaço que uni ciclismo e gastronomia. Lá eles servem várias comidinhas feitas com muito amor (dá pra perceber desde a recepção), e espaço também tem alguns acessórios para bicicleta, e para o ciclista. E claro, nada mais justo ter um paraciclo na porta para você estacionar sua magrelinha com segurança.

Aro 27

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Aro 27 (nome que se refere à uma estrutura na bike) tem um espaço encantador, é todo decorado, que pra quem ama bicicleta certamente fica boquiaberto. No espaço eles proporcionam serviço como “Park ‘n Shower” onde você pode estacionar sua bike com segurança e tomar um banho numa boa, uma oficina completa para sua bike e uma lojinha com vários equipamentos e acessórios importantes para você que usa bicicleta na rua. Além desses serviços, contam com um cardápio delicioso.

Las Magrelas

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Lasma (que se refere às magrelas, às bicicletas) é bastante conhecido pelos ciclistas, com um ambiente próprio e até mesmo artístico, eles oferecem diversos serviços pra quem usa ou pra quem quer começar a usar a bicicleta na cidade. Oferecem serviço, e espaço para o serviço na hora que você mais precisa, para não ficar sem sua bicicleta. Além de ser uma bicicletaria, uma oficina, uma loja, e um bar, o ambiente também é ponto de encontro nos vários eventos que acontecem envolvendo bicicleta e mobilidade urbana.

Ciclo Urbano

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A Ciclo Urbano é um espaço muito agradável para reunir os amigos, principalmente num sábado. Para quem usa a bicicleta na rua, lá você pode encontrar diversos componentes para adaptar ao seu modelo de bicicleta. Também são servidas algumas comidinhas e bebidas, ideal para quando bate aquela fome. É tudo muito bonito, misturando bicicletaria e decoração vintage.

Resumindo eles são, sem dúvida, os melhores amigos da sua bicicleta (depois de você, claro). Além de oferecerem conforto, oferecem serviços realmente importantes para sua bicicleta. Lembrando que esse post não é um publieditorial, é apenas uma seleção feita a partir daquilo que já foi experimentado e/ou ouvido de alguém. A matéria foi reformulada a partir dessa original. As fotos foram retiradas dos seus próprios meios (face/insta). Vale a pena conferir!

Bike & Tecnologia – Aplicativos (por: Alexandre Liodoro)

bike e tecnologia - 2

 

Com o uso massivo de celulares e tablets, surgem a cada dia novos aplicativos para usados na prática de esportes, e entre eles para o ciclismo.Fizemos uma seleção dos aplicativos mais usados por ciclistas para que você possa testar e escolher aquele que mais se encaixa no seu dia a dia.

Strava

 

Talvez o aplicativo mais utilizado por ciclistas no mundo intstravaeiro, o Strava possui um sistema de rastreamento bastante preciso e completo. Grava informações geográficas do GPS do celular ou aceita a entrada de diversos tipos de gps do mercado. Exibe relatórios das pedaladas com dados como batimento cardíaco, trajeto, altimetria, velocidade, tempo, distância etc. Além dos recursos de tracking, o Strava possui uma rede social onde é possível adicionar contatos e comparar seus resultados aos de seus amigos. Também é possível ver dados que outros usuários compartilham e até participar de desafios propostos pelos usuários.

Sports Tracker

Esse aplicativo também possui muitos usuários no Brasil. Ele foi criado em 2004 por ex funcionários da Nokia, famosa por ser pioneira em apps de GPSsportstracker para celular. A interface é bastante amigável e pode ser utilizado para diversas atividades esportivas. Além do rastreamento e demais recursos de telemetria, o aplicativo também possui integração com redes sociais. A empresa também vende alguns dispositivos para monitoramento cardíaco, suporte para fixar o celular ou gps na bicicleta  e sendores de velocidade e cadencia.

Runkeeper

Outro aplicativo multi esporte. Ele é muito usado por corredores, porém como possui uma interface muito fácil de usar, é interessante para que está começando a pedalar. Ele possui uma interface visual bem agradável e informa os dados do treino duranterunkeeper a pedalada por voz. Além de possuir todos os recursos de integração com redes sociais ele possui um sistema de incentivo. Comecei usando o runkeeper justamente por ele ser simples e te motivar praticar esportes e perder peso mandando lembretes e dando trofeus pelos seus “feitos”. Uma desvantagem dele é que é um pouco pesado. Se você tem um celular mais antigo pode sofrer um pouco pra usá-lo.

Endomondo

O programa permite que você monitore a atividade em aproximadamente 50 esportes diferentes, incluindo na corrida, ciclismo, beisebol, boxe, dança e esgrima. O aplicativo grava o tempo de treino bem como a distância e rota obtida através do módulo GPS eEndomondo intensidade do treino (ex. por meio do cálculo de velocidade média, velocidade média e máxima) e, em seguida, converte em calorias queimadas. Por ser um aplicativo também multi esportes, o usuário pode achar falta de alguns recursos exclusivos para ciclismo. Mas se você pratica vários esportes e quer unificar todos os tracks em um só app, ele pode ser a alternativa perfeita. O aplicativo está disponível na versão básica gratuita e paga na versão pro.

Wikiloc

Aplicativo excelente para quem curte trilhas. É também uma rede social de trilheiros e tem  informações de rotas, dados de GPS e principamente muita troca de informação entre os usuários sobre os cuidados e pontos de interesse nas trilhWikilocas. O aplicativo do celular é bastante simples, apenas grava  as trilhas, mas é possível usá-lo como um seguidor de trilha pagando uma taxa anual.O site wikiloc é colaborativo e possui um lista enorme de trilhas mapeadas onde é possível fazer perguntas para os usuários e baixar os dados e segui-las. Para os aventureiros de plantão é uma ótima ferramenta para pesquisa pré trilha.

BikeRepair

Esse não é um aplicativo de rastreamento e sim um guiaBikeRepair prático com dicas de mecânica e manutenção da bicicleta que ensinam a resolver mais de 70 problemas mecânicos. Tem fotos detalhadas que explicam passo a passo como ajustar a bike, regular câmbios, freios, trocar os pneus, consertar a câmera de ar, substituir diversas peças e solucionar os mais diversos problemas. Um ótimo aplicativo para os “bicicreteiros” e interessados em aprender mais sobre a mecânica da bike.

Existem muito mais aplicativos voltados especificamente para ciclistas, cada um com um tipo de perfil e finalidade, mas o importante mesmo é botar a bike na rua, trilha ou estrada e pedalar!