Alforje é vida

Amamos alforjes! ❤

Essencial para uso urbano, é uma bolsa para bicicletas, um acessório muito prático para levar objetos do dia a dia sem precisar amarrar vários elásticos no bagageiro e sem a necessidade de levar peso nas costas, deixando o corpo livre para sentir mais ainda o vento e a liberdade da bicicleta.

Alforje Bike Zona Sul
Alforjes nos bagageiros facilita tudo

Existem alforjes para todos os tipos, tamanhos e gostos, atendendo desde quem usa a bicicleta como meio de transporte ou até para quem deseja viajar de bike mundo afora.

E aí, já pensou em utilizar um para facilitar o seu dia a dia? Alforje é vida. 😉

#bikezonasul #compartilhe

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Sorocaba também tem bicicletas compartilhadas e ciclovias!

Sorocaba também está instalando um sistema de bicicletas compartilhadas e construindo ciclovias!

O Integra Bike Sorocaba funciona de forma similar ao Bike Sampa e o Ciclo Sampa (de São Paulo), mas a diferença é que ele é gerido pela Prefeitura de Sorocaba.

Essas fotos (imagens 1 e 2) são da estação que fica na Avenida Itavuvu (imagem abaixo), perto do Shopping Cidade De Sorocaba, na área de transferência de passageiros dos ônibus, o que facilita a intermodalidade entre esses dois meios de transporte.

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Estação do IntegraBike próximo da área de transferência de passageiros do transporte coletivo. (foto: Thomas Wang)

Também vimos divulgação do sistema sobre o sistema em escolas, pontos de ônibus, shoppings e ginásios municipais (imagem abaixo). Nas escolas, é interessante que o ‘passe escolar’ já venha integrado com o sistema de bicicletas, o que facilita a vida dos estudantes.

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Divulgação do IntegraBike Sorocaba em uma escola municipal. (foto: Thomas Wang)

Além disso, no tempo que passei lá percebi várias ciclovias surgindo, ciclovias de diversos tipos! A maioria das que pude olhar com mais calma são bidirecionais de canteiro central ou bidirecionais com calçadas compartilhadas. A maioria percorre avenidas onde há veículos em alta velocidade, o que as torna ainda mais importantes para proteção dos ciclistas.

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Totem da estação do IntegraBike. (foto: Thomas Wang)

Também pude notar falhas nas ciclovias de Sorocaba como falta de sinalização de ciclovias em alguns trechos (as bicicletinhas pintadas no solo, placas, falta de pintura de travessias). Em alguns pontos as ciclovias começam/terminam de forma abrupta, às vezes sem sinalização, obrigando o ciclista a voltar para as faixas mistas ou para a calçada, mas a convivência parece ser tranquila nesses trechos.

É incrível ver como a cultura da bicicleta está se ampliando, desde Los Angeles até Sorocaba, passando por São Paulo, Nova York e Berlim! A tendência já é clara, as ciclovias vieram para ficar e vão ajudar a melhorar a vida de todos, como já acontece em Portland, Amsterdã e Tóquio! Como está começando a acontecer em São Paulo e, logo mais, em Sorocaba!

Para mais informações, olhe nesses links:
Mapa das ciclovias, Prefeitura de Sorocaba: sobre as ciclovias de Sorocaba
Sobre as novas estações do Integra Bike:IntegraBike no G1
Sobre o sistema Integra Bike: Jornal Cruzeiro

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(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)

Andar de bicicleta em São Paulo é perigoso?

Não vamos dizer que não é, mas também não vamos dizer que é.

Na realidade, andar de bicicleta em si não é algo arriscado, mas a segurança de um ciclista no tráfego depende de muitas variáveis…

Entre elas podemos citar: o trajeto, as condições das vias, as condições da bicicleta, o comportamento dos motoristas e do próprio ciclista. Por exemplo: um ciclista que use a Av. 23 de Maio passa por mais situações de risco do que um que vá pela Alameda dos Anapurus (uma paralela da 23 em Moema, abra os dois links para comparar os trajetos)…

Se o ciclista seguir as leis de trânsito como respeitar semáforos, não andar na contramão, dar a preferência para pedestres e etc, é bem mais seguro! Ele ajuda a se proteger e proteger os outros.

Uma dica válida, mas desconhecida por muitos ciclistas, é estender o braço para o lado que vai virar… É isso mesmo, basta esticar o braço para o lado apontando a direção que vc vai tomar… Claro que isso deve ser feito antes de virar, de preferência com alguma antecedência até vc de fato entrar na curva ou trocar de pista… Esse gesto indica para os motoristas suas intenções e evita acidentes já que eles sabem que vc vai diminuir para trocar de pista ou virar… Veja alguns gestos comuns na imagem abaixo:

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Uma coisa que vale a pena deixar claro é que a bicicleta tem preferência sobre outros veículos, como consta no Código de Trânsito Brasileiro, Artigo 29:
§ 2º Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.

Ou seja, a preferencia é dos pedestres, em seguida vem ciclistas, skatistas e patinadores, aí vem as motos e por fim os carros, ônibus e caminhões. Os grandes devem dar preferência e deixar os pequenos passarem primeiro.

O que vale é o bom senso e a educação, mas muitos motoristas, motociclistas, ciclistas e mesmo pedestres não tem… É necessário que todos respeitem as leis, se todos respeitarem, vai ser mais seguro e melhor para todo mundo, independente do veículo 🙂

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‪#‎RespeiteUmCarroMenos‬ ‪#‎MaisAmorMenosMotor‬
‪#‎CidadesParaPessoas‬ ‪#‎CitiesForPeople‬ ‪#‎SãoPauloPrasPessoas‬

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)

A ciclovia da Av.Lourenço Cabreira

 

A ciclovia da Avenida Lourenço Cabreira é fundamental para garantir a segurança dos ciclistas dos bairros vizinhos como Jardim Primavera, Jardim Colonial, Guanhembú, Grajaú, Cidade Dutra e Interlagos.

Nessa região não existe nenhuma infraestrutura cicloviária semelhante, pois ela oferece uma alternativa segura para os ciclistas que se deslocam até a Ciclovia Rio Pinheiros ou mesmo para os trabalhadores que desejam ir até a Estação Autódromo, terminando o trajeto até o trabalho de trem.

Além disso, a utilização da Av. Lourenço Cabreira para a instalação da ciclovia, não foi uma decisão exclusiva da CET, ela foi discutida pelos ciclistas e coletivos da região, durante as audiências publicas, entre elas, as que discutiram o Plano de Mobilidade Urbana (PlanMob). Ela foi escolhida por estar em uma região de fácil acesso a diversos bairros e com possibilidade de se conectar com outros meios de transporte como trem e ônibus.

Também é importante deixar claro que a ciclovia não causou trânsito na avenida, mas que o trânsito já existia devido ao grande fluxo de automóveis que passaram a circular depois da construção da Ponte Vitorino Goulart e também devido aos carros que estacionam ao longo da via.

Quanto às críticas recebidas por alguns comerciantes, é importante ressaltar que nas vias que já receberam ciclovias, o faturamento do comércio aumentou. Isso acontece já que ciclistas e pedestres consomem mais do que motoristas, pois passam em menor velocidade e percebendo as lojas.

Assim como a maior parte de São Paulo, a Zona Sul é carente de opções de transporte. Por isso, é muito importante levar a rede cicloviária até lá, oferecendo novas opções para se se deslocar até o destino ou até os terminas de trem/ônibus, possibilitando economia de tempo, dinheiro e até mesmo promovendo uma atividade física saudável para as pessoas. A bicicleta ajuda a reduzir o trânsito, desafogar o transporte público e estimula o comércio e a ocupação do espaço público pelas pessoas.

Esses são alguns dos motivos pelos quais precisamos e queremos a ciclovia da Avenida Lourenço Cabreira!

Precisamos mostrar que apoiamos a ciclovia da Av.Lourenço Cabreira, demonstre seu apoio neste abaixo assinado, CLIQUE AQUI!

https://www.change.org/CicloviaNaLourencoCabreira

E veja o vídeo que o BZS gravou nessa ciclovia 🙂

Vamos tornar a Zona Sul mais segura para todos!

#BikeZonaSul #VaiTerCiclovia #CicloviasSalvamVidas
#RespeiteUmCarroAMenos #MaisAmorMenosMotor #PrioridadeParaOsPedestres

#CidadesParaPessoas #CitiesForPeople #SãoPauloPraPessoas

(Equipe Bike Zona Sul: Alex Gomes, Alexandre Liodoro, Paulo Alves e Thomas Wang)

Ligações no Sudeste: R.Domingos de Morais e região do Jabaquara

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Rua Domingos de Morais, altura da Rua.Dr.Altino Arantes (foto do Vá de Bike)

Um dos caminhos mais conhecidos para a Zona Sul, a Rua Domingos de Morais é a via central do eixo que liga o Jabaquara ao Centro. Essa rota forma um Y ligando o Centro, a região da Vila Santa Catarina e também a Av.Cupecê, indo em direção à Diadema.

Esse eixo começa quando as avenidas Engenheiro Armando de Arruda Pereira e Engenheiro George Corbisier se encontram com na altura do metrô Conceição, formando o centro do nosso Y. Juntas elas ‘se tornam’ a Av.Doutor Hugo Beolchi, que passa por cima da Av.dos Bandeirantes. Após o viaduto ela se torna a Av.Jabaquara, mudando para Rua Domingos de Morais (entre a Rua Luís Góis e o metrô Vila Mariana), de onde passa a se chamar Rua Vergueiro, conforme nosso mapa:

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O grande eixo cicloviário do Sudeste de São Paulo em azul claro.

É por isso que uma ciclovia na Rua Domingos de Morais é fundamental para conectar a Zona Sul ao Centro da cidade, ela é uma rota já usada por centenas de ciclistas todos os dias, inclusive vários membros do Bike Zona Sul.

A Ciclovia Da Vergueiro precisa ser conectada com a Ciclovia Avenida Jabaquara para que os ciclistas não fiquem expostos ao intenso tráfego do trecho da Domingos de Morais, que tem ônibus, carros, motos e caminhões…

A atual alternativa construída pela CET passa pelas ruas Madre Cabrini, Primeiro de Janeiro e Coronel Lisboa, paralelas à Domingos de Morais. Ela é ótima para quem se desloca pela Vila Clementino ou a partir desse bairro, mas é um desvio grande e desnecessário para quem segue na direção do Jabaquara, outros bairros do Sudeste e Diadema.

Todos sabemos da grande quantidade de ciclistas que usa o eixo Vergueiro-Domingos de Morais-Jabaquara, por isso precisamos de uma ciclovia na Rua Domingo de Morais! Além de proteger quem já pedala nessa rota, uma ciclovia nela estimularia ciclistas ocasionais, como meu pai e minha irmã.

A maioria dos ciclistas ocasionais não se sente segura ao compartilhar a rua com carros, ônibus, motos e caminhões. É necessário garantir a segurança e o espaço deles, o que só é possível com a construção de ciclovias e ciclofaixas. Por isso defendemos a criação de mais ciclovias e ciclofaixas.

A ciclovia da Rua Domingos de Morais pode seguir o modelo das ciclovias da Rua Vergueiro e da Avenida Jabaquara, sendo monodirecional no canteiro central. Para isso basta demarcar a ciclovia no centro da avenida e ressinalizar as faixas de rolamento. É algo simples e que não precisa demorar!

Além disso, é necessário conectar a ciclovia da Av.Jabaquara às demais do Sudeste, como a da Av. Eng.George Corbisier e da Av.Eng.Armando de Arruda Pereira (sobre essas duas, clique aqui). Uma ligação segura entre essas duas ciclovias e a da Av.Jabaquara-Rua Vergueiro é fundamental para que os ciclistas possam se deslocar em segurança. Quando essas conexões forem completadas, boa parte do Sudeste paulistano estará conectado à malha cicloviária da cidade.

Para manter vivas as nossas demandas para a Prefeitura (seja nessa gestão ou na próxima), a equipe do Bike Zona Sul criou dois abaixo-assinados, por favor assinem e compartilhem!

Assine e compartilhe os links:

www.change.org/InterligarAsCiclovias

Vamos pressionar o poder público e tornar São Paulo melhor para todos!

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)

#BikeZonaSul #VaiTerCiclovia   #CicloviasSalvamVidas

#SãoPauloPrasPessoas #CidadesParaPessoas


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Retrospectiva 2015 do Bike Zona Sul

Pedais especiais do mês

Fizemos alguns pedais bem animados em 2015. Exploramos alguns lugares do Polo Ecoturístico de Parelheiros, fomos à Paranapiacaba e também a outras partes da cidade como o Parque do Carmo e o Itaquerão junto com a galera do Bike Zona Leste.

Aqui vão fotos da relação deles:

Paranapiacaba – 18/1/2015
Paranapiacaba – 18/1/2015
Cachoeira do Marsilac – 22/2/2015
Cachoeira do Marsilac – 22/2/2015
Templo Kinkaku-ji –- 5/4/2015
Templo Kinkaku-ji – 5/4/2015
Pedal para o Parque do Carmo e Itaquerão (participação do Bike Zona Leste) – 1/5/2015
Pedal para o Parque do Carmo e Itaquerão (participação do Bike Zona Leste) – 1/5/2015
Pedal abraço da Guarapiranga – 31/5/2015
Pedal abraço da Guarapiranga – 31/5/2015
Estrada Ecoturistica de Parelheiros – 18/10/2015
Estrada Ecoturistica de Parelheiros – 18/10/2015
Indaiatuba – 1/11/2015
Indaiatuba – 1/11/2015
Aniversario da Holanda Bike – 20/11/2015
Aniversario da Holanda Bike – 20/11/2015

Contagem de Ciclistas no Largo do Socorro

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Em agosto fizemos, junto com a Ciclocidade, uma contagem no largo do Socorro. Ficamos lá entre as 8h e 18h e registramos 971 ciclistas circulando. Foi uma experiência bastante enriquecedora, pois mostrou a intensa circulação de ciclistas da região e a grande variedade, tendo trabalhadores, estudantes e pessoas das mais variadas idades.

Dia de Bike ao Trabalho

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Participamos dessa iniciativa feita no dia 8/5/2015 com alguns ciclistas da zona sul. Saímos do Jabaquara até a Paulista e a V. Olímpia.

Ghost bikes

Ghost - Adair Pereira cópia

Participamos de dois momentos de solidariedade a famílias de ciclistas falecidos em 2015. Em fevereiro instalamos a Ghost Bike do Sr. Noel Moreno Leite que faleceu enquanto pedalava na Av. Belmira Marin. Em maio Aldair Pereira da Silva foi morto por uma motorista que perdeu o controle do carro e invadiu a ciclovia da Av. Atlântica.

Petições

peticao - teotonio - 28 ago

O Bike Zona Sul organizou algumas petições e obtivemos pelo menos duas vitórias: a execução da ciclovia da Consolação e o compromisso da construção da ciclovia da Teotônio Vilela.

Participação na inauguração da ciclovia da Paulista

Inauguracao ciclovia Paulista 28 jun

Junto com o pessoal do Ascibikers fizemos um bonde para ir à inauguração da ciclovia da Paulista em agosto de 2015.

4 estabelecimentos legais para você e sua bike

Com o crescente avanço de ciclovias aqui em São Paulo, o crescimento do número de ciclistas também aumenta cada dia. Muitos estabelecimentos começaram a se adequar para receber ciclistas, mas é sempre legal encontrar estabelecimentos específicos para ciclistas. Selecionamos quatro dos lugares que as portas estão mais que abertas para o ciclista e sua bicicleta, quase destinos obrigatórios. Olha só:

KOF

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O King Of the Fork, ou apenas KOF (sigla que se refere ao KOM, prêmio dado ao ciclista que tem melhor desempenho numa subida, por isso King Of the Mountain), é um espaço que uni ciclismo e gastronomia. Lá eles servem várias comidinhas feitas com muito amor (dá pra perceber desde a recepção), e espaço também tem alguns acessórios para bicicleta, e para o ciclista. E claro, nada mais justo ter um paraciclo na porta para você estacionar sua magrelinha com segurança.

Aro 27

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Aro 27 (nome que se refere à uma estrutura na bike) tem um espaço encantador, é todo decorado, que pra quem ama bicicleta certamente fica boquiaberto. No espaço eles proporcionam serviço como “Park ‘n Shower” onde você pode estacionar sua bike com segurança e tomar um banho numa boa, uma oficina completa para sua bike e uma lojinha com vários equipamentos e acessórios importantes para você que usa bicicleta na rua. Além desses serviços, contam com um cardápio delicioso.

Las Magrelas

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Lasma (que se refere às magrelas, às bicicletas) é bastante conhecido pelos ciclistas, com um ambiente próprio e até mesmo artístico, eles oferecem diversos serviços pra quem usa ou pra quem quer começar a usar a bicicleta na cidade. Oferecem serviço, e espaço para o serviço na hora que você mais precisa, para não ficar sem sua bicicleta. Além de ser uma bicicletaria, uma oficina, uma loja, e um bar, o ambiente também é ponto de encontro nos vários eventos que acontecem envolvendo bicicleta e mobilidade urbana.

Ciclo Urbano

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A Ciclo Urbano é um espaço muito agradável para reunir os amigos, principalmente num sábado. Para quem usa a bicicleta na rua, lá você pode encontrar diversos componentes para adaptar ao seu modelo de bicicleta. Também são servidas algumas comidinhas e bebidas, ideal para quando bate aquela fome. É tudo muito bonito, misturando bicicletaria e decoração vintage.

Resumindo eles são, sem dúvida, os melhores amigos da sua bicicleta (depois de você, claro). Além de oferecerem conforto, oferecem serviços realmente importantes para sua bicicleta. Lembrando que esse post não é um publieditorial, é apenas uma seleção feita a partir daquilo que já foi experimentado e/ou ouvido de alguém. A matéria foi reformulada a partir dessa original. As fotos foram retiradas dos seus próprios meios (face/insta). Vale a pena conferir!

Político e jornal da Zona Sul fazem afirmações equivocadas sobre a implantação de ciclovias

“Aqui não é lugar prá andar de bicicleta.” Assim é o título preconceituoso de um dos textos do Jornal Notícias da Região Sul, um caderno distribuído gratuitamente, que expõe algumas notícias da Zona Sul, mas principalmente anúncios de comerciantes e políticos, onde muitos desses políticos são contrários à implantação das ciclovias.

Artigo do Jornal Notícias da Região Sul (clique para ampliar)
Artigo do Jornal Notícias da Região Sul (clique para ampliar)

O texto tenta se justificar inicialmente, alegando que as ciclovias são necessárias, mas em todos os seus artigos, demonstra total falta de conhecimento sobre os benefícios das ciclovias à população. O jornal tenta supor que a maioria da população está sendo prejudicada com a implantação das ciclovias, dizendo que o benefício dessas estruturas está causando um “maléfico maior” para outros. Oras, a maioria dos deslocamentos na cidade, não é feita por quem anda de carro, mas sim pela população que vai de transporte público ou à pé. Implantar ciclovias é oferecer mais uma opção de transporte para o cidadão chegar até uma estação, um terminal de ônibus, bicicletário ou diretamente ao trabalho.

Os carros particulares ocupam a maior parte dos espaços públicos, possuem cerca de 17.000 km de vias na cidade, mas levam apenas uma pessoa na maioria das vezes e ainda causam grandes transtornos para o ir e vir da população, com seus congestionamentos recordes. É mais do que justo priorizar uma opção de transporte como as ciclovias e as faixas exclusivas de ônibus, para que o cidadão não venha a depender apenas do carro, que é um meio de transporte caro, lento e ineficiente para se utilizar dentro das cidades. Além disso, a população se beneficia muito no uso da bicicleta tendo ganhos na saúde, em tempo livre, humanização dos espaços públicos e, até mesmo, aumenta a segurança, pois quanto menos carros expostos nas vias e mais pessoas nas ruas, menores serão os números de roubos e furtos.

Ciclovia do Socorro na Av. de Pinedo, oferecendo mais segurança à população que utiliza a bicicleta como meio de transporte.
Ciclovia do Socorro na Av. de Pinedo, oferecendo mais segurança à população que utiliza a bicicleta como meio de transporte.

A via é pública, não é lugar para estacionar um bem privado. As ciclovias estão sendo implantadas nas ruas onde possuem espaços ociosos com estacionamento de carros. Assim, essas vias estão sendo devolvidas à população, através da implantação das estruturas cicloviárias, onde todos poderão utilizá-las para ir e vir com sua bicicleta, ao invés de estarem sendo ocupadas durante horas e até dias por carros parados. Além disso, segundo o Código de Trânsito Brasileiro (artigo 58), todas as vias onde não possuem ciclovias também podem ser utilizadas por ciclistas. Sendo assim, o argumento do jornal de que “aqui não é lugar para andar de bicicleta” é algo totalmente infundado, equivocado e ultrapassado.

Estudos mostram que a implantação de ciclovias ou o fechamento de ruas para pedestres aumenta significativamente os lucros nas vendas. Os maiores exemplos são as Ciclofaixas de Lazer, onde muitos comerciantes que colocaram paraciclos em frente aos seus comércios, puderam ver seu faturamento aumentar muito. Também nas ciclovias da Faria Lima, Artur de Azevedo, Eliseu de Almeida, Socorro, entre tantas outras, é possível perceber o aumento dos ciclistas. Existem até comércios dedicados a receber o público que utiliza a bike como meio de transporte como o Aro 27 Bike Café, o Las Magrelas, Dress Me Up e o KOF (King Of The Fork).

Ciclovia da Rua Artur de Azevedo, em Pinheiros e Ciclovia do Socorro, onde a demanda é frequente nos horários de pico.
Ciclovia da Rua Artur de Azevedo, em Pinheiros, onde a demanda é frequente nos horários de pico.

Na Zona Sul também já existem comércios especialmente para esse público: o Pedalada Bar vêm se preparando para receber bem os cidadãos que chegam de bicicleta, antes mesmo da implantação da ciclovia na Av. Lourenço Cabreira, que fica a poucos metros do local. Os donos desse estabelecimento relatam que existem uma grande demanda de clientes fiéis que chegam de bicicleta. Alguns comerciantes reclamam das ciclovias, porque não estão sabendo aproveitar a oportunidade, que essas estruturas estão trazendo para a região. Instalar paraciclos e oferecer descontos para os clientes que chegam de bicicleta é uma das medidas para o sucesso desses estabelecimentos. Lembrando que no lugar de apenas um carro (1 cliente), cabem cerca de 15 bicicletas (15 clientes).

A Avenida Lourenço Cabreira é a mesma que o vereador Goulart reclama equivocadamente por conta das ruas íngremes do Jardim Primavera. Hoje em dia, Sr. vereador, bicicletas possuem marchas, onde até os aclives mais difíceis podem ser vencidos de bicicleta. Se fosse apenas por conta das subidas, cidades como São Francisco não seriam uma das maiores referências do mundo no uso da bicicleta como meio de transporte.

Ciclovia em implantação na Av. Lourenço Cabreira, bairro com grande uso da bicicleta como transporte, devido a ser uma rota natural dos ciclistas que seguem em direção à Ciclovia Rio Pinheiros.
Ciclovia em implantação na Av. Lourenço Cabreira, bairro com grande uso da bicicleta como transporte, devido a ser uma rota natural dos ciclistas que seguem em direção à Ciclovia Rio Pinheiros.

O vereador ainda erra ao querer dar prioridade somente aos veículos automotores na Ponte Vitorino Goulart da Silva, sem oferecer nenhuma opção para os trabalhadores, que usam diariamente a bicicleta pela ponte e precisam chegar à Ciclovia Rio Pinheiros, que tem seu acesso bem ao lado. A ponte em questão, não oferece segurança para quem precisa atravessá-la a pé ou de bicicleta, por conta de diversos erros de projeto, que priorizam apenas os carros. Quem precisa atravessar de bicicleta é obrigado a ir pela calçada, pois os acidentes envolvendo veículos são frequentes, sem falar nos atropelamentos na alça de acesso à Cidade Dutra. Nesse acesso, os pedestres precisam atravessar em uma curva, onde não é possível ver se está vindo veículos por conta do guard-rail. Tudo devido à prioridade que é dada apenas aos carros, através das pistas que incentivam à alta velocidade e o desrespeito ao mais frágil.

A construção da Ciclovia da Av. Atlântica não está causando nenhuma devastação sequer, como afirma o jornal, pois quando há uma árvore, o trajeto é contornado para preservá-las, além de estar sendo feito um novo paisagismo no local. Essa ciclovia também irá oferecer uma ótima opção para que o cidadão possa fazer um exercício saudável durante seu trajeto ao trabalho, sem emitir gases na atmosfera. Já em tantas outras ruas, avenidas e pontes que foram construídas na cidade, quantas árvores não foram destruídas? E o pior, sem ciclovias e/ou replantio de árvores para compensar todo esse dano.

Novo trecho da Ciclovia na Av. Atlântica, que esquiva das árvores para preservá-las.
Novo trecho da Ciclovia na Av. Atlântica, que se esquiva das árvores para preservá-las.

O jornal ainda erra em afirmar que acidentes podem ocorrer com pedestres em áreas de grande circulação ou com ciclistas no canteiro da futura ciclovia da Av. Atlântica, que nem foi inaugurada e está previsto a implantação de grades nos trechos com distância menor que 50cm da guia. É extremamente raro que uma bicicleta consiga causar um óbito ou um grave ferimento. Um bom exemplo de compartilhamento com pedestres, é a ciclovia da Av. Sumaré, onde pedestres e ciclistas podem circular juntos e convivem muito bem, sem haver até hoje nenhum acidente e, mesmo se ocorrer, os acidentes causados por ciclistas não são graves. Ainda assim, o vereador Goulart tenta proibir a implantação de ciclovias em frente à escolas, através de seu projeto de lei que beneficia apenas quem anda de carro, sendo que as próprias crianças podem ir e vir à escola pelas estruturas cicloviárias, tornando-se mais ativas por estarem fazendo um exercício saudável, além de aprender mais sobre cidadania, humanizando mais os espaços públicos e contribuindo para o desenvolvimento da boa conduta de futuros motoristas e ciclistas.

Veja um outro caso semelhante, onde o ciclista expõe a realidade de todos pontos questionados por pessoas que não pedalam:

Os carros, por sua vez, são sempre os grandes causadores de acidentes fatais e isso não há como negar. O número de mortes nesses acidentes que acontecem diariamente em nosso país não é uma coisa “normal”, é coisa séria para ser pensada urgentemente. Esses números são maiores que as grandes guerras que já ocorreram no mundo inteiro, tanto atualmente como no passado. É triste ver que ainda temos políticos pouco preparados e atualizados para lidar com a mobilidade em bicicleta e preferem dar lugar ao modal motorizado, que causam cada vez mais mortes, acidentes e prejuízos bilionários à população com gastos em reparos de vias, indenizações e na saúde, onde grande parte das emergências são para atender vítimas de acidentes de trânsito, causados por veículos motorizados.

Que cidade queremos para o nosso futuro? Mais humanas ou mais congestionadas?

Acidente envolvendo veículos automotores na Av. Dona Belmira Marin. Nessa via não existem ciclovias e a vítima poderia ter sido um ciclista.
Acidente envolvendo veículos automotores na Av. Dona Belmira Marin. Nessa via não existem ciclovias e a vítima poderia ter sido um ciclista.

Jornal Notícias da Região (consulte páginas 2 e 15) :

http://www.youblisher.com/p/1045831-Jornal-Noticias-da-Regiao-Sul-Edicao-410

Site do jornal:

http://www.noticiasdaregiao.com.br

Ciclovias na extrema Zona Sul: uma necessidade urgente.

Por que a estrutura cicloviária não chega aonde mais precisamos?

São Paulo está passando por uma grande transformação, nunca antes vista na cidade, com as ciclovias que estão se espalhando por diversos bairros. É um grande incentivo e uma opção de transporte saudável para a população.

Porém, a grande maioria delas estão sendo instaladas em regiões do centro expandido e em bairros nobres. Já na periferia, são poucas as ciclovias que chegam. Na extrema Zona Sul, por exemplo, esse tipo de estrutura simplesmente inexiste, o que dificulta bastante os deslocamentos dos ciclistas ao trabalho em avenidas como a Teotônio Vilela, Interlagos, M’boi Mirim, etc.

O Grajaú, que é um dos bairros com maior utilização de bicicletas como meio de transporte na cidade, também não possui nenhuma estrutura, que atenda aos ciclistas com segurança. Pelo contrário, o único projeto para a região, que beneficiaria os cidadãos ao uso da bike, era o corredor de ônibus da Av. Dona Belmira Marin, que ganharia uma estrutura cicloviária em toda a sua extensão até o bairro do Jardim Eliana. Ao invés disso, a via está recebendo apenas faixas exclusivas de ônibus, que auxiliam bastante a população que utiliza o transporte público, mas colocam em risco a vida dos cidadãos que usam a bicicleta para ir e vir do trabalho ou até o bicicletário do Terminal Grajaú.

Avenida Senador Teotônio Vilela
Avenida Senador Teotônio Vilela

Mesmo que exista a intenção de criar infraestrutura cicloviária para a nossa região, não será possível sua implantação fora das vias principais, isso porque não existem vias secundárias capazes de proporcionar um trajeto rápido, sem grandes desvios ou aclives acentuados. O ideal seria a construção de uma estrutura ligando a Ciclovia do Trabalhador, no bairro do Socorro, até Parelheiros, através do eixo das avenidas Atlântica e Teotônio Vilela, utilizando o canteiro central e seguindo paralelamente ao corredor de ônibus. Além disso, também é essencial que existam estruturas cicloviárias desse tipo na Av. Guarapiranga, Estrada do M’Boi Mirim, Estrada de Itapecerica e demais vias da região.

Assine o abaixo-assinado e vamos juntos pedir à prefeitura para que a extrema Zona Sul esteja incluída de maneira sensata nos 400km de ciclovias. Para que seja pensado na mobilidade dos cidadãos que utilizam a bicicleta com frequência para ir e vir do trabalho e para incentivar esse meio de transporte nas regiões onde é mais preciso, o que pode melhorar e muito, a região com o trânsito mais caótico da cidade: a Zona Sul.