A ligação entre Indianópolis e Moema está quase completa!

Após muito diálogo com a CET, finalmente está saindo a ligação entre Saúde, Indianópolis e Moema! A foto abaixo foi tirada na Avenida Aratãs, ao lado do Hospital da Cruz Vermelha de São Paulo!

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Ciclovia da Av.Aratãs (foto: Thomas Wang/Bike Zona Sul)

Essa ciclovia fica na Avenida Aratãs, ela vai da Avenida Moreira Guimarães (continuação da Av.23 de Maio/Av.Washington Luís) até a ciclovia da Alameda dos Guatás, que por sua vez vai até a ciclovia da Avenida Jabaquara. Para entender essa descrição, clique aqui. Tanto as ciclovias da Alameda dos Guatás quanto a da Avenida Aratãs são bidirecionais, o que facilita o deslocamento dos ciclistas em ambos sentidos, fornecendo segurança em alguns trechos com ladeiras da região da Saúde e Indianópolis.

Na região da Saúde e Indianópolis não há nenhuma ciclovia, exceto a da Avenida Jabaquara, que acaba em frente à Igreja de São Judas Tadeu, por isso as ciclovias da Alameda dos Guatás e da Avenida Aratãs são extremamente importantes!

A ciclovia da Avenida Aratãs ainda está incompleta, faltam algumas adaptações nos cruzamentos (nesses trechos a ciclovia e as travessias ainda não foram sinalizadas) e na sinalização (como a instalação de placas educativas para os motoristas), mas ela já está quase pronta!

Nós do Bike Zona Sul esperamos que completem a ligação entre essa ciclovia na Avenida Aratãs com as de Moema logo, afinal são só 4 quadras entre elas! Para entender essa ligação, clique aqui.

Você já viu como está o mapa da infraestrutura cicloviária de São Paulo? Clique aqui para ver! Focando na região de Moema, é possível ver várias ligações que são intuitivas, como essa (que falamos acima) na Aratãs, entre Moema e Indianópolis. Além dessa, também temos outras como essa (entre a Rua Dr.Habberbeck Brandão e a Rua Guapiaçu, que podem levar o ciclista até a Vila Clementino) e essa (entre a a Alameda dos Nhambiquaras e a Av.Hélio Pellegrino, que pode levar o ciclista até o Parque do Ibirapuera).

Num próximo post vamos falar das ciclovias/ciclofaixas de Moema, que receberam novos trechos recentemente! Vamos falar de trechos da Alameda dos Jurupis, Açocê, Nhambiquaras, Prof.Ascendino Reis e Habberbeck Bradão! Mais para frente também vamos falar das possibilidades de outras ciclovias em Moema, como na Anapurus e Canário.

Em breve esperamos também tratar das ligações das ciclovias de Moema para o Itaim Bibi Brooklin (que possui somente uma ciclovia na Faria Lima/Berrini) e para o Campo Belo, que não possui nenhuma estrutura cicloviária, mas é caminho para muitas pessoas que vem da Zona Sul para o Centro!

#BikeZonaSul #CicloviasSalvamVidas #VaiTerCiclovia

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#SãoPauloPrasPessoas

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)

 

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Alforje é vida

Amamos alforjes! ❤

Essencial para uso urbano, é uma bolsa para bicicletas, um acessório muito prático para levar objetos do dia a dia sem precisar amarrar vários elásticos no bagageiro e sem a necessidade de levar peso nas costas, deixando o corpo livre para sentir mais ainda o vento e a liberdade da bicicleta.

Alforje Bike Zona Sul
Alforjes nos bagageiros facilita tudo

Existem alforjes para todos os tipos, tamanhos e gostos, atendendo desde quem usa a bicicleta como meio de transporte ou até para quem deseja viajar de bike mundo afora.

E aí, já pensou em utilizar um para facilitar o seu dia a dia? Alforje é vida. 😉

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Algumas razões para reduzir a velocidade máxima das vias

Algumas razões para reduzir a velocidade máxima das vias

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Fonte: The City Fix.

1) Mais de 45 mil pessoas morrem por ano em acidentes de trânsito no Brasil. (Fonte: ONU)

2) O Brasil está em 4º lugar no mundo entre os países com mais mortes no trânsito (Fonte: Justiça Federal)

3) Nosso país gasta cerca de R$ 40 bilhões por ano com acidentes de trânsito. (Fonte: G1/Bom Dia Brasil)

4) redução de 5% na velocidade máxima das vias reduz em 30% a chance de morte em caso de atropelamentos! (Fonte: The City Fix)

5) Risco de acidentes de trânsito a 40 km/h é a metade do que a 50 km/h. (Fonte: UOL)

6) Quanto mais carros, mais antissociais ficamos. (Fonte: The City Fix)

7) Menor velocidade máxima aumenta a fluidez no trânsito e reduz congestionamentos. (Fonte: WSDOT – Departamento de Transportes de Washington, EUA)

8) Diversas cidades no Mundo tem reduzido a velocidade máximas das suas vias, como Londres e Paris. (Fonte: Jornal Hoje)

9) Nova York reduziu a velocidade de suas vias para 40 km/h para zerar as mortes no transito. (Fonte: Jornal Nacional e Vá de Bike)

10) Em São Paulo a redução da velocidade máxima nas vias as mortes já diminuíru mais de 20%. (Fonte: Cidadeapé – Associação pela Mobilidade a Pé em SP)

 

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Troca de bueiros na ciclovia da R.da Consolação

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Foto: Diego Brea (Bike Zona Sul)

Está sendo feita a troca das tampas de bueiros na ciclovia da Rua da Consolação já que os antigos eram feitos de plástico, por isso eram facilmente danificados. Porém as tampas que estão sendo colocadas podem oferecer riscos dependendo do tipo do pneu da bicicleta.

Bicicletas com pneus mais finos (como speedys e fixas, por exemplo) podem ter problemas já que as grades/grelhas desse tipo de tampa podem prender o pneu da bike. Isso acontece pois as grades/grelhas dessa tampa são paralelas aos pneus, e não transversais. Ou seja, a grade e o pneu estão na mesma ‘linha’, por isso o pneu pode cair ou ficar preso nela. Se as grades fossem transversais, o pneu passaria sem problemas, como ocorre no respiradouro do Metro que fica na ciclovia da Paulista (clique aqui para ver a foto).

A sugestão do Bike Zona Sul é que as grades dos bueiros sejam trocadas por similares às usadas na ciclovia da Avenida Paulista, pois esse tipo previne quedas e também permite que a água escoe para o bueiro sem problemas 🙂

(Equipe Bike Zona Sul: foto de Diego Brea e texto de Thomas Wang)

#Manutenção: Selim e altura (post 3)

Da série Manutenção: selim e altura (post 3)

O ideal é que o selim seja confortável e esteja na altura correta. A maioria das bicicletas vêm equipada com selins de espuma ou borracha, sendo que geralmente é possível trocar o selim por outro mais confortável. Também é possível comprar almofadas para tornar o selim mais macio.

Sobre a altura, o ideal é que, estando de pé do lado da bicicleta, o selim esteja um pouco acima da sua cintura. Assim, quando vc pedalar o esforço será feito pelos músculos da coxa e da panturrilha, e não forçará os seus joelhos. Muitas pessoas (em especial ciclistas desavisados) acabam tendo problemas nos joelhos por deixarem o selim muito baixo e forçarem os joelhos.

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O selim deve estar  ligeiramente acima da cintura do ciclista.

Ao parar a bike, vc vai reparar que sempre terá que fazer um ângulo leve para o lado para se apoiar, o que também melhora seu desempenho ao retomar a pedalada. Mas também não exagere, colocar o selim muito alto desequilibra e também pode causar lesões nos joelhos.

Um truque interessante é ‘sentir as dores’. Se a parte de trás do joelho que dói, abaixe a altura do selim. Se a parte da frente que dói, levante o selim. Mas ao abaixar e levantar, faça isso aos poucos, levando em consideração que poucos centímetros podem fazer uma grande diferença!

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(Equipe BZS: Thomas Wang)

Priorização dos pedestres em Los Angeles, EUA

PRIORIZAR PEDESTRES JÁ É UMA REALIDADE MUNDIAL!

Compartilhamos este vídeo do LADOT Official, a empresa responsável pela mobilidade de Los Angeles (Estados Unidos). No vídeo a diferença no cruzamento antes e depois da instalação da faixa de pedestres na diagonal é clara…

É a priorização dos pedestres, que torna a cidade mais segura para todos 🙂

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Faixa de pedestres na diagonal em Los Angeles, Estados Unidos. (foto: LADOT)

O LADOT também fez medições estatísticas para comparar o número de colisões e atropelamentos no local antes e depois da instalação da faixa de pedestres em X, veja mais no link do InhabitatLA’s most dangerous intersection made safer with scramble crosswalk.

Vídeo do LADOT sobre a faixa de pedestres em X:
https://www.youtube.com/watch?v=bNj27zbfNxo

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)

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Sorocaba também tem bicicletas compartilhadas e ciclovias!

Sorocaba também está instalando um sistema de bicicletas compartilhadas e construindo ciclovias!

O Integra Bike Sorocaba funciona de forma similar ao Bike Sampa e o Ciclo Sampa (de São Paulo), mas a diferença é que ele é gerido pela Prefeitura de Sorocaba.

Essas fotos (imagens 1 e 2) são da estação que fica na Avenida Itavuvu (imagem abaixo), perto do Shopping Cidade De Sorocaba, na área de transferência de passageiros dos ônibus, o que facilita a intermodalidade entre esses dois meios de transporte.

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Estação do IntegraBike próximo da área de transferência de passageiros do transporte coletivo. (foto: Thomas Wang)

Também vimos divulgação do sistema sobre o sistema em escolas, pontos de ônibus, shoppings e ginásios municipais (imagem abaixo). Nas escolas, é interessante que o ‘passe escolar’ já venha integrado com o sistema de bicicletas, o que facilita a vida dos estudantes.

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Divulgação do IntegraBike Sorocaba em uma escola municipal. (foto: Thomas Wang)

Além disso, no tempo que passei lá percebi várias ciclovias surgindo, ciclovias de diversos tipos! A maioria das que pude olhar com mais calma são bidirecionais de canteiro central ou bidirecionais com calçadas compartilhadas. A maioria percorre avenidas onde há veículos em alta velocidade, o que as torna ainda mais importantes para proteção dos ciclistas.

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Totem da estação do IntegraBike. (foto: Thomas Wang)

Também pude notar falhas nas ciclovias de Sorocaba como falta de sinalização de ciclovias em alguns trechos (as bicicletinhas pintadas no solo, placas, falta de pintura de travessias). Em alguns pontos as ciclovias começam/terminam de forma abrupta, às vezes sem sinalização, obrigando o ciclista a voltar para as faixas mistas ou para a calçada, mas a convivência parece ser tranquila nesses trechos.

É incrível ver como a cultura da bicicleta está se ampliando, desde Los Angeles até Sorocaba, passando por São Paulo, Nova York e Berlim! A tendência já é clara, as ciclovias vieram para ficar e vão ajudar a melhorar a vida de todos, como já acontece em Portland, Amsterdã e Tóquio! Como está começando a acontecer em São Paulo e, logo mais, em Sorocaba!

Para mais informações, olhe nesses links:
Mapa das ciclovias, Prefeitura de Sorocaba: sobre as ciclovias de Sorocaba
Sobre as novas estações do Integra Bike:IntegraBike no G1
Sobre o sistema Integra Bike: Jornal Cruzeiro

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(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)

Andar de bicicleta em São Paulo é perigoso?

Não vamos dizer que não é, mas também não vamos dizer que é.

Na realidade, andar de bicicleta em si não é algo arriscado, mas a segurança de um ciclista no tráfego depende de muitas variáveis…

Entre elas podemos citar: o trajeto, as condições das vias, as condições da bicicleta, o comportamento dos motoristas e do próprio ciclista. Por exemplo: um ciclista que use a Av. 23 de Maio passa por mais situações de risco do que um que vá pela Alameda dos Anapurus (uma paralela da 23 em Moema, abra os dois links para comparar os trajetos)…

Se o ciclista seguir as leis de trânsito como respeitar semáforos, não andar na contramão, dar a preferência para pedestres e etc, é bem mais seguro! Ele ajuda a se proteger e proteger os outros.

Uma dica válida, mas desconhecida por muitos ciclistas, é estender o braço para o lado que vai virar… É isso mesmo, basta esticar o braço para o lado apontando a direção que vc vai tomar… Claro que isso deve ser feito antes de virar, de preferência com alguma antecedência até vc de fato entrar na curva ou trocar de pista… Esse gesto indica para os motoristas suas intenções e evita acidentes já que eles sabem que vc vai diminuir para trocar de pista ou virar… Veja alguns gestos comuns na imagem abaixo:

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Uma coisa que vale a pena deixar claro é que a bicicleta tem preferência sobre outros veículos, como consta no Código de Trânsito Brasileiro, Artigo 29:
§ 2º Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.

Ou seja, a preferencia é dos pedestres, em seguida vem ciclistas, skatistas e patinadores, aí vem as motos e por fim os carros, ônibus e caminhões. Os grandes devem dar preferência e deixar os pequenos passarem primeiro.

O que vale é o bom senso e a educação, mas muitos motoristas, motociclistas, ciclistas e mesmo pedestres não tem… É necessário que todos respeitem as leis, se todos respeitarem, vai ser mais seguro e melhor para todo mundo, independente do veículo 🙂

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(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)

Faixas de pedestres na diagonal… (X e Y)

Apesar de muito repudiadas no período de instalação em São Paulo, as faixas de pedestres em diagonal instaladas em São Paulo são usadas por milhares de pessoas todos os dias.

A imagem abaixo mostra uma das primeiras travessias diagonais de São Paulo, instalada entre o Viaduto do Chá e o Teatro Municipal, no Centro da cidade.

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Faixa de pedestres diagonal em São Paulo, Brasil. (foto: Prefeitura de São Paulo)

Nesta breve seleção de imagens, trouxemos faixas de pedestres de Los Angeles (Estados Unidos), São Paulo (Brasil), Shibuya (Japão) e Londres (Inglaterra). Todas essas cidades são conhecidas por seu trânsito caótico, por isso necessitam de mudanças na gestão do tráfego para que se tornem mais seguras para seus habitantes.

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Faixa de pedestres diagonal (X) em Los Angeles, Estados Unidos. (foto: LADOT)

Através das imagens pode-se perceber que a Prefeitura de São Paulo tem tentado trazer experiências positivas que já são conhecidas no exterior para nossa cidade, com o objetivo de torná-la melhor para todos os cidadãos…

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Faixa de pedestres diagonal (X) em Londres, na Inglaterra. (foto: Barry Phillips)


Como é possível perceber nas imagens, a pr
iorização de pedestres e ciclistas é uma tendência Mundo afora… Por que? Porque ao priorizarmos os mais frágeis nós tornamos o trânsito mais calmo e seguro para todos 🙂

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Faixa de pedestres diagonal (Y) em Shibuya, Japão. (foto: Getty Images)


Esperamos ver mais dessas faixas pela cidade, pois todos conhecemos vários cruzamentos que necessitam delas…

Nos quais muitas vezes os pedestres se arriscam correndo na diagonal, por isso tais faixas seriam muito úteis para protegê-los…

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang)

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A novela da ciclovia da Rua Madre Cabrini

Todos já ouvimos falar da novela que está se desenrolando na Rua Madre Cabrini…

Nessa rua, um colégio particular tem brigado na Justiça para que a Prefeitura retire a ciclovia que passa em frente a ele… A foto abaixo mostra como está a ciclovia atualmente:

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Local onde a ciclovia é interrompida em frente ao Colégio Madre Cabrini. (Foto: Thomas Wang/BZS)

Como é possível ver na foto, a ciclovia acaba abruptamente e o ciclista dá de cara com carros parados ou estacionados. Sim, apesar de ser uma área de embarque ou desembarque, muitos motoristas estacionam ali e ficam esperando as crianças saírem das suas atividades. Isso é um problema pois obriga o ciclista que sobe a Rua Madre Cabrini a contornar os carros parados na contramão, se colocando em risco. Por se tratar de uma ladeira muitos carros/motos/ônibus descem com certa velocidade, podendo atingir os ciclistas que sobem a rua nesse trecho sem ciclovia. Com a ciclovia, o ciclista tinha sua faixa demarcada, podendo subir sem se colocar em risco. 

O Colégio Madre Cabrini que tem como missão “contribuir para a formação de cidadãos comprometidos com a promoção da vida” e é por isso que a CET tem implantado ciclovias, para proteger as pessoas mais frágeis no trânsito, que somos nós, os ciclistas.

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Vans escolares podem entrar no colégio.

Em sua visão o Colégio Madre Cabrini promete “o desenvolvimento integral do ser humano”, porém se posiciona contra o desenvolvimento da cidade, preferindo atacar políticas públicas que beneficiam o bem coletivo para que possa usar uma área pública como se fosse particular. Se as vans escolares podem acessar a área interna do colégio para fazer o embarque/desembarque de estudantes, por que os carros não podem?

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Na esquerda: carro estacionado na ciclovia, impedindo a circulação de pedestres e ciclistas. Na direita: carro estacionado em local proibido.

Como uma escola que tem como valores “Compaixão, Justiça, Solidariedade e Responsabilidade social e ambiental” pode ignorar o bem estar e a segurança de dezenas de ciclistas que passam por ali todos os dias? Sem contar as centenas de pedestres, inclusive alunos e funcionários do Madre Cabrini, que andam na ciclovia.

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O mesmo carro da foto anterior, saindo da ciclovia quando viu eu me aproximar.

A escola alega que a ciclovia coloca “as crianças” em risco, desconsiderando o fato que são os carros que causam a maior parte dos atropelamentos. O que o Colégio Madre Cabrini devia reparar é que na realidade a ciclovia protege/protegia as pessoas, sejam elas crianças ou adultos. A Rua Madre Cabrini possui duas escolas e um cursinho nesse trecho, por onde circulam milhares de pedestres. Sim, são milhares, só o Poliedro tem cerca de 3 mil alunos, sendo que a grande maioria vai de Metrô.

Na foto abaixo, tirada no horário do almoço, perceba que a ciclovia está sendo usada pelas pessoas como se fosse parte da calçada. Justamente porque elas se sentem protegidas dos carros enquanto andam na ciclovia.

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Pedestres utilizam a ciclovia já que a calçada não é suficiente.

Se a preocupação do Colégio Madre Cabrini realmente fosse a segurança das pessoas, ele não pediria a  retirada da ciclovia, ele pediria a ampliação das calçadas e a instalação de mais faixas de pedestres e mais lombadas.

Vamos demonstrar que queremos a ciclovia ali, demonstre seu apoio à ciclovia CLICANDO AQUI!

Leia mais sobre a Ciclovia da Rua Madre Cabrini nesse post do Vá de Bike.

 

 

Veja o mapa da infraestrutura cicloviária da cidade de São Paulo clicando aqui.

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