BZS nas eleições 2016: Haddad no SPTV (22/09)

BZS nas eleições 2016: Haddad no SPTV (22/09)

O atual prefeito e candidato à reeleição Fernando Haddad (PT) participou do SPTV e nós do Bike Zona Sul destacamos alguns trechos relacionados à mobilidade urbana para comentar neste post.

César Tralli: “Tem uma reclamação por toda cidade de que faltaram critérios e estudos técnicos na implantação, o senhor não deveria ter ouvido mais a população?”

Fernando Haddad: “O Ministério Público entrou com uma ação judicial contra a Prefeitura para suspender o plano cicloviário alegando falta de planejamento. O Ministério Público perdeu essa ação. Ou seja, o próprio Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo reconheceu que a CET fez o planejamento. Se tem problemas no seu bairro, a CET tem feito reparos, tem feito ajustes. Fez na Praça Vilaboim, fez na Bento Guelf, fez em diferentes locais da cidade e continua aberta a isso. O que nós não podemos abrir mão é que o número de ciclistas na cidade de São Paulo dobrou e o número de mortes de ciclistas caiu 34%. Ciclovias são para salvar vidas. Ciclovias, as pessoas tem que entender, nós temos que salvar vidas. Esta carnificina que é o transito de São Paulo tem que acabar. Os meus adversários querem fazer o contrário do que recomendam as principais agencias internacionais de segurança no transito, não abra mão da vida.”

Tralli: “Ciclovia é pra ciclista, óbvio, a questão é a seguinte, a gente mostra com muita frequência no SPTV ciclovia cheia de buraco, mal sinalizada, mal pintada, que tem poste no meio, criticada até pelos cicloativistas, falta de segurança, por falta de utilidade real (O Tralli nunca ouviu falar de demanda reprimida? Leia mais clicando aqui). Quero saber do senhor, se reeleito o senhor vai rever trajetos de ciclovia.”

Haddad: “Isso é da rotina da cidade de São Paulo, rever posições, por causa do investimento que é feito em ciclovia, é um investimento muito barato, uma vida salva, quanto custa? Foram 34% de redução de mortes de ciclistas. A Rede Globo anunciava, é um quinto do preço que custou a ciclovia do Governo do Estado e você sabe disso, foi anunciado inclusive na Rede Globo. O que eu quero dizer pra vocês é: não vamos abrir mão e um programa de segurança no transito. Se há ajustes há serem feitos, que se façam. Mas não podemos abrir mão da vida. Há mais de 300 vidas salvas.”

Bike Zona Sul: Se o César Tralli realmente se importasse com a segurança dos ciclistas ele saberia que a pior ciclovia é melhor do que nenhuma. Como em qualquer via, existem problemas como buracos  (que tem origem por causa de obras da SABESP e outras concessionárias), plantas (vegetação), iluminação e sinalização. Porém nenhum desses problemas coloca o ciclista em risco como a imprudência dos condutores de outros veículos (carros, motos, ônibus e caminhões). Quando não há ciclovia, a chance de um ciclista morrer é infinitamente maior do que em qualquer ciclovia, por pior que seja. 

 

Veja o vídeo completo: Haddad no SPTV (22/09).

 

(Equipe Bike Zona Sul: Alex Gomes, Alexandre Liodoro, Carla Moraes, Diego Brea, Ianca Loureiro, Marivaldo Lopes, Paulo Alves e Thomas Wang)

#BikeZonaSul #CicloviasSalvamVidas #VaiTerCiclovia

#PrioridadeParaOsPedestres #CidadesParaPessoas #CitiesForPeople

#SãoPauloPrasPessoas


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Alforje é vida

Amamos alforjes! ❤

Essencial para uso urbano, é uma bolsa para bicicletas, um acessório muito prático para levar objetos do dia a dia sem precisar amarrar vários elásticos no bagageiro e sem a necessidade de levar peso nas costas, deixando o corpo livre para sentir mais ainda o vento e a liberdade da bicicleta.

Alforje Bike Zona Sul
Alforjes nos bagageiros facilita tudo

Existem alforjes para todos os tipos, tamanhos e gostos, atendendo desde quem usa a bicicleta como meio de transporte ou até para quem deseja viajar de bike mundo afora.

E aí, já pensou em utilizar um para facilitar o seu dia a dia? Alforje é vida. 😉

#bikezonasul #compartilhe

Carro-dependência tem cura

Bike Zona Sul Carro Dependência
O carro em sua própria concepção é um meio de transporte indicado para o transporte interurbano, distâncias acima de 30km ou para grandes viagens, mas no Brasil muitas pessoas ainda o utilizam de maneira desnecessária.
 
Há pessoas que usam carro para ir todos os dias ao trabalho, faculdade, shopping, supermercado e até na padaria do bairro. Muitas vezes esses trajetos não chegam a 10km de distância.
 
Precisamos mudar o modo que enxergamos nossos deslocamentos e notar que esse tipo de comportamento muitas vezes atrapalha o ir e vir de muitas outras pessoas que realmente precisam do carro. Essas pessoas são idosos, cadeirantes, feridos em ambulâncias, trabalhadores no transporte coletivo, transporte de cargas, etc.
Bike Zona Sul Espaço x mobilidade
A diferença de espaço ocupado no trânsito da cidade.
 
Lembre-se você não está no trânsito, você é o trânsito!
 
Em deslocamentos de até 10km, vá à pé. Até 20km, vá de bike. Com o tempo, você descobrirá que 30km não é tão difícil de fazer de bicicleta. Mas se você ainda não tem uma bike, vá de ônibus.
 
A cidade agrade.
Carro-dependência tem cura.
 
#BikeZonaSul

Troca de bueiros na ciclovia da R.da Consolação

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Foto: Diego Brea (Bike Zona Sul)

Está sendo feita a troca das tampas de bueiros na ciclovia da Rua da Consolação já que os antigos eram feitos de plástico, por isso eram facilmente danificados. Porém as tampas que estão sendo colocadas podem oferecer riscos dependendo do tipo do pneu da bicicleta.

Bicicletas com pneus mais finos (como speedys e fixas, por exemplo) podem ter problemas já que as grades/grelhas desse tipo de tampa podem prender o pneu da bike. Isso acontece pois as grades/grelhas dessa tampa são paralelas aos pneus, e não transversais. Ou seja, a grade e o pneu estão na mesma ‘linha’, por isso o pneu pode cair ou ficar preso nela. Se as grades fossem transversais, o pneu passaria sem problemas, como ocorre no respiradouro do Metro que fica na ciclovia da Paulista (clique aqui para ver a foto).

A sugestão do Bike Zona Sul é que as grades dos bueiros sejam trocadas por similares às usadas na ciclovia da Avenida Paulista, pois esse tipo previne quedas e também permite que a água escoe para o bueiro sem problemas 🙂

(Equipe Bike Zona Sul: foto de Diego Brea e texto de Thomas Wang)

BZS nas eleições 2016: João Dória (PSDB)

No começo do ano o EL PAÍS Brasil entrevistou o (então) pré-candidato João Dória do PSDB. Baseado nessa entrevista, o Bike Zona Sul fez uma análise da entrevista!

Na nossa análise, alguns trechos foram selecionados e comentados, leia abaixo! Ah, nosso post tem vários links embutidos, pode clicar que eles vão abrir em uma nova aba para vc não perder essa página!

El País Brasil: “Uma das bandeira dele foram as ciclovias. Como você avalia essa política pública de mobilidade?”
João Dória: “É uma política acertada, eu vou defender a manutenção das ciclovias.”
Bike Zona Sul: Ele disse que vai “defender a manutenção”, ou seja, vai cuidar das existentes, mas não necessariamente expandi-las como precisamos!

JD: “O que eu tenho como crítica é que houve uma implantação acelerada, houve um açodamento nessa implantação com o objetivo de alcançar metas de quilometragem de ciclovias, e nisso vários equívocos acabaram sendo cometidos. Primeiro teve um efeito no custo, o mau planejamento sempre estabelece custos mais elevados.”
BZS: Segundo a lei municipal (http://www.nossasaopaulo.org.br/portal/emenda ), todo candidato tem que estabelecer metas ao ser eleito, para que a população tenha parâmetros para avaliar a gestão. Por isso a meta existe, o fato de ela ter um prazo obrigou o pode público e a sociedade a se mobilizarem pela causa, o que resultou nas novas ciclovias. Além disso, os erros iniciais ou pontuais são corrigidos assim que são notados. Um programa que planeja ciclovias numa cidade de mais de 12 milhões de habitantes possui falhas, como qualquer um dessa magnitude, mas isso não desqualifica o programa. Quanto aos valores, o candidato precisa se informar melhor, nós sugerimos que leia esta matéria do Vá de Bike.

JD: “Depois, ciclovia e ciclofaixas colocadas em áreas onde não há ciclistas ou áreas de risco para ciclistas, pedestres, transeuntes e até usuários de outros veículos. Imaginar que em várias áreas da cidade as ciclofaixas estão pintadas em cima de calçadas… ”
BZS: Ciclovias e ciclofaixas em áreas onde não há ciclistas estimulam novos ciclistas, como a pesquisa da Ciclocidade mostrou: na ciclovia da Avenida Faria Lima passam 1941 pessoas por dia, onde antes não passava nenhum ciclista, isso é equivalente a 139 ciclistas por hora. Como disse Ray Liotta no filme Field of Dreams (“O Campo dos Sonhos”, 1989): “Construa e eles virão”.

JD: “Talvez nem ele saiba, porque como ele não frequenta a periferia, ele talvez não saiba que vários quilômetros de calçadas foram pintadas como ciclofaixas.”
BZS: A maioria das ciclofaixas feitas sobre calçadas só foi feita após a expansão das calçadas e possui toda sinalização de ciclofaixa E calçada ou de calçada compartilhada, como exige o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), vide fotos da Ponte das Bandeiras e Jardim Helena, por exemplo.

JD: “Mas o programa é bom, é uma boa iniciativa e será mantida.”
BZS: O candidato diz que vai manter o programa, mas não fala em expandí-lo. Caso ele se torne o candidato do PSDB devemos cobrá-lo sobre a expansão e novas metas para o Ciclovia SP.

El País Brasil: “Caso eleito, qual será sua primeira medida como prefeito?”
João Dória: “Voltar a velocidade normal nas marginais, para dar uma declaração clara do absurdo que foi feito, da falta de consciência e de planejamento. Isso vai ser uma demonstração clara de mudança e transformação. Nas marginais, as velocidades vão voltar ao que eram antes.”
Bike Zona Sul: Assim que ele fizer isso as colisões e mortes vão aumentar de novo. Um dos grandes feitos da última gestão foi a redução das velocidades máximas, o que evitou mortes e melhorou a fluidez do trânsito, as próprias Marginais mostram isso (vejam no link: http://g1.globo.com/…/lentidao-nas-marginais-caiu-10-com-re… ). Um exemplo prático de como a redução da velocidade máxima melhora na fluidez pode ser visto nesse vídeo do Departamento de Transportes de Washington (https://www.youtube.com/watch?v=8G7ViTTuwno ).

EP: “De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), após a implantação da medida as mortes no trânsito caíram 18,5% no primeiro semestre de 2015…”
JD: “A razão não foi essa. A queda ocorreu fundamentalmente devido à redução sensível do número de veículos transitando nas marginais. A volta da velocidade normal será uma demonstração clara da busca da eficiência de colocar São Paulo na dimensão de uma megametrópole.”
BZS: Várias pessoas usam esse argumento, mas ele não tem nenhuma base já que não existem dados precisos sobre a quantidade de veículos. Porém a lógica explica que dirigindo a uma velocidade menor o condutor tem mais tempo para raciocinar ao ver um problema como uma batida a sua frente, por isso as colisões e mortes diminuíram com a redução da velocidade máxima.

Veja a entrevista completa aqui.

#BikeZonaSul #CicloviasSalvamVidas #VaiTerCiclovia

#PrioridadeParaOsPedestres #CidadesParaPessoas #CitiesForPeople #SãoPauloPrasPessoas

(Equipe Bike Zona Sul: Alex Gomes, Alexandre Liodoro, Carla Moraes, Diego Brea, Ianca Loureiro, Marivaldo Lopes, Paulo Alves e Thomas Wang)

A ciclovia da Av.Lourenço Cabreira

 

A ciclovia da Avenida Lourenço Cabreira é fundamental para garantir a segurança dos ciclistas dos bairros vizinhos como Jardim Primavera, Jardim Colonial, Guanhembú, Grajaú, Cidade Dutra e Interlagos.

Nessa região não existe nenhuma infraestrutura cicloviária semelhante, pois ela oferece uma alternativa segura para os ciclistas que se deslocam até a Ciclovia Rio Pinheiros ou mesmo para os trabalhadores que desejam ir até a Estação Autódromo, terminando o trajeto até o trabalho de trem.

Além disso, a utilização da Av. Lourenço Cabreira para a instalação da ciclovia, não foi uma decisão exclusiva da CET, ela foi discutida pelos ciclistas e coletivos da região, durante as audiências publicas, entre elas, as que discutiram o Plano de Mobilidade Urbana (PlanMob). Ela foi escolhida por estar em uma região de fácil acesso a diversos bairros e com possibilidade de se conectar com outros meios de transporte como trem e ônibus.

Também é importante deixar claro que a ciclovia não causou trânsito na avenida, mas que o trânsito já existia devido ao grande fluxo de automóveis que passaram a circular depois da construção da Ponte Vitorino Goulart e também devido aos carros que estacionam ao longo da via.

Quanto às críticas recebidas por alguns comerciantes, é importante ressaltar que nas vias que já receberam ciclovias, o faturamento do comércio aumentou. Isso acontece já que ciclistas e pedestres consomem mais do que motoristas, pois passam em menor velocidade e percebendo as lojas.

Assim como a maior parte de São Paulo, a Zona Sul é carente de opções de transporte. Por isso, é muito importante levar a rede cicloviária até lá, oferecendo novas opções para se se deslocar até o destino ou até os terminas de trem/ônibus, possibilitando economia de tempo, dinheiro e até mesmo promovendo uma atividade física saudável para as pessoas. A bicicleta ajuda a reduzir o trânsito, desafogar o transporte público e estimula o comércio e a ocupação do espaço público pelas pessoas.

Esses são alguns dos motivos pelos quais precisamos e queremos a ciclovia da Avenida Lourenço Cabreira!

Precisamos mostrar que apoiamos a ciclovia da Av.Lourenço Cabreira, demonstre seu apoio neste abaixo assinado, CLIQUE AQUI!

https://www.change.org/CicloviaNaLourencoCabreira

E veja o vídeo que o BZS gravou nessa ciclovia 🙂

Vamos tornar a Zona Sul mais segura para todos!

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(Equipe Bike Zona Sul: Alex Gomes, Alexandre Liodoro, Paulo Alves e Thomas Wang)

Faixas de pedestres na diagonal… (X e Y)

Apesar de muito repudiadas no período de instalação em São Paulo, as faixas de pedestres em diagonal instaladas em São Paulo são usadas por milhares de pessoas todos os dias.

A imagem abaixo mostra uma das primeiras travessias diagonais de São Paulo, instalada entre o Viaduto do Chá e o Teatro Municipal, no Centro da cidade.

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Faixa de pedestres diagonal em São Paulo, Brasil. (foto: Prefeitura de São Paulo)

Nesta breve seleção de imagens, trouxemos faixas de pedestres de Los Angeles (Estados Unidos), São Paulo (Brasil), Shibuya (Japão) e Londres (Inglaterra). Todas essas cidades são conhecidas por seu trânsito caótico, por isso necessitam de mudanças na gestão do tráfego para que se tornem mais seguras para seus habitantes.

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Faixa de pedestres diagonal (X) em Los Angeles, Estados Unidos. (foto: LADOT)

Através das imagens pode-se perceber que a Prefeitura de São Paulo tem tentado trazer experiências positivas que já são conhecidas no exterior para nossa cidade, com o objetivo de torná-la melhor para todos os cidadãos…

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Faixa de pedestres diagonal (X) em Londres, na Inglaterra. (foto: Barry Phillips)


Como é possível perceber nas imagens, a pr
iorização de pedestres e ciclistas é uma tendência Mundo afora… Por que? Porque ao priorizarmos os mais frágeis nós tornamos o trânsito mais calmo e seguro para todos 🙂

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Faixa de pedestres diagonal (Y) em Shibuya, Japão. (foto: Getty Images)


Esperamos ver mais dessas faixas pela cidade, pois todos conhecemos vários cruzamentos que necessitam delas…

Nos quais muitas vezes os pedestres se arriscam correndo na diagonal, por isso tais faixas seriam muito úteis para protegê-los…

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)

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A importância de uma ciclovia na extrema zona sul

ciclovia na teotônio

São Paulo passou, e ainda está passando, por uma grande transformação com a implantação de ciclovias na cidade. Uma grande vitória não só para os ciclistas, mas para toda a cidade que necessita de uma atenção especial quando o assunto é transporte. Na extrema zona sul, onde o uso de bicicleta como transporte cresceu, não existe essa atenção especial por parte da prefeitura. Por isso, em avenidas como Teotônio Vilela, Interlagos e M’boi Mirim os deslocamentos com bicicletas são difíceis e inseguros.

A Avenida Senador Teotônio Vilela, percorre regiões da cidade que é, praticamente, impossível se locomover de bicicleta. Em Parelheiros, por exemplo, os ciclistas fazem entre 500 a 1 mil viagens por dia. Já no Grajaú, e em outros bairros, os números de viagens por dia ultrapassam 2 mil (fonte: Pesquisa de Origem e Destino do Metrô – 2007).

avenida

A implantação de uma ciclovia na via beneficiará diversos bairros como Interlagos, Cidade Dutra, Rio Bonito, Parque das Árvores, Jordanópolis, Vila São José, Grajaú, Varginha, Balneário São José, Vargem Grande, Parelheiros, etc., tornando acessível a todos da região um meio de transporte saudável, econômico e sustentável. Além disso, ela possibilitará que muitos paulistanos e visitantes conheçam o Polo de Ecoturístico de São Paulo, localizado na região de Parelheiros e Marsilac.

Sendo assim solicitamos, por meio de um abaixo-assinado, a criação de uma ciclovia na Teotônio Vilela, ligando Parelheiros à Cidade Dutra. A importância de uma ciclovia em avenidas movimentadas como as do extremo sul de São Paulo, vai além da mobilidade urbana. A implantação é uma importante causa para a vida, para a saúde e segurança dos ciclistas, dos pedestres, dos motoristas e moradores dessas regiões. Por isso, assine também o abaixo-assinado online, é fácil e rápido. Saiba que ajudando na coleta de dados, você trará ótimas consequências para nossa cidade, e para a vida de quem você nem ao menos conhece. Faça o bem, sem olhar a quem.

Assine e compartilhe: https://goo.gl/31pv3t

Equipe Bike Zona Sul